Tecnologia a caminho da energia infinita
Rui Salsas
Vivemos uma fase de sensibilização e redução
de emissão de gases com efeito de estufa, em prol
do Planeta Azul. A energia é um recurso estratégico
e um elemento-chave para o desenvolvimento
sociodemográfico, assumindo um papel vital
nas sociedades modernas. Em pleno século
XXI, assistimos a uma verdadeira transformação
e reengenharia de processos, promovendo a
tecnologia e as suas funcionalidades na procura
de melhor rendimento, de maior produtividade e
eficiência, de maior sustentabilidade, fazendo mais
com menos intervenção humana e minimizando
as alterações aos ecossistemas ambientais.
Nesse sentido, o setor das Utilities tem
procurado introduzir a Inteligência Artificial (IA)
e a Computação de Aprendizagem Automática
(machine learning e/ou deep learning) como sendo
os aliados de peso para o futuro próximo onde a
eficiência energética será, e já mostra ser, uma
das áreas com maior potencial e investimento e,
consequentemente, geração de emprego.
Do ponto de vista teórico, a utilização da IA
traduz-se por "ensinar" máquinas ou software
a representar o ser humano na execução de
tarefas. Mais, esta tecnologia está acrescentando
tarefas complexas e mais elaboradas capazes
de modificar o seu comportamento, ou seja, as
máquinas ou software poderão deter capacidade
de aprender sem que sejam explicitamente
programadas para isso.
Então, como é que a Inteligência Artificial afeta
as Utilities? A IA cumpre quatro funções principais,
transversais a outros setores:
• Compreender as necessidades do
consumidor – utilizar software capaz de recolher
dados dos clientes e ser capaz de oferecer
produtos mais adequados ao seu consumo, além
de potenciar novos consumidores (por exemplo,
combinar consumo energético com compras
em hipermercados e usufruir de descontos
associados);
• Melhorar os produtos e serviços oferecidos
– recolher e analisar dados com programas
inteligentes melhorará a oferta e divulgação de
produtos e serviços atuais e novos;
• Identificar e gerir o risco – usar dados analíticos
da organização para inferir novos padrões de
comportamento e de risco dos consumidores;
• Identificar e evitar fraudes – usar sistemas
de análise de aprendizagem automática, para
padronizar com um grande grau de certeza cada
consumidor, irá certamente ajudar na identificação
de fraudes.
[…] Concluindo, os últimos anos introduziram
desafios significativos no setor da Energia,
relacionados com a revolução energética em
curso e na eficácia, quer da sua recolha quer do
seu consumo. É, portanto, necessário superar
expectativas por um país mais inovador e digital
e por um planeta mais sustentável e ecológico, e
nesse contexto a IA tem-se revelado uma aposta
séria no presente e para o futuro, para beneficiar
todas as indústrias.
Adaptado de: . Acesso em: 10 out. 2019.
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A linguagem SQL define comandos em regras para realizar busca de informações e formas de
O comitê da IEEE número 802
(ou comitê 802) tem a tarefa de
padronizar comunicações de rede. O
802.11 se refere a um grupo de trabalho
dentro desse comitê que padroniza qual
tipo de protocolo?
Texto associado
Considere o primeiro parágrafo do texto
e assinale a alternativa INCORRETA
quanto à função e ao uso das
construções verbais.
Texto associado
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Vivemos uma fase de sensibilização e redução
de emissão de gases com efeito de estufa, em prol
do Planeta Azul. A energia é um recurso estratégico
e um elemento-chave para o desenvolvimento
sociodemográfico, assumindo um papel vital
nas sociedades modernas. Em pleno século
XXI, assistimos a uma verdadeira transformação
e reengenharia de processos, promovendo a
tecnologia e as suas funcionalidades na procura
de melhor rendimento, de maior produtividade e
eficiência, de maior sustentabilidade, fazendo mais
com menos intervenção humana e minimizando
as alterações aos ecossistemas ambientais.
Nesse sentido, o setor das Utilities tem
procurado introduzir a Inteligência Artificial (IA)
e a Computação de Aprendizagem Automática
(machine learning e/ou deep learning) como sendo
os aliados de peso para o futuro próximo onde a
eficiência energética será, e já mostra ser, uma
das áreas com maior potencial e investimento e,
consequentemente, geração de emprego.
Do ponto de vista teórico, a utilização da IA
traduz-se por "ensinar" máquinas ou software
a representar o ser humano na execução de
tarefas. Mais, esta tecnologia está acrescentando
tarefas complexas e mais elaboradas capazes
de modificar o seu comportamento, ou seja, as
máquinas ou software poderão deter capacidade
de aprender sem que sejam explicitamente
programadas para isso.
Então, como é que a Inteligência Artificial afeta
as Utilities? A IA cumpre quatro funções principais,
transversais a outros setores:
• Compreender as necessidades do
consumidor – utilizar software capaz de recolher
dados dos clientes e ser capaz de oferecer
produtos mais adequados ao seu consumo, além
de potenciar novos consumidores (por exemplo,
combinar consumo energético com compras
em hipermercados e usufruir de descontos
associados);
• Melhorar os produtos e serviços oferecidos
– recolher e analisar dados com programas
inteligentes melhorará a oferta e divulgação de
produtos e serviços atuais e novos;
• Identificar e gerir o risco – usar dados analíticos
da organização para inferir novos padrões de
comportamento e de risco dos consumidores;
• Identificar e evitar fraudes – usar sistemas
de análise de aprendizagem automática, para
padronizar com um grande grau de certeza cada
consumidor, irá certamente ajudar na identificação
de fraudes.
[…] Concluindo, os últimos anos introduziram
desafios significativos no setor da Energia,
relacionados com a revolução energética em
curso e na eficácia, quer da sua recolha quer do
seu consumo. É, portanto, necessário superar
expectativas por um país mais inovador e digital
e por um planeta mais sustentável e ecológico, e
nesse contexto a IA tem-se revelado uma aposta
séria no presente e para o futuro, para beneficiar
todas as indústrias.
Adaptado de: . Acesso em: 10 out. 2019.
Rui Salsas
Vivemos uma fase de sensibilização e redução
de emissão de gases com efeito de estufa, em prol
do Planeta Azul. A energia é um recurso estratégico
e um elemento-chave para o desenvolvimento
sociodemográfico, assumindo um papel vital
nas sociedades modernas. Em pleno século
XXI, assistimos a uma verdadeira transformação
e reengenharia de processos, promovendo a
tecnologia e as suas funcionalidades na procura
de melhor rendimento, de maior produtividade e
eficiência, de maior sustentabilidade, fazendo mais
com menos intervenção humana e minimizando
as alterações aos ecossistemas ambientais.
Nesse sentido, o setor das Utilities tem
procurado introduzir a Inteligência Artificial (IA)
e a Computação de Aprendizagem Automática
(machine learning e/ou deep learning) como sendo
os aliados de peso para o futuro próximo onde a
eficiência energética será, e já mostra ser, uma
das áreas com maior potencial e investimento e,
consequentemente, geração de emprego.
Do ponto de vista teórico, a utilização da IA
traduz-se por "ensinar" máquinas ou software
a representar o ser humano na execução de
tarefas. Mais, esta tecnologia está acrescentando
tarefas complexas e mais elaboradas capazes
de modificar o seu comportamento, ou seja, as
máquinas ou software poderão deter capacidade
de aprender sem que sejam explicitamente
programadas para isso.
Então, como é que a Inteligência Artificial afeta
as Utilities? A IA cumpre quatro funções principais,
transversais a outros setores:
• Compreender as necessidades do
consumidor – utilizar software capaz de recolher
dados dos clientes e ser capaz de oferecer
produtos mais adequados ao seu consumo, além
de potenciar novos consumidores (por exemplo,
combinar consumo energético com compras
em hipermercados e usufruir de descontos
associados);
• Melhorar os produtos e serviços oferecidos
– recolher e analisar dados com programas
inteligentes melhorará a oferta e divulgação de
produtos e serviços atuais e novos;
• Identificar e gerir o risco – usar dados analíticos
da organização para inferir novos padrões de
comportamento e de risco dos consumidores;
• Identificar e evitar fraudes – usar sistemas
de análise de aprendizagem automática, para
padronizar com um grande grau de certeza cada
consumidor, irá certamente ajudar na identificação
de fraudes.
[…] Concluindo, os últimos anos introduziram
desafios significativos no setor da Energia,
relacionados com a revolução energética em
curso e na eficácia, quer da sua recolha quer do
seu consumo. É, portanto, necessário superar
expectativas por um país mais inovador e digital
e por um planeta mais sustentável e ecológico, e
nesse contexto a IA tem-se revelado uma aposta
séria no presente e para o futuro, para beneficiar
todas as indústrias.
Adaptado de: . Acesso em: 10 out. 2019.
De acordo com o texto, assinale a
alternativa correta.
Texto associado
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de emissão de gases com efeito de estufa, em prol
do Planeta Azul. A energia é um recurso estratégico
e um elemento-chave para o desenvolvimento
sociodemográfico, assumindo um papel vital
nas sociedades modernas. Em pleno século
XXI, assistimos a uma verdadeira transformação
e reengenharia de processos, promovendo a
tecnologia e as suas funcionalidades na procura
de melhor rendimento, de maior produtividade e
eficiência, de maior sustentabilidade, fazendo mais
com menos intervenção humana e minimizando
as alterações aos ecossistemas ambientais.
Nesse sentido, o setor das Utilities tem
procurado introduzir a Inteligência Artificial (IA)
e a Computação de Aprendizagem Automática
(machine learning e/ou deep learning) como sendo
os aliados de peso para o futuro próximo onde a
eficiência energética será, e já mostra ser, uma
das áreas com maior potencial e investimento e,
consequentemente, geração de emprego.
Do ponto de vista teórico, a utilização da IA
traduz-se por "ensinar" máquinas ou software
a representar o ser humano na execução de
tarefas. Mais, esta tecnologia está acrescentando
tarefas complexas e mais elaboradas capazes
de modificar o seu comportamento, ou seja, as
máquinas ou software poderão deter capacidade
de aprender sem que sejam explicitamente
programadas para isso.
Então, como é que a Inteligência Artificial afeta
as Utilities? A IA cumpre quatro funções principais,
transversais a outros setores:
• Compreender as necessidades do
consumidor – utilizar software capaz de recolher
dados dos clientes e ser capaz de oferecer
produtos mais adequados ao seu consumo, além
de potenciar novos consumidores (por exemplo,
combinar consumo energético com compras
em hipermercados e usufruir de descontos
associados);
• Melhorar os produtos e serviços oferecidos
– recolher e analisar dados com programas
inteligentes melhorará a oferta e divulgação de
produtos e serviços atuais e novos;
• Identificar e gerir o risco – usar dados analíticos
da organização para inferir novos padrões de
comportamento e de risco dos consumidores;
• Identificar e evitar fraudes – usar sistemas
de análise de aprendizagem automática, para
padronizar com um grande grau de certeza cada
consumidor, irá certamente ajudar na identificação
de fraudes.
[…] Concluindo, os últimos anos introduziram
desafios significativos no setor da Energia,
relacionados com a revolução energética em
curso e na eficácia, quer da sua recolha quer do
seu consumo. É, portanto, necessário superar
expectativas por um país mais inovador e digital
e por um planeta mais sustentável e ecológico, e
nesse contexto a IA tem-se revelado uma aposta
séria no presente e para o futuro, para beneficiar
todas as indústrias.
Adaptado de: . Acesso em: 10 out. 2019.
Rui Salsas
Vivemos uma fase de sensibilização e redução
de emissão de gases com efeito de estufa, em prol
do Planeta Azul. A energia é um recurso estratégico
e um elemento-chave para o desenvolvimento
sociodemográfico, assumindo um papel vital
nas sociedades modernas. Em pleno século
XXI, assistimos a uma verdadeira transformação
e reengenharia de processos, promovendo a
tecnologia e as suas funcionalidades na procura
de melhor rendimento, de maior produtividade e
eficiência, de maior sustentabilidade, fazendo mais
com menos intervenção humana e minimizando
as alterações aos ecossistemas ambientais.
Nesse sentido, o setor das Utilities tem
procurado introduzir a Inteligência Artificial (IA)
e a Computação de Aprendizagem Automática
(machine learning e/ou deep learning) como sendo
os aliados de peso para o futuro próximo onde a
eficiência energética será, e já mostra ser, uma
das áreas com maior potencial e investimento e,
consequentemente, geração de emprego.
Do ponto de vista teórico, a utilização da IA
traduz-se por "ensinar" máquinas ou software
a representar o ser humano na execução de
tarefas. Mais, esta tecnologia está acrescentando
tarefas complexas e mais elaboradas capazes
de modificar o seu comportamento, ou seja, as
máquinas ou software poderão deter capacidade
de aprender sem que sejam explicitamente
programadas para isso.
Então, como é que a Inteligência Artificial afeta
as Utilities? A IA cumpre quatro funções principais,
transversais a outros setores:
• Compreender as necessidades do
consumidor – utilizar software capaz de recolher
dados dos clientes e ser capaz de oferecer
produtos mais adequados ao seu consumo, além
de potenciar novos consumidores (por exemplo,
combinar consumo energético com compras
em hipermercados e usufruir de descontos
associados);
• Melhorar os produtos e serviços oferecidos
– recolher e analisar dados com programas
inteligentes melhorará a oferta e divulgação de
produtos e serviços atuais e novos;
• Identificar e gerir o risco – usar dados analíticos
da organização para inferir novos padrões de
comportamento e de risco dos consumidores;
• Identificar e evitar fraudes – usar sistemas
de análise de aprendizagem automática, para
padronizar com um grande grau de certeza cada
consumidor, irá certamente ajudar na identificação
de fraudes.
[…] Concluindo, os últimos anos introduziram
desafios significativos no setor da Energia,
relacionados com a revolução energética em
curso e na eficácia, quer da sua recolha quer do
seu consumo. É, portanto, necessário superar
expectativas por um país mais inovador e digital
e por um planeta mais sustentável e ecológico, e
nesse contexto a IA tem-se revelado uma aposta
séria no presente e para o futuro, para beneficiar
todas as indústrias.
Adaptado de: . Acesso em: 10 out. 2019.
Assinale a alternativa em que as
palavras substituem, respectivamente,
as destacadas no trecho “Identificar e
gerir o risco – usar dados analíticos da
organização para inferir novos padrões
de comportamento e de risco dos
consumidores [...]”, preservando seu
sentido.
O par trançado é o tipo de cabo de
rede mais usado atualmente. Existem
basicamente dois tipos de cabo de
par trançado: sem blindagem e com
blindagem. Assinale a alternativa que
apresenta, nessa ordem, esses dois
tipos de cabos
“Esta camada converte o formato do
dado recebido pela camada superior,
em um formato comum a ser usado
na transmissão desse dado, ou seja,
um formato entendido pelo protocolo
usado”. O enunciado refere-se a qual
camada do modelo OSI?
Texto associado
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de emissão de gases com efeito de estufa, em prol
do Planeta Azul. A energia é um recurso estratégico
e um elemento-chave para o desenvolvimento
sociodemográfico, assumindo um papel vital
nas sociedades modernas. Em pleno século
XXI, assistimos a uma verdadeira transformação
e reengenharia de processos, promovendo a
tecnologia e as suas funcionalidades na procura
de melhor rendimento, de maior produtividade e
eficiência, de maior sustentabilidade, fazendo mais
com menos intervenção humana e minimizando
as alterações aos ecossistemas ambientais.
Nesse sentido, o setor das Utilities tem
procurado introduzir a Inteligência Artificial (IA)
e a Computação de Aprendizagem Automática
(machine learning e/ou deep learning) como sendo
os aliados de peso para o futuro próximo onde a
eficiência energética será, e já mostra ser, uma
das áreas com maior potencial e investimento e,
consequentemente, geração de emprego.
Do ponto de vista teórico, a utilização da IA
traduz-se por "ensinar" máquinas ou software
a representar o ser humano na execução de
tarefas. Mais, esta tecnologia está acrescentando
tarefas complexas e mais elaboradas capazes
de modificar o seu comportamento, ou seja, as
máquinas ou software poderão deter capacidade
de aprender sem que sejam explicitamente
programadas para isso.
Então, como é que a Inteligência Artificial afeta
as Utilities? A IA cumpre quatro funções principais,
transversais a outros setores:
• Compreender as necessidades do
consumidor – utilizar software capaz de recolher
dados dos clientes e ser capaz de oferecer
produtos mais adequados ao seu consumo, além
de potenciar novos consumidores (por exemplo,
combinar consumo energético com compras
em hipermercados e usufruir de descontos
associados);
• Melhorar os produtos e serviços oferecidos
– recolher e analisar dados com programas
inteligentes melhorará a oferta e divulgação de
produtos e serviços atuais e novos;
• Identificar e gerir o risco – usar dados analíticos
da organização para inferir novos padrões de
comportamento e de risco dos consumidores;
• Identificar e evitar fraudes – usar sistemas
de análise de aprendizagem automática, para
padronizar com um grande grau de certeza cada
consumidor, irá certamente ajudar na identificação
de fraudes.
[…] Concluindo, os últimos anos introduziram
desafios significativos no setor da Energia,
relacionados com a revolução energética em
curso e na eficácia, quer da sua recolha quer do
seu consumo. É, portanto, necessário superar
expectativas por um país mais inovador e digital
e por um planeta mais sustentável e ecológico, e
nesse contexto a IA tem-se revelado uma aposta
séria no presente e para o futuro, para beneficiar
todas as indústrias.
Adaptado de: . Acesso em: 10 out. 2019.
Rui Salsas
Vivemos uma fase de sensibilização e redução
de emissão de gases com efeito de estufa, em prol
do Planeta Azul. A energia é um recurso estratégico
e um elemento-chave para o desenvolvimento
sociodemográfico, assumindo um papel vital
nas sociedades modernas. Em pleno século
XXI, assistimos a uma verdadeira transformação
e reengenharia de processos, promovendo a
tecnologia e as suas funcionalidades na procura
de melhor rendimento, de maior produtividade e
eficiência, de maior sustentabilidade, fazendo mais
com menos intervenção humana e minimizando
as alterações aos ecossistemas ambientais.
Nesse sentido, o setor das Utilities tem
procurado introduzir a Inteligência Artificial (IA)
e a Computação de Aprendizagem Automática
(machine learning e/ou deep learning) como sendo
os aliados de peso para o futuro próximo onde a
eficiência energética será, e já mostra ser, uma
das áreas com maior potencial e investimento e,
consequentemente, geração de emprego.
Do ponto de vista teórico, a utilização da IA
traduz-se por "ensinar" máquinas ou software
a representar o ser humano na execução de
tarefas. Mais, esta tecnologia está acrescentando
tarefas complexas e mais elaboradas capazes
de modificar o seu comportamento, ou seja, as
máquinas ou software poderão deter capacidade
de aprender sem que sejam explicitamente
programadas para isso.
Então, como é que a Inteligência Artificial afeta
as Utilities? A IA cumpre quatro funções principais,
transversais a outros setores:
• Compreender as necessidades do
consumidor – utilizar software capaz de recolher
dados dos clientes e ser capaz de oferecer
produtos mais adequados ao seu consumo, além
de potenciar novos consumidores (por exemplo,
combinar consumo energético com compras
em hipermercados e usufruir de descontos
associados);
• Melhorar os produtos e serviços oferecidos
– recolher e analisar dados com programas
inteligentes melhorará a oferta e divulgação de
produtos e serviços atuais e novos;
• Identificar e gerir o risco – usar dados analíticos
da organização para inferir novos padrões de
comportamento e de risco dos consumidores;
• Identificar e evitar fraudes – usar sistemas
de análise de aprendizagem automática, para
padronizar com um grande grau de certeza cada
consumidor, irá certamente ajudar na identificação
de fraudes.
[…] Concluindo, os últimos anos introduziram
desafios significativos no setor da Energia,
relacionados com a revolução energética em
curso e na eficácia, quer da sua recolha quer do
seu consumo. É, portanto, necessário superar
expectativas por um país mais inovador e digital
e por um planeta mais sustentável e ecológico, e
nesse contexto a IA tem-se revelado uma aposta
séria no presente e para o futuro, para beneficiar
todas as indústrias.
Adaptado de: . Acesso em: 10 out. 2019.
No período “Em pleno século
XXI, assistimos a uma verdadeira
transformação [...]”, ocorre crase, no
caso de a expressão em destaque ser
substituída por
Um analista de negócios de uma empresa solicita um relatório das últimas 30 vendas
realizadas. Nesse relatório, devem constar o nome do cliente, a data e a hora da venda e o
valor da nota fiscal. O SGBD é o PostgreSQL versão 9. Assinale a alternativa que apresenta
corretamente o SQL que traz as informações desse relatório.
Observação: Considerar ID como a chave primária das tabelas envolvidas.
Texto associado
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de emissão de gases com efeito de estufa, em prol
do Planeta Azul. A energia é um recurso estratégico
e um elemento-chave para o desenvolvimento
sociodemográfico, assumindo um papel vital
nas sociedades modernas. Em pleno século
XXI, assistimos a uma verdadeira transformação
e reengenharia de processos, promovendo a
tecnologia e as suas funcionalidades na procura
de melhor rendimento, de maior produtividade e
eficiência, de maior sustentabilidade, fazendo mais
com menos intervenção humana e minimizando
as alterações aos ecossistemas ambientais.
Nesse sentido, o setor das Utilities tem
procurado introduzir a Inteligência Artificial (IA)
e a Computação de Aprendizagem Automática
(machine learning e/ou deep learning) como sendo
os aliados de peso para o futuro próximo onde a
eficiência energética será, e já mostra ser, uma
das áreas com maior potencial e investimento e,
consequentemente, geração de emprego.
Do ponto de vista teórico, a utilização da IA
traduz-se por "ensinar" máquinas ou software
a representar o ser humano na execução de
tarefas. Mais, esta tecnologia está acrescentando
tarefas complexas e mais elaboradas capazes
de modificar o seu comportamento, ou seja, as
máquinas ou software poderão deter capacidade
de aprender sem que sejam explicitamente
programadas para isso.
Então, como é que a Inteligência Artificial afeta
as Utilities? A IA cumpre quatro funções principais,
transversais a outros setores:
• Compreender as necessidades do
consumidor – utilizar software capaz de recolher
dados dos clientes e ser capaz de oferecer
produtos mais adequados ao seu consumo, além
de potenciar novos consumidores (por exemplo,
combinar consumo energético com compras
em hipermercados e usufruir de descontos
associados);
• Melhorar os produtos e serviços oferecidos
– recolher e analisar dados com programas
inteligentes melhorará a oferta e divulgação de
produtos e serviços atuais e novos;
• Identificar e gerir o risco – usar dados analíticos
da organização para inferir novos padrões de
comportamento e de risco dos consumidores;
• Identificar e evitar fraudes – usar sistemas
de análise de aprendizagem automática, para
padronizar com um grande grau de certeza cada
consumidor, irá certamente ajudar na identificação
de fraudes.
[…] Concluindo, os últimos anos introduziram
desafios significativos no setor da Energia,
relacionados com a revolução energética em
curso e na eficácia, quer da sua recolha quer do
seu consumo. É, portanto, necessário superar
expectativas por um país mais inovador e digital
e por um planeta mais sustentável e ecológico, e
nesse contexto a IA tem-se revelado uma aposta
séria no presente e para o futuro, para beneficiar
todas as indústrias.
Adaptado de: . Acesso em: 10 out. 2019.
Rui Salsas
Vivemos uma fase de sensibilização e redução
de emissão de gases com efeito de estufa, em prol
do Planeta Azul. A energia é um recurso estratégico
e um elemento-chave para o desenvolvimento
sociodemográfico, assumindo um papel vital
nas sociedades modernas. Em pleno século
XXI, assistimos a uma verdadeira transformação
e reengenharia de processos, promovendo a
tecnologia e as suas funcionalidades na procura
de melhor rendimento, de maior produtividade e
eficiência, de maior sustentabilidade, fazendo mais
com menos intervenção humana e minimizando
as alterações aos ecossistemas ambientais.
Nesse sentido, o setor das Utilities tem
procurado introduzir a Inteligência Artificial (IA)
e a Computação de Aprendizagem Automática
(machine learning e/ou deep learning) como sendo
os aliados de peso para o futuro próximo onde a
eficiência energética será, e já mostra ser, uma
das áreas com maior potencial e investimento e,
consequentemente, geração de emprego.
Do ponto de vista teórico, a utilização da IA
traduz-se por "ensinar" máquinas ou software
a representar o ser humano na execução de
tarefas. Mais, esta tecnologia está acrescentando
tarefas complexas e mais elaboradas capazes
de modificar o seu comportamento, ou seja, as
máquinas ou software poderão deter capacidade
de aprender sem que sejam explicitamente
programadas para isso.
Então, como é que a Inteligência Artificial afeta
as Utilities? A IA cumpre quatro funções principais,
transversais a outros setores:
• Compreender as necessidades do
consumidor – utilizar software capaz de recolher
dados dos clientes e ser capaz de oferecer
produtos mais adequados ao seu consumo, além
de potenciar novos consumidores (por exemplo,
combinar consumo energético com compras
em hipermercados e usufruir de descontos
associados);
• Melhorar os produtos e serviços oferecidos
– recolher e analisar dados com programas
inteligentes melhorará a oferta e divulgação de
produtos e serviços atuais e novos;
• Identificar e gerir o risco – usar dados analíticos
da organização para inferir novos padrões de
comportamento e de risco dos consumidores;
• Identificar e evitar fraudes – usar sistemas
de análise de aprendizagem automática, para
padronizar com um grande grau de certeza cada
consumidor, irá certamente ajudar na identificação
de fraudes.
[…] Concluindo, os últimos anos introduziram
desafios significativos no setor da Energia,
relacionados com a revolução energética em
curso e na eficácia, quer da sua recolha quer do
seu consumo. É, portanto, necessário superar
expectativas por um país mais inovador e digital
e por um planeta mais sustentável e ecológico, e
nesse contexto a IA tem-se revelado uma aposta
séria no presente e para o futuro, para beneficiar
todas as indústrias.
Adaptado de: . Acesso em: 10 out. 2019.