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Um Analista de um Tribunal necessita habilitar o Hibernate Envers em uma entidade. Para isso, ele deve

A utilizar ométodo session. saveOrUpdate () para a entidade.
B anotar a entidade com @Audited.
C configuraro hibernate. envers. enabled como true no arquivo de configuração.
D stender a classe Audi tEntitry fomecida pelo Hibernate Envers.
E configurar o audit-log no arquivo persistence. xml.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 20 - Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação - 2024

Uma organização com vários escritórios e centenas de funcionários implementou o AAA baseado em servidor para controlar o acesso à rede. Nesse cenário, E O componente que assegura que o usuário tenha apenas o acesso apropriado às funções permitidas, é

A Authorization.
B Accuracy.
C Acceptance.
D Audit.
E Accounting.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 20 - Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação - 2024

Os endereços IPv4 de link-local são usados automaticamente pelos dispositivos para comunicação dentro da mesma rede local quando não conseguem obter um endereço IP de um servidor DHCP. Um exemplo de endereço IPv4 de link-local é

A 198.133.220.3
B 169.254.1.6
C 172.18.44.8
D 127.0.0.1
E 240.2.6.254
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 20 - Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação - 2024

Uma Analista de redes sugere a implementação de um Next-Generation Firewall (NGFW) para proteger os ativos da organização, pois os NGFWs oferecem funcionalidades que vão além das capacidades dos firewalls tradicionais. Uma funcionalidade de um NGFW, que não é encontrada em um firewall tradicional, é

A o gerenciamento centralizado com uma interface gráfica amigável além de interface de linha de comando.
B a capacidade de realizar logs e relatórios básicos de tráfego de rede, inclusive em tempo real.
C a inspeção profunda de pacotes, verificando dados e comportamentos de tráfego além das camadas básicas.
D O bloqueio de portas TCP/UDP específicas para controlar o tráfego de rede e impedir tráfego mal-intencionado.
E a redundância e failover para garantir alta disponibilidade do firewail em ambientes de alta disponibilidade.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 20 - Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação - 2024
Texto associado
Atenção: Leia o texto para responder às questões de números 7 a 13.

A lembrança de Torre di Venere evoca uma atmosfera desagradável. Torre fica a cerca de quinze quilômetros de Portoclemente, uma das cidades de veraneio prediletas à margem do mar Tirreno, com uma colorida avenida à beira-mar repleta de hotéis e lojas, gente bronzeada e uma estrondosa indústria da diversão. Margeada de pinhos, a praia mantém ao longo de toda a costa a sua cômoda amplidão de areia fina, portanto não admira que não muito adiante tenha-se aberto uma concorrente mais sossegada. Torre é. como destino turístico, uma ramificação do balneário vizinho e já foi um idílio. Mas, como costuma acontecer com lugares assim, a paz foi há muito obrigada a deslocar-se um trecho mais adiante; o mundo, como se sabe, busca-a e expulsa-a. Foi assim que Torre, ainda que mais introspectiva e modesta que Portoclemente, caiu no gosto de italianos e estrangeiros.
Torre ganhou um Grand Hôtel (onde havíamos reservado quartos). Surgiram inúmeras pensões, luxuosas e mais simples. Em julho, agosto, fervilham berros, brigas, gritos de júbilo de banhistas, cuja pele da nuca se descasca por causa de um sol esturricante. Tal era o aspecto da praia de Torre quando chegamos.
Na noite de nossa chegada ao Grand Hôtel, quando aparecemos para o jantar, fomos guiados até uma mesa pelo garçom responsável. Não havia nenhuma objeção a fazer a essa mesa, mas nos cativou a vista da varanda de vidro contígua, que dava para o mar e sobre cujas mesinhas cintilavam lamparinas de abajur vermelho. Os pequenos se mostraram encantados com essa magnificência, e manifestamos de forma singela a decisão de que preferíamos fazer a nossa refeição na varanda - uma declaração de ignorância, como restou claro, pois nos fizeram entender com uma cortesia algo constrangida que aquele aconchegante ambiente era destinado “aos nossos clientes”. Nossos clientes? Mas isso éramos nós. Não estávamos de passagem ou só por uma noite. Abrimos mão, de resto, do esclarecimento da diferença entre gente como nós e aquela clientela, a quem se servia o jantar à luz de lamparinas vermelhas, e jantamos no refeitório, em nossa mesa de iluminação prosaica - uma refeição bem medíocre, própria do esquema hoteleiro insipido; achamos depois muito melhor a cozinha da pensione Eleonora, dez passos mais distante da praia. Foi justamente para lá que nos transferimos, trés ou quatro dias mais tarde.

(MANN, Thomas. Mário e o mágico: uma experiência trágica de viagem Trad José Marcos Macedo. Companhia ds Letras, edição digital Adaptado)

ainda que mais introspectiva e modesta que Portoclemente (1º parágrafo)

Sem prejuízo para a correção e o sentido, o trecho sublinhado acima pode ser substituído por:

A tampouco.
B bem como.
C devido a.
D conquanto.
E porquanto.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 20 - Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação - 2024
Texto associado
Atenção: Leia o texto para responder às questões de números 7 a 13.

A lembrança de Torre di Venere evoca uma atmosfera desagradável. Torre fica a cerca de quinze quilômetros de Portoclemente, uma das cidades de veraneio prediletas à margem do mar Tirreno, com uma colorida avenida à beira-mar repleta de hotéis e lojas, gente bronzeada e uma estrondosa indústria da diversão. Margeada de pinhos, a praia mantém ao longo de toda a costa a sua cômoda amplidão de areia fina, portanto não admira que não muito adiante tenha-se aberto uma concorrente mais sossegada. Torre é. como destino turístico, uma ramificação do balneário vizinho e já foi um idílio. Mas, como costuma acontecer com lugares assim, a paz foi há muito obrigada a deslocar-se um trecho mais adiante; o mundo, como se sabe, busca-a e expulsa-a. Foi assim que Torre, ainda que mais introspectiva e modesta que Portoclemente, caiu no gosto de italianos e estrangeiros.
Torre ganhou um Grand Hôtel (onde havíamos reservado quartos). Surgiram inúmeras pensões, luxuosas e mais simples. Em julho, agosto, fervilham berros, brigas, gritos de júbilo de banhistas, cuja pele da nuca se descasca por causa de um sol esturricante. Tal era o aspecto da praia de Torre quando chegamos.
Na noite de nossa chegada ao Grand Hôtel, quando aparecemos para o jantar, fomos guiados até uma mesa pelo garçom responsável. Não havia nenhuma objeção a fazer a essa mesa, mas nos cativou a vista da varanda de vidro contígua, que dava para o mar e sobre cujas mesinhas cintilavam lamparinas de abajur vermelho. Os pequenos se mostraram encantados com essa magnificência, e manifestamos de forma singela a decisão de que preferíamos fazer a nossa refeição na varanda - uma declaração de ignorância, como restou claro, pois nos fizeram entender com uma cortesia algo constrangida que aquele aconchegante ambiente era destinado “aos nossos clientes”. Nossos clientes? Mas isso éramos nós. Não estávamos de passagem ou só por uma noite. Abrimos mão, de resto, do esclarecimento da diferença entre gente como nós e aquela clientela, a quem se servia o jantar à luz de lamparinas vermelhas, e jantamos no refeitório, em nossa mesa de iluminação prosaica - uma refeição bem medíocre, própria do esquema hoteleiro insipido; achamos depois muito melhor a cozinha da pensione Eleonora, dez passos mais distante da praia. Foi justamente para lá que nos transferimos, trés ou quatro dias mais tarde.

(MANN, Thomas. Mário e o mágico: uma experiência trágica de viagem Trad José Marcos Macedo. Companhia ds Letras, edição digital Adaptado)

O narrador relata que

A a troca de acomodações que foi obrigado a fazer simbolizou a prenunciada derrocada econômica da família.
B o ambiente simplório e algo vulgar da varanda cobiçada pela família contrastou com a opulência que havia imaginado.
C ele e a família foram vitimas de uma inexplicável discriminação social ao solicitarem acesso a um ambiente do hotel.
D a irritabilidade manifestada por ele no início era incondizente com a atmosfera serena do Grand Hôtel.
E à degradação ecológica do balneário em que se hospedou contrastou com a cortesia dos funcionários do refeitório do hotel.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 20 - Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação - 2024

Em um campeonato de futebol por pontos corridos, em cada jogo o ganhador marca 3 pontos, o perdedor marca O pontos e se há empate cada time ganha 1 ponto. Uma equipe que jogou 24 partidas totalizou 50 pontos. O número máximo de jogos que pode ter perdido é

A 3.
B 6.
C 2.
D 5.
E 4.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 20 - Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação - 2024
Texto associado
Atenção: Leia o texto para responder às questões de números 7 a 13.

A lembrança de Torre di Venere evoca uma atmosfera desagradável. Torre fica a cerca de quinze quilômetros de Portoclemente, uma das cidades de veraneio prediletas à margem do mar Tirreno, com uma colorida avenida à beira-mar repleta de hotéis e lojas, gente bronzeada e uma estrondosa indústria da diversão. Margeada de pinhos, a praia mantém ao longo de toda a costa a sua cômoda amplidão de areia fina, portanto não admira que não muito adiante tenha-se aberto uma concorrente mais sossegada. Torre é. como destino turístico, uma ramificação do balneário vizinho e já foi um idílio. Mas, como costuma acontecer com lugares assim, a paz foi há muito obrigada a deslocar-se um trecho mais adiante; o mundo, como se sabe, busca-a e expulsa-a. Foi assim que Torre, ainda que mais introspectiva e modesta que Portoclemente, caiu no gosto de italianos e estrangeiros.
Torre ganhou um Grand Hôtel (onde havíamos reservado quartos). Surgiram inúmeras pensões, luxuosas e mais simples. Em julho, agosto, fervilham berros, brigas, gritos de júbilo de banhistas, cuja pele da nuca se descasca por causa de um sol esturricante. Tal era o aspecto da praia de Torre quando chegamos.
Na noite de nossa chegada ao Grand Hôtel, quando aparecemos para o jantar, fomos guiados até uma mesa pelo garçom responsável. Não havia nenhuma objeção a fazer a essa mesa, mas nos cativou a vista da varanda de vidro contígua, que dava para o mar e sobre cujas mesinhas cintilavam lamparinas de abajur vermelho. Os pequenos se mostraram encantados com essa magnificência, e manifestamos de forma singela a decisão de que preferíamos fazer a nossa refeição na varanda - uma declaração de ignorância, como restou claro, pois nos fizeram entender com uma cortesia algo constrangida que aquele aconchegante ambiente era destinado “aos nossos clientes”. Nossos clientes? Mas isso éramos nós. Não estávamos de passagem ou só por uma noite. Abrimos mão, de resto, do esclarecimento da diferença entre gente como nós e aquela clientela, a quem se servia o jantar à luz de lamparinas vermelhas, e jantamos no refeitório, em nossa mesa de iluminação prosaica - uma refeição bem medíocre, própria do esquema hoteleiro insipido; achamos depois muito melhor a cozinha da pensione Eleonora, dez passos mais distante da praia. Foi justamente para lá que nos transferimos, trés ou quatro dias mais tarde.

(MANN, Thomas. Mário e o mágico: uma experiência trágica de viagem Trad José Marcos Macedo. Companhia ds Letras, edição digital Adaptado)

Tal era o aspecto da praia de Torre quando chegamos. (2º parágrafo)

No contexto em que se encontra, o termo sublinhado

A ressalta as diferenças entre as duas praias mencionadas.
B aponta para a resolução do conflito narrado.
C foi empregado para intensificar as características do local descrito.
D refere-se às características do local citado.
E indica um local cujo nome não se mencionou, mas se depreende do contexto.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 20 - Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação - 2024

Considerando o contexto de QoS, ao explanar a um grupo de técnicos sobre queueing discipline e o seu papel em garantir QoS em um roteador, uma Analista explicou que se tratava de

A um algoritmo que determina a forma como os pacotes são armazenados e transmitidos em uma interface de rede.
B uma regra para a distribuição de largura de banda entre diferentes dispositivos de rede.
C um mecanismo para criptografar pacotes de dados transmitidos pela rede.
D uma política para alocar endereços IP em uma rede para evitar confiitos.
E uma técnica para ajustar a frequência de pacotes de dados enviados para evitar congestionamento.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 20 - Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação - 2024

o COBIT 2019, considere o seguinte propósito da referência APOO1, dentre os objetivos de governança e gestão:

Implementar uma abordagem de gestão consistente para que os requisitos de governança sejam atendidos, abrangendo componentes da governança como processos de gestão, estruturas organizacionais; papéis e responsabilidades; atividades confiáveis e repetíveis; itens de informação; politicas e procedimentos; habilidades e competéncias; cultura e comportamento; serviços. infraestrutura e aplicações.

Tal propósito se refere

A ao engajamento garantido das partes interessadas.
B à estrutura de gestão de TI gerenciada.
C a assegurar a entrega de benefícios.
D a otimização de recursos garantida.
E a implantar e manter uma cultura de governança.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 20 - Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação - 2024