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A respeito de eventos econômicos ou de condições ou circunstâncias econômicas ocorridos em determinada data, o auditor independente utiliza, no exercício de sua atividade profissional, dados expressos em termos financeiros em relação a uma entidade específica. A definição desses dados refere-se ao conceito de

A risco de auditoria.
B informação contábil.
C distorção.
D premissa.
E asseguração razoável.

A documentação de auditoria é irrelevante para

A permitir a condução de inspeções externas.
B manter um registro de assuntos de importância recorrente.
C assistir a equipe de trabalho no planejamento.
D atribuir responsabilidade pelo trabalho executado.
E definir a data da divulgação do parecer de auditoria.

Ainda de acordo com a Lei n.º 6.404/1976 e o Pronunciamento Técnico CPC 12 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, é correto afirmar que, na companhia referida no texto 1A2-I, o financiamento deve ser registrado pelo valor de

A R$ 80.000, e o valor que deve ser apropriado, decorrido um mês da operação, é igual a R$ 450, a ser contabilizado a débito da conta representativa do financiamento.
B R$ 75.500, e o valor que deve ser apropriado, decorrido um mês da operação, é igual a R$ 450, a ser contabilizado a débito da conta representativa do financiamento.
C R$ 80.000, ajustado por encargos financeiros a transcorrer de R$ 4.500, e o valor que deve ser apropriado, decorrido um mês da operação, é igual a R$ 450, a ser contabilizado a débito de uma conta retificadora do financiamento.
D R$ 80.000, ajustado por encargos financeiros a transcorrer de R$ 4.500, e o valor que deve ser apropriado, decorrido um mês da operação, não é calculado de forma linear e deverá ser contabilizado a crédito de uma conta retificadora do financiamento.
E R$ 80.000, ajustado por encargos financeiros a transcorrer de R$ 4.500, e o valor que deve ser apropriado, decorrido um mês da operação, não é calculado de forma linear e deverá ser contabilizado a débito de uma conta retificadora do financiamento.

De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 09 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, na elaboração da demonstração do valor adicionado (DVA), a depreciação

A deve ser considerada como um item na distribuição do valor adicionado (segunda parte da DVA).
B deve ser tratada como insumo adquirido de terceiros (primeira parte da DVA).
C não deve ser considerada no cálculo do valor adicionado a distribuir (primeira parte da DVA), tampouco na distribuição do valor adicionado (segunda parte da DVA).
D deve ser abatida do valor adicionado bruto (primeira parte da DVA).
E deve ser somada aos lucros retidos/prejuízo do exercício (segunda parte da DVA).

No que se refere a informação e comunicação no sistema de controle interno, assinale a opção correta.

A A informação é irrelevante para o cumprimento das responsabilidades de controle.
B A administração não deve gerar informações do ambiente de controle.
C A comunicação se esgota quando a informação é compartilhada.
D A comunicação externa se dá exclusivamente pelo recebimento de informações pertinentes.
E As informações são transmitidas para a organização pela comunicação interna.

A Medida Provisória n.º 449/2008, posteriormente convertida na Lei n.º 11.941/2009, criou o Regime Tributário de Transição (RTT), o qual

A permanecerá vigente até que seja integralmente alcançado o seu objetivo, que é a convergência das normas contábeis brasileiras com as normas internacionais.
B foi revogado por ter sido alcançado integralmente o seu objetivo, que era a convergência das normas contábeis brasileiras com as normas internacionais.
C é de aplicação obrigatória desde o ano-calendário de 2010 e tem como objetivo a neutralidade tributária em vista das alterações nas normas contábeis trazidas pelas Leis n.º 11.638/2007 e n.º 11.941/2009.
D foi de aplicação facultativa apenas no ano-calendário de 2009; após esse ano, passou a viger com o objetivo de assegurar a neutralidade tributária em vista das alterações nas normas contábeis feitas pelas Leis n.º 11.638/2007 e n.º 11.941/2009.
E passou a ser de aplicação obrigatória a partir do ano-calendário de 2010, visando à neutralidade tributária devido às alterações nas normas contábeis trazidas pelas Leis n.º 11.638/2007 e n.º 11.941/2009, mas foi revogado pela Lei n.º 12.973/2014.

Nesse caso, o órgão do governo estadual

A não poderá aderir à referida ata por ser órgão externo da administração pública estadual.
B poderá utilizar a referida ata, independentemente de justificar a vantagem e de ter a anuência do órgão gerenciador.
C poderá utilizar a referida ata, independentemente de anuência do órgão gerenciador, desde que justificada a vantagem.
D não poderá aderir à referida ata, haja vista vedação legalmente expressa para tal.
E poderá utilizar a referida ata, desde que justificada a vantagem e concedida a anuência do órgão gerenciador.