QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
38 questões encontradas

Cinco servidores de determinada companhia de saneamento – Ana, Bruno, Carlos, Diego e Elisa – apresentaram relatórios com produtividades distintas. Sabe-se que:
• Ana produziu menos que Carlos e Diego;
• Carlos produziu menos que Elisa;
• Bruno produziu menos que Ana; e
• Elisa não foi a mais produtiva.
Com base nessas informações, é correto afirmar que:

A Diego foi o mais produtivo.
B Ana ficou em terceiro lugar.
C Bruno não teve a menor produtividade.
D Carlos teve produtividade maior que Diego.

Em uma pesquisa interna realizada por determinada companhia de saneamento, 200 servidores informaram com quais áreas trabalham: abastecimento de água (A), esgotamento sanitário (E) e drenagem urbana (D). Sabe-se que:
• Todos atuam em ao menos uma dessas áreas;
• Ninguém atua nas três;
• 30 atuam apenas em A;
• 50 atuam apenas em E;
• 20 atuam em A e D;
• 10 atuam em E e D; e
• O número de servidores que atuam em A e E corresponde a 20% dos que atuam em E.
Com base nessas informações, quantos servidores atuam apenas na área de drenagem urbana?

A 60.
B 65.
C 70.
D 75.

Em relação à concordância dos termos destacados nos trechos a seguir, assinale a afirmativa correta.

A “Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, [...]” (3º§) – a palavra “saneamento” deveria estar no plural para concordar com o substantivo “sistemas”.
B [...] proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial [...]” (5º§). – o predicado “é essencial” deveria estar no plural, obrigatoriamente, para concordar com o núcleo do sujeito.
C [...] é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade [...]” (5º§) – a palavra “responsável” deveria estar no plural para concordar com “a agricultura e a geração hidrelétrica”.
D [...] e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, [...]” (1º§). – em expressões que indicam quantidade aproximada (como “cerca de”), o verbo deve concordar com o substantivo ou numeral que segue a locução.

O 2º§ é formado por dois períodos. Para uni-los em um único período mantendo a relação semântica original e a correção gramatical, a conjunção ou locução conjuntiva que deve ser empregada entre eles é:

A Portanto.
B Entretanto.
C Conquanto.
D Contanto que.

Analise sintaticamente o trecho “Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos.” (5º§) e assinale a afirmativa correta.

A O período é classificado como período composto por coordenação.
B “Concretos” é um adjetivo, portanto, é complemento nominal de “benefícios”.
C O sujeito é expresso por uma oração reduzida de infinitivo e o núcleo é o verbo “integrar”.
D O sujeito da oração é composto, tendo como núcleo os substantivos “água”, “saneamento” e “ação”.
Texto associado
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática
A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.
Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.
A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.
Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.
Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.
Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.
(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)

Analise o trecho: “A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.” (4º§). No contexto em que é empregado, o termo “inação” exprime a ideia de:

A Dificuldade técnica na execução de projetos de infraestrutura hídrica.
B Postura de negligência ou falta de iniciativa diante de um problema urgente.
C Resistência ativa da sociedade civil em relação aos problemas que envolvem mudanças climáticas.
D Implementação gradual de políticas públicas de saneamento e saúde, gerando prejuízos para a sociedade.
Texto associado
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática
A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.
Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.
A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.
Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.
Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.
Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.
(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)

De acordo com as informações e a argumentação apresentadas no texto, a principal causa da ineficiência no enfrentamento das crises hídricas e climáticas reside no(a):

A Resistência da população civil vulnerada em adotar soluções integradas de saneamento.
B Cumprimento antecipado das metas estabelecidas pelo Marco Legal do Saneamento de 2020.
C Priorização exclusiva da saúde pública em detrimento da conservação das bacias hidrográficas.
D Gestão fragmentada das políticas públicas, que ignora a interdependência entre infraestrutura e clima.