QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
102 questões encontradas
Texto associado
Por quê? “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs. O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie. Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar. Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 . Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses. Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado) 1 contrafactual: simulação (sentido aproximado) 2 big data: grande banco de dados

O sinal indicativo de crase está empregado em conformidade com a norma-padrão em:

A “Correlação não é causa” é um mantra que já foi ensinado à uma série de estudantes.
B Há quem observe o canto do galo e o nascer do sol à partir de uma relação de causalidade.
C O livro de Pearl e Mackenzie diz respeito à técnicas que permitem resolver questões de causalidade.
D Será que o surgimento desta onda de calor pode ser atribuído à influência do aquecimento global?
E Talvez o livro seja útil à quem busca resposta para questões relativas ao tratamento de certas doenças.
Texto associado
Por quê? “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs. O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie. Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar. Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 . Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses. Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado) 1 contrafactual: simulação (sentido aproximado) 2 big data: grande banco de dados

Segundo o autor, um atrativo do livro de Pearl e Mackenzie é

A a impossibilidade de abordagens científicas na investigação dos contrafactuais.
B a defesa que eles fazem da primazia de outras metodologias sobre a estatística.
C o fato de mostrar novas técnicas para a resolução de questões de causalidade.
D a crítica à falta de responsabilização das indústrias pela causa de doenças letais.
E a descoberta de fórmulas matemáticas úteis para quantificar efeitos correlacionados.

Nos sistemas operacionais Windows 10, o aplicativo cliente Telnet da Microsoft

A não está mais disponível e não pode ser habilitado, por ser um protocolo obsoleto.
B está instalado e habilitado na configuração padrão do sistema.
C só pode ser executado em um terminal elevado, isto é, com permissões de Administrador.
D precisa ser instalado individualmente, por meio do instalador disponível no site da Microsoft.
E precisa ser habilitado como um Recurso do Windows, na tela “Programas e Recursos”.
Texto associado
Por quê? “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs. O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie. Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar. Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 . Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses. Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado) 1 contrafactual: simulação (sentido aproximado) 2 big data: grande banco de dados

Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho não prejudica o sentido original do texto.

A Os prejuízos foram grandes. (3° parágrafo)Foram grandes os prejuízos.
B ... destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais. (4° parágrafo)... destrinchar o mundo dos contrafactuais obscuros.
C Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses. (5° parágrafo)Não se chega a lugar nenhum só, com dados e sem hipóteses.
D Ele faz um uso pouco comedido de termos... (6° parágrafo)Ele faz um uso comedido de poucos termos...
E ... ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (6° parágrafo)... ainda sobram ideias muito fascinantes no livro.

A Norma NBR ISO/IEC 27005 (Tecnologia da Informação – Técnicas de segurança – Gestão de riscos da segurança da informação) estabelece como uma das entradas, em sua seção de Identificação dos Ativos,

A a lista de componentes, incluindo seus responsáveis.
B as informações sobre ameaças.
C o plano de tratamento do risco.
D uma lista de cenários de incidentes relevantes.
E uma lista de riscos com prioridades.

Se estou com pressa e o computador travou, então não consigo fazer o trabalho. Uma afirmação que seja logicamente equivalente à afirmação anterior é:

A Se não consigo fazer o trabalho, então o computador travou e estou com pressa.
B Se não consigo fazer o trabalho, então não estou com pressa e o computador não travou.
C Estou com pressa e o computador travou ou não consigo fazer o trabalho.
D Não estou com pressa ou o computador não travou, ou não consigo fazer o trabalho.
E Estou com pressa ou o computador travou, e não consigo fazer o trabalho.

Considere a afirmação relacionada a dois conceitos típicos associados a sistemas operacionais, aqui denominados A e B: “Uma diferença entre A e B é que A faz o uso efetivo do tempo de processamento da UCP do computador, possibilitando que vários programas a utilizem. Já o B efetua o compartilhamento de um computador entre diversos usuários, dando-lhes a ilusão de que estão utilizando esse computador simultaneamente.” Os conceitos A e B são, respectivamente:

A time-sharing e multiprogramação.
B preempção e não-preempção.
C não-preempção e preempção.
D multiprogramação e time-sharing.
E batch e multiprocessamento.

Nos processos de armazenamento e backup de dados, o emprego de mecanismos de deduplicação contribui

A na aceleração da comunicação.
B na redução da carga de processamento.
C na diminuição da latência de rede.
D na proteção dos dados contra acesso não autorizado.
E no aumento da capacidade de tolerar falhas.

Considere que a afirmação: ‘Ana é médica ou Beatriz é advogada’ seja verdadeira; que a afirmação: ‘Se Cláudio é professor, então Ana é médica’ seja falsa. Nessa situação, é logicamente correto afirmar que

A Beatriz é advogada e Cláudio é professor.
B Beatriz não é advogada e Cláudio é professor.
C Ana é médica ou Cláudio não é professor.
D Beatriz não é advogada e Ana não é médica.
E Ana é médica e Cláudio não é professor.

O uso do recurso de NAT (Network Address Translation) na entrada de uma rede local, além de possibilitar a expansão da capacidade de endereçamento IP, apresenta a funcionalidade de um Firewall do tipo filtro de pacotes, pois

A IPs padrão de rede privada são utilizados para o envio dos pacotes para fora da LAN.
B pacotes nocivos gerados originalmente fora da LAN serão descartados quando recebidos pelo NAT.
C o NAT realiza a verificação do conteúdo dos pacotes da camada de Aplicação.
D o NAT cria uma região para a qual os pacotes com IPs privados são encaminhados e verificados antes de serem admitidos na LAN.
E o serviço transportado e identificado pela Porta TCP origem é criptografado quando do envio do pacote.