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Durante muitos séculos, a criptografia era utilizada apenas para proteger a confidencialidade das mensagens. Entretanto, ao final do século XX uma nova forma de criptografia foi criada. Esta, em conjunto com outras técnicas, permite proteger a integridade, a confidencialidade e a autenticidade das informações que são transmitidas. Considere a transmissão de uma mensagem (M) de R para J. Uma solução de segurança que protege a integridade, a confidencialidade e a autenticidade das informações, durante essa transmissão, é a solução realizada com os seguintes procedimentos de R:

A cifrar M com chave simétrica k, gerando a cifra C; transmitir k e C para J; e depois transmitir M em claro para ser conferido por J.
B cifrar M com a chave secreta (S r ) de R, gerando a cifra C 1 ; cifrar C 1 com a chave secreta de J (S j ), gerando a cifra C 2 ; e transmitir C 2 para J.
C cifrar M com a chave pública de R (P r ), gerando a cifra C 1 ; cifrar C 1 com a chave secreta de R (S r ), gerando a cifra C 2 ; transmitir C 2 e M em claro para ser conferido por J.
D cifrar M com a chave secreta de R (S r ), gerando a cifra C 1 ; cifrar C 1 com a chave pública de J (P j ), gerando a cifra C 2 ; transmitir C 2 e um hash H(M) para ser conferido por J.
E cifrar M com a chave simétrica k, gerando a cifra C; transmitir C e um hash H(M) para ser conferido por J.

Um dos principais desafios dos sistemas informatizados permanentemente conectados é se manter seguro frente às novas ameaças que surgem continuamente. Um recurso importante nesse contexto é o National Vulnerabilities Database (NVD). A NVD é uma base de dados que pode ser usada para

A conhecer os novos ataques zero-day que serão ainda empregados.
B criar uma tabela de tipos de malware conhecidos.
C elencar uma lista das principais atualizações a serem aplicadas para se proteger de vulnerabilidades desconhecidas.
D gerar um relatório de estruturas vulneráveis a ataques físicos.
E listar um conjunto de vulnerabilidades já descobertas para serem consertadas.

O NIST cybersecurity framework (NCF) é um documento que provê organizações com instruções para melhorar o gerenciamento de riscos de segurança cibernética. Uma das sugestões é a representação da maturidade do gerenciamento e da governança de ameaças cibernéticas através de níveis (tiers). Considere que duas organizações, W e Y, utilizam-se do NCF como referência e indicam que estão, respectivamente, nos tiers 3 e 4. As organizações W e Y estão em níveis diferentes de maturidade e, por isso, têm características específicas em alguns aspectos. Quais são essas características específicas?

A Y implementa o gerenciamento de risco cibernético de maneira irregular e por iniciativas pontuais de colaboradores.
B W gerencia os riscos cibernéticos em um nível organizacional, mas ainda sem a percepção de que esse gerenciamento é parte da cultura organizacional, como ocorre na organização Y.
C W está mais protegida contra ataques cibernéticos do que a organização Y.
D W e Y, embora estejam em níveis distintos, cuidam da segurança sem estabelecimento formal das práticas e procedimentos.
E Y se encontra no nível mais alto de maturidade, não sendo mais necessário se atualizar a novos riscos cibernéticos.

A Norma ISO/27001:2022 elenca as boas práticas na implantação de um sistema de gestão de segurança da informação (SGSI) para organizações. Essa norma é calcada na estrutura PDCA (Plan, Do, Check, Act) e elenca ações a serem feitas a cada uma das etapas. Com relação ao ciclo PDCA no contexto da implantação de um SGSI, a estrutura adotada é

A padronizada, com cada etapa sendo executada uma vez, e com maior relevância para a etapa de planejamento.
B única para cada organização, devendo ter apenas etapas consideradas aplicáveis à organização onde está sendo implementada.
C elíptica, com a etapa de atuação baseada nos resultados avaliados na etapa de execução.
D iterativa, com uma etapa de planejamento ocorrendo após cada etapa de atuação.
E quadrada, com cada etapa sendo executada uma vez, e de igual relevância para o sucesso.

A ABNT NBR ISO/IEC 29100:2020 estabelece uma estrutura de alto nível para a proteção de dados pessoais (DP) dentro de sistemas de tecnologia da informação e de comunicação (TIC). Essa norma recomenda que a alta direção da organização, envolvida no tratamento de DP, estabeleça uma política de privacidade com base em princípios de privacidade que orientem a sua concepção, o seu desenvolvimento e a sua implementação. Dentre os princípios de privacidade adotados nessa norma, há um que permite que os responsáveis pelos DP questionem a exatidão e a integridade dos DP e que tais DP sejam aperfeiçoados, corrigidos ou removidos, conforme apropriado e possível no contexto específico. Esse princípio de privacidade é o de

A abertura, transparência e notificação
B acesso e participação individual
C compliance com a privacidade
D precisão e qualidade
E responsabilização

A ABNT NBR ISO/IEC 27005:2023 é uma norma com orientações para ajudar as organizações na realização de atividades de gestão de riscos de segurança da informação. Essa norma apresenta termos e definições importantes, com o propósito de facilitar a compreensão do documento da norma e de evitar ambiguidades que possam provocar uma interpretação errônea do seu texto. De acordo com essa norma, vulnerabilidade é a(o)

A causa potencial de um incidente de segurança da informação que pode resultar em danos a um sistema ou prejuízos a uma organização.
B fraqueza de um ativo ou controle que pode ser explorada e então pode ocorrer um evento com uma consequência negativa.
C ocorrência ou mudança de um conjunto específico de circunstâncias.
D elemento que, individualmente ou combinado, tem o potencial para dar origem ao risco.
E evento de segurança da informação indesejado ou inesperado que tem probabilidade significativa de comprometer as operações do negócio.

Um Sistema de Gestão de Continuidade de Negócios (SGCN) aumenta o nível de resposta e prontidão da organização para continuar operando durante disrupções. A ABNT NBR ISO 22313:2020 define os seis elementos da gestão de continuidade de negócios. O elemento que fornece o resultado que permite à organização determinar parâmetros apropriados para as suas estratégias e soluções de continuidade de negócios é o de

A análise de impacto nos negócios e avaliação de riscos
B avaliação da documentação e das capacidades de continuidade de negócios
C planejamento e controle operacional
D planos e procedimentos de continuidade de negócios
E programa de exercícios

A ABNT NBR ISO/IEC 27035-1:2023 destina-se a complementar outras normas e documentos que fornecem orientação sobre a investigação e preparação para investigar incidentes de segurança da informação. Conforme definido nessa norma, o processo de gestão de incidentes de segurança da informação consiste em cinco fases distintas. Há uma fase na qual pode ocorrer a necessidade de invocar medidas do plano de continuidade de negócios ou do plano de recuperação de desastre para os incidentes que excedam determinados limites organizacionais para as equipes de resposta a incidentes. Essa fase é a de

A avaliar e decidir
B detectar e comunicar
C lições aprendidas
D planejar e preparar
E responder

De acordo com a ABNT NBR ISO 22301:2020, um Sistema de Gestão de Continuidade de Negócios (SGCN) reforça a importância de entender as necessidades da organização e a imprescindibilidade de estabelecimento de uma política e de objetivos para a continuidade dos negócios. Conforme essa norma, um dos benefícios para a organização, da perspectiva de processos internos, é que um SGCN

A cria vantagem competitiva.
B melhora a capacidade de permanecer eficaz durante as disrupções.
C protege e melhora a sua reputação e credibilidade.
D reduz a exposição legal e financeira.
E reduz custos diretos e indiretos de disrupções.

Um atacante presente numa rede local quer realizar um ataque para atuar como man-in-the-middle entre uma estação vítima e o default gateway da rede. Para executar esse ataque, o atacante quer fazer com que a estação da vítima associe o endereço MAC usado pelo atacante ao endereço IP do default gateway da rede. Além disso, quer fazer com que o default gateway da rede associe o endereço MAC usado pelo atacante ao endereço IP da estação da vítima. Para conseguir realizar essas associações, o atacante deve usar a técnica de

A IP Spoofing
B ARP Spoofing
C ICMP Spoofing
D TCP Flooding
E TCP Hijacking