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Durante a puberdade, o corpo dos adolescentes passa por transformações significativas, como o aumento da massa muscular, variações hormonais e mudanças na composição corporal. Essas alterações podem causar certo desconforto ou estranhamento, uma vez que esses indivíduos precisam se adaptar a novas percepções sobre o próprio corpo e ao impacto dessas mudanças no seu bem-estar. Com o tempo, porém, os adolescentes tendem a perceber uma melhoria no controle de

A suas emoções e na forma como lidam com desafios cotidianos.
B sua resistência física e capacidade de realizar esforços prolongados.
C seus hábitos alimentares, desenvolvendo melhor disposição digestiva.
D suas habilidades físicas recém-adquiridas.
E seu crescimento, eliminando qualquer necessidade de acompanhamento médico.
Texto associado
Cortar o glúten? Pesquisa revela por que essa pode ser uma ideia desastrosa

Por Victor Bianchin

Um novo estudo comparou 39 alimentos com e sem glúten para analisar as diferenças reais entre eles. A conclusão pode ser um choque para quem está adotando dietas “gluten free” por motivos de saúde: os alimentos sem glúten contêm menos fibras, menos proteínas e menos nutrientes essenciais.
O estudo, publicado no periódico Plant Foods for Human Nutrition , afirma que, devido a essas faltas, os supostos benefícios da dieta sem glúten, como diminuição de peso e controle da diabetes, são exagerados. Além dos problemas citados, os alimentos sem glúten possuem quantidades de açúcar mais elevadas em comparação aos que contém a proteína. Por isso, estão associados a um aumento do índice de massa corporal (IMC) e de deficiências nutricionais.
Nos EUA, os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten. Em geral, eles não contêm ingredientes como trigo, centeio, cevada e, às vezes, aveia. Esses ingredientes são ricos em arabinoxilano, um polissacarídeo não amiláceo essencial. O arabinoxilano oferece vários benefícios à saúde, incluindo a promoção de bactérias benéficas no intestino, a melhora da digestão, a regulação dos níveis de açúcar no sangue e o suporte a uma microbiota intestinal equilibrada.
É curioso notar, entretanto, que um produto específico se mostrou exceção. O pão sem glúten com sementes contém significativamente mais fibras – 38,24 gramas por 100 gramas – do que suas versões com glúten. O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.
Essas adições, no entanto, mudam muito de região para região e de fabricante para fabricante, de modo que não é possível atestar com certeza que qualquer pão sem glúten tem mais fibras do que um com glúten.
A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo. No entanto, a partir do final dos anos 2000, começou a se popularizar na mídia a ideia de que uma dieta sem glúten poderia trazer benefícios como a perda de peso e a melhora na digestão, mesmo para quem não tinha intolerância diagnosticada.
O crescimento dessa tendência foi impulsionado por celebridades, influenciadores de saúde e livros como Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, que associaram o consumo de glúten a diversos problemas de saúde. A indústria de alimentos respondeu lançando ao grande público diversos alimentos sem glúten e criando um novo nicho — em 2024, o mercado global de produtos sem glúten movimentou US$ 7,28 bilhões.
Em 2023, uma pesquisa da UESB detectou que, no Brasil, os produtos sem glúten apresentam menor teor calórico (5% a 35%), mas também menor teor de carboidratos (1% a 13%), de gorduras totais (10% a 140%), proteína (35% a 192%) e fibras (11% a 94%), para a maioria das categorias analisadas. Além disso, o preço final ao consumidor chega ser até 110% mais caro quando comparado com as versões com glúten do mesmo produto, em todas as categorias analisadas.

Texto adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/cortar-o-glutenpesquisa-revela-por-que-essa-pode-ser-uma-ideia-desastrosa/. Acesso em: 14 mar. 2025.

No trecho “O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.”, o verbo em destaque significa a tentativa de

A substituir totalmente os nutrientes ausentes nos alimentos sem glúten.
B anular completamente os efeitos negativos da falta de fibras nesses produtos.
C equilibrar os nutrientes, ao adicionar ingredientes que minimizam a carência de fibras.
D destacar a impossibilidade de corrigir a deficiência nutricional dos produtos sem glúten.
E ignorar a ausência de fibras, pois os consumidores não percebem essa diferença.
Texto associado
Cortar o glúten? Pesquisa revela por que essa pode ser uma ideia desastrosa

Por Victor Bianchin

Um novo estudo comparou 39 alimentos com e sem glúten para analisar as diferenças reais entre eles. A conclusão pode ser um choque para quem está adotando dietas “gluten free” por motivos de saúde: os alimentos sem glúten contêm menos fibras, menos proteínas e menos nutrientes essenciais.
O estudo, publicado no periódico Plant Foods for Human Nutrition , afirma que, devido a essas faltas, os supostos benefícios da dieta sem glúten, como diminuição de peso e controle da diabetes, são exagerados. Além dos problemas citados, os alimentos sem glúten possuem quantidades de açúcar mais elevadas em comparação aos que contém a proteína. Por isso, estão associados a um aumento do índice de massa corporal (IMC) e de deficiências nutricionais.
Nos EUA, os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten. Em geral, eles não contêm ingredientes como trigo, centeio, cevada e, às vezes, aveia. Esses ingredientes são ricos em arabinoxilano, um polissacarídeo não amiláceo essencial. O arabinoxilano oferece vários benefícios à saúde, incluindo a promoção de bactérias benéficas no intestino, a melhora da digestão, a regulação dos níveis de açúcar no sangue e o suporte a uma microbiota intestinal equilibrada.
É curioso notar, entretanto, que um produto específico se mostrou exceção. O pão sem glúten com sementes contém significativamente mais fibras – 38,24 gramas por 100 gramas – do que suas versões com glúten. O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.
Essas adições, no entanto, mudam muito de região para região e de fabricante para fabricante, de modo que não é possível atestar com certeza que qualquer pão sem glúten tem mais fibras do que um com glúten.
A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo. No entanto, a partir do final dos anos 2000, começou a se popularizar na mídia a ideia de que uma dieta sem glúten poderia trazer benefícios como a perda de peso e a melhora na digestão, mesmo para quem não tinha intolerância diagnosticada.
O crescimento dessa tendência foi impulsionado por celebridades, influenciadores de saúde e livros como Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, que associaram o consumo de glúten a diversos problemas de saúde. A indústria de alimentos respondeu lançando ao grande público diversos alimentos sem glúten e criando um novo nicho — em 2024, o mercado global de produtos sem glúten movimentou US$ 7,28 bilhões.
Em 2023, uma pesquisa da UESB detectou que, no Brasil, os produtos sem glúten apresentam menor teor calórico (5% a 35%), mas também menor teor de carboidratos (1% a 13%), de gorduras totais (10% a 140%), proteína (35% a 192%) e fibras (11% a 94%), para a maioria das categorias analisadas. Além disso, o preço final ao consumidor chega ser até 110% mais caro quando comparado com as versões com glúten do mesmo produto, em todas as categorias analisadas.

Texto adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/cortar-o-glutenpesquisa-revela-por-que-essa-pode-ser-uma-ideia-desastrosa/. Acesso em: 14 mar. 2025.

No trecho “É curioso notar , entretanto , que um produto específico se mostrou exceção.”, é possível, mantendo o sentido original, substituir os termos destacados, respectivamente, por

A arguir; porém.
B reparar; todavia.
C advertir; no entanto.
D censurar; apesar disso.
E perceber; pois.
Texto associado
Cortar o glúten? Pesquisa revela por que essa pode ser uma ideia desastrosa

Por Victor Bianchin

Um novo estudo comparou 39 alimentos com e sem glúten para analisar as diferenças reais entre eles. A conclusão pode ser um choque para quem está adotando dietas “gluten free” por motivos de saúde: os alimentos sem glúten contêm menos fibras, menos proteínas e menos nutrientes essenciais.
O estudo, publicado no periódico Plant Foods for Human Nutrition , afirma que, devido a essas faltas, os supostos benefícios da dieta sem glúten, como diminuição de peso e controle da diabetes, são exagerados. Além dos problemas citados, os alimentos sem glúten possuem quantidades de açúcar mais elevadas em comparação aos que contém a proteína. Por isso, estão associados a um aumento do índice de massa corporal (IMC) e de deficiências nutricionais.
Nos EUA, os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten. Em geral, eles não contêm ingredientes como trigo, centeio, cevada e, às vezes, aveia. Esses ingredientes são ricos em arabinoxilano, um polissacarídeo não amiláceo essencial. O arabinoxilano oferece vários benefícios à saúde, incluindo a promoção de bactérias benéficas no intestino, a melhora da digestão, a regulação dos níveis de açúcar no sangue e o suporte a uma microbiota intestinal equilibrada.
É curioso notar, entretanto, que um produto específico se mostrou exceção. O pão sem glúten com sementes contém significativamente mais fibras – 38,24 gramas por 100 gramas – do que suas versões com glúten. O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.
Essas adições, no entanto, mudam muito de região para região e de fabricante para fabricante, de modo que não é possível atestar com certeza que qualquer pão sem glúten tem mais fibras do que um com glúten.
A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo. No entanto, a partir do final dos anos 2000, começou a se popularizar na mídia a ideia de que uma dieta sem glúten poderia trazer benefícios como a perda de peso e a melhora na digestão, mesmo para quem não tinha intolerância diagnosticada.
O crescimento dessa tendência foi impulsionado por celebridades, influenciadores de saúde e livros como Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, que associaram o consumo de glúten a diversos problemas de saúde. A indústria de alimentos respondeu lançando ao grande público diversos alimentos sem glúten e criando um novo nicho — em 2024, o mercado global de produtos sem glúten movimentou US$ 7,28 bilhões.
Em 2023, uma pesquisa da UESB detectou que, no Brasil, os produtos sem glúten apresentam menor teor calórico (5% a 35%), mas também menor teor de carboidratos (1% a 13%), de gorduras totais (10% a 140%), proteína (35% a 192%) e fibras (11% a 94%), para a maioria das categorias analisadas. Além disso, o preço final ao consumidor chega ser até 110% mais caro quando comparado com as versões com glúten do mesmo produto, em todas as categorias analisadas.

Texto adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/cortar-o-glutenpesquisa-revela-por-que-essa-pode-ser-uma-ideia-desastrosa/. Acesso em: 14 mar. 2025.

No trecho “[...] Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, [...]”, as vírgulas isolam

A uma oração.
B um advérbio.
C um aposto.
D um vocativo.
E uma interjeição.

Considere as seguintes características sobre a Educação de Jovens e Adultos (EJA):

1. Interrupção de estudos.
2. Baixa qualidade do ensino.
3. Modalidade educacional.
4. Com fins lucrativos.
5. Taxa de desistência baixa.
6. Relação intergeracional na escola.
7. Processo de aprendizagem inovador.

São características comuns da EJA

A apenas 1, 3 e 6.
B apenas 2, 4 e 5.
C apenas 1, 4 e 7.
D apenas 6 e 7.
E apenas 1, 2, 3 e 5.

Sobre a gestão escolar democrática, informe se é verdadeiro (V) ou falso (f) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta. ( ) Na gestão escolar democrática, a participação da família contribui para uma gestão mais participativa.

( ) A gestão escolar democrática centraliza as decisões na figura do diretor.
( ) Na gestão escolar democrática, o envolvimento da comunidade no processo de decisões da escola ajuda a valorizar o ensino profissional.
( ) A gestão escolar democrática organiza o trabalho pedagógico de forma burocratizada.

A V – F – V – V.
B V – F – V – F.
C F – V – V – F.
D V – V – F – F.
E F – V – F – V.

Durante uma atividade no laboratório de informática, um grupo de alunos cria um perfil falso em uma rede social e começa a postar comentários ofensivos sobre uma colega de turma. A situação é levada até você, que é assistente de alunos, por meio de outro estudante que presenciou os fatos. Diante do relato da ocorrência, você deve

A dirigir-se até o laboratório de informática e apagar as publicações para que o caso seja esquecido.
B escutar o relato com atenção e comunicar à equipe pedagógica para que realize a mediação escolar.
C convocar o grupo de estudantes e repreendê-los na frente da colega ofendida e dos demais estudantes.
D aconselhar a menina a não se importar com essas atitudes dos meninos, dizendo que o tempo resolverá a situação.
E ignorar o caso, considerando que se trata de uma informação em que não há provas do acontecimento.

Um estudante do ensino médio começa a passar mal, dizendo estar com tontura e com as mãos frias. Como assistente de alunos do Instituto Federal, você o acompanha até a enfermaria, mas, no caminho, o estudante desmaia e passa a respirar lentamente. Diante dessa situação, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada a ser adotada por você.

A Manter a calma e verificar os sinais vitais do aluno.
B Oferecer água ao estudante, aguardando sua recuperação.
C Levantar as pernas do estudante, repetidas vezes até ele voltar ao normal.
D Acordar o estudante com batidas leves no rosto e levá-lo de volta à sala de aula.
E Carregar o estudante até a enfermaria e deixá-lo lá sozinho esperando o atendimento.

Durante o intervalo, dois estudantes do ensino médio do Instituto Federal começam a discutir e logo a situação evolui para empurrões e troca de ofensas. Outros alunos vão se aglomerando para assistir, filmando a cena com o celular e gritando: “Briga! Briga!” Você, como assistente de alunos, presencia o início do conflito. Diante dessa situação, qual deve ser sua conduta imediata?

A Repreender os estudantes em voz alta e de modo agressivo, a fim de demonstrar autoridade, e dispersar todo mundo de volta a sala de aula.
B Acionar a segurança do campus, não interferir e aguardar sua chegada para agir, evitando o envolvimento direto com o caso.
C Intervir com calma separando os estudantes e comunicar imediatamente o fato à equipe pedagógica.
D Retirar imediatamente o aluno que iniciou a discussão e conduzi-lo à coordenação pedagógica, sem ouvir os demais envolvidos.
E Assim como os demais, gravar com o celular a situação a fim de ter provas do ocorrido, para que, no momento de informar à gestão, possa comprovar como tudo aconteceu.

Assinale a alternativa que caracteriza a adolescência.

A Período de amadurecimento psíquico, da puberdade e do desenvolvimento de uma personalidade mais rígida.
B Período de mudanças físicas e psicológicas, acompanhadas por alterações corporais, emocionais e bioquímicas.
C Período de novas descobertas, variações biológicas de anormalidades e manifestações de doenças mentais.
D Período psicopatológico, no qual o indivíduo apresenta dificuldades de aprendizagem e distúrbios psicóticos.
E Período marcado pela energia psicossexual, por impulsos inconscientes e por ausência de consciência moral.