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A Portaria MAPA n° 298, de 22 de setembro de 2021 “Estabelece regras para operação de aeronaves remotamente pilotadas destinada à aplicação de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes”. Sobre a segurança operacional para aplicação aeroagrícola com aeronave remotamente pilotada (ARP), há uma regra que estabelece que a aplicação fica restrita à área alvo da intervenção e que se deve observar uma distância mínima desta área alvo em relação a povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para abastecimento de população, reservas legais e áreas de preservação permanente. A opção que está de acordo com o estabelecido nesta portaria é

A a legislação não especifica uma distância mínima do local de aplicação de insumos agrícolas com ARP em relação a povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas e mananciais de captação de água para abastecimento de população, mas proíbe a aplicação de agrotóxicos como inseticidas, herbicidas e fungicidas.
B não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins com ARP em áreas localizadas a menos de 1.000 m de povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas e a mananciais de captação de água para abastecimento de população, exceto quando se trata de insumos registrados no MAPA e classificados como agentes biológicos ou produtos fitossanitários utilizados na agricultura orgânica e não apresentem restrições quanto à saúde humana e ao meio ambiente.
C é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, incluindo agrotóxicos registrados no MAPA e classificados como agentes biológicos ou produtos fitossanitários utilizados na agricultura orgânica, somente em áreas localizadas a mais de 2.000 m de povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas e a mananciais de captação de água para abastecimento de população.
D a legislação especifica uma distância mínima do local de aplicação de insumos agrícolas com ARP, calculada a partir dos limites de povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas e mananciais de captação de água para abastecimento de população, e esta distância varia conforme o insumo a ser aplicado: 1.000 m para aplicação de agrotóxicos e afins; 100 m para aplicação de fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes; 50 m quando se trata de insumos registrados no MAPA e classificados como agentes biológicos ou produtos fitossanitários utilizados na agricultura orgânica.
E não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes com ARP em áreas situadas a uma distância mínima de vinte metros de povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente.

Sobre a Instrução Normativa MAPA n° 17, de 27 de maio de 2010, que estabelece os procedimentos para a inspeção fitossanitária nos pomares de mamoeiro - Carica papaya L., assinale a afirmação correta.

A Os procedimentos estabelecidos se aplicam a todos os pomares, domésticos e comerciais, de produção de mamão ( Carica papaya L), e tem por objetivo identificar e eliminar plantas de mamoeiro infectadas pelos vírus da meleira ( Papaya meleira vírus – PmeV ) e do mosaico ou mancha anelar ( Papaya ringspot vírus - type PPRSV- P).
B Os procedimentos estabelecidos se aplicam a pomares de mamoeiro localizados Unidades da Federação que possuem programas de exportação de mamão onde devem ser realizadas vistorias mensais pelos técnicos do Órgão Estadual de Defesa Fitossanitária Vegetal (OEDSV).
C Os procedimentos e inspeções fitossanitárias feitos pelos técnicos do Órgão Estadual de Defesa Fitossanitária Vegetal (OEDSV) tem como objetivo identificar plantas infectadas pelos vírus da meleira - Papaya meleira vírus – PmeV - e do mosaico ou mancha anelar ( Papaya ringspot vírus - type PPRSV- P) e indicar as medidas de controle a serem adotadas.
D Os procedimentos estabelecidos se aplicam a pomares de mamoeiro localizados Unidades da Federação que possuem programas de exportação de mamão para o mercado americano e prevê a realização de vistorias semanais pelos respectivos responsáveis visando a detecção de plantas com sintomas de infecção pelo vírus meleira ( Papaya meleira vírus – PmeV) e do mosaico ou mancha anelar ( Papaya ringspot vírus - type PPRSV- P) e eliminação ( roguing ) das plantas infectadas.
E Os procedimentos estabelecidos se aplicam a pomares de mamoeiro localizados Unidades da Federação caracterizadas como Área Livre de Praga - ALP e Área de Baixa Prevalência de Praga - ABPP, reconhecidas pelo MAPA, e que possuem programas de exportação de mamão para o mercado exterior e prevê a realização de vistorias mensais pelos técnicos do Órgão Estadual de Defesa Fitossanitária Vegetal (OEDSV) visando a detecção de plantas com sintomas de infecção pelo vírus meleira (Papaya meleira vírus – PmeV) e do mosaico ou mancha anelar ( Papaya ringspot vírus - type PPRSV- P) e emissão de PTV - Permissão de Trânsito de Vegetais.

A Portaria MAPA n° 306, DE 13 DE MAIO DE 2021 institui o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja - Phakopsora pachyrhizi (PNCFS). Este programa visa o fortalecimento do sistema de produção agrícola da soja, congregando ações estratégicas de defesa sanitária vegetal com suporte da pesquisa agrícola e da assistência técnica na prevenção e controle da praga. Assinale a opção que contém estratégias previstas nesta portaria para controle da ferrugem asiática da soja.

A Vazio sanitário e calendário de semeadura de soja, estabelecido, com base em dados de pesquisa e adaptação climática de cada cultivar, devidamente aprovados pelos Órgãos Estaduais de Defesa Sanitária Vegetal e Superintendências Federais de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, válidos para cada Unidade da Federação; tratamento das sementes e controle químico com fungicidas registrados para controle da ferrugem da cultura.
B Vazio sanitário único e contínuo, estabelecido com base nas sugestões dos Órgãos Estaduais de Defesa Sanitária Vegetal, em articulação com as Superintendências Federais de Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
C Vazio sanitário, estabelecido pelas Superintendências Federais de Agricultura, Pecuária e Abastecimento tendo como base o monitoramento de Phakopsora pachyrhizi na safra anterior; aplicação de fungicidas, definidos com base em ensaios de eficiência de controle químico e de zoneamento agrícola e tratamento químico das sementes; calendário de semeadura e colheita de soja.
D Vazio fitossanitário com período definido e contínuo para o semeio ou cultivo de soja em uma determinada área, com vistas a redução do inóculo de Phakopsora pachyrhizi e controle da ferrugem asiática; proibição do plantio de soja na mesma área em dois anos consecutivos; tratamento das sementes com fungicidas específicos e registrados no MAPA para este fim; aplicação de fungicidas registrados no MAPA.
E Vazio sanitário e calendário de semeadura de soja, estabelecidos com base nas sugestões dos Órgãos Estaduais de Defesa Sanitária Vegetal, em articulação com as Superintendências Federais de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em cada Unidade da Federação, e em dados de pesquisa científica; proibição de semeadura e cultivo de soja em sucessão à soja, na mesma área e no mesmo ano agrícola.

No Brasil, a Sigatoka Negra, causada por Pseudocercospora fijiensis (Morelet) (Mycosphaerella fijiensis (Morelet)), encontrase disseminada em pelo menos 21 Unidades da Federação (UF). A Instrução Normativa n° 17 de 31 de maio de 2005 do MAPA, contém os procedimentos para a caracterização, implantação e manutenção de área livre da Sigatoka Negra e os procedimentos para implantação do sistema de mitigação de risco para a doença. Dentre os procedimentos constam os cuidados no pós-colheita e nas Casas de Embalagem para implantação e manutenção do Sistema de Mitigação de Risco para a Praga Sigatoka Negra. Assinale a opção que contém procedimentos a serem adotados na pós-colheita e nas Casas de Embalagem que são compatíveis com aqueles previstos nesta Instrução Normativa.

A Todos os lotes de banana precisam ser identificados e acompanhados de Certificado Fitossanitário de Origem – CFO; os cachos de banana deverão ser despencados nas Casas de Embalagem antes de serem higienizados; a higienização precisa seguir o protocolo previsto pelo Órgão Estadual de Defesa de Sanidade Vegetal OEDSV; a embalagem fica restrita a caixas plásticas e de madeira devidamente higienizadas e a caixas de papelão descartáveis.
B Os lotes de banana precisam ser identificados e acompanhados de Certificado Fitossanitário de Origem – CFO e os cachos somente podem ser transportados após a higienização e antes de dar entrada nas Casas de Embalagem; a embalagem fica restrita a caixas plásticas retornáveis e caixas de papelão descartáveis.
C Os lotes de banana precisam ser identificados e acompanhados de Certificado Fitossanitário de Origem – CFO e os cachos somente podem ser transportados após a higienização e antes de dar entrada nas Casas de Embalagem; a embalagem fica restrita a caixas plásticas retornáveis e a caixas de papelão descartáveis.
D Cachos de banana deverão ser previamente despencados nas Unidades de Produção; a higienização das pencas na Casa de Embalagem deverá ser feita com produtos oficialmente recomendados para este fim; as pencas devem ser embaladas em caixas plásticas higienizadas acompanhadas de declaração de higienização emitida por empresa credenciada pelo Órgão Estadual de Defesa de Sanidade Vegetal OEDSV, ou em caixas de madeira novas e não retornáveis ou em caixas de papelão descartáveis.
E Cachos de banana deverão ser despencados na Casa de Embalagem e, em seguida, higienizados com produtos sanitizantes; as pencas devem ser embaladas em caixas plásticas, ou em caixas de madeira higienizadas, ou em caixas de papelão descartáveis; todo o processo está sujeito a fiscalização do Órgão Estadual de Defesa de Sanidade Vegetal OEDSV.

A prática aqui definida é um conjunto de técnicas desenvolvidas para estabelecer critérios de segurança e qualidade, não somente dos alimentos, mas de todo o processo que envolve a produção alimentar, desde a plantação até chegar no cliente final. A adoção dessas práticas minimiza riscos de contaminação e conserva os recursos naturais, evitando desperdícios e contribuindo com o desenvolvimento econômico da lavoura. O conceito acima se refere a

A Manejo Integrado de Doenças.
B Manejo Integrado de Pragas
C Manejo Integrado de Plantas Daninhas.
D boas práticas agrícolas.
E sistemas de produção Integrados.

Sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem, a rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e das embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, de produtos de controle ambiental, de seus produtos técnicos e afins é correto afirmar que

A as atividades descritas sobre agrotóxicos, atualmente são regidas pela lei nº 7.802, de 11 de julho de 1989.
B os produtos e os agentes de processos físicos, químicos ou biológicos destinados ao uso nos setores de proteção de ambientes urbanos e industriais são regidos pela lei nº 14.785, de 27 de dezembro de 2023.
C produto técnico, agrotóxico, é produto obtido diretamente de matérias-primas por processo físico, químico ou biológico destinado à obtenção de produtos formulados ou de prémisturas e cuja composição contém teor definido de ingrediente ativo e de impurezas, podendo conter estabilizantes e produtos relacionados, tais como isômeros.
D herbicidas de uso não agrícolas (NA) são recomendados para uso em qualquer atividade que não envolva cultivos sejam de culturas anuais ou perenes.
E é estabelecido o órgão federal responsável pelo setor da agricultura como o órgão registrante de agrotóxicos, de produtos técnicos e afins, bem como de produtos de controle ambiental, de produtos técnicos e afins.

Analise os itens a seguir: . A utilização de preceitos do Manejo Integrado de Plantas Daninhas (MIPD) é a forma mais economicamente viável, ambientalmente correta e tecnicamente aceitável no manejo da matocompetição;

II. Plantas daninhas resistentes a herbicidas são plantas que sofreram alterações em seu DNA, causadas pelo uso contínuo dessas moléculas e não são controladas por esses mesmos herbicidas;

III. O controle cultural baseia-se no uso de conhecimentos regionais aplicados ao manejo Integrado de Plantas Daninhas (MIPD). É correto o que se afirma em

A I, II e III.
B I e II, apenas.
C II e III, apenas.
D I e III, apenas.
E I, apenas.

Nos termos do decreto n.º 4.074/2002, receita ou receituário é a prescrição e orientação técnica para utilização de agrotóxico ou afim, por profissional legalmente habilitado. Conforme o art. 66 deste decreto, diversas informações deverão ser inseridas em receita específica. Com base nesse decreto e no referido artigo, marque a alternativa que contêm todas as informações que necessariamente devem ser inseridas em receita específica para cada cultura ou problema.

A Mecanismo de ação do agrotóxico no alvo, nome do usuário e período de aplicação.
B Concentração efetiva (CE50) do agrotóxico, persistência do agrotóxico e risco de deriva.
C Nome químico do agrotóxico, doses de aplicação e quantidades totais a serem adquiridas.
D Data e local de devolução da embalagem vazia do agrotóxico recomendado.
E Diagnóstico, época de aplicação e intervalo de segurança.

Para a portaria SDA/MAPA n.º 865, de 2 de agosto de 2023, entende-se por vazio sanitário o período definido e contínuo em que é proibido cultivar, manter ou permitir, em qualquer estágio vegetativo, plantas vivas emergidas de uma espécie vegetal em uma determinada área. De acordo essa portaria e considerando as premissas do vazio sanitário, marque a alternativa correta.

A Na cultura da soja, a estratégia de vazio sanitário é instituída como uma das medidas fitossanitárias para o controle do fungo Sclerotinia sclerotiorum.
B O vazio sanitário garante a eliminação da população do fungo no ambiente na entressafra e, assim, dispensa a aplicação de fungicidas durante o ciclo da cultura.
C O vazio sanitário não é eficiente no controle de Phakopsora pachyrhizi , agente etiológico da ferrugem asiática da soja, pois o patógeno é facilmente disseminado pelo vento.
D Poderão ser estabelecidos períodos de vazio sanitário e de calendário de semeadura de forma regionalizada, dentro de uma mesma Unidade da Federação.
E O período de vazio sanitário na cultura da soja no Brasil foi implementado em 2005, e deste então, vem sendo aplicado em todos os estados produtores, entre 15 de junho a 15 de setembro de cada ano.

A Sigatoka-amarela e a Sigatoka-negra estão entre as mais importantes doenças da bananeira nas regiões produtoras. Sobre essas doenças, marque a alternativa correta.

A No Brasil, o agente etiológico da Sigatoka-amarela é considerada uma praga quarentenária presente, ou seja, ela está presente no País, porém, não amplamente distribuída e que se encontra sob controle oficial.
B Nos bananais já estabelecidos, a principal medida de controle para estas doenças é a erradicação e a destruição de plantas doentes.
C As doenças manifestam murchas das plantas e descoloração pardo-avermelhada dos feixes vasculares, entretanto, a Sigatoka-negra é mais agressiva e mata rapidamente a planta.
D Os agentes etiológicos dessas doenças possuem alta capacidade de sobrevivência na ausência do hospedeiro, devido à formação de estruturas de resistência denominadas clamidósporos.
E O sistema agroflorestal poderá ser uma boa opção para controle das Sigatokas amarela e negra, já que plantas sombreadas apresentam menor intensidade destas doenças.