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A respeito do Estatuto da Pessoa com Deficiência, é correto afirmar que

A considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, não pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.
B considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.
C considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de curto prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, não pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.
D considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo apenas de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, não pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em equidade de condições com as demais pessoas.
E considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de curto prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, não pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em desigualdade de condições com as demais pessoas.

Durante a realização da entrevista, o assistente social identificou que os determinantes sociais que interferiram nos problemas de saúde/doença do usuário precisam ser levantados através da realização de coleta de dados através de outros instrumentos técnico-operativos e interpretados a partir de referencial teórico para que se estabeleça um parecer sobre a situação. Essa ação implica em

A um Relatório Social.
B um Estudo Social.
C uma Perícia Social.
D um Laudo Social.
E um Relatório Técnico Social.

A 14ª Conferência de Saúde do Recife foi a etapa municipal da 16ª Conferência Nacional de Saúde. Foi realizada pelo Conselho Municipal de Saúde (CMS) do Recife em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e teve como tema central de debate

A SUS na seguridade social – Política pública, patrimônio do povo brasileiro.
B Saúde, Cidadania e Políticas Públicas.
C Humanização em Saúde: manutenção da universalidade como princípio fundamental do Sistema Único de Saúde.
D Democracia e saúde: Saúde como direito e consolidação e financiamento do Sistema Único de Saúde.
E Saúde para Todos: a reformulação da política nacional de saúde.

Texto

I Culpa Mario Prata Por que a culpa? É o que eu tenho perguntado à minha psicanalista. No princípio era o verbo e eu achava que só eu me sentia culpado. Com o passar do tempo (e da verba), fui descobrindo que todo criador tem culpa. Não no cartório. Mas na consciência. Vou tentar explicar. Todo mundo acha que a pessoa que vive de criar, ou seja, um criador, não faz nada o dia inteiro. Fica só pensando. É verdade. O problema é que ninguém considera o trabalho de pensar como ofício. Daí a culpa ensimesmada. Será que só pode ser considerado trabalhador o sujeito que fica o dia inteiro numa mesa de escritório, ouvindo pela janela olha a uva de Atibaia, melancia barata, melancia barata? Você vê uma frase num out-door tipo refresca até pensament o. São três palavrinhas mágicas. O sujeito que inventou isso deve ganhar uma fortuna por mês. O que ninguém entende é que ele trabalha há vinte neste ofício. Pode ser que a frase tenha saído de um estalo. Mas um estalo vinte anos depois. Não precisa ser nenhuma brastemp para se ter uma ideia dessas. Ou precisa? Mas o povo pensa: ganhar essa fortuna para escrever uma bobagem dessas? Para aliviar meu sofrimento, penso no Romário que trabalha umas dez horas por mês e ganha 100 mil dólares. Será que ele tem culpa? O Chico Buarque, que fica meses sem trabalhar , jogando futebol, será que ele acorda com culpa? E o Erasmo Carlos? Tem uma culpa tremendona? Vou almoçar fora e quase emendo com o fim do dia. Bebendo cerveja. Mas pensando. Pensando nessas besteiras que vocês estão a ler agora. Juro que eu trabalho, gente. Penso, invento, crio. E esses funcionários fantasmas, que trabalham em várias repartições e nunca comparecem? Será que eles não têm culpa? Será que só eu me sinto culpado neste país? Uma vez perguntei para o Chico Buarque, que acabava de acordar às duas da tarde, se ele não tinha culpa. Já tive. Superei . E o Caetano Veloso que nunca acorda antes das quatro (da tarde)? Foram anos e anos de culpa para conseguir escrever esta crônica. Mas saiu. Mas não adiantou nada. Continuo com culpa. Acho que eu nunca deveria ter saído do Banco do Brasil. Não bater ponto desnorteia a minha vida. Adaptado de: . Acesso em: 13 Jan. 2020.

A F – F – F.
B V – F – F.
C F – V – F.
D V – V – V.
E V – V – F.

Texto

I Culpa Mario Prata Por que a culpa? É o que eu tenho perguntado à minha psicanalista. No princípio era o verbo e eu achava que só eu me sentia culpado. Com o passar do tempo (e da verba), fui descobrindo que todo criador tem culpa. Não no cartório. Mas na consciência. Vou tentar explicar. Todo mundo acha que a pessoa que vive de criar, ou seja, um criador, não faz nada o dia inteiro. Fica só pensando. É verdade. O problema é que ninguém considera o trabalho de pensar como ofício. Daí a culpa ensimesmada. Será que só pode ser considerado trabalhador o sujeito que fica o dia inteiro numa mesa de escritório, ouvindo pela janela olha a uva de Atibaia, melancia barata, melancia barata? Você vê uma frase num out-door tipo refresca até pensament o. São três palavrinhas mágicas. O sujeito que inventou isso deve ganhar uma fortuna por mês. O que ninguém entende é que ele trabalha há vinte neste ofício. Pode ser que a frase tenha saído de um estalo. Mas um estalo vinte anos depois. Não precisa ser nenhuma brastemp para se ter uma ideia dessas. Ou precisa? Mas o povo pensa: ganhar essa fortuna para escrever uma bobagem dessas? Para aliviar meu sofrimento, penso no Romário que trabalha umas dez horas por mês e ganha 100 mil dólares. Será que ele tem culpa? O Chico Buarque, que fica meses sem trabalhar , jogando futebol, será que ele acorda com culpa? E o Erasmo Carlos? Tem uma culpa tremendona? Vou almoçar fora e quase emendo com o fim do dia. Bebendo cerveja. Mas pensando. Pensando nessas besteiras que vocês estão a ler agora. Juro que eu trabalho, gente. Penso, invento, crio. E esses funcionários fantasmas, que trabalham em várias repartições e nunca comparecem? Será que eles não têm culpa? Será que só eu me sinto culpado neste país? Uma vez perguntei para o Chico Buarque, que acabava de acordar às duas da tarde, se ele não tinha culpa. Já tive. Superei . E o Caetano Veloso que nunca acorda antes das quatro (da tarde)? Foram anos e anos de culpa para conseguir escrever esta crônica. Mas saiu. Mas não adiantou nada. Continuo com culpa. Acho que eu nunca deveria ter saído do Banco do Brasil. Não bater ponto desnorteia a minha vida. Adaptado de: . Acesso em: 13 Jan. 2020.

A “Foram anos e anos de culpa para conseguir escrever esta crônica.”
B “Todo mundo acha que a pessoa que vive de criar, ou seja, um criador, não faz nada o dia inteiro.”
C “Acho que eu nunca deveria ter saído do Banco do Brasil.”
D “Vou almoçar fora e quase emendo com o fim do dia.”
E “Uma vez perguntei para o Chico Buarque, que acabava de acordar às duas da tarde, se ele não tinha culpa.”

Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta. No que diz respeito ao planejamento em saúde que consta no decreto n° 7.508/11, em âmbito Estadual, deve ser realizado de maneira ____________________________, a partir das necessidades dos ___________________, considerando o estabelecimento de metas de saúde.

A centralizada / polos assistenciais
B hierarquizada / gestores
C regionalizada / municípios
D normatizada / conselhos
E sistematizada / prestadores de serviço

Durante a realização da reunião de grupo com gestantes na unidade de saúde, as mulheres começaram a relatar ao assistente social as angústias que sofrem durante a gestação com medo de não se adaptar à criança que irá nascer. Diante dos relatos, o assistente deve

A atender às gestantes individualmente e tranquilizá-las, pois é uma fase que vai passar.
B orientar em grupo que esses problemas serão comuns e que juntas poderão resolvê-los.
C orientar sobre a realização de atendimento social terapêutico para solucionar o problema.
D informar os familiares e amigos sobre as angústias das gestantes a fim de ajudá-las a resolver esse problema.
E orientar as gestantes que esses problemas serão discutidos com a equipe interdisciplinar e, identificadas as causas, o profissional competente irá atender às gestantes.

A aplicação de exames ou testes em pessoas sadias, implicando garantia de benefícios relevantes frente aos riscos e danos previsíveis e imprevisíveis da intervenção como uma forma de prevenção, denomina-se

A rastreamento.
B diagnóstico inicial.
C matriciamento.
D promoção em saúde.
E método de intervenção diagnóstica.

Sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município do Recife (Lei nº 14.728/85), no que se refere a Concurso Público, é correto afirmar que

A a primeira investidura em cargo de provimento efetivo efetuar-se-á mediante indicação por cargo em comissão.
B no concurso para provimento de cargo de nível universitário não haverá necessidade de prova de títulos.
C a aprovação em concurso público cria direito efetivo à nomeação.
D terá preferência para a nomeação, em caso de empate na classificação, o candidato já pertencente ao serviço público do Município.
E poderá ser aberto concurso para o preenchimento de cargo público, mesmo quando houver funcionário de igual categoria em disponibilidade.