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Para a execução de sub-base ou base de brita graduada, a espessura de cada camada compactada deve ser, desde que os ensaios de massa específica apresentem homogeneidade em toda a altura da camada, no máximo,

A 20 cm.
B 30 cm.
C 35 cm.
D 40 cm.
E 50 cm.

Segundo a ABNT 9050 − Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, o acesso de veículos aos lotes e seus espaços de circulação e estacionamento deve ser feito de forma a não interferir na faixa livre de circulação de pedestres, sem criar degraus ou desníveis. Nas faixas de serviço e de acesso, é permitida a existência de rampas, conforme especificado a seguir:

A largura mínima, em metros, da faixa livre deve ser de

A 0,90.
B 1,10.
C 1,00.
D 1,20.
E 0,80.

A NBR 8160 – Sistemas prediais de esgoto sanitário – Projeto e execução – fornece conceitos e recomendações relativas ao projeto, à execução, ao ensaio e à manutenção dos sistemas prediais de esgoto sanitário. Nesse contexto, o tubo ventilador primário e a coluna de ventilação devem ser verticais e instalados em uma única prumada. Caso isso não seja possível, as mudanças de direção devem ser feitas mediante

A leve inclinação para baixo de no mínimo 2% e sinuosidade em que o comprimento não exceda ¼ da altura total.
B desvio de ângulo superior a 45ᵒ e com declive mínimo de 2%.
C aclive máximo de 5% e curvas de ângulo proporcionais ao comprimento dos tubos.
D curvas de ângulo central não superior a 90ᵒ e com um aclive mínimo de 1%.

A impermeabilização é um processo importante para obras de Engenharia Civil, pois protege as construções contra a infiltração de água. Assim, um engenheiro civil deve observar que o termo Imprimação consiste

A na pintura aplicada à superfície a ser impermeabilizada, com a finalidade de favorecer a aderência do material constituinte do sistema de impermeabilização, também denominado primer ou pintura primária.
B na camada sobreposta da impermeabilização, com a finalidade de protegê-la da ação de agentes atmosféricos e/ou mecânicos.
C no material utilizado como armadura para moldagem de membranas asfálticas, podendo ser utilizado em várias gramaturas.
D na estrutura alongada de origem natural ou sintética que, agrupada unidirecionalmente, apresenta resistência à tração.

A norma que estabelece os requisitos básicos exigíveis para o projeto de estruturas de concreto simples, armado e protendido é a NBR 6118 – Projetos de estruturas de concreto. No detalhamento das lajes, as armaduras constituídas por estribos verticais, ou conectores, devem resistir

A à torção.
B ao colapso.
C à punção.
D à flambagem.

Os elementos que promovem a distribuição de ar nos ambientes e estão localizados no final de rede de dutos do sistema de ar condicionado se denominam “bocas de ar”. Nos projetos de condicionamento de ar, o acessório da boca de ar, que são aletas montadas entre o colarinho e o duto, que pescam o ar no duto e o conduzem ao difusor, denomina-se

A captor.
B damper.
C caixa plenum.
D borboleta de regulagem.
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. “Tire suas próprias conclusões” Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes. É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa. Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas. Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado. Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado? Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos. É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”. (Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

No contexto do segundo parágrafo, a “experimentação libertária” refere-se

A a uma pretensa liberdade de interpretação sem intermediários.
B ao acesso aos canais de comunicação mais atualizados.
C a uma característica peculiar às notícias impactantes.
D à experiência de criar publicações que gerem controvérsia.
E à liberdade que a imprensa tem de defender sua ideologia.
Texto associado
“Este é o melhor acordo possível.” A premiê britânica, Theresa May, tem repetido há semanas essa frase na tentativa de convencer o Parlamento de seu país a aprovar o acordo que ela negociou com a União Europeia, estabelecendo os termos do Brexit - o processo de saída do Reino Unido do bloco. Mas, na segunda-feira [17.dez], a premiê adiou indefinidamente a votação do acordo no Parlamento, reconhecendo que ele seria rejeitado pela maioria dos parlamentares britânicos (G1. https://glo.bo/2FTOmUF. Acesso em 24.jan.2019. Adaptado)

Tem sido considerado como o ponto mais delicado do acordo para viabilizar o Brexit

A o retorno imediato dos cidadãos europeus que vivem no Reino Unido para os seus países de origem, fato que provocaria forte déficit de mão de obra no Reino Unido.
B a rápida desvalorização da libra nos mercados europeu e mundial, fato que provocaria forte abalo econômico-financeiro para todo o Reino Unido.
C o fechamento da fronteira entre a Irlanda do Norte (parte do Reino Unido) e a Irlanda, fato que retomaria antigas tensões entre norte-irlandeses e irlandeses.
D a perda do prestígio político do Reino Unido frente à Europa, o que inviabilizaria a permanência do país na OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte).
E a obrigação do governo britânico em continuar recebendo grupos de refugiados do Oriente Médio e África mesmo após a saída do bloco econômico europeu.

Para compensar os efeitos da curvatura terrestre e da refração atmosférica, e facilitar a leitura da mira nos levantamentos topográficos, os comprimentos das visadas de ré e de vante devem ser aproximadamente iguais e de, no máximo,

A 40 m.
B 80 m.
C 120 m.
D 160 m.
E 220 m.
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. “Tire suas próprias conclusões” Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes. É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa. Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas. Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado. Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado? Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos. É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”. (Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o trecho entre colchetes substitui o destacado, independentemente do sentido e de acordo com a norma-padrão de concordância.

A Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. [tem sido ouvido por mim]
B ... corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes. [das notícias que antes se veicularam]
C Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças... [Fazem algumas décadas que]
D Que tipos de valores surgem dali? [são possível surgir]
E Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções... [houverem apenas convicções sendo terceirizadas]