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Obtém-se Qualidade de Serviço ? QoS em redes IP utilizando Serviços integrados ? Intserv por meio do uso de um protocolo para sinalizar as necessidades de QoS para cada dispositivo ao longo da rede, permitindo que vários transmissores enviem os dados para vários grupos de receptores, reduzindo ou eliminando o congestionamento da rede. Este protocolo é denominado

A Traffic Shaping Protocol ? TSP.
B IntServ Code Protocol ? ICP.
C Resource Reservation Protocol ? RSVP.
D Priority Queuing Protocol ? PQP.
E Multiplexing-Protocol Label Switching ? MPLS.

A camada de enlace IEEE Ethernet assegura que os dados sejam transmitidos ao equipamento apropriado e faz a ponte entre a camada de rede e a camada física. Essa camada possui as subcamadas:

A Logical Link Control ? LLC e Media Access Control ? MAC.
B Integrated Service Digital ? ISD e Digital Subscriber Line ? DSL.
C Network Address Translation ? NAT e Logical Link Control ? LLC.
D Synchronous Optical Control ? SOC e Media Access Control ? MAC.
E Synchronous Digital Hierarchy ? SDH e Fiber Distributed Data Interface ? FDDI.

Considere a seguinte situação: Uma questão que surge com a atribuição automática de endereços IP de um pool é o tempo durante o qual um endereço IP deve ser alocado. Se um host deixar a rede e não retornar seu endereço IP ao servidor DHCP, esse endereço será permanentemente perdido. Depois de um certo período, muitos endereços poderão se perder. Para evitar que isso aconteça,

A a atribuição de endereços IP pode se referir a um período fixo, uma técnica chamada arrendamento ( leasing ). Pouco antes de expirar o prazo de arrendamento, o host deve solicitar ao DHCP uma renovação. Se ele deixar de fazer uma solicitação ou se a solicitação for negada, o host não poderá mais usar o endereço IP que recebeu antes.
B o host solicita ao controlador DHCP uma renovação. O agente de retransmissão, por uma técnica chamada arrendamento ( leasing ), intercepta todas as IPs usadas dentro de um certo período. Ao encontrar um IP inativo, ele o recupera e bloqueia seu uso nas demais transmissões.
C o controlador DHCP transmite, por difusão, um pacote DHCP DISCOVER. O agente de retransmissão DHCP intercepta todas as IPs usadas dentro de um certo período. Ao encontrar um IP inativo, ele o recupera e bloqueia seu uso nas demais transmissões.
D o host solicita ao DHCP uma renovação. O agente de retransmissão, por uma técnica chamada DHCP DIFUSION, intercepta todas as IPs usadas dentro de um certo período. Ao encontrar um IP inativo, ele o recupera e bloqueia seu uso nas demais transmissões.
E a atribuição de endereços IP pode ser feita por uma técnica chamada CONTROLLED DIFUSION. Pouco antes de expirar o prazo de arrendamento, o host deve solicitar ao DHCP uma confirmação do IP. Se ele deixar de fazer uma solicitação ou se a confirmação for negada, o host não poderá mais usar o endereço IP que recebeu antes.

As implantações mais comuns de Storage Area Network ? SAN são FibreChannel (FC) SAN e IP SAN. Caso se opte por IP SAN, os protocolos primários que alavancam IP como mecanismo de transporte são

A IP-based FC (IPbFC) e Fibre Channel over Ethernet (FCoE).
B Fibre Channel over IP (FCIP) e Internet SCSI (iSCSI).
C IP over Internet (IPoI) e IP-based FC (IPbFC).
D Fibre Channel over Ethernet (FCoE) e Fibre Channel over Internet (FCoI).
E Fibre Channel over IP (FCIP) e IP over Ethernet (IPoE).

Um dos campos do cabeçalho de pacote IPv4 é o DiffServ (DS), anteriormente chamado de Tipo de Serviço (ToS), de 8 bits , usado para determinar a prioridade de cada pacote. Destes 8 bits , os

A 5 bits da esquerda identificam o valor do DHCP, usado pelos mecanismos de QoS para evitar congestionamentos.
B 3 últimos bits , à direita, são usados como bits de notificação de congestionamento explícito.
C 4 bits da esquerda identificam o valor do DSCP, usado pelos mecanismos de QoS para notificação de congestionamento.
D 6 bits da esquerda identificam o valor do ECN, usado pelos mecanismos de Qualidade de serviço para priorizar o envio dos pacotes.
E 6 bits da esquerda identificam o valor do DSCP, usado pelos mecanismos de Qualidade de serviço (QoS).

A escassez atual de endereços IP é um motivo de preocupação para os Administradores de Redes. Uma das formas de contornar essa situação, atualmente, é por meio do uso do Network Address Translation (NAT). Ao implantar o NAT, o Administrador de Rede e Telecomunicações

A não precisa configurar a interface externa do NAT com a faixa de endereços públicos, fornecidos pelo provedor de Internet, pois eles são obtidos sempre de forma automática.
B deverá se lembrar que ele se baseia em um único intervalo de endereços IP declarados como privativos, que as redes empresariais ou residenciais podem utilizar internamente, que é: 192.168.0.0 ? 192.168.255.255/16.
C deverá configurar o NAT com no máximo dois endereços IP, fornecidos pelos provedores de Internet.
D poderá excluir faixas de endereços a serem atribuídos aos clientes de uma rede interna, como as de alguns equipamentos presentes nessa rede e que devam ter um número IP fixo, como impressoras e switchs .
E deve saber que o NAT converte todos os endereços dos clientes de uma rede interna para o mesmo endereço externo, não possibilitando o seu uso para consultas na Internet, pois não existe um meio de as respostas serem entregues a quem fez a solicitação. Assim, o uso do NAT deve ser apenas para o envio de pacotes.

Um Analista precisa usar um tipo de fibra óptica que suporta vários comprimentos de onda para criar 4 (quatro) canais em um mesmo par de fibra, ou seja, que suporta Wavelength Division Multiplexing ? WDM. Terá que utilizar, nesse caso, fibra óptica multimodo categorizada como

A cat 6.
B OM7.
C cat 7.
D OM5.
E OM3.

Para realizar uma operação de transferência eletrônica de fundos de sua conta bancária, um correntista precisa apertar um botão em um chaveiro fornecido pelo banco, gerando um número que deve ser usado como chave de confirmação da operação em um sítio na Internet com secure sockets layer . Esse mecanismo de autenticação de operação é conhecido como

A Senha pessoal, com tunelamento da comunicação ponto a ponto.
B Certificado digital, emitido e verificado pelo sítio acessado.
C Biometria em sítio internet assegurado por empresa certificadora.
D Criptografia com chave pública e privada do tipo SSL.
E Token , aplicado em um sítio com certificação digital.

O sistema de arquivos

A ext3 não faz journaling e, para suprir essa deficiência, existe o ReiserFS que, além de fazer journaling , é totalmente compatível com o ext2 e com o ext3.
B NTFS não faz journaling e, para suprir essa deficiência, existe o ReiserFS que, além de fazer journaling , é totalmente compatível com o ext2 e com o ext3.
C ext2 faz journaling completo, ou seja, para restaurar a consistência do sistema após eventual falha, ele executa a varredura integral, arquivo por arquivo, como faz o Skandisk do Windows ou o FSCK no Linux.
D ReiserFS faz journaling , todavia, é incompatível com o ext2 padrão. Entretanto, o ext3 também faz journaling e é compatível com o ext2.
E ext3 faz journaling completo, ou seja, para restaurar a consistência do sistema após eventual falha, ele executa a varredura integral arquivo por arquivo, como faz o scandisk do Windows ou o FSCK no Linux. Todavia, não é compatível com ext2.