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Embora muito frequentemente, na convivência diária, as pessoas sejam classificadas como normais ou anormais, descrever com maior precisão o que seja normalidade comportamental não é tão fácil nem tão simples. Existem certos sinais comportamentais que ajudam a diagnosticar aquele que pode ser considerado sadio. Conforme salienta Muchinsky (2006, p. 349-50), as pessoas normais: demonstram bem-estar real, despertam prazer na convivência; são competentes, bem-sucedidas em muitas atividades, têm bons empregos e adaptam-se com facilidade a eles; demonstram

A contar com mecanismos de enfrentamento bem desenvolvidos e atuam sempre com empatia cognitiva, controlando suas emoções de forma a não expressá-las em cenários de conflito.
B liberdade e conseguem obter bons resultados em testes de inteligência geral e de aptidões.
C capacidade para lidar com cálculos; possuem empatia cognitiva bem desenvolvida e assumem responsabilidade por trabalhos que não são seus.
D liberdade e conseguem obter bons resultados em testes de inteligência geral e de aptidões para que possam dominar a capacidade de antever o futuro.
E autonomia e são livres para escolher seus próprios caminhos, expressam enfaticamente seus valores e preferências; possuem aspirações próprias.
Órgão: Prefeitura de São José do Rio Preto Cargo: Analista Previdenciário - Área Psicologia Prova: FCC - Prefeitura de São José do Rio Preto - Analista Previdenciário - Área Psicologia - 2019
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 11 a 14, baseie-se no texto abaixo.

Lá vem a “profeitura”

Por alguma razão, quando meninos falávamos (os da minha rua e cercanias) “profeitura”, em vez de prefeitura . Talvez o equívoco tenha sido motivado pelo medo: temíamos a passagem por nossa pracinha de uma caminhonete oficial do município que volta e meia levava nossa bola embora: era proibido jogar futebol ali. Era quando a gente gritava − “olha a profeitura!” − pra ver se ainda dava tempo de sair correndo e salvar nossa bola.
Logo aprendemos a palavra certa, mas daí não jogávamos mais bola na pracinha, nem tínhamos mais medo da chegada da “profeitura” − esta certamente ficara escondida no porão de algum castelo de monstros, pronta para fazer cumprir a lei, sair rápido da caminhonete e confiscar a bola de moleques teimosos.
As palavras não valem sempre pelo que são ou dizem, em seu real significado; valem também pela impressão que causam, e muitas só ganham intensidade na boca dos meninos que não conhecem bem todas elas e por isso inventam as que mais os impressionam.

(Dionísio Alvarenga, inédito)

No último parágrafo do texto, conclui-se que as palavras

A atingem sua maior repercussão quando utilizadas em seu sentido próprio.
B costumam ser inventadas sem qualquer relação com palavras já existentes.
C podem ganhar um sentido especial a partir de sua apropriação pelos falantes.
D devem valer sobretudo pelo que significam nos dicionários já reconhecidos.
E admitem vários significados quando utilizadas por quem bem as estuda.
Órgão: Prefeitura de São José do Rio Preto Cargo: Analista Previdenciário - Área Psicologia Prova: FCC - Prefeitura de São José do Rio Preto - Analista Previdenciário - Área Psicologia - 2019

O DSM-V menciona que a diferenciação entre autolesão não suicida e transtorno do comportamento suicida é baseada no objetivo declarado do comportamento como sendo um desejo de morrer (transtorno do comportamento suicida) ou, na autolesão não suicida, experimentar alívio conforme descrito nos critérios. Dependendo das circunstâncias, os indivíduos podem fazer relatos por conveniência, e vários estudos relatam

A altas taxas de declaração de falsas intenções.
B taxas médias de declaração de verdadeiras intenções.
C altas taxas de declaração de verdadeiras intenções.
D altas taxas de declaração de temerosas informações sobre maus-tratos.
E depoimentos de pessoas que manifestaram somente pensamentos de autolesão.
Órgão: Prefeitura de São José do Rio Preto Cargo: Analista Previdenciário - Área Psicologia Prova: FCC - Prefeitura de São José do Rio Preto - Analista Previdenciário - Área Psicologia - 2019
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 7 a 10, baseie-se no texto abaixo.

[Os padrinhos da ciência]

Estamos vivendo em uma era técnica. Muitas pessoas estão convencidas de que a ciência e a tecnologia encerram as respostas para todas as nossas perguntas. Nós apenas deveríamos deixar os cientistas e os técnicos prosseguirem com seu trabalho, e eles criarão o céu aqui na terra.
Mas a ciência não é algo que acontece em algum plano moral ou espiritual superior, acima do restante das atividades humanas. Como todas as outras partes da nossa cultura, é definida por interesses econômicos, políticos e religiosos.
A ciência é uma atividade muito cara. Um biólogo que procura entender o sistema imunológico humano necessita de laboratórios, substâncias químicas e microscópios eletrônicos, sem falar de assistentes de laboratórios. Tudo isso custa dinheiro. Ao longo dos últimos 500 anos, a ciência moderna alcançou maravilhas graças, em grande parte, à disposição de governos, negócios, fundações e doadores privados para destinar bilhões de dólares à pesquisa científica.

(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens – Uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. Porto Alegre, LP&M, 2016, p. 281)

Está correto o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:

A A era onde estamos vivendo é propícia à que se desenvolvam a ciência e a tecnologia.
B A ciência é cara; para financiar-lhe , há que se lançar mão em pesados investimentos.
C Sendo cientistas empenhados, nunca lhes faltarão os recursos de que carecem em seu ofício.
D Os recursos dos quais devem ter acesso os cientistas não podem vir à longo prazo.
E A importância da ciência, de cuja ninguém duvida, deve-se a quem lhe pratica com talento.
Órgão: Prefeitura de São José do Rio Preto Cargo: Analista Previdenciário - Área Psicologia Prova: FCC - Prefeitura de São José do Rio Preto - Analista Previdenciário - Área Psicologia - 2019