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Uma Analista digitou o comando TRUNCATE TABLE processos; em um banco de dados SQL aberto em condições ideais para

A o atributo idProcesso deve ser colocado na entidade Advogado e idAdvogado deve ser colocado na entidade Processo.
B os atributos idProcesso e idAdvogado deverão ser chave estrangeira em uma entidade associativa entre Advogado e Processo.
C devem formar uma única entidade pela união de seus atributos, com chave primária composta por idProcesso e idAdvogado.
D devem ser ligadas por meio de uma relação de herança onde a entidade Processo herda a entidade Advogado.
E será necessária uma entidade associativa entre elas, sem chave primária, mas com chave estrangeira composta por idProcesso e idAdvogado.
Texto associado
Português Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 7. O poeta, quanto mais individual, mais universal, pois o homem, qualquer que seja o meio e a época, só vem a compreender e amar o que é essencialmente humano. Embora, eu que o diga, seja tão difícil ser assim autêntico. Às vezes assalta-me o terror de que todos os meus poemas sejam apócrifos. Se estas linhas estão te aborrecendo é porque és poeta mesmo. Modéstia à parte, as digressões sobre poesia sempre me causaram tédio e perplexidade. A culpa é tua, que me pediste conselho e me colocas na insustentável situação em que me vejo quando alunos dos colégios vêm (por inocência ou maldade dos professores) fazer pesquisas com perguntas assim: “O que é poesia? Por que se tornou poeta?”. A poesia é destas coisas que a gente faz mas não diz. Não sei como vem um poema. Às vezes uma palavra, uma frase ouvida, uma repentina imagem que me ocorre nas ocasiões mais insólitas. A esta imagem respondem outras (em vez de associações de ideias, associações de imagens; creio ter sido esta a verdadeira conquista da poesia moderna). Não lhes oponho trancas nem barreiras. Vai tudo para o papel. Guardo o papel, até que um dia o releio, já esquecido de tudo. Vem logo o trabalho de corte, pois noto o que estava demais. Coisas que pareciam bonitinhas, mas que eram puro enfeite, coisas que eram puro desenvolvimento lógico (um poema não é um teorema), tudo isso eu deito abaixo, até ficar o essencial, isto é, o poema. Um poema tanto mais belo é quanto mais parecido for com um cavalo. Por não ter nada de mais nem nada de menos é que o cavalo é o mais belo ser da criação. Como vês, para isso é preciso uma luta constante. A minha está durando a vida inteira. O desfecho é sempre incerto. Sinto-me capaz de fazer um poema tão bom ou tão ruinzinho como aos dezessete anos. (Adaptado de: QUINTANA, Mario. “Carta”. Melhores poemas. São Paulo: Global Editora, 2005, edição digital)

... o homem, qualquer que seja o meio e a época, só vem a compreender [...] o que é essencialmente humano. (1o parágrafo) Uma redação alternativa para o segmento acima, em que se mantêm a correção e as relações de sentido, é:

A Não importa qual fosse o meio ou a época: só é compreendido pelo homem as coisas essencialmente humanas.
B Todo homem, qualquer que sejam os meios e a época, só compreendem o que seria essencialmente humano.
C Apenas àquilo que seja essencialmente humano, independente do meio ou da época será passível à compreensão pelo homem.
D Ainda que em diferentes meios, e épocas, vêm a ser compreendido pelo homem apenas o que for essencialmente humano.
E Seja qual for o meio e a época, o homem acaba por compreender apenas aquilo que é essencialmente humano.

Utilizando operações típicas de On-line Analytical Processing - OLAP, um Analista pretende obter dados para análise bimestral dos processos da cidade de Porto Alegre. Considerando que essa busca implica obter um nível maior de detalhe, uma vez que foca em um bimestre de uma dada cidade e não em um ano de todo o estado, por exemplo, a operação OLAP ideal para ser utilizada é

A slice.
B rotation.
C drill-down.
D roll-up.
E dice.

João levou sua mãe para visitar uma amiga. Na ida foi a uma velocidade média de 40 km/h, mas na volta percorreu o trajeto a 60 km/h. Se gastou ao todo 95 minutos e só parou por 5 minutos para deixar sua mãe na casa da amiga, a distância total percorrida foi de

A 48 km
B 24 km
C 72 km
D 90 km
E 60 km
Texto associado
Português Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 7. O poeta, quanto mais individual, mais universal, pois o homem, qualquer que seja o meio e a época, só vem a compreender e amar o que é essencialmente humano. Embora, eu que o diga, seja tão difícil ser assim autêntico. Às vezes assalta-me o terror de que todos os meus poemas sejam apócrifos. Se estas linhas estão te aborrecendo é porque és poeta mesmo. Modéstia à parte, as digressões sobre poesia sempre me causaram tédio e perplexidade. A culpa é tua, que me pediste conselho e me colocas na insustentável situação em que me vejo quando alunos dos colégios vêm (por inocência ou maldade dos professores) fazer pesquisas com perguntas assim: “O que é poesia? Por que se tornou poeta?”. A poesia é destas coisas que a gente faz mas não diz. Não sei como vem um poema. Às vezes uma palavra, uma frase ouvida, uma repentina imagem que me ocorre nas ocasiões mais insólitas. A esta imagem respondem outras (em vez de associações de ideias, associações de imagens; creio ter sido esta a verdadeira conquista da poesia moderna). Não lhes oponho trancas nem barreiras. Vai tudo para o papel. Guardo o papel, até que um dia o releio, já esquecido de tudo. Vem logo o trabalho de corte, pois noto o que estava demais. Coisas que pareciam bonitinhas, mas que eram puro enfeite, coisas que eram puro desenvolvimento lógico (um poema não é um teorema), tudo isso eu deito abaixo, até ficar o essencial, isto é, o poema. Um poema tanto mais belo é quanto mais parecido for com um cavalo. Por não ter nada de mais nem nada de menos é que o cavalo é o mais belo ser da criação. Como vês, para isso é preciso uma luta constante. A minha está durando a vida inteira. O desfecho é sempre incerto. Sinto-me capaz de fazer um poema tão bom ou tão ruinzinho como aos dezessete anos. (Adaptado de: QUINTANA, Mario. “Carta”. Melhores poemas. São Paulo: Global Editora, 2005, edição digital)

No contexto, o termo sublinhado pode ser corretamente substituído pelo que se encontra entre parênteses na seguinte frase:

A (A) Vem logo o trabalho de corte, pois (quando) noto o que estava demais. (3o parágrafo)
B Embora, eu que o diga, seja tão difícil ser assim (logo) autêntico. (1o parágrafo)
C A poesia é destas coisas que a gente faz mas não diz (assimila). (2o parágrafo)
D Por (Conquanto) não ter nada de mais nem nada de menos... (4o parágrafo)&
E Sinto-me capaz de fazer um poema tão bom ou tão ruinzinho (precário)... (4o parágrafo)
Texto associado
Português Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 7. O poeta, quanto mais individual, mais universal, pois o homem, qualquer que seja o meio e a época, só vem a compreender e amar o que é essencialmente humano. Embora, eu que o diga, seja tão difícil ser assim autêntico. Às vezes assalta-me o terror de que todos os meus poemas sejam apócrifos. Se estas linhas estão te aborrecendo é porque és poeta mesmo. Modéstia à parte, as digressões sobre poesia sempre me causaram tédio e perplexidade. A culpa é tua, que me pediste conselho e me colocas na insustentável situação em que me vejo quando alunos dos colégios vêm (por inocência ou maldade dos professores) fazer pesquisas com perguntas assim: “O que é poesia? Por que se tornou poeta?”. A poesia é destas coisas que a gente faz mas não diz. Não sei como vem um poema. Às vezes uma palavra, uma frase ouvida, uma repentina imagem que me ocorre nas ocasiões mais insólitas. A esta imagem respondem outras (em vez de associações de ideias, associações de imagens; creio ter sido esta a verdadeira conquista da poesia moderna). Não lhes oponho trancas nem barreiras. Vai tudo para o papel. Guardo o papel, até que um dia o releio, já esquecido de tudo. Vem logo o trabalho de corte, pois noto o que estava demais. Coisas que pareciam bonitinhas, mas que eram puro enfeite, coisas que eram puro desenvolvimento lógico (um poema não é um teorema), tudo isso eu deito abaixo, até ficar o essencial, isto é, o poema. Um poema tanto mais belo é quanto mais parecido for com um cavalo. Por não ter nada de mais nem nada de menos é que o cavalo é o mais belo ser da criação. Como vês, para isso é preciso uma luta constante. A minha está durando a vida inteira. O desfecho é sempre incerto. Sinto-me capaz de fazer um poema tão bom ou tão ruinzinho como aos dezessete anos. (Adaptado de: QUINTANA, Mario. “Carta”. Melhores poemas. São Paulo: Global Editora, 2005, edição digital)

Depreende-se do 3o parágrafo que, quanto ao fazer poético, o autor valoriza a

A crítica social.
B cadência rítmica.
C supressão do excesso.
D exposição das ideias.
E idealização utópica.