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Uma analista criou a branch feature/login a partir de develop . Enquanto ela trabalha, outros commits entram em develop . Quando terminar, a analista precisa integrar sua feature no fluxo GitFlow . O procedimento que a analista tem que seguir é:

A Finalizar a feature fazendo merge primeiro em main e, em seguida, trazer esse merge de volta para develop .
B Fazer merge periódico de develop em feature/login ; quando a feature estiver concluída, mesclar feature/login de volta em develop .
C Criar feature/login a partir de main e, ao concluir, mesclar direto em main , sem passar por develop .
D Usar git rebase main sempre que houver novos commits e depois fazer merge de feature/login diretamente em main .
E Não atualizar a branch durante o desenvolvimento e só no final usar merge --squash para juntar tudo em main .
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento - 2026

Uma equipe de TI deseja executar testes automatizados em múltiplas versões do Node.js (14, 16 e 18) usando GitHub Actions , sempre que houver pull request . Nesse caso, a configuração mais adequada é

A configurar segredos de ambiente para armazenar as versões de Node js.
B definir strategy.matrix com node-version: [14, 16, 18] no job de testes.
C criar três workflows separados, um para cada versão do Node.js.
D usar runs-on : self-hosted para rodar todas as versões manualmente.
E executar apenas após merge em main , não em pull requests .
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento - 2026

Um Ministério Público desenvolve internamente seus sistemas de auditoria. Durante uma revisão, os analistas notaram que as práticas de segurança são aplicadas somente no final do ciclo de desenvolvimento, durante os testes finais. A abordagem correta, segundo o NIST SSDF, é

A integrar práticas de segurança desde as fases iniciais do SDLC ( shift left) , reduzindo custos, vulnerabilidades e esforço de correção tardia.
B delegar a responsabilidade de segurança ao time de testes de QA, já que as outras equipes têm responsabilidades específicas inerentes às suas atuações.
C concentrar os testes de segurança na fase de homologação, já que antes disso as funcionalidades podem não estar completas.
D realizar auditorias externas periódicas no produto pronto, reduzindo custos de inserção de segurança no desenvolvimento.
E aguardar o software estar em produção e usar prioritariamente os logs de incidentes para aprimorar a segurança na próxima versão.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento - 2026

No Ministério Público, foi modelado um processo em BPMN para o tratamento de denúncias anônimas envolvendo improbidade administrativa. Um trecho simplificado do diagrama está representado abaixo:

(Início) —> [Registrar denúncia] —> —> {Indícios suficientes?}
—> Sim —> [Abrir processo investigativo]
—> Não —> (_I_) = [Arquivar denúncia]

Considerando a notação BPMN 2.0 e os elementos utilizados no processo, conclui-se que o

A elemento { Indícios suficientes? } deve ser modelado como Inclusive Gateway , que é o elemento que permite que apenas um dos caminhos possa ser seguido ( Sim ou Não ).
B evento ( Início ) deve obrigatoriamente ser do tipo Mensagem , já que denúncias só chegam ao órgão judicial por meio de comunicação externa.
C elemento [ Registrar denúncia ] deveria ter sido replicado no fluxo “ Sim ”, antes da passagem para [Abrir processo investigativo].
D fluxo “ Não ” pode ter um Intermediate Event : Timer na lacuna I , que é um evento de espera que controla a passagem para [Arquivar denúncia], considerando que haja um prazo de retenção antes do arquivamento.
E elemento corresponde a um Automated Task , pois atividades de análise são sempre automatizadas por meio de código definido dentro do processo.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento - 2026

Em uma auditoria, descobriu-se que o sistema de denúncias online não gera logs de tentativas de login inválidas, não alerta quando ocorre um número elevado de falhas de autenticação em curto espaço de tempo e armazena os logs apenas em arquivos locais, sem integração com ferramentas de correlação. Considerando o OWASP Top 10 2021, essa situação representa uma vulnerabilidade crítica da categoria A09:2021 - Security Logging and Monitoring Failures. A ação mais apropriada para mitigar esse problema é:

A Implementar logs consistentes para eventos críticos, armazená-los em solução centralizada de monitoramento, adotar retenção suficiente para investigações forenses e configurar alertas automáticos para atividades suspeitas.
B Ampliar o nível de detalhe nos logs , incluindo mensagens de erro completas geradas pela aplicação, permitindo que usuários e técnicos visualizem diretamente informações internas para acelerar o suporte e a correção de falhas.
C Configurar registros detalhados somente para operações de login bem-sucedidas e acessos concluídos, pois esses eventos indicam de forma mais clara quem está realmente utilizando o sistema.
D Manter os logs armazenados em arquivos locais no servidor de aplicação, mas aumentar o nível de detalhe coletado (como IP, navegador e cabeçalhos), garantindo maior riqueza de dados para futuras análises.
E Reduzir a quantidade de logs gerados, registrando somente eventos considerados de alto impacto, como exclusões de dados, para diminuir custos de armazenamento e evitar sobrecarga nos servidores.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento - 2026

Em um Ministério Público, há uma tabela AtuacaoInfracao , que relaciona promotores a infrações que investigam:

A chave primária é composta: ( PromotorID, InfracaoID ). Para garantir que a tabela atenda à 2º Forma Normal (2NF), a melhor solução é

A criar um identificador artificial único chamado AtuacaoID para substituir a chave composta, mantendo todos os atributos (incluindo NomePromotor e TipoInfracao ) na mesma tabela.
B deixar NomePromotor e TipoInfracao como atributos calculados que são buscados em outras fontes durante a consulta, evitando redundância, mas sem mudar o esquema original.
C criar duas tabelas: Promotor ( PromotorID , NomePromotor ) e Infracao ( InfracaoID , TipoInfracao ), mantendo a tabela original.
D dividir em três tabelas: Promotor ( PromotorID , NomePromotor ), Infracao ( InfracaoID , TipoInfracao ) e AtuacaoInfracao ( PromotorID , InfracaoID , DataInicioInvestigacao ).
E eliminar o campo TipoInfracao da tabela principal, registrando apenas o código InfracaoID e recuperando o nome em consultas, sem alterar a estrutura das demais colunas.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento - 2026

No desenvolvimento de um novo sistema de denúncias eletrônicas, a equipe decide seguir o Security Development Lifecycle (SDL) da Microsoft. Na fase de Design , o SDL define atividades obrigatórias para antecipar riscos e fortalecer a arquitetura antes da codificação. Uma dessas atividades é

A conduzir testes de fuzzing em componentes de entrada de dados para detectar falhas de tratamento.
B monitorar incidentes de segurança já ocorridos em produção para gerar planos de resposta.
C executar análise dinâmica (DAST) em ambiente de homologação para identificar falhas de execução.
D aplicar modelagem de ameaças ( Threat Modeling ) para identificar riscos potenciais de segurança no projeto antes da implementação.
E realizar varredura de vulnerabilidades em bibliotecas externas utilizadas durante a compilação.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento - 2026