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[Os nomes e os lugares]
É sempre perigoso usar termos geográficos no discurso histórico. É preciso ter muita cautela, pois a cartografia dá um ar de espúria objetividade a termos que, com frequência, talvez geralmente, pertencem à política, ao reino dos programas, mais que à realidade. Historiadores e diplomatas sabem com que frequência a ideologia e a política se fazem passar por fatos. Rios, representados nos mapas por linhas claras, são transformados não apenas em fronteiras entre países, mas fronteiras “naturais”. Demarcações linguísticas justificam fronteiras estatais.
A própria escolha dos nomes nos mapas costuma criar para os cartógrafos a necessidade de tomar decisões políticas. Como devem chamar lugares ou características geográficas que já têm vários nomes, ou aqueles cujos nomes foram mudados oficialmente? Se for oferecida uma lista alternativa, que nomes são indicados como principais? Se os nomes mudaram, por quanto tempo devem os nomes antigos ser lembrados?
(HOBSBAWM, Eric. Tempos fraturados. Trad. Berilo Vargas. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 109)
Segundo a convicção do historiador Eric Hobsbawm, a denominação utilizada na geografia

A expõe-se na cartografia de modo a espelhar tão somente a realidade física do elemento identificado.
B traz consigo o risco de se tomar como nome objetivo uma identificação política ou ideológica.
C atende ao papel da natureza assumida como critério para uma localização histórica incontestável.
D tem a vantagem de se tornar uma referência histórica e espacial de caráter permanente.
E relativiza a importância dos fatos históricos na medida em que ocorre como simples descrição.

[A harmonia natural em Rousseau]
A civilização foi vista por Jean-Jacques Rousseau (1713-1784) como responsável pela degeneração das exigências morais mais profundas da natureza humana e sua substituição pela cultura intelectual. A uniformidade artificial de comportamento, imposta pela sociedade às pessoas, leva-as a ignorar os deveres humanos e as necessidades naturais.
A vida do homem primitivo, ao contrário, seria feliz porque ele sabe viver de acordo com suas necessidades inatas. Ele é amplamente autossuficiente porque constrói sua existência no isolamento das florestas, satisfaz as necessidades de alimentação e sexo sem maiores dificuldades e não é atingido pela angústia diante da doença e da morte. As necessidades impostas pelo sentimento de autopreservação – presente em todos os momentos da vida primitiva e que impele o homem selvagem a ações agressivas – são contrabalançadas pelo inato sentimento que o impede de fazer mal aos outros desnecessariamente.
Desde suas origens, o homem natural, segundo Rousseau, é dotado de livre arbítrio e sentido de perfeição, mas o desenvolvimento pleno desses sentimentos só ocorre quando estabelecidas as primeiras comunidades locais, baseadas sobretudo no grupo familiar. Nesse período da evolução, o homem vive a idade do ouro, a meio caminho entre a brutalidade das etapas anteriores e a corrupção das sociedades civilizadas.
(Encarte, sem indicação de autoria, a Jean-Jacques Rousseau – Os Pensadores. Capítulo 34. São Paulo: Abril, 1973, p. 473)
Expõe-se no primeiro parágrafo do texto um aspecto importante do pensamento de Jean-Jacques Rousseau, qual seja, o de que

A os benefícios do processo civilizatório já demonstraram que podem conviver harmoniosamente com a satisfação dos impulsos naturais.
B a cultura intelectualizada, embora atenda plenamente as exigências da vida natural, acaba por interferir na formação do caráter humano.
C numa sociedade mais evoluída torna-se fatal certa uniformização dos comportamentos, o que ocorre também com as mais primitivas.
D as exigências morais de uma sociedade passam a ser atendidas quando esta impõe seus valores civilizados aos cidadãos mais responsáveis.
E o processo civilizatório implica um tipo de artificialismo que uniformiza os valores de comportamento e degrada a natureza humana.

O SOAP é um protocolo que permite que aplicações troquem informações no formato XML via HTTP. Uma mensagem SOAP

A deve conter um elemento Header com informações de cabeçalho.
B pode ou não conter um elemento Envelope para identificar a mensagem como SOAP.
C não deve conter uma referência a Document Type Definition – DTD.
D pode ou não conter um elemento Body com requisições e respostas.
E deve conter um elemento Fault para tratar erros e mostrar informações de status.

Um Analista que está desenvolvendo a página de abertura de um site deseja fazer com que as páginas HTML referentes aos links do menu sejam direcionadas e exibidas em um contêiner criado pela tag section no interior desta página. Nesse contêiner, para permitir a abertura das páginas, deve-se utilizar uma tag:

A aside
B main
C dialog
D iframe
E article

A norma ABNT NBR ISO/IEC 27001:2013, no que tange à coleta de evidências no processo de gestão de incidentes de segurança da informação, indica, como controle, que

A incidentes e evidências de segurança da informação devem ser documentados em um repositório não público, acessível a todos os colaboradores autorizados.
B os conhecimentos obtidos da análise e resolução de incidentes de segurança devem ser usados para contornar incidentes sem gravidade e identificar evidências que não são claramente identificadas.
C incidentes de segurança devem ser documentados e disponibilizados para todos os colaboradores de TI da instituição, incluindo as evidências relacionadas a estes incidentes.
D a organização deve definir e aplicar procedimentos para identificação, coleta, aquisição e preservação das informações, as quais podem servir como evidências.
E a responsabilidade na coleta de evidências deve ser atribuída a todos os colaboradores da área de TI, para assegurar respostas rápidas, efetivas e ordenadas aos incidentes de segurança.

Observando o padrão de formação da sequência infinita (2, 1, 3, 1, 1, 4, 1, 1, 1, 5, 1, 1, 1, 1, 6, …), nota-se que os termos iguais a 1 aparecem nas posições 2, 4, 5, 7, 8, 9, 11, e assim por diante. A 300ª vez em que o termo igual a 1 aparece nessa sequência está na posição

A 342.
B 330.
C 336.
D 324.
E 348.

Aos Oficiais de Justiça, conforme dispõe o Código de Divisão e Organização Judiciária do Estado do Maranhão,

A incumbe comparecer, diariamente, ao fórum, e lá permanecer até quando for necessário.
B é vedado o cumprimento de mandados de prisão sem o apoio de força policial.
C incumbe fazer pessoalmente as diligências a ele atribuídas, facultada a utilização de meios epistolares ou telefônicos sempre que necessários.
D é vedado o cumprimento dos mandados de qualquer natureza quando fora do prazo assinado pela autoridade judiciária.
E garante-se prioridade na utilização de veículos oficiais de serviço para cumprimento de suas diligências.

A automação de processos de negócio visa à implantação de processos em uma organização, como um Tribunal de Justiça, por meio de atividades como: uso de tecnologias específicas, integração de dados e sistemas, controle de fluxo do trabalho, distribuição das tarefas, monitoramento em tempo real. Para que a automação de processos de negócio atinja os melhores resultados, são usadas soluções tecnológicas como as que reúnem um conjunto de ferramentas que une TI e ambiente de operação. Esta solução proporciona um nível de automação por meio da criação e execução de aplicações que combinam a lógica mostrada nos modelos de negócio com regras e dados conectados com as atividades, oferecendo um gerenciamento avançado de fluxo de trabalho e controle na orquestração de qualquer processo. Esta solução é conhecida como

A BRMS (Business Rules Management System).
B EA (Enterprise Architecture), como TOGAF.
C BAM (Business Activity Mapping).
D ACMS (Adaptive Case Management Suite).
E BPMS (Business Process Management System).

[A harmonia natural em Rousseau] A civilização foi vista por Jean-Jacques Rousseau (1713-1784) como responsável pela degeneração das exigências morais mais profundas da natureza humana e sua substituição pela cultura intelectual. A uniformidade artificial de comportamento, imposta pela sociedade às pessoas, leva-as a ignorar os deveres humanos e as necessidades naturais. A vida do homem primitivo, ao contrário, seria feliz porque ele sabe viver de acordo com suas necessidades inatas. Ele é amplamente autossuficiente porque constrói sua existência no isolamento das florestas, satisfaz as necessidades de alimentação e sexo sem maiores dificuldades e não é atingido pela angústia diante da doença e da morte. As necessidades impostas pelo sentimento de autopreservação – presente em todos os momentos da vida primitiva e que impele o homem selvagem a ações agressivas – são contrabalançadas pelo inato sentimento que o impede de fazer mal aos outros desnecessariamente. Desde suas origens, o homem natural, segundo Rousseau, é dotado de livre arbítrio e sentido de perfeição, mas o desenvolvimento pleno desses sentimentos só ocorre quando estabelecidas as primeiras comunidades locais, baseadas sobretudo no grupo familiar. Nesse período da evolução, o homem vive a idade do ouro, a meio caminho entre a brutalidade das etapas anteriores e a corrupção das sociedades civilizadas. (Encarte, sem indicação de autoria, a Jean-Jacques Rousseau – Os Pensadores. Capítulo 34. São Paulo: Abril, 1973, p. 473) A vida do homem primitivo seria mais feliz que a dos civilizados porque ele sabe viver de acordo com suas necessidades inatas. Uma nova redação da frase acima, em que se respeitem sua clareza, seu sentido básico e sua correção, poderá ser:

A Apesar de nutrir sentimentos inatos, a vida dos homens primitivos, comparativamente a dos civilizados, torna-se mais feliz.
B As necessidades primitivas do homem tornam-lhe mais feliz que a dos civilizados quando passam a atender suas forças inatas.
C Tendo por parâmetro o atendimento às necessidades naturais, o homem primitivo desfruta de uma condição de felicidade superior à do civilizado.
D Para atender a suas necessidades primitivas, o homem natural tem uma vida sobre a qual agrega mais sentimentos de felicidade que os demais.
E Os civilizados não levam uma vida proporcionalmente mais feliz que os primitivos pelo fato de não terem atendido as necessidades que dispõe para viver.

Um Analista Judiciário, ao participar de um projeto de interface para um sistema, elencou os seguintes aspectos a serem considerados:

I. esquema de cores e imagens (evitar ofensas a potenciais usuários);

II. dimensão de caixas de diálogo (acomodar textos 20% a 30% mais longos do que os da língua portuguesa);

III. formatos variados de datas, horas e moedas;

IV. entrada e saída de diversos conjuntos de caracteres (recomendar uso do padrão Unicode);

V. diversas direções de leitura (horizontal: esquerda para a direita, direita para a esquerda; vertical: de cima para baixo); VI. normas e legislações (verificar adequações de compliance); VII. influências culturais (verificar particularidades na forma de fazer negócios). Tais fatores

A endereçam todos os aspectos relativos à usabilidade da interface.
B endereçam diretrizes de internacionalização e recursos de localização.
C atentam para o atendimento de diretrizes de acessibilidade por razões éticas, jurídicas e comerciais.
D referem-se às regras de ouro para o projeto de interface.
E são divididas entre as que fazem parte do modelo mental e do modelo de execução da interface.