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Assinale a alternativa que apresenta corretamente o público-alvo do PROEJA.

A Jovens e adultos que não concluíram o ensino fundamental e médio, com idade mínima de 18 anos.
B Estudantes que concluíram o ensino médio e buscam uma formação técnica de nível superior.
C Adolescentes entre 15 e 17 anos regularmente matriculados nos anos finais do ensino fundamental.
D Trabalhadores com ensino superior incompleto que pretendem voltar ao mercado de trabalho.
E Jovens e adultos neurodivergentes e deficientes matriculados em cursos de formação inicial.

No início do semestre letivo, no campus do Instituto Federal onde você atua como assistente de alunos, ingressou uma estudante cadeirante. Na primeira semana de aula, ela relatou que a porta da biblioteca era estreita demais e que ela não conseguia alcançar as prateleiras. Diante do ocorrido, assinale a alternativa que apresenta a atitude mais adequada a ser tomada por você no que concerne à acessibilidade no ambiente escolar.

A Oferecer ajuda improvisada à estudante e registrar o ocorrido na prefeitura do campus apenas para conhecimento geral.
B Aconselhar a estudante que solicite aos familiares acompanhamento diário nas atividades que envolvam deslocamento dentro do campus.
C Explicar à estudante que ela deve utilizar somente espaços que consiga acessar sem ajuda, informando que as adaptações necessárias dependem da gestão.
D Sugerir que a estudante utilize a entrada dos fundos da biblioteca, propondo uma rota de acesso alternativa e improvisada.
E Ouvir atentamente o relato da estudante, registrar a demanda e requerer condições que garantam o acesso à biblioteca e à participação autônoma da estudante.

A respeito das mudanças no desenvolvimento humano no período da adolescência, assinale a alternativa INCORRETA.

A As alterações psicológicas da adolescência estão ligadas à formação da identidade.
B As relações familiares e sociais interferem diretamente na forma como o adolescente vê a vida.
C O desenvolvimento emocional do adolescente envolve conflitos internos e a tentativa de se reafirmar perante o grupo.
D A adolescência se restringe às transformações físicas do corpo.
E A adolescência é a transição da infância para a vida adulta.

A reitora de um instituto federal, por motivos de segurança da sociedade, conscientemente deixou de dar publicidade a um ato de chefia que deveria divulgar à comunidade. De acordo com a Lei Federal nº 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa), é correto afirmar que

A a reitora cometeu crime de improbidade administrativa ao deixar de prestar contas quando estava obrigada a fazê-lo.
B a reitora causou dano ao erário ao revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da respectiva divulgação oficial, informação crucial para comunidade.
C a reitora poderá se defender alegando que não cometeu qualquer improbidade, pois a negativa da publicidade se deu em razão de sua imprescindibilidade para a segurança da sociedade e do Estado.
D a reitora, apesar de culpada por improbidade, poderá dizer que não tinha o dolo de praticar ato ilícito.
E a reitora não cometerá improbidade administrativa se celebrar acordo de não persecução cível com o Ministério Público.
Texto associado
Cortar o glúten? Pesquisa revela por que essa pode ser uma ideia desastrosa

Por Victor Bianchin

Um novo estudo comparou 39 alimentos com e sem glúten para analisar as diferenças reais entre eles. A conclusão pode ser um choque para quem está adotando dietas “gluten free” por motivos de saúde: os alimentos sem glúten contêm menos fibras, menos proteínas e menos nutrientes essenciais.
O estudo, publicado no periódico Plant Foods for Human Nutrition , afirma que, devido a essas faltas, os supostos benefícios da dieta sem glúten, como diminuição de peso e controle da diabetes, são exagerados. Além dos problemas citados, os alimentos sem glúten possuem quantidades de açúcar mais elevadas em comparação aos que contém a proteína. Por isso, estão associados a um aumento do índice de massa corporal (IMC) e de deficiências nutricionais.
Nos EUA, os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten. Em geral, eles não contêm ingredientes como trigo, centeio, cevada e, às vezes, aveia. Esses ingredientes são ricos em arabinoxilano, um polissacarídeo não amiláceo essencial. O arabinoxilano oferece vários benefícios à saúde, incluindo a promoção de bactérias benéficas no intestino, a melhora da digestão, a regulação dos níveis de açúcar no sangue e o suporte a uma microbiota intestinal equilibrada.
É curioso notar, entretanto, que um produto específico se mostrou exceção. O pão sem glúten com sementes contém significativamente mais fibras – 38,24 gramas por 100 gramas – do que suas versões com glúten. O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.
Essas adições, no entanto, mudam muito de região para região e de fabricante para fabricante, de modo que não é possível atestar com certeza que qualquer pão sem glúten tem mais fibras do que um com glúten.
A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo. No entanto, a partir do final dos anos 2000, começou a se popularizar na mídia a ideia de que uma dieta sem glúten poderia trazer benefícios como a perda de peso e a melhora na digestão, mesmo para quem não tinha intolerância diagnosticada.
O crescimento dessa tendência foi impulsionado por celebridades, influenciadores de saúde e livros como Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, que associaram o consumo de glúten a diversos problemas de saúde. A indústria de alimentos respondeu lançando ao grande público diversos alimentos sem glúten e criando um novo nicho — em 2024, o mercado global de produtos sem glúten movimentou US$ 7,28 bilhões.
Em 2023, uma pesquisa da UESB detectou que, no Brasil, os produtos sem glúten apresentam menor teor calórico (5% a 35%), mas também menor teor de carboidratos (1% a 13%), de gorduras totais (10% a 140%), proteína (35% a 192%) e fibras (11% a 94%), para a maioria das categorias analisadas. Além disso, o preço final ao consumidor chega ser até 110% mais caro quando comparado com as versões com glúten do mesmo produto, em todas as categorias analisadas.

Texto adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/cortar-o-glutenpesquisa-revela-por-que-essa-pode-ser-uma-ideia-desastrosa/. Acesso em: 14 mar. 2025.

Em relação à função sintática do trecho “ Nos EUA , os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten.”, a expressão e o termo em destaque podem ser classificados, respectivamente, como

A adjunto adverbial de tempo e adjunto adverbial de modo.
B adjunto adverbial de lugar e verbo da oração subordinada.
C complemento nominal e verbo da oração subordinada no singular.
D sujeito e predicativo do sujeito.
E complemento verbal antecipado e verbo da oração principal.
Texto associado
Cortar o glúten? Pesquisa revela por que essa pode ser uma ideia desastrosa

Por Victor Bianchin

Um novo estudo comparou 39 alimentos com e sem glúten para analisar as diferenças reais entre eles. A conclusão pode ser um choque para quem está adotando dietas “gluten free” por motivos de saúde: os alimentos sem glúten contêm menos fibras, menos proteínas e menos nutrientes essenciais.
O estudo, publicado no periódico Plant Foods for Human Nutrition , afirma que, devido a essas faltas, os supostos benefícios da dieta sem glúten, como diminuição de peso e controle da diabetes, são exagerados. Além dos problemas citados, os alimentos sem glúten possuem quantidades de açúcar mais elevadas em comparação aos que contém a proteína. Por isso, estão associados a um aumento do índice de massa corporal (IMC) e de deficiências nutricionais.
Nos EUA, os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten. Em geral, eles não contêm ingredientes como trigo, centeio, cevada e, às vezes, aveia. Esses ingredientes são ricos em arabinoxilano, um polissacarídeo não amiláceo essencial. O arabinoxilano oferece vários benefícios à saúde, incluindo a promoção de bactérias benéficas no intestino, a melhora da digestão, a regulação dos níveis de açúcar no sangue e o suporte a uma microbiota intestinal equilibrada.
É curioso notar, entretanto, que um produto específico se mostrou exceção. O pão sem glúten com sementes contém significativamente mais fibras – 38,24 gramas por 100 gramas – do que suas versões com glúten. O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.
Essas adições, no entanto, mudam muito de região para região e de fabricante para fabricante, de modo que não é possível atestar com certeza que qualquer pão sem glúten tem mais fibras do que um com glúten.
A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo. No entanto, a partir do final dos anos 2000, começou a se popularizar na mídia a ideia de que uma dieta sem glúten poderia trazer benefícios como a perda de peso e a melhora na digestão, mesmo para quem não tinha intolerância diagnosticada.
O crescimento dessa tendência foi impulsionado por celebridades, influenciadores de saúde e livros como Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, que associaram o consumo de glúten a diversos problemas de saúde. A indústria de alimentos respondeu lançando ao grande público diversos alimentos sem glúten e criando um novo nicho — em 2024, o mercado global de produtos sem glúten movimentou US$ 7,28 bilhões.
Em 2023, uma pesquisa da UESB detectou que, no Brasil, os produtos sem glúten apresentam menor teor calórico (5% a 35%), mas também menor teor de carboidratos (1% a 13%), de gorduras totais (10% a 140%), proteína (35% a 192%) e fibras (11% a 94%), para a maioria das categorias analisadas. Além disso, o preço final ao consumidor chega ser até 110% mais caro quando comparado com as versões com glúten do mesmo produto, em todas as categorias analisadas.

Texto adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/cortar-o-glutenpesquisa-revela-por-que-essa-pode-ser-uma-ideia-desastrosa/. Acesso em: 14 mar. 2025.

Em “A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo.”, o termo destacado pode ser substituído, sem alteração de sentido, por

A desaconselhado.
B vetado.
C ignorado.
D recomendado.
E proibido.

Os navegadores de internet oferecem modos de navegação privada para aumentar a privacidade do usuário. A respeito desse recurso, assinale a alternativa correta.

A O modo anônimo do Google Chrome impede totalmente que os sites coletem dados do usuário.
B O Microsoft Edge não possui um modo de navegação privada.
C No Mozilla Firefox, o modo de navegação privada é denominado InPrivate.
D No modo de navegação privada, o navegador não salva o histórico localmente, mas o tráfego pode ser visto pelo provedor.
E O modo de navegação privada bloqueia automaticamente todos os anúncios e rastreadores em qualquer site.

A adolescência é uma fase que compreende aproximadamente dos 12 aos 18 anos, sendo marcada por mudanças biopsicossociais. Em geral, esse período tem início com

A as transformações corporais da puberdade e se encerra com a inserção social, profissional e econômica na vida adulta.
B qualquer experiência vivida nessa fase, independentemente do seu impacto no desenvolvimento físico.
C o crescimento contínuo, sem um marco inicial claro para a fase adulta.
D um período de estabilidade e crescimento uniforme, sem mudanças significativas no corpo.
E um desenvolvimento fixo e previsível, igual para todas as pessoas.

De acordo com a Lei Federal nº 9.394/1996 (Diretrizes e Bases da Educação Nacional), assinale a alternativa correta.

A O acesso à educação básica obrigatória é direito público subjetivo, cabendo preferencialmente à organização sindical acionar o poder público para exigi-lo.
B Em todas as esferas administrativas, o Poder Público assegurará em primeiro lugar o acesso ao ensino obrigatório e profissionalizante, contemplando em seguida os demais níveis e modalidades de ensino.
C Comprovada a negligência da autoridade competente para garantir o oferecimento do ensino obrigatório, poderá ela ser imputada por contravenção penal.
D É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos 3 (três) anos de idade.
E O ensino é livre à iniciativa privada quando atender, dentre outras condições, a autorização de funcionamento e a avaliação de qualidade pelo Poder Público.

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade da Educação Básica destinada a pessoas que não puderam concluir os estudos ou não tiveram acesso à escolarização no tempo regular. Seu objetivo é proporcionar a retomada dos estudos, promovendo aprendizado e inclusão social. A EJA é reconhecida por ser

A um direito humano fundamental para a constituição de cidadãos críticos, autônomos e ativos na sociedade.
B um programa voltado prioritariamente para a alfabetização de jovens e adultos, visando possibilitar sua inserção na universidade.
C uma modalidade especialmente voltada para a educação profissional e técnica, com foco em pessoas a partir de 25 anos de idade.
D um modelo de ensino obrigatório para aqueles que abandonaram a escola aos 18 anos de idade.
E um método temporário de ensino que visa abordar conhecimentos básicos de língua portuguesa e matemática.