QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
30 questões encontradas

O organograma é

A uma forma de autoridade na qual os indivíduos em posições gerenciais possuem o poder formal de dirigir e controlar seus subordinados imediatos.
B o grau em que as funções organizacionais são subdivididas em tarefas individuais.
C a representação visual da estrutura de uma organização.
D uma forma de autoridade concedida aos membros especialistas em sua área de expertise.
E a localização da autoridade decisória e a expressão das políticas de alçadas.

Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), entre os critérios diagnósticos do transtorno de pânico, encontra-se a presença de ataques de pânico

A intensos e contínuos.
B moderados e previsíveis.
C graduais e lentos.
D recorrentes e inesperados.
E fortes e prolongados.

Uma das condições necessárias para um sistema de gestão de desempenho é a de que os indicadores construídos para mensurar e gerenciar o desempenho das pessoas e das equipes devem

A perseguir as competências que favorecem a empregabilidade de cada colaborador, para que atuem dentro dos pressupostos da Quarta Revolução Industrial.
B espelhar os fatores-chave de cada profissão que compõe as várias funções da organização, refletindo dessa forma o que o mercado espera de cada profissional.
C resultar dos indicadores selecionados para monitorar o desempenho das unidades de negócio e da organização, que por sua vez devem refletir os fatores críticos de sucesso.
D prever indicadores escolhidos somente pelos próprios colaboradores, visto que eles possuem uma visão mais apurada de suas atividades e de seus reflexos na organização.
E considerar o histórico dos investimentos feitos pela empresa no desenvolvimento de seus colaboradores, que devem refletir as discrepâncias entre a experiência dos colaboradores e aquela desejada pela organização.

Cláudio foi convidado a trabalhar em Setor de transplantados de um Hospital em que eram oferecidas 6 sessões de psicoterapia breve a indivíduos que passariam por cirurgia, no período pré-cirúrgico. Em sua experiência como psicanalista, voltava-se à exploração do inconsciente e à resolução de conflitos básicos e seus derivados, em busca de reestruturação da personalidade de seu paciente, em atendimentos de duração prolongada e indeterminada. No hospital, porém, para atuar com psicoterapia breve de orientação psicanalítica, voltou-se a fins terapêuticos

A limitados, à superação de sintomas e problemas atuais, e ao fortalecimento e ativação das funções egoicas.
B focalizados no desenvolvimento e análise da neurose de transferência, intensificando a análise da resistência.
C relacionados a insights mais afetivos que cognitivos, de focalização variada dependendo dos conteúdos apresentados.
D sem planejamento prefixado, respeitando o princípio do uso da associação livre como técnica psicanalítica.
E que buscavam elaboração de conflitos relacionados a conflitos básicos e não derivados.

O Procedimento de Desenhos-Estórias (D-E) corresponde a uma técnica compreensiva de investigação da personalidade, que consiste em

A três unidades de produção, sendo cada qual composta por desenho livre, estória, roteiro de entrevista e título.
B quatro unidades de produção, sendo cada qual composta por desenho livre, estória, associações e questionamentos.
C duas unidades de produção, sendo cada qual composta por desenho temático, estória, questionamentos e título.
D uma unidade de produção, sendo composta por desenho livre, estória, perguntas orientadas e título.
E cinco unidades de produção, sendo cada qual composta por desenho livre, estória, inquérito e título.

A abordagem freudiana apontou algumas "recomendações", habitualmente conhecidas como regras mínimas para a prática da psicanálise, como alicerces básicos que sustentam o setting. Entre estas regras técnicas, está a

A atenção flutuante.
B associação de ideias orientada.
C não abstinência.
D neutralidade negada.
E amor ao inconsciente.

Um estilo transformacional de liderança implica estar de acordo com o fato de que as pessoas

A são ambíguas e devem ser direcionadas para criar um ambiente harmonioso.
B precisam ser estimuladas, portanto necessitam de supervisão contínua.
C assumem as características coletivas, ao formarem grupos precisando de orientação.
D são diferentes entre si, portanto merecem tratamento individualizado.
E possuem dificuldade para mudar, precisando de estímulos externos.

Quando o objetivo de uma avaliação psicológica clínica é um diagnóstico diferencial, são investigadas as

A condições de prognóstico provável do caso, para que se possam fornecer subsídios para questões relacionadas com “insanidade”.
B regularidades ou consistências do quadro sintomático, para diferenciar alternativas diagnósticas e condutas de natureza profilática.
C funções do ego e funcionamento da personalidade, recursos disponíveis para alcance de insights produtivos.
D características de nível mais elevado de inferência clínica, havendo uma integração de dados de base teórica.
E irregularidades ou inconsistências do quadro sintomático, para diferenciar alternativas diagnósticas, níveis de funcionamento ou a natureza da patologia.

A Entrevista Motivacional é uma intervenção estruturada, utilizada no tratamento de comportamentos dependentes, e auxilia a identificar os estágios motivacionais em que se encontram os pacientes em relação ao processo de mudança. Quando o paciente percebe o problema, bem como a necessidade de promover mudanças, ele está no estágio de

A pré-contemplação.
B contemplação.
C determinação.
D estabilização.
E reincidência.

A elaboração de documentos escritos produzidos pela(o) psicóloga(o) em sua prática profissional tem sido pauta no Sistema Conselhos de Psicologia, com o objetivo de fornecer diretrizes para as(os) psicólogas(os) e garantir maior

A pluralidade e liberdade na produção desses documentos, sendo que a Resolução nº 07/2003 do Conselho Federal de Psicologia aponta uma distinção entre o Relatório Psicológico e o Laudo Psicológico.
B uniformidade e qualidade na produção desses documentos, sendo que a Resolução nº 06/2019 do Conselho Federal de Psicologia aponta uma distinção entre o Relatório Psicológico ou Multiprofissional e o Laudo Psicológico.
C complexidade e qualidade na produção desses documentos, sendo que a Resolução nº 05/2018 do Conselho Federal de Psicologia aponta uma distinção entre o Relatório Psicológico ou Organizacional e o Laudo Multiprofissional.
D qualidade e precisão na produção desses documentos, sendo que a Resolução nº 10/2019 do Conselho Federal de Psicologia aponta uma distinção entre o Relatório Psicológico ou Jurídico e o Laudo Psicossocial.
E fidedignidade e objetividade na produção desses documentos, sendo que a Resolução nº 12/2019 do Conselho Federal de Psicologia apontou uma distinção entre o Relatório Psicológico ou Multiprofissional e o Laudo Institucional.