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A orientação profissional é um processo com características de uma terapia breve, em que é necessário considerar as questões de transferência e contratransferência que ocorrem no encontro do psicólogo/orientador e orientando. Levando em conta a visão de Bohoslavsky (1977), a transferência é o processo

A no qual o orientando direciona as escolhas que expressam suas dificuldades e não facilidades, realizando um movimento compensatório que busca a superação de aspectos de sua personalidade menos desenvolvidos.
B em que ocorre a projeção dos sentimentos do orientador sobre o orientando, em função dos conteúdos que o orientando desperta nele, e que podem interferir no processo de orientação profissional.
C interno que ocorre quando a autoestima do orientando oscila entre onipotência versus impotência, demonstrando o medo do orientando de enfrentar a realidade, o dia a dia e a busca de um caminho profissional.
D externo, intimamente vinculado ao conceito de inteligência emocional, que interfere no modo como o orientando irá se posicionar no estabelecimento de relações interpessoais que o auxiliem a criar uma rede de relacionamentos.
E que ocorre quando o orientando projeta no orientador e no processo de orientação diversos tipos de fantasias, sentimentos, referentes tanto à pessoa do orientador quanto ao seu papel diante da escolha profissional.

A motivação é resultante de pulsões internas, de desejos e de necessidades individuais que cada pessoa, como ser único, busca concretizar. O meio externo, as organizações,

A identificam a motivação humana.
B não são a origem da motivação humana.
C são fatores não relevantes a motivação humana.
D não devem ser considerados como fatores primários.
E são a mola propulsora da motivação humana.

Jessica, 32 anos, buscou um psicoterapeuta cognitivo comportamental especializado em transtornos relacionados a substâncias e transtornos aditivos. Após inúmeros passeios a bares com amigos, adquiriu o hábito de beber vinho todos os dias e passou, até mesmo, a ingerir sozinha a quantidade de uma garrafa inteira diariamente. Jessica iniciou o tratamento para dependência de substância, o que incluiu examinar os aspectos conhecidos e encarar a reincidência como uma falha cognitiva e comportamental nas habilidades relacionadas à

A preservação da ambivalência, como resolução para suportar episódios de fissura (modelo proposto por Wilson e Mac Graw, 1991).
B contenção emocional, como tratamento para prevenção de acting out (modelo proposto por Bion e Dicks, 1962).
C sobrevivência, como tratamento para a prevenção da recaída (modelo proposto por Marlatt e Gordon, 1985).
D confrontação com os aspectos positivos alcançados com o uso de drogas para tomada de consciência (modelo proposto por Helinger e Linton, 1989).
E maturação da abstinência como forma de lidar com situações potencialmente favoráveis (modelo proposto por Walsh e Lewis, 1995).

Erik H. Erikson propôs que o indivíduo, na evolução do ciclo vital humano, passa por crises psicossociais, sendo que a crise psicossocial denominada autonomia x vergonha e dúvida se correlaciona no modelo freudiano à fase

A fálica.
B oral.
C anal.
D genital.
E de latência.

Tendo em consideração os critérios diagnósticos para o transtorno de estresse pós-traumático e as possíveis causas para o desenvolvimento desse transtorno, é correto afirmar:

A O TEPT é um transtorno para o qual nós não sabemos a causa, pelo menos em termos do evento precipitador.
B A intensidade da exposição à violência abusiva contribui para a etiologia do TEPT e é inteiramente responsável pelo transtorno.
C Quanto menor a vulnerabilidade do indivíduo, mais provável é o desenvolvimento do TEPT.
D Um histórico familiar de ansiedade sugere uma vulnerabilidade biológica generalizada para TEPT.
E Os indivíduos de famílias estáveis estão em risco aumentado para desenvolver o TEPT, se vivenciarem um trauma.

Na Hierarquia de Liderança de Nível 5, desenvolvida por Jim Collins, o líder de nível 5

A constrói um compromisso amplo com uma visão clara e compulsória, estimulando as pessoas para um alto desempenho.
B constrói uma grande e duradoura organização mediante a combinação de humildade pessoal e capacidade de decisão profissional.
C estabelece planos e organiza as pessoas para perseguir eficiente e eficazmente os objetivos.
D contribui para o alcance das metas da equipe e trabalha eficazmente com os outros em um grupo.
E contribui de forma produtiva, oferece talento, conhecimento, habilidades, sendo exemplo de bons hábitos de trabalho.

A descrição e a análise de cargos estão intimamente relacionadas; porém, enquanto a descrição de cargos focaliza o conteúdo do cargo, a análise de cargos procura determinar

A as tarefas ou atribuições que compõem um cargo e que o tornam distinto de todos os demais da organização, e os métodos que o ocupante do cargo deve utilizar no exercício de sua função.
B se existem condições insalubres ou inseguras no exercício do cargo, que exijam a adoção de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e a aplicação de um treinamento específico como pré-requisito ao ocupante do cargo.
C o grupo de deveres e responsabilidades de uma atividade, que proporcionam meios de trabalho para o ocupante do cargo e que contribuem para o alcance dos objetivos de uma organização.
D os requisitos intelectuais e físicos que o ocupante deve ter para desempenhar adequadamente o cargo, quais as responsabilidades que o cargo impõe ao ocupante e em que condições deve ser desempenhado pelo ocupante.
E os elementos componentes de um papel de trabalho que devem ser cumpridos pelo ocupante do cargo, considerando todas as fases que compõem uma atividade, e são executadas por uma única pessoa.

A entrevista utilizada em psicodiagnóstico em que é o paciente – ou seus responsáveis no caso de crianças – que define o assunto que deseja falar, e o papel do(a) psicólogo(a) é o de intervir com o objetivo de manter a atenção nos pontos que considere imprescindíveis para esclarecimento e compreensão do indivíduo em avaliação, além de manter uma escuta apurada, sem que perca de vista o foco de investigação que leva ao esclarecimento da origem da queixa ou sintoma, denomina-se entrevista

A estruturada.
B semidirigida.
C motivacional.
D analítica.
E multidirigida.

De acordo com o Art. 2 o do Código de Ética Profissional do Psicólogo, quanto a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito, quando do exercício de suas funções profissionais, é vedado ao psicólogo

A induzir.
B referir.
C comentar.
D salientar.
E registrar.

Entre os novos modelos de carreira encontra-se o modelo denominado “carreira sem fronteiras”. Uma das ideias essenciais desse modelo é a de que o profissional encontra cada vez mais facilidade para determinar a própria direção de sua carreira como agente livre e, para tanto, deve desenvolver três tipos de competências:

A saber o porquê de suas escolhas, quais são seus valores e desejos ( know-why ); como fazer ( know-how ); e ter uma rede de contatos que o apoie ( know-whom ).
B habilidades para as novas responsabilidades; como aplicar seu tempo em função de novos desafios; e clareza dos valores profissionais.
C autodireção para a carreira; saber lidar com incertezas e transformações; e orientar-se por sua própria identidade profissional.
D saber conduzir a própria carreira; capacidade de integrar técnicas com propósito; e abertura para a invenção ou a transformação.
E saber diversificar as atividades profissionais; desenvolver áreas de expertise ; e atuar em projetos temporários.