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Em determinado ano em que Rita fez aniversário em um sábado, no dia 14 de março, ela prestou um concurso e foi aprovada, assumindo o cargo no dia 18 de novembro desse mesmo ano. O dia em que ela assumiu o cargo foi uma

A terça-feira.
B sexta-feira.
C quinta-feira.
D quarta-feira.
E segunda-feira.

Considere verdadeiras as seguintes premissas:

I. Se Patrícia é professora, então Amanda não é assistente social.

II. Se Amanda não é assistente social ou Rogério não é psicólogo, então Hugo é arquiteto.

III. Se Rogério não é psicólogo, então Luiz não é corretor de imóveis e Paulo é atleta.

IV. Hugo não é arquiteto. Uma conclusão verdadeira que decorre das premissas apresentadas é

A Rogério é psicólogo.
B Luiz não é corretor de imóveis.
C Patrícia é professora.
D Paulo é atleta.
E Amanda não é assistente social.

A afirmação “Se o candidato concluiu o ensino superior, então ele cursou especialização” precisa ser reformulada, mantendo-se o seu valor lógico. Uma possibilidade para essa reformulação é

A Se o candidato cursou especialização, então ele concluiu o ensino superior.
B O candidato concluiu o ensino superior e ele cursou especialização.
C O candidato não concluiu o ensino superior ou ele cursou especialização.
D O candidato não cursou especialização ou ele não concluiu o ensino superior.
E Se o candidato não concluiu o ensino superior, então ele não cursou especialização.

Pablo, Carlos e Mario gostam de gatos e, cada um deles, tem um gato, sendo que nenhum dos gatos tem a mesma idade. Esses gatos têm cores de pelos diferentes entre si, sendo um gato com pelagem branca, outro com pelagem preta, e um terceiro com pelagem caramelo. Sabe-se que a idade de um dos gatos é de 1 ano, que Mario não tem o gato com a menor idade, que o gato com pelos na cor preta não tem 1 ano, que o gato de Carlos tem 3 anos, e que o gato com pelos na cor caramelo tem 5 anos. Sendo assim, deduz-se, corretamente, que o gato

A com 5 anos é de Pablo.
B com 3 anos tem pelos na cor preta.
C de Pablo tem pelos na cor preta.
D de Mario tem 1 ano.
E mais novo tem pelos na cor caramelo.

Com base nas informações a respeito de duas afirmações, um profissional tem que emitir um parecer contendo uma afirmação necessariamente verdadeira sobre Rosa ou sobre Cristina. Tais afirmações são “se Rosa vive de aposentadoria, então Cristina ainda trabalha”, sendo essa uma afirmação verdadeira, e “Rosa vive de aposentadoria e Cristina ainda trabalha”, sendo essa, não verdadeira. Uma afirmação necessariamente verdadeira que se deve emitir no parecer é

A Cristina é aposentada.
B Cristina ainda trabalha.
C Rosa vive de aposentadoria.
D Cristina não trabalha mais.
E Rosa não vive de aposentadoria.

De acordo com o Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), a intervenção profissional dos assistentes sociais no Poder Judiciário historicamente tem se dado em maior escala na Justiça Estadual, se materializando, prioritariamente, na elaboração de laudos e pareceres. Dentre os procedimentos e instrumentos que fazem parte de uma metodologia de trabalho do assistente social, a perícia social merece destaque. Trata-se de estudo e parecer cuja finalidade é subsidiar uma decisão, via de regra, judicial. Dependendo da solicitação, o perito poderá responder a quesitos, geralmente formulados pelas partes envolvidas na ação ou pelos advogados/defensores que as representam, devendo fazê-lo sempre em consonância com as prerrogativas, princípios e

A os valores morais.
B as especificidades da profissão.
C os interesses difusos.
D as necessidades do juiz.
E as expectativas das partes.

A tomada de decisões em todas as atividades, como na realização de estudos sociais, socioeconômicos, entre outros, é própria do exercício profissional. A decisão profissional decorre de avaliação, que remete à valoração e, por sua vez, sustenta normas e regras reguladoras da vida social. Conforme afirma Raichellis

( 2020 ), o enfrentamento do cotidiano profissional supõe mais do que a realização de rotinas institucionais, cumprimento de tarefas burocráticas ou a simples reiteração do instituído. Ele envolve o assistente social como intelectual capaz de desvendar criticamente a realidade e os processos de trabalho no contexto

A das demandas provisórias.
B dos protocolos primários.
C das iniciativas emanadas do poder local.
D das convenções particulares.
E dos interesses em jogo.

Atravessam o cotidiano político-institucional nos tribunais, processos envolvendo sujeitos cujas trajetórias são marcadas pela negação de direitos fundamentais. Em se tratando de crianças e adolescentes, apesar do amplo conjunto de legislações sociais, asseguradoras de seus direitos, constata-se a intensificação de procura por decisões no âmbito judicial envolvendo esse segmento. De acordo com Fávero ( in FÁVERO [Org.], 2020), tais demandas se expressam basicamente em duas direções: por meio de institucionalizações, responsabilizações e punições de crianças e adolescentes, jovens e famílias; e também pela busca individual do acesso a direitos fundamentais, quando não assegurados pelo Estado. Assim sendo, na relação entre a proteção integral e a desproteção social se processa a denominada

A judicialização do atendimento.
B flexibilização da demanda.
C suplementação de competências.
D precedência delegada.
E atenção privilegiada.

A situação de desigualdade social, as violências e o não acesso à proteção social são dados de realidade das famílias atendidas pelo assistente social no campo sociojurídico, os quais compõem o estudo social, cujo conteúdo é expresso em relatório ou no laudo social. O diagnóstico socioterritorial corrobora para o conhecimento acerca dos vínculos sociais presentes (ou ausentes) na trajetória das famílias, na sua relação com o trabalho, a cidade, o território e com as políticas sociais. Ao discorrer sobre o diagnóstico socioterritorial, Koga

( 2014 ) diz tratar-se de conhecer o local de ocorrências, mas também de reconhecer o território de vivência, o acontecer cotidiano, capturando as dinâmicas presentes na realidade estudada, ou seja,

A seus entornos.
B sua homogeneidade.
C sua densidade.
D sua temporalidade.
E seu domínio.

Ao sistematizar e analisar os registros da opinião técnica emitida pelo(a) assistente social, objetos de denúncias éticas, o documento do CFESS

( 2020 ) aponta que, na maioria dos recursos disciplinares julgados, a finalidade institucional se sobrepõe à finalidade profissional. O documento do CFESS destaca que a explicitação do objeto do estudo social é procedimento essencial à composição dos registros, posto que oferece indicativos do foco interventivo, da intencionalidade e das ações profissionais que dali se desdobram. Por fim, ressalta que a atuação do(a) assistente social, quando da realização de estudo social, pressupõe o reconhecimento e a identificação da sua finalidade, em tese,

A expressa de modo imparcial.
B apropriada à realidade institucional.
C alinhada ao projeto ético-político da profissão.
D aceitável por todos os envolvidos.
E condicionada a interesses específicos.