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As placas coletoras do sistema de aquecimento solar devem ser posicionadas de modo a aproveitar o máximo da energia solar
que incide sobre elas. A captação máxima da energia solar ocorre no período de

A equinócio, com inclinação mínima do coletor igual à longitude do local.
B solstício, com inclinação mínima do coletor igual à latitude acrescida de até 10°.
C equinócio, com inclinação mínima do coletor igual à latitude do local acrescida de até 10°.
D solstício, com inclinação máxima do coletor igual à latitude do local.
E equinócio, com inclinação máxima do coletor igual à longitude do local.

Considere os seguintes símbolos de acesso abaixo presentes na NBR 9050 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.

Conforme terminologia da NBR, os símbolos I, II, III e IV significam, respectivamente:

A passagem e acesso de pessoas idosas; ambiente familiar; terminal eletrônico de pesquisa; indicação de saída de elevador.
B passagem e acesso de pessoas idosas; travessia de pedestres; terminal eletrônico de pesquisa; indicação de saída de elevador.
C passagem e acesso de PCD; travessia de pedestres; interruptor de iluminação; indicação de saída de elevador.
D circulação de pessoas com deficiência visual; sanitário familiar; local de informação; acesso ao elevador situado à esquerda.
E circulação de PCD; ambiente familiar; sala de interrogatório judicial; indicação de saída de elevador.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 7 a 12, baseie-se no texto abaixo.

[A harmonia natural em Rousseau]

A civilização foi vista por Jean-Jacques Rousseau (1713-1784) como responsável pela degeneração das exigências morais mais profundas da natureza humana e sua substituição pela cultura intelectual. A uniformidade artificial de comportamento, imposta pela sociedade às pessoas, leva-as a ignorar os deveres humanos e as necessidades naturais.
A vida do homem primitivo, ao contrário, seria feliz porque ele sabe viver de acordo com suas necessidades inatas. Ele é amplamente autossuficiente porque constrói sua existência no isolamento das florestas, satisfaz as necessidades de alimentação e sexo sem maiores dificuldades e não é atingido pela angústia diante da doença e da morte. As necessidades impostas pelo sentimento de autopreservação – presente em todos os momentos da vida primitiva e que impele o homem selvagem a ações agressivas – são contrabalançadas pelo inato sentimento que o impede de fazer mal aos outros desnecessariamente.
Desde suas origens, o homem natural, segundo Rousseau, é dotado de livre arbítrio e sentido de perfeição, mas o desenvolvimento pleno desses sentimentos só ocorre quando estabelecidas as primeiras comunidades locais, baseadas sobretudo no grupo familiar. Nesse período da evolução, o homem vive a idade do ouro, a meio caminho entre a brutalidade das etapas anteriores e a corrupção das sociedades civilizadas.

(Encarte, sem indicação de autoria, a Jean-Jacques Rousseau – Os Pensadores . Capítulo 34. São Paulo: Abril, 1973, p. 473)

Expõe-se no primeiro parágrafo do texto um aspecto importante do pensamento de Jean-Jacques Rousseau, qual seja, o de que

A os benefícios do processo civilizatório já demonstraram que podem conviver harmoniosamente com a satisfação dos impulsos naturais.
B a cultura intelectualizada, embora atenda plenamente as exigências da vida natural, acaba por interferir na formação do caráter humano.
C numa sociedade mais evoluída torna-se fatal certa uniformização dos comportamentos, o que ocorre também com as mais primitivas.
D as exigências morais de uma sociedade passam a ser atendidas quando esta impõe seus valores civilizados aos cidadãos mais responsáveis.
E o processo civilizatório implica um tipo de artificialismo que uniformiza os valores de comportamento e degrada a natureza humana.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 6, baseie-se no texto abaixo.

[Os nomes e os lugares]

É sempre perigoso usar termos geográficos no discurso histórico. É preciso ter muita cautela, pois a cartografia dá um ar de espúria objetividade a termos que, com frequência, talvez geralmente, pertencem à política, ao reino dos programas, mais que à realidade. Historiadores e diplomatas sabem com que frequência a ideologia e a política se fazem passar por fatos. Rios, representados nos mapas por linhas claras, são transformados não apenas em fronteiras entre países, mas fronteiras “naturais”. Demarcações linguísticas justificam fronteiras estatais.
A própria escolha dos nomes nos mapas costuma criar para os cartógrafos a necessidade de tomar decisões políticas. Como devem chamar lugares ou características geográficas que já têm vários nomes, ou aqueles cujos nomes foram mudados oficialmente? Se for oferecida uma lista alternativa, que nomes são indicados como principais? Se os nomes mudaram, por quanto tempo devem os nomes antigos ser lembrados?
(HOBSBAWM, Eric. Tempos fraturados. Trad. Berilo Vargas. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 109)

As decisões políticas que cabem aos cartógrafos impõem-se quando

A um acidente geográfico passa a apresentar novas configurações físicas.
B razões de caráter estético interferem no processo de nomeação.
C a nomeação que lhes cabe identificará um posicionamento em face da história.
D sua carreira científica acaba sendo influenciada por razões eleitorais.
E as escolhas técnicas encontram um ponto de equilíbrio imune às pressões sociais.