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As retas r, s, t, u, v e w, indicadas na figura abaixo, são paralelas e equidistantes entre si.

Neste caso, a razão entre as áreas da região pintada e do triângulo ABD é igual a:

A 2 5 ​
B 5 2 ​
C 2 3 ​
D 3 5 ​
E 3 2 ​
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 7, considere o texto abaixo.

Nisto entrou o moleque trazendo o relógio com o vidro novo. Era tempo; já me custava estar ali; dei uma moedinha de prata ao moleque; disse a Marcela que voltaria noutra ocasião, e saí a passo largo. Para dizer tudo, devo confessar que o coração me batia um pouco; mas era uma espécie de dobre de finados. O espírito ia travado de impressões opostas. Notem que aquele dia amanhecera alegre para mim. Meu pai, ao almoço, repetiu-me, por antecipação, o primeiro discurso que eu tinha de proferir na Câmara dos Deputados; rimo-nos muito, e o sol também, que estava brilhante, como nos mais belos dias do mundo; do mesmo modo que Virgília devia rir, quando eu lhe contasse as nossas fantasias do almoço. Vai senão quando, cai-me o vidro do relógio; entro na primeira loja que me fica à mão; e eis me surge o passado, ei-lo que me lacera e beija; ei-lo que me interroga, com um rosto cortado de saudades e bexigas...
Lá o deixei; meti-me às pressas na sege, que me esperava no Largo de S. Francisco de Paula, e ordenei ao boleeiro que rodasse pelas ruas fora. O boleeiro atiçou as bestas, a sege entrou a sacolejar-me, as molas gemiam, as rodas sulcavam rapidamente a lama que deixara a chuva recente, e tudo isso me parecia estar parado. Não há, às vezes, um certo vento morno, não forte nem áspero, mas abafadiço, que nos não leva o chapéu da cabeça, nem rodomoinha nas saias das mulheres, e todavia é ou parece ser pior do que se fizesse uma e outra coisa, porque abate, afrouxa, e como que dissolve os espíritos? Pois eu tinha esse vento comigo; e, certo de que ele me soprava por achar-me naquela espécie de garganta entre o passado e o presente, almejava por sair à planície do futuro. O pior é que a sege não andava.
− João, bradei eu ao boleeiro. Esta sege anda ou não anda?
− Uê! nhonhô! Já estamos parados na porta de sinhô conselheiro.

(Machado de Assis. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001, p. 135-136)

No 2 o parágrafo, o narrador associa a ideia de “vento morno” a um sentimento de

A satisfação.
B irritação.
C nostalgia.
D resignação.
E abatimento.

Um serralheiro foi contratado para fazer a parte metálica do portão de uma chácara. Cabia a ele serrar e soldar barras de ferro, confeccionando a peça mostrada na figura abaixo, sem escala, onde BR é uma barra horizontal e as outras, AB, CD, EF, GH, IJ, KL, MN, OP e QR, são todas barras verticais. Essa peça, depois, receberia acabamento de outros materiais. Sabe-se que AB = QR = 1,6 m, IJ = 0,4 m e BR = 2,0 m. Sabe-se, também, que os espaçamentos entre as barras verticais deveriam ser iguais e que os pontos A, C, E, G e I, bem como os pontos I, K, M, O e Q, deveriam ser extremidades colineares (como indicam as linhas pontilhadas).

Fazendo seus cálculos, o serralheiro constatou que, para confeccionar a peça, seria necessário, em metros, um comprimento total de barras de ferro correspondente a:

A 9,2.
B 8,8.
C 9,6.
D 11,6.
E 12,0.

Analise o gráfico e as afirmações abaixo.

Brasil – Balança Comercial (2018)

(Ministério da Economia)

Afirma-se:

I . Os produtos com baixo valor agregado têm forte peso sobre a balança comercial brasileira e, em consequência, sobre o seu saldo positivo.
II . Os principais produtos de importação vieram da Ásia, com destaque para automóveis, aviões e navios, estes últimos destinados a modernizar a infraestrutura brasileira.
III . A China é, individualmente, a maior compradora de produtos brasileiros, dentre os quais as commodities agrícolas e minerais, tais como: soja, minério de ferro, celulose, entre outros.

Está correto o que consta APENAS em

A III .
B I e II .
C II e III .
D II .
E I e III .

Um encontro foi realizado com 104 ilustradores. Dentre esses ilustradores, 47 também são compositores e 22 também são escritores.
Sabendo que 55 ilustradores não são nem compositores nem escritores, o número de pessoas nesse encontro que trabalham
nas três atividades é:

A 12.
B 14.
C 16.
D 18.
E 20.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 9 a 12, considere o texto abaixo.

Quem fala português não se limita a comer, a gente também gosta de falar sobre comida. Sendo duas coisas diferentes, na verdade são a mesma. A língua portuguesa tem um valor nutritivo que as outras não têm. Creio que é possível engordar a falar de comida em português. Vai uma linguicinha? E se amanhã fizéssemos um costelão? Boa sorte a traduzir estas perguntas para inglês, francês ou alemão.
Eles sabem (vagamente) o que é linguiça e costela. Mas nunca hão de saber o que é uma linguicinha e um costelão. Sem esses nomes, o sabor é diferente. Já tenho tomado refeições com gente que fala outras línguas e nunca vi nada parecido. Numa mesa de falantes de português, come-se, recordam-se refeições passadas e projetam-se refeições futuras. Falantes de português, depois de terem comido uma feijoada, recordam uma moqueca capixaba que comeram em 1987 e planejam o acarajé que vão fazer para o jantar do dia seguinte. A gente ama através da comida — e é um amor bruto, que é o único amor que vale a pena. Dizemos coisas que, apesar de carinhosas, estão bastante próximas do universo do crime. Por exemplo: “Você não sai daqui sem provar este vatapá”. Isso é vocabulário de sequestrador. Contudo, é ternura.

(Adaptado de: PEREIRA, Ricardo A. “Uma série de séries”. 08/09/19. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)

Isso é vocabulário de sequestrador. Contudo, é ternura. (final do texto)

As frases acima articulam-se em um único período, sem prejuízo do sentido, em:

A Isso era ternura; portanto, seria vocabulário de sequestrador.
B Isso é ternura, uma vez que é vocabulário de sequestrador.
C Isso seria vocabulário de sequestrador - desde que fosse ternura.
D Caso fosse ternura, isso seria vocabulário de sequestrador.
E Isso é ternura; não obstante, é vocabulário de sequestrador.

Os irmãos Alberto e Humberto levaram uma mesma quantia em dinheiro para uma viagem. A cada dia Humberto gastou o dobro
do que gastou seu irmão, de maneira que, após 20 dias, Alberto ainda tinha R$ 820,00 e, após 21 dias, Humberto ainda tinha
R$ 160,00. O valor que cada um desses irmãos levou para a viagem foi:

A R$ 1.280,00
B R$ 1.360,00
C R$ 1.420,00
D R$ 1.500,00
E R$ 1.640,00

O inspetor de uma escola percebeu uma porta quebrada e identificou, pelas imagens do sistema de segurança, que foi pelo menos um dentre 4 alunos o responsável pelo dano. Ele sabe que:

-se Gustavo não teve participação, então Henrique teve;
- entre Henrique e Igor, exatamente um teve participação;
-João teve participação se, e somente se, Igor teve participação.

Para não prejudicar seus amigos, João, falando a verdade, assumiu ter participação, o que permite concluir que todos os responsáveis pelo dano foram

A João e Gustavo.
B João e Henrique.
C João e Igor.
D João, Gustavo e Igor.
E João, Gustavo e Henrique.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 9 a 12, considere o texto abaixo.

Quem fala português não se limita a comer, a gente também gosta de falar sobre comida. Sendo duas coisas diferentes, na verdade são a mesma. A língua portuguesa tem um valor nutritivo que as outras não têm. Creio que é possível engordar a falar de comida em português. Vai uma linguicinha? E se amanhã fizéssemos um costelão? Boa sorte a traduzir estas perguntas para inglês, francês ou alemão.
Eles sabem (vagamente) o que é linguiça e costela. Mas nunca hão de saber o que é uma linguicinha e um costelão. Sem esses nomes, o sabor é diferente. Já tenho tomado refeições com gente que fala outras línguas e nunca vi nada parecido. Numa mesa de falantes de português, come-se, recordam-se refeições passadas e projetam-se refeições futuras. Falantes de português, depois de terem comido uma feijoada, recordam uma moqueca capixaba que comeram em 1987 e planejam o acarajé que vão fazer para o jantar do dia seguinte. A gente ama através da comida — e é um amor bruto, que é o único amor que vale a pena. Dizemos coisas que, apesar de carinhosas, estão bastante próximas do universo do crime. Por exemplo: “Você não sai daqui sem provar este vatapá”. Isso é vocabulário de sequestrador. Contudo, é ternura.

(Adaptado de: PEREIRA, Ricardo A. “Uma série de séries”. 08/09/19. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)

Na frase Sendo duas coisas diferentes, na verdade são a mesma (1 o parágrafo), o autor refere-se a

A comer e valor nutritivo.
B engordar e falar sobre comida.
C a língua portuguesa e falar sobre comida.
D comer e falar sobre comida.
E comer e engordar.