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Um sistema de Big Data costuma ser caracterizado pelos chamados 3 Vs, ou seja, volume, variedade e velocidade. Por variedade entende-se que

A há um grande número de tipos de dados suportados pelo sistema.
B há um grande número de usuários distintos acessando o sistema.
C os tempos de acesso ao sistema apresentam grande variação.
D há um grande número de tipos de máquinas acessando o sistema.
E os tamanhos das tabelas que compõem o sistema são muito variáveis.

Considere que uma tabela de um banco de dados relacional possui uma chave primária composta por um único atributo. Essa tabela tem como propriedade:

A a chave primária não pode ser nem do tipo booleano, nem do tipo inteiro.
B a chave primária deve ser do tipo inteiro longo.
C metade dos seus registros, no máximo, pode ter esse atributo com o valor nulo.
D nenhum par de seus registros pode ter o mesmo valor para esse atributo na chave primária.
E o armazenamento da chave primária na tabela deve ser feito de forma criptografada.

Considerando a teoria da modelagem dimensional, composta por tabelas dimensão e tabela fato, utilizada em data warehouses,

A todas as tabelas dimensão devem possuir o mesmo número de atributos.
B o grau de relacionamento da tabela fato para as tabelas dimensão é de muitos para muitos.
C a tabela fato não deve possuir atributos do tipo numérico.
D não há relacionamento entre as tabelas dimensão e a tabela fato.
E não há limitação quanto ao número de tabelas dimensão.

Os conceitos de dados, informação e conhecimento são de grande importância no contexto de sistemas de informação. Sobre eles, é correto afirmar que

A não são necessários o s dados para que se obtenha o conhecimento.
B a informação é obtida acrescentando-se significado aos dados.
C a informação é obtida a partir do conceito de conhecimento.
D o processo de tomada de decisão em um sistema de informação tem por base apenas os dados brutos.
E os dados consistem do conhecimento analisado sob diferentes pontos de vista.

O modelo de referência CRISP-DM tem seu ciclo de vida estruturado nas seguintes 6 fases:

A Estruturação do Negócio, Limpeza dos Dados, Indicação das Métricas, Modelagem, Estimativa e Exportação dos Dados.
B Otimização do Negócio, Redução dos Dados, Replicação dos Dados, Modelagem, Importação dos Dados e Backup.
C Entendimento do Negócio, Entendimento dos Dados, Preparação dos Dados, Modelagem, Avaliação e Implantação.
D Preparação do Negócio, Replicação dos Dados, Indexação dos Dados, Diagramação do Negócio, Estimativa e Organização.
E Otimização do Negócio, Entendimento dos Dados, Indexação dos Dados, Exportação dos Dados, Organização e Importação dos Dados.

As Normas Brasileiras de Auditoria do Setor Público do nível 2 - Princípios Fundamentais de Auditoria do Setor Público correspondem às normas internacionais ISSAI 100 a ISSAI 400. Dentre os elementos de auditoria do setor público reconhecidos em tal documento, são consideradas envolvidas ao menos três partes distintas, quais sejam:

A o auditor, uma parte responsável e os usuários previstos.
B o Tribunal de Contas, o administrador e os administrados.
C o fato, o valor e a norma.
D o controle externo, o controle interno e o controle social.
E o Poder Executivo, o Poder Legislativo e o Poder Judiciário.

O Diretor de Controle e Fiscalização de um Tribunal de Contas toma conhecimento pela mídia de supostas irregularidades ocorridas em determinada Prefeitura. Tendo em vista a materialidade e a gravidade do noticiado, resolve realizar apuração específica. Para tanto, consulta os servidores acerca de quem estaria disposto a se deslocar até o Município para realizar a fiscalização in loco. Um servidor se oferece, alegando em seu favor que teria fiscalizado aquele Município nos últimos seis anos e estaria familiarizado com sua estrutura administrativa. O servidor foi designado e cumpriu sozinho a tarefa, concluindo pela inexistência da irregularidade noticiada, entendimento que o Diretor considerou melhor ser revisto por um segundo servidor.
O Diretor de Fiscalização

A acertou ao escolher quem mais vezes fiscalizou o órgão, atendendo ao princípio da especialização.
B errou ao levar notícias midiáticas em consideração no planejamento de auditoria.
C acertou ao manter-se cético quanto aos achados e solicitar revisão do relatório de auditoria.
D errou ao desviar do planejamento de auditoria existente, pois tal etapa do procedimento não deve ser iterativa ou contínua.
E acertou ao destacar servidor independentemente da natureza da irregularidade noticiada, uma vez que os auditores devem se pautar pelo princípio da generalidade.

Em auditoria, risco é a possibilidade de que uma distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, passe despercebida e cause manifestação incorreta do auditor. Acerca dos riscos e seu controle:

A alguns riscos, no opinião do auditor, requerem uma consideração especial e, por esse motivo, são definidos como significativos.
B os procedimentos de avaliação de riscos, por si só, fornecem evidências de auditoria apropriadas e suficientes para suportar a opinião da auditoria.
C na avaliação de riscos, não se deve realizar indagações à administração, à auditoria interna ou a outros da própria entidade, por tendenciosidade de respostas.
D para a avaliação de riscos, a estrutura societária da entidade auditada ou sua natureza é irrelevante.
E o auditor deve tomar o cuidado de não empregar sua experiência prévia com a entidade auditada como fonte de informações para avaliação de riscos.

Quanto à relação existente entre auditorias interna e externa, é correto afirmar:

A Devem se manter independentes entre si tanto quanto possível, mantendo sigilo acerca de seus respectivos achados.
B Embora exista auditoria interna e o auditor externo espere utilizar o trabalho dessa função, não deve ele modificar a natureza, época ou extensão de seus próprios procedimentos.
C Como regra, não cabe ao auditor externo determinar quais as áreas ou em que extensão o trabalho da auditoria interna pode ser aproveitado para a auditoria externa.
D O auditor externo não deve determinar que o trabalho da auditoria interna é adequado para os fins da sua auditoria.
E Admite-se o emprego da auditoria interna como assistência direta, entretanto, nesse caso, o auditor independente deve dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado pelos auditores internos de forma apropriada.

A evidência de auditoria ganha confiabilidade quando corroborada por fonte externa à entidade auditada. Sobre tal procedimento de auditoria, conhecido como confirmação externa, é correto afirmar:

A A Administração não pode negar permissão para que o auditor envie solicitações de confirmação.
B Uma vez decidindo-se pela confirmação externa, em regra essa não pode ser suprida por procedimentos alternativos.
C O auditor deve tratar com o mesmo peso tanto confirmações negativas quanto positivas.
D O auditor deve manter o controle sobre as solicitações, registrando tanto o envio delas quanto dos segundos pedidos, quando aplicável.
E Obtida a confirmação, faz-se necessário buscar outras evidências de auditoria, ainda que o resultado do procedimento de confirmação seja relevante e confiável.