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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
61 questões encontradas
Bastante vinculada à religião e à vida pós-morte, com traços centrais como lei da frontalidade, bidimensionalidade, hierarquia de escala, simetria, e uso de materiais: pedra, madeira, papiro e hieróglifos integrados às imagens. Tais características se referem à Arte:
Movimento internacional que se espalhou da Europa aos Estados Unidos do fim da década de 1880 até a Primeira Guerra Mundial, e reagiu ao historicismo vitoriano para criar uma arte moderna. Caracterizava-se pela ênfase na linha — ondulante, figurativa, abstrata ou geométrica — tratada com ousadia e simplicidade. A corrente artística a que esse texto se refere é:
Relacione o movimento artístico da Coluna 1 com a respectiva característica na Coluna 2. Coluna 1 Movimento Artístico 1. Abstracionismo 2. Expressionismo 3. Surrealismo 4. Dadaísmo Coluna 2 Características
( ) Corrente francesa formulada por André Breton (Manifesto de 1924) que fundia sonho e realidade em “supra-realidade”, valorizando o onírico, o irracional e o inconsciente, e criticando o racionalismo.
( ) Corrente da arte europeia moderna, enraizada na Alemanha (1905-1914) e divulgada por Der Sturm e pelo grupo Die Brücke (Kirchner, Nolde, Heckel), que projetava a subjetividade do artista sobre a realidade.
( ) Traços recorrentes: decomposição e simplificação da forma, novos usos da cor, rejeição de perspectiva, modelagem e claro-escuro. Teve como representantes nomes como Wassily Kandinsky e Paul Klee.
( ) Não adotava um estilo único nem propunha novos modelos; ao contrário, colocava-se em oposição a projetos predefinidos e rejeitava experiências formais anteriores; foi protagonizado por Man Ray,Hans Arp e Francis Picabia, entre outros. Assinale a alternativa que indica a sequência correta , de cima para baixo.
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. Com a seriedade que lhe conferiam seus poucos anos a mais, além de sua condição de bacharel em direito e professor, João Etienne Filho não embarcava nas estripulias dos companheiros. Sempre se mantinha sóbrio, conta, para cuidar deles. Entrou em pânico na madrugada em que viu Fernando Sabino encarapitado 1 no arco do viaduto, na postura de quem se atiraria de um trampolim. Hélio Pellegrino se aprazia em brincar com Etienne. Tinha mania de carregá-lo na avenida Afonso Pena – como, aliás, Paulo Mendes Campos fez um dia com Monteiro Lobato na avenida São João, no centro de São Paulo, na euforia de estar diante de um dos heróis de sua infância. O convívio nem sempre era idílico 2 , e houve momentos em que Etienne se magoou de verdade com os quatro amigos – a ponto de escrever uma carta a Mário de Andrade, queixando-se. Recebia mal as brincadeiras de Otto Lara Resende, por exemplo. Quando publicou seu primeiro livro, Dia e noite , Etienne morava no primeiro andar da farmácia de uns tios, em Copacabana, que se chamava exatamente Dia e Noite – e Otto espalhou que o título da obra visava promover o estabelecimento. Nada o magoou mais, no entanto, que as insinuações de que seria ele o inspirador de Hugo, personagem de O encontro marcado a certa altura envolvido com um aluno, “um negócio meio escandaloso”. “Foi uma safadeza do Fernando”, reagiu Etienne, lembrando que Hugo foi basicamente inspirado em Otto Lara Resende, assim como Mauro é quase todo Hélio Pellegrino e Eduardo Marciano o próprio romancista. (Humberto Werneck. O desatino da rapaziada. Companhia das Letras, 1992. Adaptado) Vocabulário: 1 encarapitar: pôr-se no alto. 2 2 idílico: de amor terno e delicado.
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. Com a seriedade que lhe conferiam seus poucos anos a mais, além de sua condição de bacharel em direito e professor, João Etienne Filho não embarcava nas estripulias dos companheiros. Sempre se mantinha sóbrio, conta, para cuidar deles. Entrou em pânico na madrugada em que viu Fernando Sabino encarapitado 1 no arco do viaduto, na postura de quem se atiraria de um trampolim. Hélio Pellegrino se aprazia em brincar com Etienne. Tinha mania de carregá-lo na avenida Afonso Pena – como, aliás, Paulo Mendes Campos fez um dia com Monteiro Lobato na avenida São João, no centro de São Paulo, na euforia de estar diante de um dos heróis de sua infância. O convívio nem sempre era idílico 2 , e houve momentos em que Etienne se magoou de verdade com os quatro amigos – a ponto de escrever uma carta a Mário de Andrade, queixando-se. Recebia mal as brincadeiras de Otto Lara Resende, por exemplo. Quando publicou seu primeiro livro, Dia e noite , Etienne morava no primeiro andar da farmácia de uns tios, em Copacabana, que se chamava exatamente Dia e Noite – e Otto espalhou que o título da obra visava promover o estabelecimento. Nada o magoou mais, no entanto, que as insinuações de que seria ele o inspirador de Hugo, personagem de O encontro marcado a certa altura envolvido com um aluno, “um negócio meio escandaloso”. “Foi uma safadeza do Fernando”, reagiu Etienne, lembrando que Hugo foi basicamente inspirado em Otto Lara Resende, assim como Mauro é quase todo Hélio Pellegrino e Eduardo Marciano o próprio romancista. (Humberto Werneck. O desatino da rapaziada. Companhia das Letras, 1992. Adaptado) Vocabulário: 1 encarapitar: pôr-se no alto. 2 2 idílico: de amor terno e delicado.
Assinale a alternativa em que há regência e emprego do pronome, em conformidade com a norma-padrão e com o que se afirma no texto.
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. Com a seriedade que lhe conferiam seus poucos anos a mais, além de sua condição de bacharel em direito e professor, João Etienne Filho não embarcava nas estripulias dos companheiros. Sempre se mantinha sóbrio, conta, para cuidar deles. Entrou em pânico na madrugada em que viu Fernando Sabino encarapitado 1 no arco do viaduto, na postura de quem se atiraria de um trampolim. Hélio Pellegrino se aprazia em brincar com Etienne. Tinha mania de carregá-lo na avenida Afonso Pena – como, aliás, Paulo Mendes Campos fez um dia com Monteiro Lobato na avenida São João, no centro de São Paulo, na euforia de estar diante de um dos heróis de sua infância. O convívio nem sempre era idílico 2 , e houve momentos em que Etienne se magoou de verdade com os quatro amigos – a ponto de escrever uma carta a Mário de Andrade, queixando-se. Recebia mal as brincadeiras de Otto Lara Resende, por exemplo. Quando publicou seu primeiro livro, Dia e noite , Etienne morava no primeiro andar da farmácia de uns tios, em Copacabana, que se chamava exatamente Dia e Noite – e Otto espalhou que o título da obra visava promover o estabelecimento. Nada o magoou mais, no entanto, que as insinuações de que seria ele o inspirador de Hugo, personagem de O encontro marcado a certa altura envolvido com um aluno, “um negócio meio escandaloso”. “Foi uma safadeza do Fernando”, reagiu Etienne, lembrando que Hugo foi basicamente inspirado em Otto Lara Resende, assim como Mauro é quase todo Hélio Pellegrino e Eduardo Marciano o próprio romancista. (Humberto Werneck. O desatino da rapaziada. Companhia das Letras, 1992. Adaptado) Vocabulário: 1 encarapitar: pôr-se no alto. 2 2 idílico: de amor terno e delicado.