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O Schema do Active Directory (AD)

A está relacionado com a definição da estrutura do banco de dados do Active Directory. O AD utiliza um modelo de banco de dados relacional, diferente do modelo hierárquico que foi usado até a versão 2012 do Windows Server, cujo idVersion é 47.
B está associado a um número de versão. A partir do Windows Server 2012 foi descontinuado o uso do PowerShell para saber a versão e os detalhes do Schema do AD, passando-se a ser utilizado o AdFind.exe.
C define um objeto como um conjunto de classes que representa uma categoria do AD como, por exemplo, contas de usuários, contas de computadores, impressoras ou pastas compartilhadas publicadas no AD. Em cada objeto está contida uma lista de métodos que podem ser utilizados para descrever uma classe do referido objeto.
D tem que ser único ao longo de todos os domínios de uma floresta, ou seja, cada floresta pode conter um único Schema. Um único DC (Domain Controller) controla a estrutura do Schema, este DC é conhecido como Schema Master. Ou seja, somente no DC configurado como Schema Master é que o Administrador poderá fazer alterações no Schema.
E pode possuir uma classe usuário que contenha objetos tais como: nome, senha, validade da conta, descrição etc. Assim, quando um novo usuário for criado no AD, este torna-se uma nova instância do objeto User do Schema e as informações que forem digitadas sobre ele, tornam-se instâncias da classe definidas no objeto User.

Para que o usuário possa assinar documentos será necessário que esteja instalada no seu computador a cadeia de certificação. O uso de certificação digital é obrigatório no Processo Judicial Eletrônico - PJe. Para ler o certificado será necessária a instalação de uma leitora para leitura do dispositivo para fazer a autenticação do usuário. [...]. Outra forma de teste do funcionamento do certificado digital é o site da Receita Federal do Brasil – RFB, que utiliza um determinado sistema. Também poderá ser feito o teste através do programa responsável pela administração do seu certificado digital (normalmente, vem junto com o certificado digital ou pode ser baixado da Internet). É através dele que o Windows gerencia sua leitora, acessando o seu certificado digital quando este for requisitado pelo sistema PJe. O certificado digital funciona como uma identidade virtual que permite a identificação segura e inequívoca do autor de uma mensagem ou transação feita em meios eletrônicos. Esse documento eletrônico é gerado e assinado por uma terceira parte confiável ou Autoridade Certificadora (AC) que associa o usuário a um tipo de criptografia . (Disponível em: https://pje.tjma.jus.br/pje/informacoes.seam ) Com base na notícia acima, um Analista Judiciário conclui que a cadeia de certificação, o dispositivo, o sistema da RFB e o tipo de criptografia mencionados são, correta e respectivamente,

A ITI - token - sistema e-CAC da AC RFB – de chaves simétricas.
B AC-Raiz - bar code - sistema e-GAC da AR RFB – de chaves públicas.
C AC-Raiz - smart card - sistema e-CPF da PSS RFB – de hash.
D ICP-Brasil - token - sistema e-GAC da AR RFB – de chaves assimétricas.
E ICP-Brasil - smart card - sistema e-CAC da AC RFB – de chaves assimétricas.

O firewall do Linux Iptables é usado para monitorar entradas e saídas de tráfego de dados para o servidor. Em um computador com uma distribuição Linux em condições ideais, para aceitar pacotes do endereço 192.168.1.5, utiliza-se o comando:

A iptables -B INPUT -p 192.168.1.5 -j ALLOW
B iptables -A INPUT -s 192.168.1.5 -j ACCEPT
C iptables -C INPUT -d 192.168.1.5 -p ACCEPT
D iptables -A INPUT -d 192.168.1.5 -j ALLOW
E iptables -X FORWARD -i 192.168.1.5 -p ACCEPT

comparando-se as soluções NAS e SAN, é correto afirmar:

A Uma unidade SAN inclui um dispositivo de hardware dedicado que se conecta a uma rede local, geralmente por meio de uma conexão Ethernet. Esse servidor SAN autentica clientes e gerencia operações de arquivos da mesma maneira que servidores de arquivos comuns, por meio de protocolos de rede bem estabelecidos.
B Para reduzir os custos dos servidores de arquivos padrão, os dispositivos SAN geralmente executam um sistema operacional embarcado em hardware simplificado e não têm periféricos como um monitor ou teclado e, em vez disso, são gerenciados por meio de uma ferramenta de navegador.
C Uma unidade NAS geralmente usa interconexões Fibre Channel e conecta um conjunto de dispositivos de armazenamento que compartilham dados entre si.
D As SANs nem sempre são físicas. É possível criar SANs virtuais definidas por um programa de software. As SANs virtuais oferecem melhor escalabilidade, são independentes de hardware e controladas por software, sendo passíveis de alterações.
E Devido à sua natureza não centralizada, os dispositivos NAS dificultam o acesso de vários usuários aos mesmos dados, o que é um impeditivo em situações em que os usuários estão colaborando em projetos.

Em distribuições Linux baseadas em Debian, para remover o pacote do samba e seus arquivos de configuração de uma só vez, utiliza-se o comando:

A dpkg -P samba
B apt-get remove samba -kill
C dpkg -r samba
D apt-get delete samba
E apt-get uninstall samba -all

Um dos conceitos fundamentais da tecnologia do IPSec é uma SA – Security Association, que trata diretamente de uma conexão que viabiliza o tráfego de serviços seguros. Cada Security Association é identificada por três parâmetros:

I. é um número que identifica uma SA relacionado a um protocolo de segurança.

II. pode ser unicast, broadcast ou ainda multicast. No entanto, para a definição dos mecanismos de gerenciamento de SA, o IPSec assume um endereço de destino unicast, estendendo, assim, as definições para os casos de broadcast e multicast.

III. corresponde ao número 51 para o primeiro e o 50 para o segundo. Os itens I, II e III representam, correta e respectivamente,

A SPD (Security Policy Data) - Endereço IPv6 - Identificador do algoritmo (HMAC-MD5 ou HMAC-SHA-1).
B SPI (Security Parameter Index) - Endereço IP de destino - Identificador do protocolo (AH ou ESP).
C SPI (Security Parameter Index) - Padding Address - Identificador do algoritmo (HMAC-MD5 ou HMAC-SHA-1).
D Sequence Number Replay Defense – Padding Address - Identificador do protocolo (AH ou ESP).
E SPD (Security Policy Data) - Endereço IPv4 - Sequence Number Replay Defense.

Um Analista foi incumbido criar 6 sub-redes classe C, com 30 hosts cada, a partir do endereço IPv4 192.168.1.0/24. O endereço de rede da segunda sub-rede, em binário, é 11000000.10101000.00000001.

A 01100000
B 10100000
C 11100000
D 10000000
E 00100000

Considere, por hipótese, que o Tribunal de Justiça trabalhe com firewall Cisco ASA. Uma Analista Judiciária digitou os comandos abaixo, em condições ideais e usando a versão correta. ciscoasa(config)# interface vlan1 ciscoasa(config-if)# nameif inside INFO: Security level for "inside" set to 100 by default. ciscoasa(config-if)# interface vlan2 ciscoasa(config-if)# nameif outside INFO: Security level for "outside" set to 0 by default. ciscoasa(config-if)# interface vlan3 ciscoasa(config-if)# nameif dmz ciscoasa(config-if)# security-level 50 Com base nesses comandos e nas características deste firewall, é correto afirmar que

A os níveis de segurança do Firewall Cisco ASA são valores numéricos em base 2, variando de 0 a 100, usados pelo software para controlar o fluxo de tráfego.
B é permitida a fluidez de tráfego de interfaces com níveis de segurança mais baixos para interfaces com níveis de segurança mais altos, mas não o contrário.
C as listas de acesso devem ser usadas para permitir que o tráfego flua de níveis de segurança mais altos para níveis de segurança mais baixos. O nível de segurança padrão para uma interface externa é 100.
D para uma interface interna, o nível de segurança padrão é 0.
E nessa configuração o comando de interface é usado primeiro para nomear interfaces de VLAN internas e externas, e depois é atribuído um nível de segurança 50 à DMZ.

Um Analista foi incumbido criar 6 sub-redes classe C, com 30 hosts cada, a partir do endereço IPv4 192.168.1.0/24. A máscara que deverá ser aplicada às sub-redes será:

A 255.255.255.254 (/31)
B 255.255.255.240 (/28)
C 255.255.255.192 (/26)
D 255.255.255.128 (/25)
E 255.255.255.224 (/27)

Wireless Local Area Network - WLAN são redes locais que conectam suas estações através de radiofrequência de modo que as estações se comunicam por meio de antenas situadas em placas wireless, transmitindo e recebendo dados sob forma de sinais de rádio. Uma WLAN que utiliza o padrão IEEE 802.11g como padrão de transmissão tem frequência de operação de

A 5 GHz
B 2.1 GHz
C 2.4 GHz
D 5.4 GHz
E 2.6 GHz