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Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual está projetando a arquitetura de rede para um
novo anexo funcional. O analista decidiu implementar uma DMZ em um firewall para hospedar os servidores de aplicações web
(10.20.30.41/29) e o servidor de arquivos públicos (10.20.30.42/29), enquanto a rede interna (10.10.0.0/16) está conectada a
outra interface do firewall. Considerando as boas práticas de segurança para implementação de DMZ, o analista deve

A permitir seletivamente o tráfego da rede interna para a DMZ e bloquear todo o tráfego da internet para a DMZ, pois os
servidores devem ser acessados apenas pelos funcionários internos.
B configurar um túnel VPN entre a DMZ e cada estação de trabalho da rede interna, garantindo que o tráfego entre essas
redes seja criptografado, dispensando regras de firewall específicas.
C permitir todo o tráfego da internet para a DMZ sem restrições e bloquear todo o tráfego da DMZ para a rede interna,
garantindo que servidores comprometidos não afetem a rede interna.
D permitir apenas o tráfego necessário da internet para a DMZ para o servidor web e servidor de arquivos e permitir apenas
o tráfego essencial da DMZ para a rede interna.
E configurar a DMZ em modo bridge com a interface externa, eliminando a necessidade de regras de firewall, pois o
isolamento é garantido pelo próprio conceito de DMZ.

A Assembleia Legislativa planeja migrar seus sistemas legados para um ambiente de nuvem e contratar o desenvolvimento de
um novo portal de transparência. Para garantir a segurança e a conformidade técnica no modelo contratual, a solução deve
prever que

A a migração ocorra para um modelo Public Cloud com criptografia de ponta a ponta gerida pelo provedor, os requisitos
técnicos de sustentabilidade foquem no descarte de hardware e o desenvolvimento seja entregue via SaaS para reduzir a
superfície de ataque local.
B o contrato de infraestrutura priorize o modelo On-premises para manter a soberania dos dados, a segurança da informação
seja tratada como um requisito funcional específico de cada entrega e a acessibilidade seja orientada por meio do uso de
ferramentas de tradução automática.
C o desenvolvimento seja medido por story points em regime Agile, a infraestrutura utilize o modelo Community Cloud para
isolamento lógico total e os requisitos de acessibilidade sigam a norma ISO 27001 para garantir a inclusão digital dos cida-
dãos.
D o edital exija certificações SOC 2 Type II (Service Organization Control 2) do provedor de nuvem, o desenvolvimento utilize
métricas de Ponto de Função com análise estática de código (SAST) integrada e o contrato preveja sanções por
descumprimento de níveis de serviço de segurança.
E a arquitetura seja baseada em Multicloud para evitar o vendor lock-in, a sustentação seja contratada por postos de trabalho
presenciais para controle físico e os requisitos não funcionais de segurança sejam validados após a homologação final do
software.

Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual está configurando o portal institucional para
garantir a confidencialidade e integridade dos dados trafegados entre os cidadãos e o servidor web. O analista está em dúvida
sobre a implantação do protocolo HTTPS utilizando certificados digitais baseados nos padrões TLS e SSL. Durante a configura-
ção, o analista precisa escolher as opções corretas para garantir um nível adequado de segurança, considerando as vulnerabili-
dades conhecidas. Considerando as boas práticas atuais para implementação segura de HTTPS, o analista deve configurar o
protocolo

A SSL 2.0 com certificado de chave simétrica, pois esse algoritmo é mais rápido que a criptografia assimétrica utilizada no
TLS.
B TLS 3.0 com certificado wildcard para os subdomínios, e autoassinado por uma Autoridade Certificadora (CA) confiável.
C SSL 3.0 com certificado autoassinado, emitido por uma Autoridade Certificadora (CA) confiável.
D TLS 1.0 com certificado wildcard para os subdomínios, e estabelecendo a validação da origem do emissor do certificado.
E TLS 1.3 com certificado emitido por uma Autoridade Certificadora (CA) pública confiável, e desabilitar versões antigas.

Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual precisa proteger o portal institucional
hospedado em um servidor web na DMZ. O portal recebe diariamente milhares de acessos de cidadãos e servidores externos,
armazena dados sensíveis de parlamentares e funcionários e integra-se a sistemas internos de tramitação de projetos. O
analista identificou que o portal já sofreu tentativas de ataque do tipo SQL Injection e Cross-Site Scripting (XSS), além de
ataques de DDoS do tipo SYN flood originados de redes externas. A Assembleia possui um link dedicado de 10 Gbps e um
firewall de borda com funcionalidades básicas de estado de conexão. Considerando o cenário e as boas práticas de segurança
para proteção de aplicações web e mitigação de DDoS em perímetro, a solução consiste em

A um IPS posicionado na rede interna, pois os ataques identificados são geralmente originados a partir de computadores
internos comprometidos e uma solução WAF para lidar com ataques do DDoS.
B uma VPN site-to-site entre a DMZ e cada usuário externo, criptografando o tráfego do portal contra ataques web e uma
solução UTM contra ataques de camada de aplicação.
C um WAF para proteção específica contra SQL Injection e XSS, e uma solução UTM com anti-DDoS para proteção contra
DDoS e outras ameaças de perímetro.
D um sistema IPS em modo passivo contra SQL Injection na porta SPAN do switch da DMZ e um IDS com capacidade
reativa para detecção e eliminação de ataques do tipo DDoS.
E um proxy reverso como balanceamento de carga entre múltiplos servidores web para suportar ataques DDoS, e uma
inspeção proteção do tipo NAC para controle de acesso às aplicações.

A Assembleia Legislativa planeja contratar uma nova solução de Security Operations Center (SOC). Para assegurar a conformi-
dade com o rito administrativo e a eficácia técnica da aquisição, a equipe de planejamento da contratação deve garantir que

A o Projeto Básico contenha a estimativa de preços baseada em notas fiscais de órgãos parceiros, enquanto o Estudo
Técnico Preliminar (ETP) foque na descrição dos requisitos de hardware e o Termo de Referência na governança.
B o planejamento das contratações utilize o Termo de Referência para avaliar alternativas de mercado, enquanto o Estudo
Técnico Preliminar (ETP) defina as sanções administrativas e o Projeto Básico determine o indice de reajuste.
C o Estudo Técnico Preliminar (ETP) defina o modelo de licenciamento de software, enquanto o Termo de Referência esta-
beleça a análise de viabilidade econômica e o Projeto Básico foque no mapa de riscos.
D o Estudo Técnico Preliminar (ETP) demonstre a viabilidade técnica e a justificativa da solução, enquanto o Termo de
Referência detalhe o objeto, deveres da contratada e critérios de aceitação baseados em níveis de serviço.
E as etapas da contratação iniciem pela elaboração do Termo de Referência para balizar o mercado e, depois, o Estudo
Técnico Preliminar (ETP) complete o processo com a descrição da metodologia de execução e medição.

A Assembleia Legislativa deve revisar sua estrutura de governança para assegurar o alinhamento das ações de segurança da
informação às metas institucionais. Para integrar o planejamento estratégico à gestão operacional de riscos e conformidade, a
solução técnica correta determina que

A a gestão de riscos foque na identificação de falhas de hardware em switches, orientando o PETIC no treinamento de
suporte técnico para que a governança monitore o tráfego de dados do portal.
B o PETIC estabeleça a visão estratégica de segurança, o PDTIC detalhe os projetos e investimentos na área e a gestão de
mudanças e riscos garanta a conformidade técnica das alterações no ambiente.
C o PETIC defina as especificações de hardening de servidores, delegando ao PDTIC a definição da periodicidade de trocas
de senhas e à gestão de mudanças a automação dos backups em nuvem.
D a gestão de riscos identifique ameaças ao ambiente físico, possibilitando que a conformidade valide a substituição de perí-
metros de firewall por políticas de conscientização em redes sociais no PETIC.
E o PDTIC priorize a aquisição de licenças de antivírus, cabendo à gestão de mudanças o inventário de ativos de rede e à
conformidade técnica a validação do uso de software livre no setor de RH.

A Assembleia Legislativa precisa contratar o desenvolvimento de um sistema de gestão parlamentar sob demanda e garantir sua
sustentação contínua. O Analista de Segurança deve estruturar o modelo contratual que melhor equilibre controle técnico,
conformidade e economicidade. A solução adequada prevê que

A o desenvolvimento sob demanda seja contratado via fábrica de software com métrica de ponto de função, a sustentação
seja objeto de contrato autônomo com ANS por severidade, e a escolha entre laas e PaaS seja orientada pelo nível de
controle operacional que o órgão pretende manter sobre o ambiente.
B o sistema seja desenvolvido sob demanda com entrega por sprints documentados, a sustentação seja incorporada ao
contrato de desenvolvimento para simplificar a gestão e a infraestrutura seja contratada via SaaS para eliminar a neces-
sidade de gerenciamento de plataforma pela equipe interna.
C o desenvolvimento seja contratado como software sob demanda via fábrica de software, com entregas medidas por pontos
de função, e a sustentação seja coberta por contrato SaaS com o mesmo fornecedor, unificando responsabilidades
técnicas e contratuais.
D o licenciamento de software pronto cubra as funcionalidades parlamentares, com customizações entregues pela fábrica de
software sob contrato separado, e a infraestrutura seja provisionada via laas para manter o controle do ambiente pelo
órgão.
E a fábrica de software desenvolva o sistema sob demanda com métricas de produtividade por ponto de função, a susten-
tação seja contratada separadamente com SLA definido por severidade de chamados e a infraestrutura seja provisionada
via PaaS para reduzir a gestão operacional.

A Assembleia Legislativa está na fase de planejamento para a contratação de uma solução de Disaster Recovery (DR). Para ga-
rantir a sustentabilidade econômica e a governança operacional do contrato, o Analista de Segurança deve estruturar o processo
de forma que a

A pesquisa de preços priorize as notas fiscais de fornecedores locais, a matriz RACI defina as sanções contratuais por atraso
e a gestão de riscos analise a compatibilidade do software com o sistema de Compras Corporativas.
B gestão de riscos estabeleça o orçamento máximo da contratação, enquanto a matriz RACI gerencie o inventário de ativos
em nuvem e a pesquisa de preços utilize orçamentos de empresas sem registro no SICAF (Sistema de Cadastramento
Unificado de Fornecedores).
C pesquisa de preços utilize fontes diversificadas como o Painel de Preços e contratações similares, enquanto a matriz RACI
defina as responsabilidades de execução, aprovação, consulta e informação de cada entrega técnica.
D análise de riscos mapeie as falhas de hardware no site principal, a pesquisa de preços ocorra via cotação direta com
fabricantes e a matriz RACI estabeleça os níveis de serviço para a equipe de suporte.
E matriz RACI identifique os riscos de indisponibilidade do link de dados, a pesquisa de preços valide o menor valor global e
a gestão de riscos oriente o plano de comunicação entre os parlamentares.

Uma Assembleia Legislativa opera sistemas críticos em nuvem pública e precisa estruturar um modelo integrado de controle de
acesso, monitoramento e proteção de dados. O Analista de Segurança deve implementar mecanismos que garantam rastreabili-
dade, segregação de funções e proteção contra acesso indevido, considerando ambientes distribuídos e dinâmicos.
A solução técnica adequada exige que

A o controle de acesso seja estruturado por identidades de serviço com permissões dinâmicas baseadas em contexto, o
monitoramento utilize coleta de métricas e eventos em múltiplas camadas e a proteção de dados adote criptografia em
repouso com chaves vinculadas ao ciclo de vida das aplicações.
B a gestão de acesso utilize autenticação adaptativa com base em risco, o monitoramento correlacione eventos de rede e
aplicação com análise comportamental e a proteção de dados utilize criptografia com segregação lógica por ambiente e
classificação da informação.
C o controle de acesso utilize perfis agregados por função organizacional com permissões herdadas, o monitoramento cor-
relacione eventos via logs de aplicação e a proteção de dados adote criptografia gerenciada pelo provedor com
rotatividade automática padrão.
D a autenticação federada seja integrada a diretórios corporativos com emissão de tokens de curta duração, o monito-
ramento consolide eventos em plataforma de SIEM e a proteção de dados utilize criptografia em trânsito com certificados
emitidos por autoridade interna.
E o controle de acesso implemente políticas granulares com least privilege e segregação de funções via IAM, o monitora-
mento centralize logs, trilhas de auditoria e eventos em serviços nativos integrados a análise contínua, e a proteção de da-
dos utilize criptografia em repouso e em trânsito com gerenciamento de chaves por KMS sob controle da organização.

A Assembleia Legislativa migrou parte de seu banco de dados parlamentar para um ambiente de nuvem pública. Para garantir a
proteção dos dados em repouso, seguindo as melhores práticas de governança e conformidade técnica, o Analista de Seguran-
ça deve implementar uma solução que preveja

A a implementação de perímetros de segurança via Azure Bastion para acesso externo, mantendo os logs de auditoria de lei-
tura e escrita no Audit Database Cloud para otimizar o custo operacional da solução de monitoramento.
B a segregação de redes via VPC/VNet, o gerenciamento de chaves criptográficas através de serviços de KMS e a aplicação
do princípio do menor privilégio via políticas de IAM em todos os recursos.
C o uso de grupos de segurança (Security Groups) para gerenciar a criptografia de disco, responsabilizando o provedor de
nuvem pela gestão das chaves privadas do banco de dados via política de acesso IAM.
D a configuração de instâncias em sub-redes públicas para permitir a inspeção de tráfego pelo WAF, utilizando chaves SSH
globais compartilhadas como processo facilitador da administração remota da infraestrutura.
E o isolamento de recursos via VPC e a proteção contra ataques de negação de serviço através do Cloud Armor, controlando
a integridade dos dados da aplicação via protection engine SAV.