Atenção : Para responder às questões de números 7 a 12, baseie-se no texto abaixo.
Leis da natureza, leis dos homens
As leis gerais da natureza, até onde sabemos, são imutáveis e irrecorríveis, capitaneadas todas por sua Lei maior, a que faz nascer, viver e morrer. Parte da natureza, os homens – não se sabe se por mérito próprio ou por mais um atendimento às determinações naturais – destacaram-se dos demais viventes por desenvolver atributos e habilidades que lhes permitiram associar experiências, produzir conhecimento, desenvolver e articular linguagens. Seres de natureza sociável, logo sentiram a necessidade de estipular princípios de comportamento que tornassem a vida de todos mais protegida e mais colaborativa. Nasceram assim os rudimentos de uma legislação primitiva, transmitida nos gestos da tradição e nos valores passados de boca em boca. Com a escrita, esses dispositivos fixaram-se, formalizaram-se em códigos, criados e administrados por especialistas e referendados pelo poder constituído.
Ao contrário do que ocorre com as leis naturais, as humanas não são nem imutáveis nem irrecorríveis. Elas estão permanentemente convocadas para responder ao envelhecimento e ao nascimento dos valores sociais, e abrem espaço para que sejam interpretadas em meio a demandas e conflitos. É missão das leis assegurarem aos homens princípios de civilidade, em distribuição justa e equilibrada dos direitos e deveres. É missão dos legisladores – seja no âmbito influente dos estudiosos do Direito doutrinário, seja no âmbito decisivo dos parlamentares das diferentes casas legislativas – constituírem a melhor formalização possível das leis que venham a reger os interesses essenciais de uma comunidade. A expressão “democrática distribuição da justiça” é o princípio regente, sem o qual ficam os homens abandonados a algum poder discricionário, quando não tirânico e ditatorial. Sem as leis humanas, vigorariam os princípios básicos – segundo alguns, “bárbaros” – dos instintos naturais. Sabemos que a barbárie jamais foi de todo afastada da História, mas sempre podemos perguntar o que seria de nós sem a busca e determinação dos princípios que vão garantindo, de qualquer modo, a escalada da civilização.
(MOURINHO, Geraldo Tomé, inédito )
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A representação de determinado Estado da Federação na Câmara dos Deputados é atualmente de 17 Deputados Federais. Diante disso, à luz da Constituição Federal, a quantidade de Deputados Estaduais na Assembleia legislativa respectiva será de
O código de Hamming é utilizado em sistemas computacionais como recurso de detecção e correção de erros em dados de memória e também em dados transmitidos por vias e barramentos. Considerando a palavra em formato binário: 0101, a palavra com distância de Hamming de 2 é
O padrão IEEE 802.11n é o mais utilizado atualmente para a implantação de redes locais sem fio corporativas e possibilita, idealmente, uma taxa de transmissão de até 600 Mbps. Com relação ao seu antecessor comercial, o IEEE 802.11g, essa taxa de transmissão é obtida pelo uso
Em uma arquitetura de sistema computacional típica são utilizados diferentes tipos e tecnologias de memória hierarquicamente distribuídos. Considerando a hierarquia da velocidade de acesso, com velocidade crescente, uma correta listagem de tecnologia de memória é:
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 28 a 30, considere o texto abaixo.
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Reno, Nevada, Improves Efficiency while Complying with Stringent Open Meeting Law Requirements ADAMANT ABOUT TRANSPARENCY
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The Reno City Council meets regularly to set priorities, approve the budget and address issues facing the community. These meetings are guided by incredibly stringent open meeting law requirements. Staff must post the agenda, along with all supporting materials, on their website at least three days prior to a meeting. Additionally, if any documents are presented during a Council meeting to help make a decision, it must be uploaded within 24 hours after the meeting.
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As a Senior Management Analyst, Jaime Schroeder has been responsible for all staff reports, supporting materials and the agendas for the Reno City Council and the Reno Redevelopment Agency Board since early 2012. Back then, the agency was using a government shareware product. “We realized we had quickly outgrown that system,” recalls Jaime.
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The City’s communications and technology departments conducted a thorough search of alternatives and narrowed the list down to three contenders. “We looked at Accela Legislative Management and realized it was the full package,” says Jaime. “It was something we felt we could implement and get comfortable with quickly.”
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HOW ACCELA EMPOWERS RENO
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One of the things Jaime appreciates about Accela is that “they believe in their product so much, you don’t have to sign on for a year. With Accela, we didn’t feel they were trying to get the most money they could from the agency. We felt they truly were a company that wanted to work with us and were understanding of all the different requirements we had.”
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City Council meetings are on average four to six hours long. In the past, citizens had to fast forward and rewind through an entire meeting online in order to find what they were looking for. “The great thing about this product and why we chose it is that the video of each meeting is integrated with the meeting documents and it also has time-stamp features, making it easy for staff and citizens to quickly find what they’re interested in. I love that transparency.”
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THE BOTTOM LINE
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Once a document is posted online, staff and citizens alike can access it through a meeting portal 24/7. When citizens request a Council or staff report, employees can simply direct them to the portal, where they can click on the meeting date, see the agenda and then click on the item that interests them. When the media requests information, the Communications department can send links to staff reports online, saving time, paper and money and helping to ensure accurate media coverage.
In the future, the City of Reno is looking forward to using the electronic voting feature available within Accela Digital Boardroom that shows meeting participants’ votes on a screen during the meeting in real time.
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(Adapted from https://www.accela.com/company/customers/sucess-stories/reno )
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Reno, Nevada, Improves Efficiency while Complying with Stringent Open Meeting Law Requirements ADAMANT ABOUT TRANSPARENCY
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The Reno City Council meets regularly to set priorities, approve the budget and address issues facing the community. These meetings are guided by incredibly stringent open meeting law requirements. Staff must post the agenda, along with all supporting materials, on their website at least three days prior to a meeting. Additionally, if any documents are presented during a Council meeting to help make a decision, it must be uploaded within 24 hours after the meeting.
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As a Senior Management Analyst, Jaime Schroeder has been responsible for all staff reports, supporting materials and the agendas for the Reno City Council and the Reno Redevelopment Agency Board since early 2012. Back then, the agency was using a government shareware product. “We realized we had quickly outgrown that system,” recalls Jaime.
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The City’s communications and technology departments conducted a thorough search of alternatives and narrowed the list down to three contenders. “We looked at Accela Legislative Management and realized it was the full package,” says Jaime. “It was something we felt we could implement and get comfortable with quickly.”
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HOW ACCELA EMPOWERS RENO
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One of the things Jaime appreciates about Accela is that “they believe in their product so much, you don’t have to sign on for a year. With Accela, we didn’t feel they were trying to get the most money they could from the agency. We felt they truly were a company that wanted to work with us and were understanding of all the different requirements we had.”
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City Council meetings are on average four to six hours long. In the past, citizens had to fast forward and rewind through an entire meeting online in order to find what they were looking for. “The great thing about this product and why we chose it is that the video of each meeting is integrated with the meeting documents and it also has time-stamp features, making it easy for staff and citizens to quickly find what they’re interested in. I love that transparency.”
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THE BOTTOM LINE
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Once a document is posted online, staff and citizens alike can access it through a meeting portal 24/7. When citizens request a Council or staff report, employees can simply direct them to the portal, where they can click on the meeting date, see the agenda and then click on the item that interests them. When the media requests information, the Communications department can send links to staff reports online, saving time, paper and money and helping to ensure accurate media coverage.
In the future, the City of Reno is looking forward to using the electronic voting feature available within Accela Digital Boardroom that shows meeting participants’ votes on a screen during the meeting in real time.
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(Adapted from https://www.accela.com/company/customers/sucess-stories/reno )
De acordo com o texto,
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 6, baseie-se no texto abaixo.
O tempo nos nossos tempos
O espaço e o tempo são categorias básicas da existência humana. E, no entanto, raramente discutimos o seu sentido; tendemos a tê-los por certos e lhes damos atribuições do senso comum ou autoevidentes. Registramos a passagem do tempo em segundos, minutos, horas, dias, meses, anos, décadas, séculos e eras, como se tudo tivesse o seu lugar numa única escala temporal objetiva. Embora o tempo na física seja um conceito difícil e objeto de contendas, não costumamos deixar que isso interfira no nosso sentido comum do tempo, em torno do qual organizamos nossa rotina diária. Reconhecemos, é verdade, que os nossos processos e percepções mentais podem nos pregar peças, fazer segundos parecerem anos-luz ou horas agradáveis passarem com tanta rapidez que mal nos damos conta. Também podemos reconhecer o fato de diferentes sociedades (ou mesmo diferentes subgrupos) cultivarem sentidos de tempo bem distintos.
Na sociedade moderna, muitos sentidos distintos de tempo se entrecruzam. Os movimentos cíclicos e repetitivos (do café da manhã e da ida ao trabalho a rituais sazonais como festas populares e aberturas de temporadas esportivas) oferecem sensação de segurança num mundo em que o impulso geral do progresso parece ser sempre para frente e para o alto – na direção do firmamento do desconhecido.
Quando o sentido do tempo como progresso é ameaçado pela depressão ou pela recessão, pela guerra ou pelo caos social, podemos nos reassegurar (em parte) com a ideia do tempo cíclico como um fenômeno natural a que devemos forçosamente nos adaptar ou recorrer a uma imagem ainda mais forte de alguma propensão universal estável, como contraponto perpétuo do progresso. E, em momentos de desespero ou de exaltação, quem entre nós consegue impedir-se de invocar o tempo do destino, do mito, dos deuses?
(HARVEY, David. Condição pós-moderna . Trad. Adail Ubirajara Sobral e Maria Stela Gonçalves. São Paulo: Loyola, 1993, p. 187-188)
O tempo nos nossos tempos
O espaço e o tempo são categorias básicas da existência humana. E, no entanto, raramente discutimos o seu sentido; tendemos a tê-los por certos e lhes damos atribuições do senso comum ou autoevidentes. Registramos a passagem do tempo em segundos, minutos, horas, dias, meses, anos, décadas, séculos e eras, como se tudo tivesse o seu lugar numa única escala temporal objetiva. Embora o tempo na física seja um conceito difícil e objeto de contendas, não costumamos deixar que isso interfira no nosso sentido comum do tempo, em torno do qual organizamos nossa rotina diária. Reconhecemos, é verdade, que os nossos processos e percepções mentais podem nos pregar peças, fazer segundos parecerem anos-luz ou horas agradáveis passarem com tanta rapidez que mal nos damos conta. Também podemos reconhecer o fato de diferentes sociedades (ou mesmo diferentes subgrupos) cultivarem sentidos de tempo bem distintos.
Na sociedade moderna, muitos sentidos distintos de tempo se entrecruzam. Os movimentos cíclicos e repetitivos (do café da manhã e da ida ao trabalho a rituais sazonais como festas populares e aberturas de temporadas esportivas) oferecem sensação de segurança num mundo em que o impulso geral do progresso parece ser sempre para frente e para o alto – na direção do firmamento do desconhecido.
Quando o sentido do tempo como progresso é ameaçado pela depressão ou pela recessão, pela guerra ou pelo caos social, podemos nos reassegurar (em parte) com a ideia do tempo cíclico como um fenômeno natural a que devemos forçosamente nos adaptar ou recorrer a uma imagem ainda mais forte de alguma propensão universal estável, como contraponto perpétuo do progresso. E, em momentos de desespero ou de exaltação, quem entre nós consegue impedir-se de invocar o tempo do destino, do mito, dos deuses?
(HARVEY, David. Condição pós-moderna . Trad. Adail Ubirajara Sobral e Maria Stela Gonçalves. São Paulo: Loyola, 1993, p. 187-188)
Ao caracterizar o que chama de nosso sentido comum do tempo (1 o parágrafo), o autor faz ver que
É da competência exclusiva do Congresso Nacional
I. autorizar operações externas de natureza financeira, de interesse da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios.
II. apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão.
III. autorizar referendo e convocar plebiscito.
IV. fiscalizar e controlar, diretamente, ou por qualquer de suas Casas, os atos do Poder Executivo, incluídos os da administração indireta.
Nos termos da Constituição Federal, está correto o que se afirma APENAS em
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 6, baseie-se no texto abaixo.
O tempo nos nossos tempos
O espaço e o tempo são categorias básicas da existência humana. E, no entanto, raramente discutimos o seu sentido; tendemos a tê-los por certos e lhes damos atribuições do senso comum ou autoevidentes. Registramos a passagem do tempo em segundos, minutos, horas, dias, meses, anos, décadas, séculos e eras, como se tudo tivesse o seu lugar numa única escala temporal objetiva. Embora o tempo na física seja um conceito difícil e objeto de contendas, não costumamos deixar que isso interfira no nosso sentido comum do tempo, em torno do qual organizamos nossa rotina diária. Reconhecemos, é verdade, que os nossos processos e percepções mentais podem nos pregar peças, fazer segundos parecerem anos-luz ou horas agradáveis passarem com tanta rapidez que mal nos damos conta. Também podemos reconhecer o fato de diferentes sociedades (ou mesmo diferentes subgrupos) cultivarem sentidos de tempo bem distintos.
Na sociedade moderna, muitos sentidos distintos de tempo se entrecruzam. Os movimentos cíclicos e repetitivos (do café da manhã e da ida ao trabalho a rituais sazonais como festas populares e aberturas de temporadas esportivas) oferecem sensação de segurança num mundo em que o impulso geral do progresso parece ser sempre para frente e para o alto – na direção do firmamento do desconhecido.
Quando o sentido do tempo como progresso é ameaçado pela depressão ou pela recessão, pela guerra ou pelo caos social, podemos nos reassegurar (em parte) com a ideia do tempo cíclico como um fenômeno natural a que devemos forçosamente nos adaptar ou recorrer a uma imagem ainda mais forte de alguma propensão universal estável, como contraponto perpétuo do progresso. E, em momentos de desespero ou de exaltação, quem entre nós consegue impedir-se de invocar o tempo do destino, do mito, dos deuses?
(HARVEY, David. Condição pós-moderna . Trad. Adail Ubirajara Sobral e Maria Stela Gonçalves. São Paulo: Loyola, 1993, p. 187-188)
O tempo nos nossos tempos
O espaço e o tempo são categorias básicas da existência humana. E, no entanto, raramente discutimos o seu sentido; tendemos a tê-los por certos e lhes damos atribuições do senso comum ou autoevidentes. Registramos a passagem do tempo em segundos, minutos, horas, dias, meses, anos, décadas, séculos e eras, como se tudo tivesse o seu lugar numa única escala temporal objetiva. Embora o tempo na física seja um conceito difícil e objeto de contendas, não costumamos deixar que isso interfira no nosso sentido comum do tempo, em torno do qual organizamos nossa rotina diária. Reconhecemos, é verdade, que os nossos processos e percepções mentais podem nos pregar peças, fazer segundos parecerem anos-luz ou horas agradáveis passarem com tanta rapidez que mal nos damos conta. Também podemos reconhecer o fato de diferentes sociedades (ou mesmo diferentes subgrupos) cultivarem sentidos de tempo bem distintos.
Na sociedade moderna, muitos sentidos distintos de tempo se entrecruzam. Os movimentos cíclicos e repetitivos (do café da manhã e da ida ao trabalho a rituais sazonais como festas populares e aberturas de temporadas esportivas) oferecem sensação de segurança num mundo em que o impulso geral do progresso parece ser sempre para frente e para o alto – na direção do firmamento do desconhecido.
Quando o sentido do tempo como progresso é ameaçado pela depressão ou pela recessão, pela guerra ou pelo caos social, podemos nos reassegurar (em parte) com a ideia do tempo cíclico como um fenômeno natural a que devemos forçosamente nos adaptar ou recorrer a uma imagem ainda mais forte de alguma propensão universal estável, como contraponto perpétuo do progresso. E, em momentos de desespero ou de exaltação, quem entre nós consegue impedir-se de invocar o tempo do destino, do mito, dos deuses?
(HARVEY, David. Condição pós-moderna . Trad. Adail Ubirajara Sobral e Maria Stela Gonçalves. São Paulo: Loyola, 1993, p. 187-188)