QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
173 questões encontradas

Um analista de segurança da informação do Ministério da Fazenda é responsável por proteger um banco de dados corporativo
com informações fiscais e cadastrais de milhões de contribuintes, incluindo CPF, renda, endereços e dados bancários. O SGBD
utilizado é um banco de dados relacional moderno, com acesso simultâneo de aplicações web internas, sistemas legados e
equipes de suporte que realizam consultas administrativas diretamente via SQL. O analista identificou os seguintes requisitos
obrigatórios:
1. Garantir que usuários de suporte vejam apenas os 4 primeiros dígitos do CPF em consultas diretas, mantendo o valor
completo apenas para aplicações autorizadas.
2. Proteger os dados armazenados em disco contra acesso físico não autorizado ao storage.
A infraestrutura atual conta apenas com a autenticação nativa do SGBD (usuário e senha) e permissões básicas
(GRANT/REVOKE). Não há qualquer mecanismo de ofuscação ou criptografia implementado.
Considerando esse cenário e as boas práticas de segurança em SGBDs, a solução mais adequada que o analista deve
implementar consiste em

A usar criptografia de coluna usando AES-256 configurada estaticamente via stored procedures, e mascaramento de CPF
nas telas da aplicação (não no banco).
B substituir o banco de dados relacional por um SGBD NoSQL que ofereça criptografia nativa, e utilizar ofuscação estática
de CPF via funções de hash irreversíveis.
C mascaramento estático de dados (Static Data Masking) aplicar uma única vez sobre a coluna CPF, e criptografia de disco
full-disk no storage.
D usar criptografia em nível de aplicação (antes de enviar ao banco) para todos os dados sensíveis, e visões para controlar o
acesso ao CPF.
E usar criptografia transparente de dados (TDE) para proteger os dados em disco, e mascaramento dinâmico de dados para
ofuscar o CPF conforme o perfil do usuário.

Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual está revisando um Acordo de Confiden-
cialidade (NDA) proposto por uma empresa terceirizada que prestará serviços de suporte técnico em bancos de dados contendo
informações sigilosas de parlamentares e servidores. O documento apresentado pela empresa contém cinco cláusulas. Consi-
derando as boas práticas de segurança da informação e a legislação aplicável, o analista verificou que apenas uma das
cláusulas está totalmente adequada e deve ser mantida em um NDA válido:

A A qualificação das informações como confidenciais dependerá de notificação por escrito da contratante a cada documento
específico a ser protegido.
B O signatário fica isento de responsabilidade em caso de vazamento de informações ocorrido por meio de equipamento
pessoal não fornecido pela contratante.
C O signatário poderá reter cópias das informações confidenciais após o término do contrato para fins de comprovação de
suas atividades profissionais.
D As informações confidenciais poderão ser utilizadas pelo signatário para fins de treinamento de novos funcionários da
contratante, desde que os dados sejam anonimizados internamente.
E Ao término do contrato, o signatário deverá devolver ou destruir todas as informações confidenciais, mediante compro-
vação documental.

Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual atende a um incidente no qual um servidor
público suspeito de desviar recursos públicos teve seu notebook apreendido em sua sala. O equipamento está ligado e com a
sessão de usuário aberta, exibindo uma planilha e um terminal de acesso a um sistema interno não autorizado. O analista
precisa coletar evidências para uma investigação criminal, garantindo a integridade dos dados originais. Considerando as boas
práticas de forense computacional, a conduta inicial mais adequada do analista é

A manter o notebook ligado, capturar a memória RAM e os processos ativos, documentar tudo, e então proceder ao
desligamento conforme protocolo pericial, antes de realizar a imagem bit a bit do disco.
B fotografar a tela aberta exibindo a planilha e o terminal, desligar o notebook normalmente pelo sistema operacional e lacrar
o equipamento em um saco antiestático.
C desligar o notebook imediatamente puxando o cabo de energia e a bateria, para evitar alterações acidentais nos arquivos,
e depois realizar uma cópia bit a bit do disco rígido do equipamento apreendido.
D remover o disco rígido do notebook, conectá-lo a um segundo computador já limpo e copiar as pastas de documentos e os
e-mails do servidor público suspeito investigado na operação.
E fazer login no sistema com uma conta administrativa alternativa, copiar a planilha e o histórico do terminal para um
pendrive, e depois desligar o equipamento.

Uma Assembleia Legislativa Estadual utiliza 300 estações (Windows) e 30 servidores (Linux/Windows) para atividades legislati-
vase, incluindo votação eletrônica, acesso a sistemas sigilosos e armazenamento de projetos de lei. Recentemente, um ataque de
ransomware propagou-se via dispositivo USB infectado utilizado por um assessor parlamentar, explorando uma vulnerabilidade
dia-zero em um editor de PDF. O antivírus tradicional baseado apenas em assinaturas não detectou a ameaça. A equipe de se-
gurança da Assembleia determinou a implantação de uma solução moderna de proteção de endpoints que atenda aos seguintes
requisitos obrigatórios:
Detecção baseada em comportamentos;
Resposta automatizada a incidentes (isolamento de máquina, encerramento de processos suspeitos);
Monitoramento contínuo de processos e chamadas de sistema;
Controle rigoroso de dispositivos removíveis (USB, CD/DVD);
Capacidade de análise forense em memória e disco.
Considerando as melhores práticas de segurança para órgãos públicos e os requisitos estabelecidos, a solução que melhor
atende os requisitos da equipe de segurança é:

A Implementação de uma plataforma unificada de proteção de endpoints que integra capacidades de EDR, permitindo
resposta automatizada a incidentes e controle nativo de dispositivos removíveis.
B Antimalware open-source configurado para varreduras diárias completas nos servidores da Câmara, associado a uma política
interna de proibição de uso de dispositivos USB por meio de assinatura de termo de compromisso pelos deputados.
C Solução XDR com a capacidade de isolamento de endpoints e suporte a controle de dispositivos USB por meio de um
antivírus tradicional.
D Configurar Antivírus corporativo com atualizações de assinaturas a cada 4 horas, combinado com uma GPO que desabilita
todas as portas USB dos computadores do Legislativo.
E Firewall de próxima geração (NGFW) posicionado no Data Center do Legislativo com inspeção TLS, combinado com um
antivírus gratuito em cada estação parlamentar, com agente central de gerenciamento.

Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual precisa proteger o sistema de consulta de
processos licitatórios, hospedado em um ambiente de nuvem híbrida. O sistema é acessado por servidores públicos internos,
prefeitura municipal e cidadãos em geral, armazenando dados sigilosos sobre lances e propostas comerciais. O analista
identificou tentativas recentes de ataque do tipo Path Traversal e um ataque de DDoS do tipo HTTP Slowloris, que sobrecarrega
a camada de aplicação. A infraestrutura atual conta com um firewall de última geração (NGFW) com inspeção superficial de
tráfego HTTPS e um balanceador de carga básico, sem proteção específica para ataques de camada 7. Considerando o cenário
e as boas práticas de segurança para proteção de aplicações web e de perímetro, a solução que o analista deve implementar
consiste em

A um NAC na rede interna, pois CSRF geralmente se origina de estações internas comprometidas, e um UTM na borda para
bloquear Path Traversal e DDoS simultaneamente.
B uma VPN SSL para cada usuário externo, criptografando todo o tráfego do portal contra ataques de aplicação, e um
balanceador de carga avançado contra DDoS de camada 7.
C um WAF para proteção específica contra Path Traversal e uma solução DDoS de camada de aplicação baseada em
comportamento ou desafios para mitigar ataques como Slowloris.
D um IDS em linha na porta espelhada do switch para detectar CSRF e um firewall de borda com regras estáticas para
bloquear Path Traversal, mantendo o NGFW existente contra DDoS.
E um proxy reverso com cache para aliviar a carga de requisições repetitivas e um antivírus de gateway para impedir Path
Traversal, pois CSRF é mitigado com token anti-CSRF no código.

O SOC de uma Assembleia Legislativa Estadual identificou diversos alertas no SIEM nas últimas 24 horas. Após a triagem
inicial, o analista isolou os seguintes eventos:
1. Evento 1: Múltiplas tentativas de autenticação com falha para um usuário de nível estagiário, seguidas de um login bem-
-sucedido em horário comercial.
2. Evento 2: Execução de um binário em uma estação de trabalho com nome svchost.exe, porém localizado no diretório
C:\Users\Public\, sem conexões de rede ativas.
3. Evento 3: Identificação de tráfego de saída massivo (exfiltração) para um endereço IP listado em bases de Threat
Intelligence como comando e controle (C2), originado da estação de trabalho de um assessor legislativo.
4. Evento 4: Notificação de alteração de configuração em um terminal de autoatendimento que não processa dados sigilosos.
Considerando os Indicadores de Comprometimento (loC) apresentados e as melhores práticas de resposta a incidentes, o
evento que deve ser priorizado pelo SOC e a primeira ação técnica a ser tomada são: Evento

A 4; primeira ação: desligar o servidor central de arquivos da assembleia imediatamente para evitar propagação.
B 3; primeira ação: realizar o backup completo do disco rígido antes de desconectar a máquina da rede.
C 2; primeira ação: desabilitar o antivírus para permitir que a equipe de forense execute ferramentas de análise sem interferência.
D 1; primeira ação: resetar a senha do usuário e aguardar o próximo relatório semanal de auditoria.
E 3; primeira ação: isolar a estação de trabalho da rede para conter a exfiltração de dados e a comunicação com o invasor.

Um analista de segurança da informação de um órgão governamental está revisando a arquitetura do servidor de e-mail
corporativo. O objetivo é mitigar ataques de interceptação (sniffing) de credenciais transmitidas em texto claro e do conteúdo das
mensagens durante a comunicação entre os clientes de e-mail dos funcionários e o servidor. Para garantir a confidencialidade
tanto no envio quanto no recebimento das mensagens, o analista deve configurar as portas e os protocolos adequados.
Considerando as boas práticas de segurança para comunicação de serviços de e-mail, a configuração mais adequada que o
analista deve implementar consiste em

A utilizar o SMTPS na porta 2525 para o envio de mensagens e o IMAP encapsulado na porta 22, aproveitando a criptografia
do protocolo SSH para a sincronização das caixas de entrada.
B exigir o uso de IMAPS na porta 993 ou POP3S na porta 995 para o recebimento de mensagens, e configurar o envio por
submissão SMTP na porta 587 com uso obrigatório de STARTTLS.
C utilizar o SMTP na porta 25, o POP3 na porta 110 e o IMAP na porta 143, aplicando as tecnologias SPF e DKIM para
garantir a criptografia do tráfego.
D desabilitar os protocolos IMAP e POP3, centralizando o envio e o recebimento de e-mails de forma bidirecional e criptogra-
fada na porta 25 do protocolo SMTP.
E manter o IMAP na porta 143 e o POP3 na porta 110, pois esses protocolos possuem criptografia nativa para a autenti-
cação, exigindo o uso de TLS para o SMTP via porta 465.

Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual está estudando os principais conceitos rela-
cionados à autenticação, controle de acesso e gerenciamento de identidades para implementar na Assembleia. Sobre esses
temas ele concluiu corretamente que

A Federação de identidades é um conceito aplicável a redes sociais, não podendo ser implementado em ambientes corpora-
tivos com servidores locais.
B OpenID Connect (OIDC) é uma camada de autenticação que fornece informações sobre a identidade do usuário
autenticado através de um token ID.
C IAM tem como função o gerenciamento de senhas de usuários e a autenticação por mecanismos biométricos.
D RBAC é um modelo de controle de acesso onde as permissões são atribuídas diretamente a usuários individuais de cada
grupo.
E OAuth 2.0 é um protocolo de autenticação que substitui o uso de senhas, permitindo que o usuário acesse sistemas sem
fornecer credenciais que ele conhece.

Um analista de segurança precisa realizar o hardening de um servidor Ubuntu que hospeda uma aplicação web (https) crítica. О
objetivo é garantir que o servidor obtenha proteção contra ataques de interceptação. De acordo com as melhores práticas e
recomendações, e considerando as capacidades nativas das versões recentes do Ubuntu, o conjunto de ações que representa a
implementação correta do hardening de transporte é:

A Instalar o módulo mod ssl via repositórios universe e definir a diretiva SSLHonorCipherOrder como off, permitindo
que o navegador do cliente escolha a cifra mais segura disponível, independentemente da configuração do servidor.
B Habilitar o cabeçalho Strict-Transport-Security (HSTS) com o parâmetro includeSubDomains, configurar o
ssl_protocols para utilizar TLSv1.2 e TLSv1.3.
C Configurar o parâmetro ssl_protocols para aceitar TLSv1.1 e TLSv1.2, desabilitar o suporte a compressão GZIP no
nível do HTTP para evitar ataques CRIME e forçar o uso de cifras baseadas em RC4 para maior compatibilidade.
D Migrar os certificados para o formato PKCS#7 (P7B), desabilitar a renovação automática para evitar alterações não
autorizadas no sistema de arquivos e configurar o parâmetro keepalive_timeout para 0, visando fechar conexões
HTTPS imediatamente após cada requisição.
E Desabilitar o firewall UFW para evitar latência no handshake TLS, configurar o servidor para operar na porta 80 e realizar o
redirecionamento via software para a porta 443, garantindo que o tráfego inicial seja sempre monitorado.

Em um ambiente com Active Directory executando Windows Server, um analista de segurança descobre que o domínio permite
consultas LDAP anônimas. Para resolver essa vulnerabilidade de forma nativa, segura e garantindo a compatibilidade do am-
biente, o analista deve

A ativar a política RestrictAnonymous no nível 0 para impedir qualquer comunicação de rede que não utilize autenticação
mútua Kerberos.
B ativar a política RestrictALL no nível 0 para impedir qualquer comunicação de rede que não utilize autenticação mútua
LDAP.
C configurar uma GPO para exigir LDAP Signing e ajustar as permissões de controle de acesso (ACLs) para remover o
acesso de leitura do grupo Logon Anônimo.
D habilitar o serviço de DNSSec do Active Directory e forçar a comunicação via protocolo SMB assinado de forma anônima.
E migrar os serviços para a porta 636, e forçar a utilização de certificados autoassinados gerados individualmente em cada
estação de trabalho para garantir que o atacante utilize um certificado comum a todos os usuários.