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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
28 questões encontradas
A respeito do uso de Clozapina e suas particularidades psicofarmacológicas, julgue o item a seguir. O risco de convulsões é dose-dependente, e a semiologia mais comum das crises é a atônica, o que muitas vezes dificulta o seu reconhecimento pelos profissionais de saúde e cuidadores.
A respeito do uso de Clozapina e suas particularidades psicofarmacológicas, julgue o item a seguir. A prescrição concomitante de antidepressivos é possível, mas deve ser cautelosa, tendo-se especial atenção àqueles agentes que inibem fortemente a enzima CYP1A2, como, por exemplo, a paroxetina, devido à redução do metabolismo da Clozapina e ao aumento do risco de toxicidade em doses usuais.
A respeito do uso de Clozapina e suas particularidades psicofarmacológicas, julgue o item a seguir. O risco de miocardite induzida por Clozapina é maior nas primeiras oito semanas de tratamento, o que suscita um monitoramento atento no início da prescrição e alto grau de suspeição frente a eventuais sintomas respiratórios agudos, dada a inespecificidade da síndrome.
Texto associado
Para a primeira das fases, Conrad elegeu a expressão trema, preterindo a expressão “pródromo”, por considerar que esta remete a um conceito nosológico e não fenomenológico. Trema é um termo da gíria teatral, usado pelos atores para significar a angústia, a tensão que eles experimentam antes de entrar no palco e que só desaparece quando o abandonam, ou se decidem antecipadamente a não entrar. Manuela Borja Santos e Vitor Amorim Rodrigues. Esquizofrenia - Perspectiva de Conrad. In: Análise Psicológica , Lisboa, v. 9, p. 111–117, 1991. Instituto Superior de Psicologia Aplicada (com adaptações).
Considerando o texto precedente como referência, julgue o item subsecutivo. A interface entre estudos cênicos e psiquiatria ocorre não apenas na tentativa de elucidação de fenômenos psíquicos, mas também no campo do tratamento e da terapêutica e um dos principais expoentes representativos deste movimento é o médico romeno Jacob Levy Moreno, fundador do psicodrama.
Texto associado
Para a primeira das fases, Conrad elegeu a expressão trema, preterindo a expressão “pródromo”, por considerar que esta remete a um conceito nosológico e não fenomenológico. Trema é um termo da gíria teatral, usado pelos atores para significar a angústia, a tensão que eles experimentam antes de entrar no palco e que só desaparece quando o abandonam, ou se decidem antecipadamente a não entrar. Manuela Borja Santos e Vitor Amorim Rodrigues. Esquizofrenia - Perspectiva de Conrad. In: Análise Psicológica , Lisboa, v. 9, p. 111–117, 1991. Instituto Superior de Psicologia Aplicada (com adaptações).
Considerando o texto precedente como referência, julgue o item subsecutivo. A relevância histórica do trecho reside na alusão direta a uma das várias interpretações às diferentes fases da esquizofrenia: na perspectiva de Klaus Conrad o período tremático seria aquele que precederia a instalação franca da psicose.
Em relação à eletroconvulsoterapia, julgue o item a seguir. Trata-se de uma modalidade terapêutica especialmente útil no manejo de gestantes em episódio maníaco, independentemente do trimestre.
Texto associado
Como já observaram os antropólogos, um dos acidentes mentais mais comuns entre os povos primitivos é o que eles chamam de “a perda da alma” — que significa, como bem indica o nome, uma ruptura (ou, mais tecnicamente, uma dissociação) da consciência. Entre esses povos, para quem a consciência tem um nível de desenvolvimento diverso do nosso, a “alma” (ou psique) não é compreendida como uma unidade. Muitos deles supõem que o homem tenha uma “alma do mato” ( bush soul ) além da sua própria, alma que se encarna num animal selvagem ou numa árvore com os quais o indivíduo possua alguma identidade psíquica. É a isto que o ilustre etnólogo francês Lucien Lévy-Bruhl chamou “participação mística”. JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1964 (com adaptações).
Considerando o texto, o atual Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V-TR) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), que inclui diversas observações culturais nos seus capítulos, julgue o item que se segue. O termo experiência de possessão chega a ser mencionado nos critérios diagnósticos para transtorno dissociativo de identidade no DSM-V-TR, enquanto na CID-10 não há tipologias específicas para a classificação de situações de transe ou possessão.
Texto associado
Como já observaram os antropólogos, um dos acidentes mentais mais comuns entre os povos primitivos é o que eles chamam de “a perda da alma” — que significa, como bem indica o nome, uma ruptura (ou, mais tecnicamente, uma dissociação) da consciência. Entre esses povos, para quem a consciência tem um nível de desenvolvimento diverso do nosso, a “alma” (ou psique) não é compreendida como uma unidade. Muitos deles supõem que o homem tenha uma “alma do mato” ( bush soul ) além da sua própria, alma que se encarna num animal selvagem ou numa árvore com os quais o indivíduo possua alguma identidade psíquica. É a isto que o ilustre etnólogo francês Lucien Lévy-Bruhl chamou “participação mística”. JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1964 (com adaptações).
Considerando o texto, o atual Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V-TR) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), que inclui diversas observações culturais nos seus capítulos, julgue o item que se segue. A prevalência média do suicídio indígena no Brasil é maior que o dobro da média brasileira e pesquisas qualitativas para compreender a motivação desse comportamento podem prover recursos para intervenções psicoterápicas específicas bem como guiar políticas públicas direcionadas a essas comunidades.
Texto associado
Como já observaram os antropólogos, um dos acidentes mentais mais comuns entre os povos primitivos é o que eles chamam de “a perda da alma” — que significa, como bem indica o nome, uma ruptura (ou, mais tecnicamente, uma dissociação) da consciência. Entre esses povos, para quem a consciência tem um nível de desenvolvimento diverso do nosso, a “alma” (ou psique) não é compreendida como uma unidade. Muitos deles supõem que o homem tenha uma “alma do mato” ( bush soul ) além da sua própria, alma que se encarna num animal selvagem ou numa árvore com os quais o indivíduo possua alguma identidade psíquica. É a isto que o ilustre etnólogo francês Lucien Lévy-Bruhl chamou “participação mística”. JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1964 (com adaptações).