No que se refere à psicologia da saúde e à atuação do psicólogo
nessa área, julgue os itens que se seguem.
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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
71 questões encontradas
A realização de dinâmicas de grupos e a organização de grupos
Texto associado
A respeito da proteção
integral, do acolhimento institucional e
dos
direitos fundamentais da criança e do
adolescente, bem como de
aspectos diversos ligados a esse tema,
julgue os itens subsecutivos.
integral, do acolhimento institucional e
dos
direitos fundamentais da criança e do
adolescente, bem como de
aspectos diversos ligados a esse tema,
julgue os itens subsecutivos.
Em casos de vulnerabilidade psicossocial de criança abrigada,
a reestruturação familiar é um processo necessário e rápido,
que pode ser trabalhado em curto prazo, desde que conduzido
por profissionais competentes e treinados na área.
Texto associado
Rogério, servidor público, foi encaminhado pelo setor de
recursos humanos ao serviço médico da instituição onde trabalha
após seus colegas estranharem seu comportamento nas duas últimas
semanas. Ao ser indagado pelo profissional competente, Rogério
disse ter visto, em dada ocasião, seu chefe espioná-lo no trabalho e,
nos últimos dias, afirma tê-lo visto do outro lado da rua de sua
residência, sempre na hora que ele sai para trabalhar. Rogério
afirma, ainda, ter feito uso de alguns medicamentos dos quais
desconhece a composição e a nomenclatura.
Com relação a esse caso clínico, julgue os itens seguintes.
recursos humanos ao serviço médico da instituição onde trabalha
após seus colegas estranharem seu comportamento nas duas últimas
semanas. Ao ser indagado pelo profissional competente, Rogério
disse ter visto, em dada ocasião, seu chefe espioná-lo no trabalho e,
nos últimos dias, afirma tê-lo visto do outro lado da rua de sua
residência, sempre na hora que ele sai para trabalhar. Rogério
afirma, ainda, ter feito uso de alguns medicamentos dos quais
desconhece a composição e a nomenclatura.
Com relação a esse caso clínico, julgue os itens seguintes.
A hipótese de uso abusivo da substância fenciclidina, que não
causa alucinação, deverá ser descartada do quadro clínico de
delírio persecutório.
Texto associado
Caso clínico 10A2-I
Francisca, de quarenta e um anos de idade, servidora
pública, apresentou, há um ano, diagnóstico de depressão,
quando descobriu que sua filha, Maria, havia sido abusada
sexualmente pelo pai, marido de Francisca à época. A menina,
atualmente com cinco anos de idade, permaneceu um ano sem
acompanhamento psicológico, embora tenha sido encaminhada
pela instância policial aos serviços especializados de apoio,
no momento dos fatos. A mãe decidiu, então, procurar serviço
interno de psicologia, orientada por uma colega de setor, onde
fez o seguinte relato: “Estou perdida e não sei o que fazer.
Minha filha me pede para brincar com ela de coisas estranhas,
sempre mencionando que era assim que o pai brincava com ela.
Na escola, apresenta choro fácil, retraimento e baixa autoestima.
Não quer ficar sozinha com ninguém, em lugar nenhum.
Só fica comigo. Não tenho conseguido nem levá-la à escola.
Ela não fica. Tem feito xixi na cama todas as noites. Não sei
mais o que fazer. Às vezes, penso que queria desligar um botão,
dormir e nunca mais acordar. Quando esses pensamentos
‘agoniam’ muito minha cabeça, tomo uns remedinhos, mas acordo
com peso na consciência por ter deixado minha filha sozinha.
Se um dia eu for desta para uma melhor, eu a levo comigo.
O pai dela saiu de casa no dia em que descobri tudo. Ele negou,
mas não tive dúvida. Havia alguma coisa estranha. Minha filha
vivia com assaduras. Um dia, ao lhe dar banho, ela me perguntou
se eu gostaria que ela pegasse nas minhas partes como o ‘papai
pedia para ela’. Fui direto para a delegacia”.
A criança mora com a mãe — sem contato com o pai,
por determinação judicial —, sob medida protetiva e apoio
do programa de proteção à vítima.
Ainda tendo como referência a situação descrita no caso clínico
10A2-I, assim como o conceito, as temáticas, os aspectos éticos
e interdisciplinares da psicologia jurídica e o Código de Ética
do profissional psicólogo, julgue os próximos itens.
Francisca, de quarenta e um anos de idade, servidora
pública, apresentou, há um ano, diagnóstico de depressão,
quando descobriu que sua filha, Maria, havia sido abusada
sexualmente pelo pai, marido de Francisca à época. A menina,
atualmente com cinco anos de idade, permaneceu um ano sem
acompanhamento psicológico, embora tenha sido encaminhada
pela instância policial aos serviços especializados de apoio,
no momento dos fatos. A mãe decidiu, então, procurar serviço
interno de psicologia, orientada por uma colega de setor, onde
fez o seguinte relato: “Estou perdida e não sei o que fazer.
Minha filha me pede para brincar com ela de coisas estranhas,
sempre mencionando que era assim que o pai brincava com ela.
Na escola, apresenta choro fácil, retraimento e baixa autoestima.
Não quer ficar sozinha com ninguém, em lugar nenhum.
Só fica comigo. Não tenho conseguido nem levá-la à escola.
Ela não fica. Tem feito xixi na cama todas as noites. Não sei
mais o que fazer. Às vezes, penso que queria desligar um botão,
dormir e nunca mais acordar. Quando esses pensamentos
‘agoniam’ muito minha cabeça, tomo uns remedinhos, mas acordo
com peso na consciência por ter deixado minha filha sozinha.
Se um dia eu for desta para uma melhor, eu a levo comigo.
O pai dela saiu de casa no dia em que descobri tudo. Ele negou,
mas não tive dúvida. Havia alguma coisa estranha. Minha filha
vivia com assaduras. Um dia, ao lhe dar banho, ela me perguntou
se eu gostaria que ela pegasse nas minhas partes como o ‘papai
pedia para ela’. Fui direto para a delegacia”.
A criança mora com a mãe — sem contato com o pai,
por determinação judicial —, sob medida protetiva e apoio
do programa de proteção à vítima.
Ainda tendo como referência a situação descrita no caso clínico
10A2-I, assim como o conceito, as temáticas, os aspectos éticos
e interdisciplinares da psicologia jurídica e o Código de Ética
do profissional psicólogo, julgue os próximos itens.
Caso Maria fosse atendida por um psicólogo clínico particular,
ser-lhe-ia vedada a atuação como perito em causa processual.
Texto associado
Julgue os itens a seguir, tendo como referência a Lei Brasileira de
Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei n.º 13.146/2015).
Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei n.º 13.146/2015).
As instituições privadas de ensino, assim como as públicas,
devem ofertar educação bilíngue em língua brasileira de sinais
(LIBRAS) e língua portuguesa.
Texto associado
Em relação a grupos e
equipes de trabalho, liderança e poder nas
organizações, julgue os itens subsecutivos.
equipes de trabalho, liderança e poder nas
organizações, julgue os itens subsecutivos.
Os conflitos na execução de tarefas podem ser considerados
benéficos para o desempenho, o comprometimento
organizacional e a satisfação no trabalho, pois são capazes de
favorecer a manifestação de ideias, da criatividade e de críticas
construtivas.
Texto associado
Em relação a grupos e
equipes de trabalho, liderança e poder nas
organizações, julgue os itens subsecutivos.
equipes de trabalho, liderança e poder nas
organizações, julgue os itens subsecutivos.
Assentados em regras explícitas ou implícitas, os jogos de
poder — por exemplo, os de resistência, das alianças, da
dominação, dos campos rivais e da denúncia — são ações
concretas exercidas para a manutenção ou mudança do estilo
de ser da organização.
Um líder chama seu colaborador e explica-lhe detalhamente o que ele deve fazer, oferecendo-lhe diretrizes claras e estabelecendo
padrões de desempenho bem definidos, assim como indicando controles e impondo-lhe comportamentos que garantam
que todas as regras e procedimentos sejam cumpridos. Esse líder prioritariamente está utilizando um estilo de liderança
A especificação do conteúdo, dos métodos e das inter-relações entre os cargos, de modo a satisfazer os requisitos organizacionais
e tecnológicos, assim como os requisitos sociais e individuais do ocupante do cargo, trata de uma perspectiva de
organização do trabalho em que o processo de
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 8, considere o texto abaixo.
Discussão – o que é isso?
A palavra discussão tem sentido bastante controverso: tanto pode indicar a hostilidade de um confronto insanável (“a discussão entre vizinhos acabou na delegacia”) como a operação necessária para se esclarecer um assunto ou chegar a um acordo (“discutiram, discutiram e acabaram concordando”). Mas o que toda discussão supõe, sempre, é a presença de um outro diante de nós, para quem somos o outro. A dificuldade geral está nesse reconhecimento a um tempo simples e difícil: o outro existe, e pode estar certo, sua posição pode ser mais justa do que a minha.
Entre dois antagonistas há as palavras e, com elas, os argumentos. Uma discussão proveitosa deverá ocorrer entre os argumentos, não entre as pessoas dos contendores. Se eu trago para uma discussão meu juízo já estabelecido sobre o caráter, a índole, a personalidade do meu interlocutor, a discussão apenas servirá para a exposição desses valores já incorporados em mim: quero destruir a pessoa, não quero avaliar seu pensamento. Nesses casos, a discussão é inútil, porque já desistiu de qualquer racionalização.
As formas de discussão têm muito a ver, não há dúvida, com a cultura de um povo. Numa sociedade em que as emoções mais fortes têm livre curso, a discussão pode adotar com naturalidade uma veemência que em sociedades mais “frias” não teria lugar. Estão na cultura de cada povo os ingredientes básicos que temperam uma discussão. Seja como for, sem o compromisso com o exame atento das razões do outro, já não haverá o que discutir: estaremos simplesmente fincando pé na necessidade de proclamar a verdade absoluta, que seria a nossa. Em casos assim, falar ao outro é o mesmo que falar sozinho, diante de um espelho complacente, que refletirá sempre a arrogância da nossa vaidade.
(COSTA, Teobaldo, inédito )
Discussão – o que é isso?
A palavra discussão tem sentido bastante controverso: tanto pode indicar a hostilidade de um confronto insanável (“a discussão entre vizinhos acabou na delegacia”) como a operação necessária para se esclarecer um assunto ou chegar a um acordo (“discutiram, discutiram e acabaram concordando”). Mas o que toda discussão supõe, sempre, é a presença de um outro diante de nós, para quem somos o outro. A dificuldade geral está nesse reconhecimento a um tempo simples e difícil: o outro existe, e pode estar certo, sua posição pode ser mais justa do que a minha.
Entre dois antagonistas há as palavras e, com elas, os argumentos. Uma discussão proveitosa deverá ocorrer entre os argumentos, não entre as pessoas dos contendores. Se eu trago para uma discussão meu juízo já estabelecido sobre o caráter, a índole, a personalidade do meu interlocutor, a discussão apenas servirá para a exposição desses valores já incorporados em mim: quero destruir a pessoa, não quero avaliar seu pensamento. Nesses casos, a discussão é inútil, porque já desistiu de qualquer racionalização.
As formas de discussão têm muito a ver, não há dúvida, com a cultura de um povo. Numa sociedade em que as emoções mais fortes têm livre curso, a discussão pode adotar com naturalidade uma veemência que em sociedades mais “frias” não teria lugar. Estão na cultura de cada povo os ingredientes básicos que temperam uma discussão. Seja como for, sem o compromisso com o exame atento das razões do outro, já não haverá o que discutir: estaremos simplesmente fincando pé na necessidade de proclamar a verdade absoluta, que seria a nossa. Em casos assim, falar ao outro é o mesmo que falar sozinho, diante de um espelho complacente, que refletirá sempre a arrogância da nossa vaidade.
(COSTA, Teobaldo, inédito )