Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 26 e 27.
Using the Washington, D.C. Metro Subway System
By Rachel Cooper
Updated 07/10/19
The Washington Metro, the District's regional subway system, provides a clean, safe, and reliable way to get around almost all of the major attractions in Washington, D.C. The Metro does extend to the suburbs of Maryland and Virginia. KK .
.. I ... the Metrorail trains can be crowded with commuters during rush hour and when there is a big event going on downtown, taking the Washington Metro is usually cheaper and easier than finding a place to park in the city. Several Metro stations are helpful sightseeing stops.
The Metro Lines
Since opening in 1976, the Metrorail network has grown to include six lines, 91 stations, and 117 miles of track. It is the thirdbusiest rapid transit system in the United States in the number of passenger trips after New York City and Chicago.
Hours
The Metro begins operation at 5 a.m. on weekdays, 7 a.m. on Saturdays, and 8 a.m. on Sundays. Service ends at 11:30 p.m. Monday through Thursday, 1 a.m. Friday and Saturday, and 11 p.m. on Sundays, although the last trains leave their terminals about a half an hour before these times.
Trains run frequently averaging four to 10 minutes between trains with frequency increasing during rush hour times. Night and weekend service varies between eight and 20 minutes, with trains generally scheduled only every 20 minutes.
Metro Farecards
A SmartTrip Metro farecard is required to ride the Metro. The rechargeable, proximity card is encoded with any amount up to $300. If you register your card, and you lose it, or it is stolen, you do not lose the value of the card.
Fares range from $2 to $6 depending on your destination and the time of day. Fares are cheaper after 9:30 a.m. until 3 p.m. and after 7 p.m. until close. An all-day Metro pass is available for $14.75. Metro charges reduced fares on all federal holidays.
(Adapted from: https://www.tripsavvy.com)
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De acordo com o texto,
As fotografias coloridas que vão compor os house organs impressos em papel jornal e que são distribuídos aos colaboradores da área operacional devem seguir resolução de
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Atenção : Considere o texto abaixo, para responder às questões de números 1 a 10.
1. ___ Sem deixar de reconhecer seus méritos, o crítico Richard Brody classificou “Parasita”, do coreano Bong Joon-ho, como um filme conservador. Entre outras coisas, por expressar a urgência de uma correção da ordem social e econômica, sem romper com as regras do entretenimento comercial.
2. ___ Já entendemos que as coisas perderam o rumo, mas continuamos caminhando para o precipício. Bong se apoia nesse consenso para transmitir uma parábola admonitória que nos faz rir ao mesmo tempo que nos confronta com nosso próprio suicídio.
3. ___ Ortega y Gasset dizia que a comédia era um gênero que confirmava o poder do que já está estabelecido: o indivíduo que se encontra fora das estruturas torna-se ridículo, cômico. Bong inverte a lógica. Ridículo é quem ainda acredita na normalidade das estruturas.
4. ___ Já nos primeiros minutos, o protagonista, filho de uma família de párias, considera, diante da miséria à sua volta, o quanto “tudo é metafórico”. Na comédia proposta por Bong, para falar do estado insustentável da desigualdade no mundo, as metáforas são evidentes. Rimos do que já entendemos.
5. ___ O filme opõe uma família de desempregados, condenados a viver como parasitas, a uma família de ricos frívolos, enredados em pequenas neuroses e ambições previsíveis, entre os muros que os separam da realidade.
6. ___ Atentos às menores chances de sobrevivência, em pouco tempo pai, mãe e os dois filhos da família pobre estarão ocupando cargos de confiança na casa dos ricos, graças a uma série de circunstâncias.
7. ___ A casa onde vivem os ricos, representativa de uma tradição moderna de elegância e conforto minimalista, é mal-assombrada, a julgar pelas visões do filho menor.
8. ___ O que se instila na parábola de Bong Joon-ho é um conservadorismo estético. É fato que o estado político, social e econômico do mundo desautorizou as ambições da modernidade. A casa da família rica, em seu empenho modernista, não só não resolve a desigualdade econômica como a esconde, encobre, transforma-a em fantasma.
9. ___ Mesmo ironizando o projeto modernista, o cineasta não rompe, por razões táticas, com as regras do sistema de entretenimento que acompanha essa mesma ordem desigual. É como se o discurso artístico também precisasse reduzir-se ao mais básico
e consensual entendimento das coisas (as metáforas imediatamente reconhecíveis por todos), evitando as contradições e o mistério que são a matéria de uma arte de ruptura.
10. ___ Em “Parasita” não há desejo de ruptura nem revolução. Com a ponderação típica de um conto moral, ele nos exorta a salvar o que ainda não desmoronou.
(Adaptado de: CARVALHO, Bernardo. Disponível em: www.folha.uol.com.br)
1. ___ Sem deixar de reconhecer seus méritos, o crítico Richard Brody classificou “Parasita”, do coreano Bong Joon-ho, como um filme conservador. Entre outras coisas, por expressar a urgência de uma correção da ordem social e econômica, sem romper com as regras do entretenimento comercial.
2. ___ Já entendemos que as coisas perderam o rumo, mas continuamos caminhando para o precipício. Bong se apoia nesse consenso para transmitir uma parábola admonitória que nos faz rir ao mesmo tempo que nos confronta com nosso próprio suicídio.
3. ___ Ortega y Gasset dizia que a comédia era um gênero que confirmava o poder do que já está estabelecido: o indivíduo que se encontra fora das estruturas torna-se ridículo, cômico. Bong inverte a lógica. Ridículo é quem ainda acredita na normalidade das estruturas.
4. ___ Já nos primeiros minutos, o protagonista, filho de uma família de párias, considera, diante da miséria à sua volta, o quanto “tudo é metafórico”. Na comédia proposta por Bong, para falar do estado insustentável da desigualdade no mundo, as metáforas são evidentes. Rimos do que já entendemos.
5. ___ O filme opõe uma família de desempregados, condenados a viver como parasitas, a uma família de ricos frívolos, enredados em pequenas neuroses e ambições previsíveis, entre os muros que os separam da realidade.
6. ___ Atentos às menores chances de sobrevivência, em pouco tempo pai, mãe e os dois filhos da família pobre estarão ocupando cargos de confiança na casa dos ricos, graças a uma série de circunstâncias.
7. ___ A casa onde vivem os ricos, representativa de uma tradição moderna de elegância e conforto minimalista, é mal-assombrada, a julgar pelas visões do filho menor.
8. ___ O que se instila na parábola de Bong Joon-ho é um conservadorismo estético. É fato que o estado político, social e econômico do mundo desautorizou as ambições da modernidade. A casa da família rica, em seu empenho modernista, não só não resolve a desigualdade econômica como a esconde, encobre, transforma-a em fantasma.
9. ___ Mesmo ironizando o projeto modernista, o cineasta não rompe, por razões táticas, com as regras do sistema de entretenimento que acompanha essa mesma ordem desigual. É como se o discurso artístico também precisasse reduzir-se ao mais básico
e consensual entendimento das coisas (as metáforas imediatamente reconhecíveis por todos), evitando as contradições e o mistério que são a matéria de uma arte de ruptura.
10. ___ Em “Parasita” não há desejo de ruptura nem revolução. Com a ponderação típica de um conto moral, ele nos exorta a salvar o que ainda não desmoronou.
(Adaptado de: CARVALHO, Bernardo. Disponível em: www.folha.uol.com.br)
Depreende-se do texto que o cineasta Bong Joon-ho
Texto associado
Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 28 a 30.
The London Underground
The London Underground (also known simply as the Underground, or by its nickname the Tube) is a public rapid transit system serving London, England and some parts of the adjacent counties of Buckinghamshire, Essex and Hertfordshire in the United Kingdom.
The Underground has its origins in the Metropolitan Railway, the world's first underground passenger railway. Opened in January 1863, it is now part of the Circle, Hammersmith & City and Metropolitan lines; the first line to operate underground electric traction trains, the City & South London Railway in 1890, is now part of the Northern line. The network has expanded to 11 lines, and in 2017/18 carried 1.357 billion passengers, making it the world's 11th busiest metro system. The 11 lines collectively handle up to 5 million passengers a day.
Despite its name, only 45% of the system is underground in tunnels, with much of the network in the outer environs of London being on the surface.
As of 2015, 92% of operational expenditure is covered by passenger fares.
Early years
The idea of an underground railway linking the City of London with the urban centre was proposed in the 1830s, and the Metropolitan Railway was granted permission to build such a line in 1854. To prepare construction, a short test tunnel was built in 1855 in Kibblesworth, a small town with geological properties similar to London. This test tunnel was used for two years in the development of the first underground train, and was later, in 1861, filled up. The world's first underground railway opened in January 1863 between Paddington and Farringdon using gas-lit wooden carriages hauled by steam locomotives.
While steam locomotives were in use on the Underground there were health reports. There were many instances of passengers collapsing whilst travelling, due to heat and pollution, leading for calls to clean the air through the installation of garden plants. The Metropolitan even encouraged beards for staff to act as an air filter. There were other reports claiming beneficial outcomes of using the Underground, including the designation of Great Portland Street as a "sanatorium for [sufferers of ...] asthma and bronchial complaints", tonsillitis could be cured with acid gas and the Twopenny Tube cured anorexia.
During the war many tube stations were used as air-raid shelters. On 3 March 1943, a test of the air-raid warning sirens, together with the firing of a new type of anti-aircraft rocket, resulted in a crush of people attempting to take shelter in Bethnal Green Underground station. A total of 173 people, including 62 children, died, making this both the worst civilian disaster of World War II, and the largest loss of life in a single incident on the London Underground network.
A different kind of accident occurred on 28 February 1975, a southbound train on the Northern City Line failed to stop at its Moorgate terminus and crashed into the wall at the end of the tunnel, in the Moorgate tube crash. There were 43 deaths and 74 injuries, the greatest loss of life during peacetime on the London Underground.
A few years later, on 18 November 1987, fire broke out in an escalator at King's Cross St. Pancras tube station. The resulting fire cost the lives of 31 people and injured a further 100. London Underground were strongly criticised in the aftermath for their attitude to fires underground, and publication of the report into the fire led to the resignation of senior management of both London Underground and London Regional Transport. To comply with new safety regulations issued as a result of the fire, and to combat graffiti, a train refurbishment project was launched in July 1991.
(Adapted from: https://en.wikipedia.org)
The London Underground
The London Underground (also known simply as the Underground, or by its nickname the Tube) is a public rapid transit system serving London, England and some parts of the adjacent counties of Buckinghamshire, Essex and Hertfordshire in the United Kingdom.
The Underground has its origins in the Metropolitan Railway, the world's first underground passenger railway. Opened in January 1863, it is now part of the Circle, Hammersmith & City and Metropolitan lines; the first line to operate underground electric traction trains, the City & South London Railway in 1890, is now part of the Northern line. The network has expanded to 11 lines, and in 2017/18 carried 1.357 billion passengers, making it the world's 11th busiest metro system. The 11 lines collectively handle up to 5 million passengers a day.
Despite its name, only 45% of the system is underground in tunnels, with much of the network in the outer environs of London being on the surface.
As of 2015, 92% of operational expenditure is covered by passenger fares.
Early years
The idea of an underground railway linking the City of London with the urban centre was proposed in the 1830s, and the Metropolitan Railway was granted permission to build such a line in 1854. To prepare construction, a short test tunnel was built in 1855 in Kibblesworth, a small town with geological properties similar to London. This test tunnel was used for two years in the development of the first underground train, and was later, in 1861, filled up. The world's first underground railway opened in January 1863 between Paddington and Farringdon using gas-lit wooden carriages hauled by steam locomotives.
While steam locomotives were in use on the Underground there were health reports. There were many instances of passengers collapsing whilst travelling, due to heat and pollution, leading for calls to clean the air through the installation of garden plants. The Metropolitan even encouraged beards for staff to act as an air filter. There were other reports claiming beneficial outcomes of using the Underground, including the designation of Great Portland Street as a "sanatorium for [sufferers of ...] asthma and bronchial complaints", tonsillitis could be cured with acid gas and the Twopenny Tube cured anorexia.
During the war many tube stations were used as air-raid shelters. On 3 March 1943, a test of the air-raid warning sirens, together with the firing of a new type of anti-aircraft rocket, resulted in a crush of people attempting to take shelter in Bethnal Green Underground station. A total of 173 people, including 62 children, died, making this both the worst civilian disaster of World War II, and the largest loss of life in a single incident on the London Underground network.
A different kind of accident occurred on 28 February 1975, a southbound train on the Northern City Line failed to stop at its Moorgate terminus and crashed into the wall at the end of the tunnel, in the Moorgate tube crash. There were 43 deaths and 74 injuries, the greatest loss of life during peacetime on the London Underground.
A few years later, on 18 November 1987, fire broke out in an escalator at King's Cross St. Pancras tube station. The resulting fire cost the lives of 31 people and injured a further 100. London Underground were strongly criticised in the aftermath for their attitude to fires underground, and publication of the report into the fire led to the resignation of senior management of both London Underground and London Regional Transport. To comply with new safety regulations issued as a result of the fire, and to combat graffiti, a train refurbishment project was launched in July 1991.
(Adapted from: https://en.wikipedia.org)
De acordo com o texto, o metrô de Londres
Texto associado
Atenção : Considere o texto abaixo, para responder às questões de números 1 a 10.
1. ___ Sem deixar de reconhecer seus méritos, o crítico Richard Brody classificou “Parasita”, do coreano Bong Joon-ho, como um filme conservador. Entre outras coisas, por expressar a urgência de uma correção da ordem social e econômica, sem romper com as regras do entretenimento comercial.
2. ___ Já entendemos que as coisas perderam o rumo, mas continuamos caminhando para o precipício. Bong se apoia nesse consenso para transmitir uma parábola admonitória que nos faz rir ao mesmo tempo que nos confronta com nosso próprio suicídio.
3. ___ Ortega y Gasset dizia que a comédia era um gênero que confirmava o poder do que já está estabelecido: o indivíduo que se encontra fora das estruturas torna-se ridículo, cômico. Bong inverte a lógica. Ridículo é quem ainda acredita na normalidade das estruturas.
4. ___ Já nos primeiros minutos, o protagonista, filho de uma família de párias, considera, diante da miséria à sua volta, o quanto “tudo é metafórico”. Na comédia proposta por Bong, para falar do estado insustentável da desigualdade no mundo, as metáforas são evidentes. Rimos do que já entendemos.
5. ___ O filme opõe uma família de desempregados, condenados a viver como parasitas, a uma família de ricos frívolos, enredados em pequenas neuroses e ambições previsíveis, entre os muros que os separam da realidade.
6. ___ Atentos às menores chances de sobrevivência, em pouco tempo pai, mãe e os dois filhos da família pobre estarão ocupando cargos de confiança na casa dos ricos, graças a uma série de circunstâncias.
7. ___ A casa onde vivem os ricos, representativa de uma tradição moderna de elegância e conforto minimalista, é mal-assombrada, a julgar pelas visões do filho menor.
8. ___ O que se instila na parábola de Bong Joon-ho é um conservadorismo estético. É fato que o estado político, social e econômico do mundo desautorizou as ambições da modernidade. A casa da família rica, em seu empenho modernista, não só não resolve a desigualdade econômica como a esconde, encobre, transforma-a em fantasma.
9. ___ Mesmo ironizando o projeto modernista, o cineasta não rompe, por razões táticas, com as regras do sistema de entretenimento que acompanha essa mesma ordem desigual. É como se o discurso artístico também precisasse reduzir-se ao mais básico
e consensual entendimento das coisas (as metáforas imediatamente reconhecíveis por todos), evitando as contradições e o mistério que são a matéria de uma arte de ruptura.
10. ___ Em “Parasita” não há desejo de ruptura nem revolução. Com a ponderação típica de um conto moral, ele nos exorta a salvar o que ainda não desmoronou.
(Adaptado de: CARVALHO, Bernardo. Disponível em: www.folha.uol.com.br)
1. ___ Sem deixar de reconhecer seus méritos, o crítico Richard Brody classificou “Parasita”, do coreano Bong Joon-ho, como um filme conservador. Entre outras coisas, por expressar a urgência de uma correção da ordem social e econômica, sem romper com as regras do entretenimento comercial.
2. ___ Já entendemos que as coisas perderam o rumo, mas continuamos caminhando para o precipício. Bong se apoia nesse consenso para transmitir uma parábola admonitória que nos faz rir ao mesmo tempo que nos confronta com nosso próprio suicídio.
3. ___ Ortega y Gasset dizia que a comédia era um gênero que confirmava o poder do que já está estabelecido: o indivíduo que se encontra fora das estruturas torna-se ridículo, cômico. Bong inverte a lógica. Ridículo é quem ainda acredita na normalidade das estruturas.
4. ___ Já nos primeiros minutos, o protagonista, filho de uma família de párias, considera, diante da miséria à sua volta, o quanto “tudo é metafórico”. Na comédia proposta por Bong, para falar do estado insustentável da desigualdade no mundo, as metáforas são evidentes. Rimos do que já entendemos.
5. ___ O filme opõe uma família de desempregados, condenados a viver como parasitas, a uma família de ricos frívolos, enredados em pequenas neuroses e ambições previsíveis, entre os muros que os separam da realidade.
6. ___ Atentos às menores chances de sobrevivência, em pouco tempo pai, mãe e os dois filhos da família pobre estarão ocupando cargos de confiança na casa dos ricos, graças a uma série de circunstâncias.
7. ___ A casa onde vivem os ricos, representativa de uma tradição moderna de elegância e conforto minimalista, é mal-assombrada, a julgar pelas visões do filho menor.
8. ___ O que se instila na parábola de Bong Joon-ho é um conservadorismo estético. É fato que o estado político, social e econômico do mundo desautorizou as ambições da modernidade. A casa da família rica, em seu empenho modernista, não só não resolve a desigualdade econômica como a esconde, encobre, transforma-a em fantasma.
9. ___ Mesmo ironizando o projeto modernista, o cineasta não rompe, por razões táticas, com as regras do sistema de entretenimento que acompanha essa mesma ordem desigual. É como se o discurso artístico também precisasse reduzir-se ao mais básico
e consensual entendimento das coisas (as metáforas imediatamente reconhecíveis por todos), evitando as contradições e o mistério que são a matéria de uma arte de ruptura.
10. ___ Em “Parasita” não há desejo de ruptura nem revolução. Com a ponderação típica de um conto moral, ele nos exorta a salvar o que ainda não desmoronou.
(Adaptado de: CARVALHO, Bernardo. Disponível em: www.folha.uol.com.br)