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Em negociações comerciais internacionais, tendo em vista a diversidade de interesses e estratégias entre os países, para construir confiança e garantir acordos duradouros é fundamental levar em consideração a

A intervenção proativa, com a utilização de instrumentos de pressão econômica e política para influenciar as decisões dos parceiros, com vistas a obter vantagens unilaterais e a impor os próprios interesses.
B reciprocidade estrita, com a exigência de concessões equivalentes e imediatas em todas as áreas, buscando-se o equilíbrio perfeito em cada etapa da negociação, independentemente do contexto.
C soberania absoluta, com a defesa intransigente dos interesses nacionais, rejeitando-se qualquer forma de compromisso ou cessão de autonomia decisória em nome da cooperação.
D discriminação seletiva, com a priorização de acordos com países que compartilham os mesmos valores políticos e ideológicos, excluindo-se aqueles que apresentam divergências significativas.
E transparência e a boa-fé, com a divulgação clara das informações relevantes e a condução das negociações com honestidade e integridade, em busca de soluções mutuamente benéficas.

O Tratado sobre os Princípios que Regem as Atividades dos Estados na Exploração e no Uso do Espaço Exterior tem como principal objetivo

A regular a exploração de corpos celestes, exceto a Lua.
B regular a propriedade sobre os recursos no espaço.
C regular a exploração do espaço exterior, incluindo a Lua e outros corpos celestes.
D definir os direitos dos astronautas em missões espaciais privadas.
E regrar a colocação de armas nucleares no espaço.

A Convenção sobre Responsabilidade Internacional por Danos Causados por Objetos Espaciais estabelece que

A a realização de testes nucleares por meio de objetos espaciais pode ser excepcionalmente autorizada.
B o Estado detentor de objeto espacial envolvido em acidente é responsável pelos danos causados a astronautas de outros países.
C o Estado lançador tem obrigações relacionadas aos objetos espaciais por ele lançados que atingirem o território de outros Estados.
D os Estados têm responsabilidade internacional pela falta de diligência no monitoramento dos seus objetos espaciais para prevenir danos.
E os danos causados por objetos espaciais no âmbito de lançamentos conjuntos por mais de um Estado são de responsabilidade individual do Estado em cujo território foi feito o lançamento.

A Convenção sobre o Registro de Objetos Lançados no Espaço Exterior

A define a responsabilidade por danos causados por objetos lançados no espaço.
B estabelece um controle internacional dos objetos lançados no espaço exterior.
C prevê que os objetos espaciais sejam monitorados por um único país.
D estabelece um sistema de registro dos objetos lançados no espaço para a realização de testes nucleares.
E estabelece, como sua principal finalidade, um sistema de registro unificado dos interesses comerciais das empresas de satélites.

Com base no Acordo que Regula as Atividades dos Estados na Lua e em Outros Corpos Celestes, assinale a opção correta.

A Os Estados podem realizar a mineração de metais raros na Lua, sem restrições.
B Os recursos da Lua devem ser destinados ao benefício especial dos países em desenvolvimento.
C Os Estados podem explorar a Lua de forma privada, sem a necessidade de regulamentação internacional.
D Os recursos da Lua destinam-se ao benefício exclusivo dos países envolvidos em missões espaciais.
E Os Estados devem cooperar entre si e utilizar os recursos da Lua e de outros corpos celestes de forma que isso beneficie toda a humanidade.

No Tratado sobre os Princípios que Regem as Atividades dos Estados na Exploração e no Uso do Espaço Exterior, existe uma cláusula que

A proíbe a troca de tecnologia militar entre países.
B permite ensaios com armas em órbita, exceto as de destruição em massa.
C estabelece um sistema de defesa para os astronautas.
D possibilita a utilização de pessoal militar para fins de pesquisas científicas ou para qualquer outro fim pacífico.
E permite a criação de bases militares em outros planetas.

O Acordo sobre o Retorno de Objetos Lançados no Espaço Exterior especifica que o Estado em cujo território caia um objeto espacial de outro Estado

A pode autorizar imediatamente que o objeto seja destruído.
B pode negociar a venda do objeto ao país que realizar sua recuperação.
C deve permitir que o país de origem recupere o objeto de acordo com as normas do referido acordo internacional.
D deve entregar o objeto ao país de origem, sem necessidade de seguir qualquer procedimento legal para tanto.
E pode manter o objeto e usá-lo para fins militares, até que o país de origem o reclame.

A Convenção sobre o Registro de Objetos Lançados no Espaço Exterior exige que os Estados registrem os objetos espaciais lançados, com a finalidade principal de

A estabelecer regras sobre as permissões de viagens privadas ao espaço.
B tornar públicos os detalhes comerciais sobre os objetos lançados.
C determinar os direitos de propriedade sobre os objetos espaciais.
D facilitar a rastreabilidade e a responsabilização por danos causados no espaço.
E facilitar a prospecção mineral dos objetos no espaço.

Uma das principais funções do Comitê das Nações Unidas para o Uso Pacífico do Espaço Exterior (COPUOS), criado em 1959 pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), é

A desenvolver normas e princípios visando à exploração não conflituosa do espaço.
B definir padrões técnicos para a construção de veículos espaciais.
C regulamentar a exploração comercial do espaço por empresas privadas.
D supervisionar a construção de bases lunares internacionais.
E emitir licenças para lançamento de satélites no espaço exterior.

A cooperação entre o Brasil e a Agência Espacial Europeia (ESA) inclui iniciativas voltadas

A ao controle de satélites geoestacionários para comunicações militares.
B aos programas de observação do planeta Terra e à pesquisa climática.
C ao desenvolvimento conjunto de veículos lançadores tripulados.
D à criação de uma base lunar em parceria com os Estados europeus e com os Estados Unidos da América.
E à construção de um centro espacial conjunto na Amazônia.