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Uma Assembleia Legislativa Estadual utiliza 300 estações (Windows) e 30 servidores (Linux/Windows) para atividades legislativas, incluindo votação eletrônica, acesso a sistemas sigilosos e armazenamento de projetos de lei. Recentemente, um ataque de ransomware propagou-se via dispositivo USB infectado utilizado por um assessor parlamentar, explorando uma vulnerabilidade dia-zero em um editor de PDF. O antivírus tradicional baseado apenas em assinaturas não detectou a ameaça. A equipe de segurança da Assembleia determinou a implantação de uma solução moderna de proteção de endpoints que atenda aos seguintes requisitos obrigatórios:

Detecção baseada em comportamentos;
Resposta automatizada a incidentes (isolamento de máquina, encerramento de processos suspeitos);
Monitoramento contínuo de processos e chamadas de sistema;
Controle rigoroso de dispositivos removíveis (USB, CD/DVD);
Capacidade de análise forense em memória e disco.

Considerando as melhores práticas de segurança para órgãos públicos e os requisitos estabelecidos, a solução que melhor atende os requisitos da equipe de segurança é:

A Implementação de uma plataforma unificada de proteção de endpoints que integra capacidades de EDR, permitindo resposta automatizada a incidentes e controle nativo de dispositivos removíveis.
B Antimalware open-source configurado para varreduras diárias completas nos servidores da Câmara, associado a uma política interna de proibição de uso de dispositivos USB por meio de assinatura de termo de compromisso pelos deputados.
C Solução XDR com a capacidade de isolamento de endpoints e suporte a controle de dispositivos USB por meio de um antivírus tradicional.
D Configurar Antivírus corporativo com atualizações de assinaturas a cada 4 horas, combinado com uma GPO que desabilita todas as portas USB dos computadores do Legislativo.
E Firewall de próxima geração (NGFW) posicionado no Data Center do Legislativo com inspeção TLS, combinado com um antivírus gratuito em cada estação parlamentar, com agente central de gerenciamento.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026

Aqui está a transcrição completa do texto contido na imagem: O SOC de uma Assembleia Legislativa Estadual identificou diversos alertas no SIEM nas últimas 24 horas. Após a triagem inicial, o analista isolou os seguintes eventos: Evento

1: Múltiplas tentativas de autenticação com falha para um usuário de nível estagiário, seguidas de um login bem-sucedido em horário comercial. Evento
2: Execução de um binário em uma estação de trabalho com nome svchost.exe , porém localizado no diretório C:\Users\Public\ , sem conexões de rede ativas. Evento
3: Identificação de tráfego de saída massivo (exfiltração) para um endereço IP listado em bases de Threat Intelligence como comando e controle (C2), originado da estação de trabalho de um assessor legislativo. Evento
4: Notificação de alteração de configuração em um terminal de autoatendimento que não processa dados sigilosos.

Considerando os Indicadores de Comprometimento (IoC) apresentados e as melhores práticas de resposta a incidentes, o evento que deve ser priorizado pelo SOC e a primeira ação técnica a ser tomada são: Evento

A 4; primeira ação: desligar o servidor central de arquivos da assembleia imediatamente para evitar propagação.
B 3; primeira ação: realizar o backup completo do disco rígido antes de desconectar a máquina da rede.
C 2; primeira ação: desabilitar o antivírus para permitir que a equipe de forense execute ferramentas de análise sem interferência.
D 1; primeira ação: resetar a senha do usuário e aguardar o próximo relatório semanal de auditoria.
E 3; primeira ação: isolar a estação de trabalho da rede para conter a exfiltração de dados e a comunicação com o invasor.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026

A Assembleia Legislativa precisa contratar o desenvolvimento de um sistema de gestão parlamentar sob demanda e garantir sua sustentação contínua. O Analista de Segurança deve estruturar o modelo contratual que melhor equilibre controle técnico, conformidade e economicidade. A solução adequada prevê que

A o desenvolvimento sob demanda seja contratado via fábrica de software com métrica de ponto de função, a sustentação seja objeto de contrato autônomo com ANS por severidade, e a escolha entre IaaS e PaaS seja orientada pelo nível de controle operacional que o órgão pretende manter sobre o ambiente.
B o sistema seja desenvolvido sob demanda com entrega por sprints documentados, a sustentação seja incorporada ao contrato de desenvolvimento para simplificar a gestão e a infraestrutura seja contratada via SaaS para eliminar a necessidade de gerenciamento de plataforma pela equipe interna.
C o desenvolvimento seja contratado como software sob demanda via fábrica de software , com entregas medidas por pontos de função, e a sustentação seja coberta por contrato SaaS com o mesmo fornecedor, unificando responsabilidades técnicas e contratuais.
D o licenciamento de software pronto cubra as funcionalidades parlamentares, com customizações entregues pela fábrica de software sob contrato separado, e a infraestrutura seja provisionada via IaaS para manter o controle do ambiente pelo órgão.
E a fábrica de software desenvolva o sistema sob demanda com métricas de produtividade por ponto de função, a sustentação seja contratada separadamente com SLA definido por severidade de chamados e a infraestrutura seja provisionada via PaaS para reduzir a gestão operacional.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026

A Assembleia Legislativa detectou ataques de spear phishing direcionados ao setor financeiro, utilizando e-mail spoofing para simular ordens de pagamento da presidência. Para mitigar esses ataques e proteger os usuários, a solução técnica correta deve prever que

A o servidor de correio desabilite o tráfego de saída para domínios externos não mapeados e o sistema de proteção de usuários utilize criptografia de disco para evitar o redirecionamento de ONS.
B a política de segurança implemente o bloqueio de scripts em navegadores, fazendo com que a proteção contra spoofing ocorra via inspeção de pacotes em redes locais para identificar o endereço MAC do remetente.
C o filtro de Anti-Spam bloqueie mensagens com base em palavras-chave de engenharia social, enquanto o treinamento de conscientização substitua o uso de chaves de segurança física em dispositivos móveis.
D a solução de e-mail gateway valide o alinhamento de protocolos de autenticação de domínio, enquanto a proteção de endpoint monitore comportamentos de phishing em URLs e anexos suspeitos.
E o mecanismo de spoofing protection realize o bloqueio de domínios similares ( typosquatting ) via firewall de aplicação, com base nos certificados de segurança do site.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026

Em um ambiente com Active Directory executando Windows Server, um analista de segurança descobre que o domínio permite consultas LDAP anônimas. Para resolver essa vulnerabilidade de forma nativa, segura e garantindo a compatibilidade do ambiente, o analista deve

A ativar a política RestrictAnonymous no nível O para impedir qualquer comunicação de rede que não utilize autenticação mútua Kerberos.
B ativar a política RestrictALL no nível O para impedir qualquer comunicação de rede que não utilize autenticação mútua LDAP.
C configurar uma GPO para exigir LOAP Signing e ajustar as permissões de controle de acesso (ACLs) para remover o acesso de leitura do grupo Logon Anônimo.
D habilitar o serviço de DNSSec do Active Directory e forçar a comunicação via protocolo SMS assinado de forma anônima.
E migrar os serviços para a porta 636, e forçar a utilização de certificados autoassinados gerados individualmente em cada estação de trabalho para garantir que o atacante utilize um certificado comum a todos os usuários.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026

Uma Assembleia Legislativa opera um sistema de tramitação eletrônica com backup completo diário à 0h e backups incrementais realizados em intervalos regulares de 4 horas. O ambiente possui replicação assíncrona para um site de contingência, na qual as atualizações são propagadas periodicamente, admitindo defasagem limitada ao ciclo de replicação configurado. Em caso de falha do ambiente principal, a restauração por backups exige 100 minutos, enquanto a ativação do ambiente contingente depende da execução sequencial de cinco procedimentos operacionais de 5 minutos cada. Considerando um incidente ocorrido às 13h10 e a alternativa de recuperação que reduz simultaneamente a perda de dados e o tempo de indisponibilidade do serviço, o valor do RTO, em minutos, é

A 70.
B 100.
C 15.
D 25.
E 40.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026

A Assembleia Legislativa identificou o uso indevido de seu domínio para campanhas de spoofing e alta incidência de mensagens maliciosas. Para implementar uma solução técnica que proteja a reputação institucional e a integridade das comunicações, o Analista de Segurança deve garantir que

A o SPF liste os servidores autorizados, o DKIM garanta a integridade via assinatura criptográfica e o DMARC oriente a política de descarte ou quarentena para falhas de autenticação.
B a política de DMARC substitua a necessidade de filtros de antivírus e Anti-Spam , sendo que o DKIM gerencie o limite de conexões simultâneas via protocolo SMTP nos servidores de correio da nuvem.
C o registro SPF autentique o conteúdo da mensagem via criptografia e o DKIM limite o envio de anexos por servidores externos, permitindo que o firewall filtre o tráfego de entrada.
D o mecanismo de Anti-Spam valide o cabeçalho das mensagens via chaves públicas, enquanto o registro DMARC automatize a exclusão de e-mails que não contenham assinaturas digitais do tipo S/MIME .
E o registro SPF identifique os endereços IP autorizados a enviar mensagens, e o DMARC realize a verificação de integridade do corpo do e-mail através de certificados de infraestrutura de rede.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026

Considere a infraestrutura de TI de uma Assembleia Legislativa que possui sistema de processo legislativo eletrônico, portal institucional exposto à internet, integração com órgãos externos (como tribunais e portais de transparência) e estações de trabalho de gabinetes e áreas administrativas na mesma infraestrutura IP. Após um incidente de segurança com movimentação lateral entre sistemas internos, a arquitetura que melhor atende ao requisito de reduzir a exposição do perímetro e conter a propagação entre ambientes é a

A disponibilização dos serviços de integração com órgãos externos diretamente na rede corporativa, com uso de listas de controle de acesso (ACLs) no roteamento central e monitoramento contínuo das conexões estabelecidas.
B replicação dos sistemas críticos da assembleia em sub-redes distintas, com conectividade operacional entre elas e prioridade para continuidade de serviço em caso de falhas localizadas.
C publicação do portal institucional em uma DMZ, com segmentação interna da rede por função e sensibilidade, definição de políticas explícitas de comunicação entre zonas e bloqueio por padrão de todo tráfego não autorizado entre os segmentos.
D concentração dos sistemas legislativos, administrativos e de apoio parlamentar em uma mesma VLAN lógica, com inspeção reforçada no tráfego de entrada e aplicação de controles adicionais nos dispositivos internos.
E concentração dos controles de segurança no firewall de borda, mantendo os sistemas legislativos, administrativos e de gabinetes no mesmo segmento interno, desde que o NAT oculte os endereços privados.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026

Uma Assembleia Legislativa mantém sistemas críticos de tramitação de projetos em ambiente híbrido ( on-premises e cloud ). Diante da necessidade de prevenir a execução de softwares não autorizados, identificados em estações de trabalho administrativas, de acordo com os CIS Contrais v8, a abordagem que atende corretamente ao requisito de controle de software é a

A configuração de logs de auditoria para registrar execução de aplicações nos endpoints registrados.
B segregação de ambientes de desenvolvimento e produção para os sistemas legislativos usando práticas DEVSECOPS.
C utilização de ferramentas automatizadas para inventariar softwares instalados nos ativos corporativos.
D adoção de criptografia de dados sensíveis armazenados em bancos de dados institucionais e manipulados por software .
E implementação de mecanismos de allowlisting para garantir que apenas softwares autorizados sejam executados.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 10, baseie-se no texto a seguir.
As ruas abertas à livre circulação de pessoas e veículos representam uma das imagens mais vivas da cidade moderna. Apesar de as cidades ocidentais incorporarem várias e até contraditórias versões da modernidade, há um grande consenso a respeito de quais são os elementos básicos da experiência moderna de vida pública urbana: a primazia e a abertura de ruas; a circulação livre; os encontros impessoais e anônimos de pedestres; o uso público e espontâneo das ruas e praças; e a presença de pessoas de diferentes grupos sociais passeando e observando os outros que passam, olhando vitrines, fazendo compras, sentando nos cafés, participando de manifestações políticas, apropriando as ruas para seus festivais e comemorações, ou usando os espaços especialmente designados para o lazer das massas. Esses elementos são associados à vida moderna em cidades capitalistas pelo menos desde a reforma de Paris promovida pelo barão de Haussmann na segunda metade do século XIX.
No cerne da concepção de vida pública urbana incorporada na Paris moderna estavam as noções de que o espaço da cidade é aberto para ser usado e usufruído por qualquer um e de que a sociedade de consumo que ele abriga poderia tornar-se acessível a todos. É claro que esse nunca foi exatamente o caso, em Paris ou em qualquer outro lugar.
As cidades modernas foram sempre marcadas por desigualdades sociais e segregação espacial e nunca deixaram de ser apropriadas de formas bastante diferentes por diversos grupos, dependendo de sua posição social e de seu poder. No entanto, a despeito das persistentes desigualdades e injustiças sociais, as cidades ocidentais modernas sempre mantiveram vários sinais de abertura, sobretudo no que diz respeito à circulação e ao consumo. Esses sinais contribuíram para manter o valor positivo associado à ideia de um espaço público aberto, acessível a todos e a qualquer um. As cidades modernas têm servido de cenário para todo tipo de manifestação política. Na verdade, a promessa de incorporação à sociedade moderna incluía não só a cidade e o consumo, mas também a ordem politica. As imagens da cidade moderna são análogas àquelas da ordem liberal-democrática, consolidada a partir da ficção do contrato social entre pessoas livres e iguais e que moldou a esfera política moderna. Essa ficção, tão radical quanto aquela da cidade aberta, ajudou a destruir a ordem social estamental que a precedeu. No entanto, foi só depois de muitas lutas que as definições de quem poderia ser considerado "livre e igual" foram pouco a pouco expandidas. Tanto a cidade aberta e sem exclusões quanto a ordem política incorporando todos os cidadãos como iguais nunca existiram, mas seus ideais fundadores e suas promessas de incorporação mantiveram seu poder por pelo menos dois séculos, dando forma a experiências de cidadania e de vida urbana e legitimando as ações de vários grupos excluídos em suas reivindicações por incorporação.
(Adaptado de: CALDEIRA. Teresa Pires do Rio. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo: Editora 34; Edusp. 2011. pp 302 a 305)

Segundo o texto de Teresa Caldeira, a cidade moderna ideal seria

A um espaço público aberto e acessível a todos, marcado pela livre circulação, encontros anônimos, diversidade social e uso coletivo das ruas e praças.
B uma cidade em que o controle estatal limitaria o uso dos espaços públicos, priorizando a ordem e a segurança em detrimento da plena liberdade de circulação.
C caracterizada pela forte segregação espacial, na qual diferentes grupos sociais ocupam áreas rigidamente separadas e com pouca interação entre si.
D um espaço urbano voltado prioritariamente à produção industrial, onde o acesso aos bens e serviços se restringiria às elites econômicas.
E organizada em torno de tradições comunitárias estáveis, com relações pessoais duradouras e pouca circulação de grupos sociais cuja identidade instaurasse diferenças radicais.
Órgão: Assembleia Legislativa do Estado de Roraima Cargo: Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação Prova: FCC - ALE RR - Analista Legislativo - Área: Segurança da Informação - 2026