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A Entrevista Clínica tem um caráter avaliativo e descritivo de aspectos pessoais e relacionais do sujeito, em um processo que
tem como objetivo realizar recomendações, encaminhamentos ou propor algum tipo de intervenção. Nesse contexto,

A é um instrumento importante por suas características, mas de difícil adaptação às diferentes situações clínicas.
B sempre haverá um objetivo por parte do entrevistador que definirá as estratégias utilizadas e seus limites.
C é uma técnica capaz de testar os limites de aparentes contradições, no entanto sem permitir a explicitação de
particularidades indicadas pelos testes utilizados no processo.
D seu aspecto avaliativo não alcança efeitos terapêuticos, uma vez que está restrito ao processo psicodiagnóstico.
E quando é utilizada com o propósito de realizar uma triagem, tem por objetivo o levantamento detalhado da história do
sujeito, principalmente dos aspectos psicossexuais da infância.

A partir dos pressupostos epistemológicos do Construcionismo Social, para o estudo, análise e intervenção em situações de
violência, compreende-se que

A a violência é um fenômeno construído histórico e socialmente que precisa ser desnaturalizado, desessencializado e entendido
no seu contexto de produção.
B deve-se fazer intervenção clínica individual para que as vítimas compreendam sua participação na situação de violência.
C deve-se considerar o fenômeno a partir da relação dialética do homem com o mundo em que vive e das condições criadas
pelo materialismo histórico.
D é necessário conhecer como a violência é representada socialmente pelas pessoas, grupos e comunidades envolvidas.
E a violência é um fenômeno social natural que corresponde à realidade de cada sociedade e cultura.

O Sistema Único de Assistência Social (SUAS, 2005) operacionaliza as ações no território nacional de acordo com o previsto na
Política Nacional de Assistência Social (PNAS, 2004) e na Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais. A esse respeito
entende-se que

A o CREAS oferece serviços de baixa e média complexidades para prevenção de risco social.
B a assistência social está organizada a partir da proteção social básica e especial e tem como público-alvo famílias em
situação de extrema pobreza.
C as pessoas idosas e com deficiência são atendidas pela equipe do CREAS que acompanha as famílias, dentro do seu
território de ação, na prevenção da violação de direitos.
D compõem a proteção social básica os Serviços de Proteção Social a Adolescentes em Cumprimento de Medida
Socioeducativa de Liberdade Assistida (LA) e de Prestação de Serviços a Comunidade (PSC).
E o Plano de Acompanhamento Individual ou Familiar diz respeito às ações realizadas no atendimento às pessoas assistidas,
dentre elas, a orientação jurídico-social.

O Psicodiagnóstico é um processo que tem como objetivo identificar forças e fraquezas no funcionamento psíquico, com um foco
na existência ou não de psicopatologia. Desse modo,

A antes de iniciar o processo diagnóstico, o psicólogo precisa entender as razões do encaminhamento para que possa
responder às especificidades da solicitação e demanda.
B o aspecto preventivo é colocado em questão, já que a solicitação de um psicodiagnóstico tem como objetivo a nomeação
da disfunção já existente.
C nem sempre será necessário traçar um plano de avaliação, uma vez que as hipóteses iniciais podem estar obscuras.
D no diagnóstico interventivo a entrevista devolutiva tem o intuito de informar o paciente sobre os resultados obtidos com a
avaliação, como acontece nos trabalhos de psicodiagnósticos tradicionais.
E há uma limitação temporal dos resultados, pois as técnicas e métodos se renovam e invalidam as conclusões anteriores.

As pessoas, grupos e comunidades assistidas pela Defensoria Pública, muitas vezes, encontram-se em situação de vulnerabilidade
social. Noção transversal, nas políticas sociais e no campo socioassistencial,

A conceitualmente é sinônimo de risco social, comumente vivido por famílias, grupos e comunidade.
B teve origem no campo da aids, na interface entre direitos humanos e saúde, correspondendo à vulnerabilidade institucional
ou programática.
C tem sido utilizada para precisar o risco individual de negligência, ruptura e abandono familiar.
D indica desintegração, desfiliação ou marginalidade.
E revela insuficiência de recursos e habilidades frente às demandas cotidianas oriundas de desigualdades sociais, interferindo
no bem-estar social.

De acordo com o DSM-V, o Transtorno de Ansiedade Generalizada − TAG é caracterizado pelo excesso de preocupações que
interferem de forma significativa na vida da pessoa e apresenta sintomas relacionados a fadiga, irritabilidade e perturbações do
sono. O modelo cognitivo-comportamental pressupõe que esses sintomas

A são decorrentes da catastrofização, ou seja, na antecipação do futuro em termos negativos, da necessidade excessiva de
controle em todas as situações.
B estão relacionadas a crenças centrais disfuncionais e ao pensamento obsessivo.
C são decorrentes dos estímulos discriminativos presentes na história passada da pessoa.
D são reforçados positivamente no processo de condicionamento reflexo.
E podem ser entendidos por meio da análise funcional que consiste em identificar os pensamentos disfuncionais.

O Estresse Ocupacional e Burnout têm forte implicações na saúde do trabalhador. Como estratégias de enfrentamento para
ambas patologias está o gerenciamento das condições de trabalho e técnicas de relaxamento. No momento de identificação e
diferenciação das características e sintomas de cada uma, é importante considerar que

A há no estresse ocupacional a fase de exaustão e no Burnout a exaustação emocional.
B ambas as patologias são semelhantes e apresentam sintomas físicos e psicológicos relacionados ao estresse.
C a principal diferença entre ambos está na presença de sintomas depressivos e irritabilidade.
D tanto o estresse como o Burnout indicam que há baixa realização profissional.
E a despersonalização e o contato intenso com outras pessoas intensificam e caracterizam o Burnout.