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Em abril de 2020, um órgão federal arrecadou R$ 480.000,00, referentes a receitas imobiliárias, que são as receitas provenientes da utilização, por terceiros, de bens imóveis pertencentes ao Setor Público, e empenhou R$ 880.000,00 com o planejamento e a execução de obras. Com base nessa situação hipotética e nas determinações da Lei n.° 4.320/1964, a receita arrecadada e a despesa empenhada pelo órgão, em abril de 2020, devem ser classificadas, respectivamente, como

A Receitas de Capital - Alienação de Bens e Despesas Correntes - Despesas de Custeio.
B Receitas de Capital - Receita Patrimonial e Despesas Correntes - Inversões Financeiras.
C Receitas de Capital - Alienação de Bens e Despesas de Capital - Investimentos.
D Receitas Correntes - Receita Patrimonial e Despesas de Capital - Investimentos.
E Receitas Correntes - Transferências Correntes e Despesas Correntes - Despesas de Custeio.

O ativo é o recurso, controlado por uma entidade como resultado de eventos passados, a partir do qual se espera um futuro retorno financeiro. Uma das subdivisões do ativo é o ativo intangível. De acordo com o CPC 4, ativo intangível é um bem não monetário identificável sem substância física. Em outras palavras, é um ativo que não pode ser representado por dinheiro ou por direitos, a serem recebidos em uma quantia fixa ou determinável. São exemplos de bens que se enquadram na categoria de ativo intangível: marcas; softwares; títulos e periódicos; patentes; direitos autorais; entre outros. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis determina que um ativo intangível é identificado como tal quando: for separável, ou seja, puder ser separado da entidade e vendido, transferido, licenciado, alugado ou trocado, individualmente ou com um contrato, ativo ou passivo, relacionado, independentemente da intenção de uso pela entidade; ou resultar de direitos contratuais ou de outros direitos legais, independentemente da possibilidade de serem transferidos ou separados da entidade ou de outros direitos e obrigações. Após a identificação, é feito o reconhecimento do ativo. Entretanto, a inserção deste nas demonstrações contábeis ocorre apenas se: for provável que os benefícios econômicos futuros esperados atribuíveis ao ativo sejam gerados em favor da entidade; ou o custo do ativo puder ser mensurado com confiabilidade. Para avaliar a probabilidade de geração de benefícios econômicos futuros, a instituição deverá utilizar premissas razoáveis e comprováveis, representando a melhor estimativa da administração. Além disso, o custo do ativo é relacionado ao fluxo de benefícios econômicos atribuíveis a seu uso e é julgado pela própria empresa. Assim, após seu reconhecimento inicial, o ativo intangível deverá ser objeto de mensuração com base em seu custo, deduzidas possíveis perdas e sua amortização acumulada. Nesse cenário, julgue os itens a seguir.

I É um critério para a mensuração do ativo intangível a revisão da vida útil.

II É um critério para a mensuração do ativo intangível a identificação de eventual valor residual.

III É um critério para a mensuração do ativo intangível a amortização do ativo intangível em cima da vida útil considerada.

IV É um critério para a mensuração do ativo intangível a provisão para a desvalorização do valor recuperável do ativo se for o caso ( impairment ). A quantidade de itens certos é igual a

A 0.
B 1.
C 2.
D 3.
E 4.

O capital de terceiros, como, por exemplo, o empréstimo, é um recurso externo que as empresas buscam para financiar suas atividades. Na contabilidade, o capital de terceiros é formado por todo o passivo exigível. Esse valor constitui a obrigação adquirida por meio de contratos a crédito, que é reembolsada aos credores depois de um tempo. Alguns exemplos de passivos que formam o capital de terceiros, além dos empréstimos, são os financiamentos e as dívidas a fornecedores. O capital que a empresa financia por meio de terceiros é diferente do capital próprio, em que ocorrem entradas de capital por meio de sócios ou acionistas. Ao iniciar uma empresa, o primeiro investimento feito pelos sócios é conhecido como capital social e é este que constitui o patrimônio líquido inicial. A partir disso, conforme aparecem mais investimentos por parte dos sócios ou acionistas, passa a existir um aumento de capital próprio. Já o capital de terceiros é uma outra maneira da qual os administradores dispõem, por meio dos recursos externos, sem envolver novos sócios e com dívidas a serem pagas até um certo prazo, para buscar capital para investir. Os recursos aplicados no ativo de uma instituição são provenientes do capital de terceiros e do patrimônio líquido. Contudo, para que haja vantagem na utilização do capital de terceiros, é necessário que os ganhos a serem obtidos superem os encargos financeiros incorridos. A forma mais usual de se avaliar se há ou não ganhos, em relação ao emprego do capital de terceiros, é por meio do quociente denominado

A grau de alavancagem financeira.
B grau de alavancagem operacional.
C retorno sobre o capital próprio.
D composição do endividamento.
E rentabilidade do ativo.