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Uma equipe de ciência de dados está desenvolvendo um modelo de risco para identificar empresas envolvidas na emissão de notas frias, usando dados de NF-e, escriturações fiscais digitais, cadastros, histórico de autuações e cruzamentos bancários. Foram definidas as seguintes atividades:

1.Definir objetivos de negócio (ex.: aumentar em 10% a recuperação de crédito em operações com notas frias, mantendo o número de fiscalizações).
2.Mapear as fontes de dados disponíveis (NF-e, cadastros, autuações) e avaliar sua qualidade e completude.
3.Selecionar técnicas de modelagem (ex.: redes neurais) e definir a estratégia de validação.
4.Definir métricas técnicas de avaliação (ex.: recall em top-k contribuintes, precisão por faixa de risco) alinhadas aos objetivos de negócio.
5.Planejar a integração do score ao sistema de seleção de contribuintes, incluindo monitoramento e possíveis recalibrações.

A correlação mais consistente dessas atividades às fases do modelo CRISP-DM está em:

A 1
2
3
4
5
Business Understanding
Data Understanding
Modeling
Evaluation
Deployment
B 1
2
3
4
5
Data Understanding
Data Preparation
Modeling
Evaluation
Deployment
C 1
2
3
4
5
Business Understanding
Data Preparation
Modeling
Deployment
Evaluation
D 1
2
3
4
5
Business Understanding
Data Understanding
Data Preparation
Modeling
Evaluation
E 1
2
3
4
5
Business Understanding
Data Understanding
Evaluation
Modeling
Deployment
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Um portal de serviços fazendários disponibiliza um formulário de consulta de situação fiscal por onde usuários que utilizam leitores de tela relataram dificuldade para identificar os campos, porque os rótulos não são lidos corretamente. Considerando as diretrizes de acessibilidade para formulários na web, a solução mais adequada para associar rótulos aos campos é

A adicionar o nome do campo em tooltips exibidos somente ao passar o mouse ou focar o componente.
B utilizar placeholders nos inputs , exibindo o nome do campo dentro da caixa de texto.
C criar rótulos com e posiciona-los visualmente próximos aos campos, sem associação semântica.
D vincular cada ao seu correspondente usando o alributo aria associado ao id do campo.
E associar cada ao seu correspondente usando o atributo for vinculado ao id do campo.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Em uma Secretaria da Fazenda, a equipe de TI precisa implementar um framework de arquitetura corporativa para integrar sistemas tributários legados com novas plataformas de fiscalização digital, buscando garantir que as decisões tecnológicas suportem diretamente os objetivos estratégicos do órgão, como modernização da arrecadação e combate à sonegação. Considerando os fundamentos da arquitetura corporativa e seu papel no alinhamento estratégico, a ação mais adequada é

A criar uma camada de abstração tecnológica que documente os componentes de infraestrutura existentes, permitindo que cada área defina seus próprios padrões de integração conforme demandas operacionais específicas, garantindo autonomia técnica aos gestores setoriais.
B estabelecer um comitê multidisciplinar que avalie aspectos orçamentários das iniciativas de TI, priorizando projetos com menor custo de implementação e delegando definições arquiteturais para fornecedores contratados mediante processos licitatórios padrão.
C desenvolver uma taxonomia de serviços digitais baseada nas necessidades imediatas dos usuários finais, implementando soluções pontuais que resolvam problemas e orientando para que as considerações de interdependências entre sistemas ou impacios em processos organizacionais sejam realizados em etapa posterior.
D implementar metodologias ágeis de desenvolvimento com framework arquitetural definido por benchmarks com as demais secretarias, permitindo que equipes técnicas escolham tecnologias e padrões conforme expertise disponível, acelerando entregas e reduzindo burocracia no ciclo de vida dos projetos.
E mapear capacidades de negócio da organização e seus processos críticos, estabelecendo princípios arquiteturais que guiem decisões tecnológicas em conformidade com objetivos estratégicos, criando modelos de referência que conectem camadas de negócio, aplicação, dados e infraestrutura.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda possui um portfólio de produtos digitais em diferentes estágios de maturidade: o Sistema de Gestão de ICMS está consolidado com ampla adoção pelos contribuintes, a Plataforma de Inteligência Fiscal está em crescimento acelerado com demanda crescente, o Portal de Certidões On-line apresenta alto potencial, mas ainda baixa utilização, e o Aplicativo de Fiscalização Móvel tem baixa adesão e mercado estagnado. A diretoria de tecnologia precisa definir a alocação de recursos e investimentos para o próximo ano. Durante a reunião estratégica, o gerente de portfólio apresenta a necessidade de construir roadmaps distintos para cada produto, considerando a visão de longo prazo e os objetivos específicos de cada um. Ao analisar a situação do portfólio sob a perspectiva de gestão ágil de produtos digitais, a abordagem mais adequada para orientar a construção dos roadmaps e a definição de valor para cada produto é O roadmap do Sistema de Gestão de ICMS deve

A priorizar inovações disruptivas e novas funcionalidades, o da Plataforma de Inteligência Fiscal deve manter O desenvolvimento estável sem grandes alterações, o do Portal de Certidões On-line necessita de expansão massiva de funcionalidades, enquanto o Aplicativo de Fiscalização Móvel requer investimento máximo imediato para reverter a baixa adesão rapidamente.
B focar na manutenção de valor e melhorias incrementais, o da Plataforma de Inteligência Fiscal deve priorizar expansão de funcionalidades e escalabilidade, o do Portal de Certidões On-line requer investimento em divulgação e validação de hipóteses sobre adoção, enquanto o Aplicativo de Fiscalização Móvel demanda avaliação criteriosa sobre continuidade ou descontinuação do produto.
C receber investimentos mínimos focando em correções emergenciais, o da Plataforma de Inteligência Fiscal deve ter desenvolvimento pausado temporariamente, o do Portal de Certidões On-line precisa de lançamento completo de todas as funcionalidades planejadas, enquanto o Aplicativo de Fiscalização Móvel deve continuar recebendo investimentos substanciais independentemente dos resultados apresentados.
D buscar expansão agressiva de mercado e novas funcionalidades experimentais, o da Plataforma de Inteligência Fiscal deve reduzir investimentos gradualmente, o do Portal de Certidões On-line necessita manter o desenvolvimento atual sem alterações significativas, enquanto o Aplicativo de Fiscalização Móvel requer transformação completa da proposta de valor original do produto.
E priorizar desenvolvimento de novos módulos complexos e experimentais, o da Plataforma de Inteligência Fiscal deve focar em manutenção corretiva básica, o do Portal de Certidões On-line precisa de descontinuação imediata por baixa utilização, enquanto o Aplicativo de Fiscalização Móvel deve receber todos os recursos disponíveis para maximizar funcionalidades independentemente da demanda real.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda quer unificar, em nuvem, dados de NF-e, escriturações fiscais digitais, transações de cartão de crédito e cruzamentos de malha fiscal em um único ambiente. Esse ambiente deve sustentar relatórios de arrecadação (Bl) e, também, experimentos de ciência de dados e modelos de machine learning para detectar empresas “laranja”. Já existem um Data Lake em Parquet e um Data Warehouse legado em banco relacional. Considerando governança, desempenho para Bl e flexibilidade analítica, a decisão arquitetural mais adequada a esse cenário é

A centralizar tudo no Data Warehouse relacional, incluindo XML de NF-e, logs e dados semiestruturados convertidos para tabelas normalizadas, garantindo um repositório único e estável para Bl e analytics , ainda que exija expansão significativa de armazenamento e processamento.
B desativar o Data Warehouse e operar sobre o Data Lake , adotando apenas schema-on-read para maximizar flexibilidade e reduzir custos, permilindo que equipes de Bl e ciência de dados definam seus próprios esquemas e camadas de tratamento conforme a necessidade.
C evoluir o Data Lake para um Data Lakehouse , incorporando tabelas transacionais ( Dellalceberg/Hudi ), governança via catálogo unificado e camadas de acesso otimizadas, permitindo atender simultaneamente consultas de Bl e cargas analíticas avançadas no mesmo repositório.
D manter dois ambientes paralelos, com dados brutos no Data Lake e uma versão curada integral em um novo Data Warehouse moderno em nuvem, garantindo isolamento entre workloads, mesmo sem metadados unificados ou mecanismo de consistência entre os dois ambientes.
E usar o Data Lake somente como staging e arquivamento, exigindo que Bl e modelos avançados sejam alimentados exclusivamente por data marts derivados do Data Warehouse , assegurando padronização total das estruturas analíticas, ainda que isso limite o uso direto de dados semiestruturados e experimento rápido em ciência de dados.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

A empresa ABC, domiciliada em Campinas/SP, possui apenas um estabelecimento, cuja atividade e a venda de mercadorias para clientes localizados no estado de São Paulo e em outros estados. No mês X de 2025, a empresa vendeu a Mercadoria M1, sujeita ao ICMS, com alíquota interna de 18% no estado de São Paulo, de 19% em Santa Catarina, de 17% no Paraná e de 12% na saída interestadual. Os valores das vendas foram R$ 1.000,00 para um restaurante em São Paulo; R$ 1.500,00 para uma sorveteria em Santa Catarina e R$ 2.000,00 para um escritório de contabilidade (não contribuinte do ICMS) no Paraná Conforme a Lei Complementar n.º 87, de 13 de setembro de 1996, o valor global do ICMS devido pela Empresa ABC, relativo às três vendas, para os estados citados, será

A R$ 540,00.
B R$ 600,00.
C R$ 805,00
D R$ 810,00
E R$ 700,00
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda está alinhando sua transformação digital da Gestão Tributária (ICMS, inteligência fiscal, certidões e fiscalização móvel) e precisa construir uma arquitetura corporativa para integrar processos, dados e sistemas legados, reduzir redundâncias e orientar investimentos. O objetivo é garantir interoperabilidade entre plataformas, conformidade regulatória e foco em valor público (eficiência na arrecadação, transparência e melhor serviço ao contribuinte). Considerando os fundamentos da arquitetura corporativa, para orientar a construção dos roadmaps e a definição de valor para cada produto, deve-se

A basear a arquitetura corporativa principalmente em decisões tecnológicas de curto prazo (escolha de ferramentas, frameworks e infraestrutura), permitindo que cada equipe defina padrões de integração conforme seu produto, priorizando velocidade de entrega e ajustes pontuais no legado.
B definir visão de futuro e estado atual ( capability map e arquitetura alvo), princípios e padrões (dados, integração, segurança e interoperabilidade), governança de mudanças e um roadmap de evolução por capacidades da Gestão Tributária, alinhando estratégia, processos, informações e aplicações para reduzir redundâncias e orientar valor público.
C estruturar a arquitetura corporativa como um catálogo de projetos e funcionalidades por área (arrecadação, fiscalização, atendimento), com prioridades, evitando a conexão explícita com processos e dados compartilhados, visando a agilizar decisões de alocação de recursos no ciclo orçamentário.
D focar a arquitetura corporativa na modelagem de dados transacionais (tabelas e scripts de ETL), deixando a definição de processos e responsabilidades para cada área finalística, a fim de acelerar a integração entre sistemas.
E adotar arquitetura corporativa centrada na operação diária (rotinas e instruções de trabalho), com ênfase em padrões de interoperabilidade e segurança, mantendo a evolução do legado por iniciativas isoladas de modernização em cada produto.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Durante a fiscalização de uma empresa, o Auditor Fiscal identifica que o administrador determinou que fossem omilidas operações de circulação de mercadorias. Para executar o plano, o administrador orientou o contador a deixar de lançar regularmente as operações e a manter escrituração paralela. Um funcionário do setor operacional apenas seguia instruções de armazenar documentos em local separado, sem conhecer seu conteúdo. De acordo com a Lei nº 8.137/1990, que define os crimes contra a ordem tributária, penalmente

A responderá o funcionário operacional, na qualidade de partícipes, ainda que não tenha conhecimento do conteúdo dos documentos.
B responderá apenas o administrador, pois a lei prevê que somente é considerado autor do crime aquele que obtém vantagem econômica.
C responderá apenas o contador, pois ele tinha o domínio do fato para deixar de escriturar operações, equiparando-se legalmente ao autor imediato.
D responderão o administrador juntamente com o contador, desde que tenham agido dolosamente, o que não se verificou com o funcionário operacional.
E responderão o administrador juntamente com o contador, desde que a supressão ou redução do tributo esteja constituída por lançamento fiscal.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Básicos - 2026

Um órgão tributário está executando workloads de análise antifraude em um cluster Kubernetes e alguns pods falham intermitentemente na inicialização porque dependem de credenciais de acesso a sistemas internos. A equipe deseja disponibilizar esses valores sensíveis seguindo boas práticas, sem embuti-los na imagem de contêiner. Nessa situação, o mecanismo do Kubernetes que deve ser utilizado é

A Inserir as variáveis sensíveis diretamente no Dockerfile como variáveis de ambiente fixas.
B gravar as credenciais em arquivos dentro da imagem durante o processo de build .
C armazenar variáveis sensíveis como objetos Secret do Kubernetes e referenciá-las nos pods .
D definir credenciais como argumentos de build (ARG) e reutiliza-las em todas as imagens.
E manter as credenciais em ConfigMaps , permilindo compartilhamento centralizado entre múltiplos pods e versionamento junto às configurações da aplicação.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

A Cia . Enrolada adquiriu, em 30/11/2025, produtos para serem comercializados. Em função de sua situação financeira, a Cia. adquiriu estes produtos por R$ 480.000 para serem pagos em 30/11/2026, mas, se a Cia. tivesse adquirido estes produtos à vista, teria pagado R$ 400.000. Em 10/12/2025, a Cia . Enrolada vendeu 80% desses produtos por R$ 1.020.000, para serem recebidos integralmente em 10/12/2026. Sabe-se que a empresa concede, normalmente, um prazo de 90 dias para seus clientes e que se o cliente tivesse adquirido as mercadorias à vista teria pagado R$ 850.000. Com base nessas informações, a Cia . Enrolada reconheceu

A Estoques no valor de R$ 480.000, na data da aquisição.
B Receita financeira no valor de R$ 170.000, no mês de dezembro de 2025.
C Receita de vendas no valor de R$ 1.020.000 e Custo dos produtos vendidos no valor de R$ 320.000, na data da venda.
D Receita de vendas no valor de R$ 850.000 e Custo dos produtos vendidos no valor de R$ 320.000, na data da venda.
E Receita de vendas no valor de R$ 850.000, Custo dos produtos vendidos no valor de R$ 320.000 e resultado financeiro positivo no valor de R$ 90.000, na data da venda.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Básicos - 2026