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Em relação à prática da atividade de Perícia de engenharia na construção civil, assinale a alternativa que corresponde à seguinte definição.

“Constatação de um fato, mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem.”

A Perícia.
B Parecer Técnico.
C Vistoria.
D Medida Cautelar.
E Laudo.
Órgão: Secretaria de Estado de Administração de Goiás Cargo: Analista de Gestão Governamental - Área: Engenharia I Prova: Instituto AOCP - SEAD GO - Analista de Gestão Governamental - Área: Engenharia I - 2022

Considere que uma parede de alvenaria tem as dimensões 8m x 3m, espessura de 15 cm e 2 vãos para a instalação de esquadrias nas dimensões: 1,00m x 0,60m e 2,00m x 1,20m. Considerando que, no critério de medição adotado, apenas a parcela de área que excede 2 m² em cada vão é descontada, qual é a área correta para o cálculo do pagamento?

A 24,00 m²
B 21,00 m²
C 23,00 m²
D 23,60 m²
E 23,40 m²
Órgão: Secretaria de Estado de Administração de Goiás Cargo: Analista de Gestão Governamental - Área: Engenharia I Prova: Instituto AOCP - SEAD GO - Analista de Gestão Governamental - Área: Engenharia I - 2022

Em projetos de estruturas de concreto prémoldado, é necessário estabelecer folgas e tolerâncias. A Norma Brasileira 9062/2017 – Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado – estabelece a tolerância quanto à fabricação e à montagem para os grupos de pilares, vigas, pórticos e elementos lineares; painéis, lajes, escadas e elementos em placa; telhas e/ou elementos delgados; e estacas. Considerando o exposto, todos os grupos de elementos pré-moldados devem respeitar, EXCETO

A a tolerância do posicionamento individual do cabo de protensão, que é de ± 10mm.
B a tolerância para montagem em planta, que é de ± 1,0 cm entre apoios consecutivos, não podendo exceder o valor acumulado de 0,1% de comprimento da estrutura.
C a tolerância em planta e em elevação para montagem dos pilares, que é de ± 1,0 cm.
D a tolerância em planta para montagem dos blocos pré-moldados sobre a fundação, que é de ± 4,0 cm.
E a tolerância do posicionamento do centro resultante da protensão, que é de ± 10 mm.
Órgão: Secretaria de Estado de Administração de Goiás Cargo: Analista de Gestão Governamental - Área: Engenharia I Prova: Instituto AOCP - SEAD GO - Analista de Gestão Governamental - Área: Engenharia I - 2022
Texto associado
O texto a seguir refere-se às questões 1 a 8.

QUESTIONANDO O CRESCIMENTO ECONÔMICO
Marcus Eduardo de Oliveira

Para o fim último de uma sociedade que se pauta na busca da felicidade, via aquisição material, o crescimento econômico se apresenta como o caminho mais viável para isso, visto que potencializa o ciclo de acumulação do capital (produção, consumo, mais produção para mais consumo), consubstanciando-se na máxima tão proferida pelos neoclássicos de que a riqueza de um país aumenta à medida que o Produto Interno Bruto (PIB) se expande.
Assim, o consumo que, nas palavras de F. Hirsch (1931-1978), “representa o verdadeiro sujeito e objeto do crescimento econômico”, ampara tal “necessidade” de crescimento. Essa “necessidade”, por sua vez, é justificada pelo encontro do crescimento demográfico com o progresso econômico, posto esse último cada vez mais a serviço do aumento da produção material.
Pautado no interesse de fazer com que a sociedade alcance melhorias substanciais no padrão de vida das pessoas, o crescimento econômico, por ser uma espécie de “marca” que simboliza esse “progresso”, tornou-se obsessão maior das políticas governamentais pós Revolução Industrial, e, enquanto a economia mundial (atividade produtiva global) “coube” dentro do meio ambiente, tal obsessão jamais foi questionada.
A insatisfação quanto a isso, apenas para os que estão do lado de fora da economia convencional, dita, neoclássica, portanto, para aqueles que não comungam às ideias da cartilha do modelo ora vigente, passou a ser gritante após os anos 1960, quando os sinais de estresse ambiental começaram a ser notados em diversas frentes, em paralelo ao fato da abundância material ter alcançado, a partir desse período, maior proeminência, afinal a economia global estava desfrutando as benesses da chamada “Era de Ouro” do capitalismo que somente iria terminar com a chegada do primeiro choque do petróleo, em 1973.
A partir disso, a questão principal que se realça é que, à medida que o crescimento acontece, deteriora-se o meio ambiente, sem ao menos ter essas implicações ecológicas dimensionadas adequadamente na própria conta do crescimento econômico.
Desse modo, questionar o crescimento, para dizer o mínimo, torna-se mais que razoável, além de permitir o questionamento do próprio sistema que lhe dá amparo, uma vez que seus defensores contextualizam que sem crescimento não há condições possíveis de sobrevivência para o sistema ora dominante. [...]

(Adaptado de: Revista Cidadania & Meio Ambiente. Disponível em: https://www.ecodebate.com.br/wpcontent/uploads/2016/05/rcman58.pdf)

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque poderia ser substituída por aquela entre parênteses sem que isso modificasse o sentido original do excerto.

A “[...] o crescimento econômico se apresenta como o caminho mais viável [...]”. (transitável).
B “[...] encontro do crescimento demográfico com o progresso econômico [...]”. (topográfico).
C “[...] consubstanciando-se na máxima tão proferida pelos neoclássicos [...]”. (materializando-se).
D “[...] melhorias substanciais no padrão de vida [...]”. (substantíficas).
E “[...] a economia global estava desfrutando as benesses da chamada “Era de Ouro” [...]”. (futilidades).
Órgão: Secretaria de Estado de Administração de Goiás Cargo: Analista de Gestão Governamental - Área: Engenharia I Prova: Instituto AOCP - SEAD GO - Analista de Gestão Governamental - Área: Engenharia I - 2022
Texto associado
O texto a seguir refere-se às questões 1 a 8.

QUESTIONANDO O CRESCIMENTO ECONÔMICO
Marcus Eduardo de Oliveira

Para o fim último de uma sociedade que se pauta na busca da felicidade, via aquisição material, o crescimento econômico se apresenta como o caminho mais viável para isso, visto que potencializa o ciclo de acumulação do capital (produção, consumo, mais produção para mais consumo), consubstanciando-se na máxima tão proferida pelos neoclássicos de que a riqueza de um país aumenta à medida que o Produto Interno Bruto (PIB) se expande.
Assim, o consumo que, nas palavras de F. Hirsch (1931-1978), “representa o verdadeiro sujeito e objeto do crescimento econômico”, ampara tal “necessidade” de crescimento. Essa “necessidade”, por sua vez, é justificada pelo encontro do crescimento demográfico com o progresso econômico, posto esse último cada vez mais a serviço do aumento da produção material.
Pautado no interesse de fazer com que a sociedade alcance melhorias substanciais no padrão de vida das pessoas, o crescimento econômico, por ser uma espécie de “marca” que simboliza esse “progresso”, tornou-se obsessão maior das políticas governamentais pós Revolução Industrial, e, enquanto a economia mundial (atividade produtiva global) “coube” dentro do meio ambiente, tal obsessão jamais foi questionada.
A insatisfação quanto a isso, apenas para os que estão do lado de fora da economia convencional, dita, neoclássica, portanto, para aqueles que não comungam às ideias da cartilha do modelo ora vigente, passou a ser gritante após os anos 1960, quando os sinais de estresse ambiental começaram a ser notados em diversas frentes, em paralelo ao fato da abundância material ter alcançado, a partir desse período, maior proeminência, afinal a economia global estava desfrutando as benesses da chamada “Era de Ouro” do capitalismo que somente iria terminar com a chegada do primeiro choque do petróleo, em 1973.
A partir disso, a questão principal que se realça é que, à medida que o crescimento acontece, deteriora-se o meio ambiente, sem ao menos ter essas implicações ecológicas dimensionadas adequadamente na própria conta do crescimento econômico.
Desse modo, questionar o crescimento, para dizer o mínimo, torna-se mais que razoável, além de permitir o questionamento do próprio sistema que lhe dá amparo, uma vez que seus defensores contextualizam que sem crescimento não há condições possíveis de sobrevivência para o sistema ora dominante. [...]

(Adaptado de: Revista Cidadania & Meio Ambiente. Disponível em: https://www.ecodebate.com.br/wpcontent/uploads/2016/05/rcman58.pdf)

Sobre o item destacado em “[...] por ser uma espécie de ‘marca [...]’”, presente no terceiro parágrafo do texto, assinale a alternativa correta.

A Trata-se de um verbo com sentido similar a “colocar”.
B Trata-se de uma preposição com sentido similar à empregada na frase “Vou por aqui, não por ali”.
C Introduz um agente da passiva.
D Indica que a oração em foco expressa causa.
E Poderia ser substituído por “ao” sem que isso modificasse a relação de sentido mantida entre as orações no período.
Órgão: Secretaria de Estado de Administração de Goiás Cargo: Analista de Gestão Governamental - Área: Engenharia I Prova: Instituto AOCP - SEAD GO - Analista de Gestão Governamental - Área: Engenharia I - 2022

O sistema de piso é composto por um conjunto parcial ou total de camadas. Referente ao exposto, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. Camada de acabamento.
2. Camada estrutural.
3. Camada de contrapiso.
4. Isolamento térmico.

( ) Protege as construções contra os efeitos das variações de temperatura.
( ) Constitui o elemento resistente às diversas cargas do sistema de pisos.
( ) Destina-se a revestir e proteger o sistema de piso.
( ) Proporciona uma superfície uniforme, podendo servir como camada de caimento ou declividade.

A 4 – 2 – 1 – 3.
B 1 – 2 – 3 – 4.
C 4 – 2 – 3 – 1.
D 2 – 4 – 1 – 3.
E 3 – 1 – 2 – 4.
Órgão: Secretaria de Estado de Administração de Goiás Cargo: Analista de Gestão Governamental - Área: Engenharia I Prova: Instituto AOCP - SEAD GO - Analista de Gestão Governamental - Área: Engenharia I - 2022