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De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o atributo da precisão

A articula-se à dispensa de estratégias de revisão de textos oficiais.
B opõe-se ao princípio da clareza na construção de tex-tos oficiais.
C refere-se à substituição da linguagem técnica pela lin-guagem comum na escrita de textos oficiais.
D relaciona-se ao cuidado de reconhecer os conheci-mentos do leitor na elaboração de textos oficiais.
E vincula-se à necessidade do emprego de sinonímias para fins estilísticos na produção de textos oficiais.

O uso do sinal indicativo de crase, nas palavras em desta-que, está de acordo com a norma-padrão da Língua Por-tuguesa em:

A A liberação excessiva de crédito tem levado a popula-ção à uma situação financeira delicada.
B As políticas públicas devem voltar-se à redução do endividamento das famílias.
C O aumento dos preços levou muitas famílias à gastar mais do que podiam.
D O governo tem procurado implementar medidas de apoio financeiro ante à situação de endividamento crescente.
E Os consumidores recorrem à empréstimos para tentar resolver seus problemas.
Texto associado
As dívidas têm sido uma realidade comum na vida de muitas pessoas. No Brasil, de acordo com o Mapa da Inadimplência e Negociações de Dívidas da Serasa, existem atualmente cerca de 71,44 milhões de pessoas em situação de inadimplência, o que cor-responde a 43,85% da população total. O endivida-mento pode surgir devido a diversos fatores, desde questões sociais e econômicas, como também finan-ceiras de ordem individual, como gastos excessivos, despesas ou situações imprevistas. No entanto, além desses aspectos socioeconômicos e financeiros, é importante identificar e compreender os aspectos psicológicos, como os fatores comportamentais e os efeitos psicológicos que envolvem o endividamento, a fim de desenvolver habilidades financeiras adequa-das para alcançar uma saúde financeira sustentável.
Um dos principais fatores do endividamento está relacionado ao comportamento de consumo impulsi-vo. Pesquisadores que se dedicam a esse tema des-tacam alguns fatores da personalidade associados à dívida e, dentre eles, está a impulsividade, ou falta de autocontrole, como fator de disposição que pode aumentar o risco de contrair dívidas. Muitas vezes, as pessoas recorrem a compras por impulso ou usam o consumo como uma forma de lidar com o estresse, a tristeza ou outras emoções negativas. O impulso de comprar, desse modo, sem considerar as consequên-cias financeiras a longo prazo, é um comportamento que pode levar ao acúmulo de dívidas e à falta de controle sobre as finanças pessoais.
Além disso, ferramentas relacionadas às mídias sociais podem desempenhar um papel importante na criação de desejos e necessidades que podem levar as pessoas a gastarem além de suas possibilidades financeiras. Aliados a esse cenário, comportamentos que envolvem a comparação social e o materialis-mo podem contribuir para o endividamento. Muitas vezes, a partir de comparações entre grupos, as pessoas se sentem pressionadas a seguir padrões de consumo e estilo de vida que não condizem com suas reais condições financeiras. A necessidade de acompanhar o padrão de vida de outras pessoas ou a busca por status social pode levar ao uso de crédito e à acumulação de dívidas.
A falta de organização e planejamento financeiro é outro fator comportamental relevante no acúmulo de dívidas. Muitas pessoas não estabelecem um or-çamento adequado, não monitoram suas despesas ou não fazem uma reserva de emergência. A ausên-cia de um planejamento financeiro bem estruturado dificulta o controle das finanças pessoais e contribui para o risco de endividamento.
A ausência de educação financeira também con-tribui para o problema das dívidas. A falta de conhe-cimento sobre como administrar o dinheiro, criar um orçamento e fazer escolhas financeiras conscientes aumenta a probabilidade de cair em armadilhas de endividamento. De acordo com especialistas, o tipo de socialização econômica que as crianças e os jo-vens recebem varia, por exemplo, e isso pode fazer diferença para eles se endividarem quando adultos. Estudos evidenciaram que a dívida adulta é mais provável quando há falta de orientação financeira. É consensual, desse modo, que a aprendizagem de melhores habilidades de gerenciamento de dinheiro é considerada um importante mecanismo para um me-nor risco de dívida.
Como consequência, o endividamento está as-sociado a uma ampla gama de efeitos psicológicos nocivos, como estresse e ansiedade de níveis signi-ficativos, depressão, redução da satisfação conjugal, entre outros. A preocupação constante com as dívi-das, o medo de não conseguir pagar as contas e a sensação de estar preso em uma situação financeira difícil têm um impacto negativo na saúde mental. O estresse financeiro pode levar a problemas de sono, irritabilidade, baixa autoestima, depressão e dificul-dades de concentração. Esses efeitos psicológicos podem agravar ainda mais a situação financeira e dificultar a busca de soluções e tomada de decisões.
Além disso, como efeito psicológico do endivida-mento, podem ocorrer também sentimentos relacio-nados à culpa, à vergonha e ao fracasso, emoções conhecidas como tensão financeira. As pessoas po-dem se sentir inadequadas ou fracassadas por não conseguirem lidar com suas finanças adequadamen-te. Esses sentimentos podem afetar negativamente a autoestima e a autoconfiança, dificultando a busca por ajuda e soluções para o problema, além de enfra-quecer a saúde mental e levar a um comportamento de enfrentamento que é prejudicial à saúde.
A compreensão desses fatores emocionais é es-sencial para que possamos desenvolver estratégias eficazes de controle de gastos e evitar o endivida-mento desnecessário. O processo de lidar com as dívidas envolve mudanças comportamentais, como o desenvolvimento de hábitos de consumo conscien-tes, a elaboração de um plano de pagamento de dí-vidas e a criação de um fundo de emergência. Tam-bém é importante desenvolver uma mentalidade de longo prazo, priorizando metas financeiras realistas e evitando a pressão social para consumir além das próprias possibilidades.
É crucial, assim, abordar questões relaciona-das a dívidas de forma holística, considerando os aspectos financeiros e sociais, como também os fatores comportamentais e os efeitos psicológicos das dívidas. O endividamento afeta não apenas as finanças pessoais, mas também a saúde emocional e psicológica das pessoas. Compreender os fatores comportamentais envolvidos no acúmulo de dívidas e estar ciente dos efeitos psicológicos é essencial para buscar soluções efetivas e promover uma saúde fi-nanceira sustentável. A educação financeira, aliada à compreensão psicológica/emocional, desempenha um papel fundamental na prevenção e na resolução do endividamento.
CAMPELO, Maria Adriana. Portal do investidor. In: gov.br. 22 jun. 23. Disponível em: https://www.gov.br/investidor/pt-br/ penso-logo-invisto/dividas-fatores-comportamentais-e-seus- -efeitos-psicologicos. Acesso em: 28 out. 25. Adaptado.

No trecho "As pessoas podem se sentir inadequadas ou fracassadas por não conseguirem lidar com suas finan-ças adequadamente. Esses sentimentos podem afetar negativamente a autoestima e a autoconfiança, dificul-tando a busca por ajuda e soluções para o problema, além de enfraquecer a saúde mental e levar a um com-portamento de enfrentamento que é prejudicial à saúde." (7º parágrafo), a relação lógica entre os dois períodos pode ser expressa por

A mas
B desde que
C desse modo
D embora
E para que

A frase em que a concordância do verbo em destaque está de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa é:

A Ao analisar os fatores causadores do endividamento crônico da população brasileira, identifica-se desvios comportamentais e psicológicos.
B Faltam aos consumidores, que são altamente influen-ciados pelas mídias sociais, um planejamento de suas finanças.
C Em inúmeros países, responsabiliza-se as redes so-ciais por investir massivamente no estímulo do consu-mo, resultando em uma sociedade endividada.
D Ao promover uma educação financeira da população, evita-se os efeitos psicológicos nocivos do endivida-mento, como estresse e ansiedade em altos níveis.
E Fica evidente, quando se analisam os índices de inadimplência no Brasil, que é necessário investigar a influência que a pressão pelo consumo exerce sobre os cidadãos.
Texto associado
As dívidas têm sido uma realidade comum na vida de muitas pessoas. No Brasil, de acordo com o Mapa da Inadimplência e Negociações de Dívidas da Serasa, existem atualmente cerca de 71,44 milhões de pessoas em situação de inadimplência, o que cor-responde a 43,85% da população total. O endivida-mento pode surgir devido a diversos fatores, desde questões sociais e econômicas, como também finan-ceiras de ordem individual, como gastos excessivos, despesas ou situações imprevistas. No entanto, além desses aspectos socioeconômicos e financeiros, é importante identificar e compreender os aspectos psicológicos, como os fatores comportamentais e os efeitos psicológicos que envolvem o endividamento, a fim de desenvolver habilidades financeiras adequa-das para alcançar uma saúde financeira sustentável.
Um dos principais fatores do endividamento está relacionado ao comportamento de consumo impulsi-vo. Pesquisadores que se dedicam a esse tema des-tacam alguns fatores da personalidade associados à dívida e, dentre eles, está a impulsividade, ou falta de autocontrole, como fator de disposição que pode aumentar o risco de contrair dívidas. Muitas vezes, as pessoas recorrem a compras por impulso ou usam o consumo como uma forma de lidar com o estresse, a tristeza ou outras emoções negativas. O impulso de comprar, desse modo, sem considerar as consequên-cias financeiras a longo prazo, é um comportamento que pode levar ao acúmulo de dívidas e à falta de controle sobre as finanças pessoais.
Além disso, ferramentas relacionadas às mídias sociais podem desempenhar um papel importante na criação de desejos e necessidades que podem levar as pessoas a gastarem além de suas possibilidades financeiras. Aliados a esse cenário, comportamentos que envolvem a comparação social e o materialis-mo podem contribuir para o endividamento. Muitas vezes, a partir de comparações entre grupos, as pessoas se sentem pressionadas a seguir padrões de consumo e estilo de vida que não condizem com suas reais condições financeiras. A necessidade de acompanhar o padrão de vida de outras pessoas ou a busca por status social pode levar ao uso de crédito e à acumulação de dívidas.
A falta de organização e planejamento financeiro é outro fator comportamental relevante no acúmulo de dívidas. Muitas pessoas não estabelecem um or-çamento adequado, não monitoram suas despesas ou não fazem uma reserva de emergência. A ausên-cia de um planejamento financeiro bem estruturado dificulta o controle das finanças pessoais e contribui para o risco de endividamento.
A ausência de educação financeira também con-tribui para o problema das dívidas. A falta de conhe-cimento sobre como administrar o dinheiro, criar um orçamento e fazer escolhas financeiras conscientes aumenta a probabilidade de cair em armadilhas de endividamento. De acordo com especialistas, o tipo de socialização econômica que as crianças e os jo-vens recebem varia, por exemplo, e isso pode fazer diferença para eles se endividarem quando adultos. Estudos evidenciaram que a dívida adulta é mais provável quando há falta de orientação financeira. É consensual, desse modo, que a aprendizagem de melhores habilidades de gerenciamento de dinheiro é considerada um importante mecanismo para um me-nor risco de dívida.
Como consequência, o endividamento está as-sociado a uma ampla gama de efeitos psicológicos nocivos, como estresse e ansiedade de níveis signi-ficativos, depressão, redução da satisfação conjugal, entre outros. A preocupação constante com as dívi-das, o medo de não conseguir pagar as contas e a sensação de estar preso em uma situação financeira difícil têm um impacto negativo na saúde mental. O estresse financeiro pode levar a problemas de sono, irritabilidade, baixa autoestima, depressão e dificul-dades de concentração. Esses efeitos psicológicos podem agravar ainda mais a situação financeira e dificultar a busca de soluções e tomada de decisões.
Além disso, como efeito psicológico do endivida-mento, podem ocorrer também sentimentos relacio-nados à culpa, à vergonha e ao fracasso, emoções conhecidas como tensão financeira. As pessoas po-dem se sentir inadequadas ou fracassadas por não conseguirem lidar com suas finanças adequadamen-te. Esses sentimentos podem afetar negativamente a autoestima e a autoconfiança, dificultando a busca por ajuda e soluções para o problema, além de enfra-quecer a saúde mental e levar a um comportamento de enfrentamento que é prejudicial à saúde.
A compreensão desses fatores emocionais é es-sencial para que possamos desenvolver estratégias eficazes de controle de gastos e evitar o endivida-mento desnecessário. O processo de lidar com as dívidas envolve mudanças comportamentais, como o desenvolvimento de hábitos de consumo conscien-tes, a elaboração de um plano de pagamento de dí-vidas e a criação de um fundo de emergência. Tam-bém é importante desenvolver uma mentalidade de longo prazo, priorizando metas financeiras realistas e evitando a pressão social para consumir além das próprias possibilidades.
É crucial, assim, abordar questões relaciona-das a dívidas de forma holística, considerando os aspectos financeiros e sociais, como também os fatores comportamentais e os efeitos psicológicos das dívidas. O endividamento afeta não apenas as finanças pessoais, mas também a saúde emocional e psicológica das pessoas. Compreender os fatores comportamentais envolvidos no acúmulo de dívidas e estar ciente dos efeitos psicológicos é essencial para buscar soluções efetivas e promover uma saúde fi-nanceira sustentável. A educação financeira, aliada à compreensão psicológica/emocional, desempenha um papel fundamental na prevenção e na resolução do endividamento.
CAMPELO, Maria Adriana. Portal do investidor. In: gov.br. 22 jun. 23. Disponível em: https://www.gov.br/investidor/pt-br/ penso-logo-invisto/dividas-fatores-comportamentais-e-seus- -efeitos-psicologicos. Acesso em: 28 out. 25. Adaptado.

De acordo com a ordem das ideias apresentadas no tex-to, observa-se que, depois de afirmar que podem ocorrer, como efeito psicológico do endividamento, sentimentos relacionados à culpa, à vergonha e ao fracasso, o texto explica que

A as ferramentas relacionadas às mídias sociais po-dem desempenhar um papel importante na criação de desejos e necessidades, gerando gastos acima das possibilidades financeiras das pessoas.
B as formas de lidar com as dívidas envolvem o desen-volvimento de hábitos de consumo conscientes, a ela-boração de um plano de pagamento de dívidas e a criação de um fundo de emergência.
C a quantidade da população brasileira que vive em si-tuação de inadimplência, de acordo com o Mapa da Inadimplência e Negociações de Dívidas da Serasa, é de quase a metade.
D o estresse financeiro relacionado à dificuldade de pa-gar as dívidas pode levar a problemas de sono, irrita-bilidade, baixa autoestima, depressão e dificuldades de concentração.
E o tipo de socialização econômica que as crianças e os jovens recebem varia, e isso pode fazer diferença para eles se endividarem quando adultos.
Texto associado
As dívidas têm sido uma realidade comum na vida de muitas pessoas. No Brasil, de acordo com o Mapa da Inadimplência e Negociações de Dívidas da Serasa, existem atualmente cerca de 71,44 milhões de pessoas em situação de inadimplência, o que cor-responde a 43,85% da população total. O endivida-mento pode surgir devido a diversos fatores, desde questões sociais e econômicas, como também finan-ceiras de ordem individual, como gastos excessivos, despesas ou situações imprevistas. No entanto, além desses aspectos socioeconômicos e financeiros, é importante identificar e compreender os aspectos psicológicos, como os fatores comportamentais e os efeitos psicológicos que envolvem o endividamento, a fim de desenvolver habilidades financeiras adequa-das para alcançar uma saúde financeira sustentável.
Um dos principais fatores do endividamento está relacionado ao comportamento de consumo impulsi-vo. Pesquisadores que se dedicam a esse tema des-tacam alguns fatores da personalidade associados à dívida e, dentre eles, está a impulsividade, ou falta de autocontrole, como fator de disposição que pode aumentar o risco de contrair dívidas. Muitas vezes, as pessoas recorrem a compras por impulso ou usam o consumo como uma forma de lidar com o estresse, a tristeza ou outras emoções negativas. O impulso de comprar, desse modo, sem considerar as consequên-cias financeiras a longo prazo, é um comportamento que pode levar ao acúmulo de dívidas e à falta de controle sobre as finanças pessoais.
Além disso, ferramentas relacionadas às mídias sociais podem desempenhar um papel importante na criação de desejos e necessidades que podem levar as pessoas a gastarem além de suas possibilidades financeiras. Aliados a esse cenário, comportamentos que envolvem a comparação social e o materialis-mo podem contribuir para o endividamento. Muitas vezes, a partir de comparações entre grupos, as pessoas se sentem pressionadas a seguir padrões de consumo e estilo de vida que não condizem com suas reais condições financeiras. A necessidade de acompanhar o padrão de vida de outras pessoas ou a busca por status social pode levar ao uso de crédito e à acumulação de dívidas.
A falta de organização e planejamento financeiro é outro fator comportamental relevante no acúmulo de dívidas. Muitas pessoas não estabelecem um or-çamento adequado, não monitoram suas despesas ou não fazem uma reserva de emergência. A ausên-cia de um planejamento financeiro bem estruturado dificulta o controle das finanças pessoais e contribui para o risco de endividamento.
A ausência de educação financeira também con-tribui para o problema das dívidas. A falta de conhe-cimento sobre como administrar o dinheiro, criar um orçamento e fazer escolhas financeiras conscientes aumenta a probabilidade de cair em armadilhas de endividamento. De acordo com especialistas, o tipo de socialização econômica que as crianças e os jo-vens recebem varia, por exemplo, e isso pode fazer diferença para eles se endividarem quando adultos. Estudos evidenciaram que a dívida adulta é mais provável quando há falta de orientação financeira. É consensual, desse modo, que a aprendizagem de melhores habilidades de gerenciamento de dinheiro é considerada um importante mecanismo para um me-nor risco de dívida.
Como consequência, o endividamento está as-sociado a uma ampla gama de efeitos psicológicos nocivos, como estresse e ansiedade de níveis signi-ficativos, depressão, redução da satisfação conjugal, entre outros. A preocupação constante com as dívi-das, o medo de não conseguir pagar as contas e a sensação de estar preso em uma situação financeira difícil têm um impacto negativo na saúde mental. O estresse financeiro pode levar a problemas de sono, irritabilidade, baixa autoestima, depressão e dificul-dades de concentração. Esses efeitos psicológicos podem agravar ainda mais a situação financeira e dificultar a busca de soluções e tomada de decisões.
Além disso, como efeito psicológico do endivida-mento, podem ocorrer também sentimentos relacio-nados à culpa, à vergonha e ao fracasso, emoções conhecidas como tensão financeira. As pessoas po-dem se sentir inadequadas ou fracassadas por não conseguirem lidar com suas finanças adequadamen-te. Esses sentimentos podem afetar negativamente a autoestima e a autoconfiança, dificultando a busca por ajuda e soluções para o problema, além de enfra-quecer a saúde mental e levar a um comportamento de enfrentamento que é prejudicial à saúde.
A compreensão desses fatores emocionais é es-sencial para que possamos desenvolver estratégias eficazes de controle de gastos e evitar o endivida-mento desnecessário. O processo de lidar com as dívidas envolve mudanças comportamentais, como o desenvolvimento de hábitos de consumo conscien-tes, a elaboração de um plano de pagamento de dí-vidas e a criação de um fundo de emergência. Tam-bém é importante desenvolver uma mentalidade de longo prazo, priorizando metas financeiras realistas e evitando a pressão social para consumir além das próprias possibilidades.
É crucial, assim, abordar questões relaciona-das a dívidas de forma holística, considerando os aspectos financeiros e sociais, como também os fatores comportamentais e os efeitos psicológicos das dívidas. O endividamento afeta não apenas as finanças pessoais, mas também a saúde emocional e psicológica das pessoas. Compreender os fatores comportamentais envolvidos no acúmulo de dívidas e estar ciente dos efeitos psicológicos é essencial para buscar soluções efetivas e promover uma saúde fi-nanceira sustentável. A educação financeira, aliada à compreensão psicológica/emocional, desempenha um papel fundamental na prevenção e na resolução do endividamento.
CAMPELO, Maria Adriana. Portal do investidor. In: gov.br. 22 jun. 23. Disponível em: https://www.gov.br/investidor/pt-br/ penso-logo-invisto/dividas-fatores-comportamentais-e-seus- -efeitos-psicologicos. Acesso em: 28 out. 25. Adaptado.

Na organização do texto, os parágrafos 2, 4 e 5 têm a função de

A detalhar fatores responsáveis pelo endividamento das pessoas.
B relatar casos recentes dos fatores do endividamento bancário.
C introduzir uma proposta de solução do problema do endividamento.
D exemplificar a questão da inadimplência com o relato de casos particulares.
E atribuir à mídia a culpa pelo comportamento irrespon-sável das pessoas.
Texto associado
As dívidas têm sido uma realidade comum na vida de muitas pessoas. No Brasil, de acordo com o Mapa da Inadimplência e Negociações de Dívidas da Serasa, existem atualmente cerca de 71,44 milhões de pessoas em situação de inadimplência, o que cor-responde a 43,85% da população total. O endivida-mento pode surgir devido a diversos fatores, desde questões sociais e econômicas, como também finan-ceiras de ordem individual, como gastos excessivos, despesas ou situações imprevistas. No entanto, além desses aspectos socioeconômicos e financeiros, é importante identificar e compreender os aspectos psicológicos, como os fatores comportamentais e os efeitos psicológicos que envolvem o endividamento, a fim de desenvolver habilidades financeiras adequa-das para alcançar uma saúde financeira sustentável.
Um dos principais fatores do endividamento está relacionado ao comportamento de consumo impulsi-vo. Pesquisadores que se dedicam a esse tema des-tacam alguns fatores da personalidade associados à dívida e, dentre eles, está a impulsividade, ou falta de autocontrole, como fator de disposição que pode aumentar o risco de contrair dívidas. Muitas vezes, as pessoas recorrem a compras por impulso ou usam o consumo como uma forma de lidar com o estresse, a tristeza ou outras emoções negativas. O impulso de comprar, desse modo, sem considerar as consequên-cias financeiras a longo prazo, é um comportamento que pode levar ao acúmulo de dívidas e à falta de controle sobre as finanças pessoais.
Além disso, ferramentas relacionadas às mídias sociais podem desempenhar um papel importante na criação de desejos e necessidades que podem levar as pessoas a gastarem além de suas possibilidades financeiras. Aliados a esse cenário, comportamentos que envolvem a comparação social e o materialis-mo podem contribuir para o endividamento. Muitas vezes, a partir de comparações entre grupos, as pessoas se sentem pressionadas a seguir padrões de consumo e estilo de vida que não condizem com suas reais condições financeiras. A necessidade de acompanhar o padrão de vida de outras pessoas ou a busca por status social pode levar ao uso de crédito e à acumulação de dívidas.
A falta de organização e planejamento financeiro é outro fator comportamental relevante no acúmulo de dívidas. Muitas pessoas não estabelecem um or-çamento adequado, não monitoram suas despesas ou não fazem uma reserva de emergência. A ausên-cia de um planejamento financeiro bem estruturado dificulta o controle das finanças pessoais e contribui para o risco de endividamento.
A ausência de educação financeira também con-tribui para o problema das dívidas. A falta de conhe-cimento sobre como administrar o dinheiro, criar um orçamento e fazer escolhas financeiras conscientes aumenta a probabilidade de cair em armadilhas de endividamento. De acordo com especialistas, o tipo de socialização econômica que as crianças e os jo-vens recebem varia, por exemplo, e isso pode fazer diferença para eles se endividarem quando adultos. Estudos evidenciaram que a dívida adulta é mais provável quando há falta de orientação financeira. É consensual, desse modo, que a aprendizagem de melhores habilidades de gerenciamento de dinheiro é considerada um importante mecanismo para um me-nor risco de dívida.
Como consequência, o endividamento está as-sociado a uma ampla gama de efeitos psicológicos nocivos, como estresse e ansiedade de níveis signi-ficativos, depressão, redução da satisfação conjugal, entre outros. A preocupação constante com as dívi-das, o medo de não conseguir pagar as contas e a sensação de estar preso em uma situação financeira difícil têm um impacto negativo na saúde mental. O estresse financeiro pode levar a problemas de sono, irritabilidade, baixa autoestima, depressão e dificul-dades de concentração. Esses efeitos psicológicos podem agravar ainda mais a situação financeira e dificultar a busca de soluções e tomada de decisões.
Além disso, como efeito psicológico do endivida-mento, podem ocorrer também sentimentos relacio-nados à culpa, à vergonha e ao fracasso, emoções conhecidas como tensão financeira. As pessoas po-dem se sentir inadequadas ou fracassadas por não conseguirem lidar com suas finanças adequadamen-te. Esses sentimentos podem afetar negativamente a autoestima e a autoconfiança, dificultando a busca por ajuda e soluções para o problema, além de enfra-quecer a saúde mental e levar a um comportamento de enfrentamento que é prejudicial à saúde.
A compreensão desses fatores emocionais é es-sencial para que possamos desenvolver estratégias eficazes de controle de gastos e evitar o endivida-mento desnecessário. O processo de lidar com as dívidas envolve mudanças comportamentais, como o desenvolvimento de hábitos de consumo conscien-tes, a elaboração de um plano de pagamento de dí-vidas e a criação de um fundo de emergência. Tam-bém é importante desenvolver uma mentalidade de longo prazo, priorizando metas financeiras realistas e evitando a pressão social para consumir além das próprias possibilidades.
É crucial, assim, abordar questões relaciona-das a dívidas de forma holística, considerando os aspectos financeiros e sociais, como também os fatores comportamentais e os efeitos psicológicos das dívidas. O endividamento afeta não apenas as finanças pessoais, mas também a saúde emocional e psicológica das pessoas. Compreender os fatores comportamentais envolvidos no acúmulo de dívidas e estar ciente dos efeitos psicológicos é essencial para buscar soluções efetivas e promover uma saúde fi-nanceira sustentável. A educação financeira, aliada à compreensão psicológica/emocional, desempenha um papel fundamental na prevenção e na resolução do endividamento.
CAMPELO, Maria Adriana. Portal do investidor. In: gov.br. 22 jun. 23. Disponível em: https://www.gov.br/investidor/pt-br/ penso-logo-invisto/dividas-fatores-comportamentais-e-seus- -efeitos-psicologicos. Acesso em: 28 out. 25. Adaptado.

Ao usar a palavra "holística” na conclusão do texto, a au-tora indica que o endividamento deve ser observado de maneira que se

A apresentem os aspectos sociais como geradores dos aspectos psicológicos.
B enfoquem os aspectos individuais da pessoa endivi-dada.
C relacionem globalmente os aspectos sociais e indivi-duais envolvidos.
D levantem os aspectos sociais e individuais como solu-ção para o problema das dívidas.
E ignorem os aspectos macrossociais que levam à pro-dução de dívidas.
Texto associado
As dívidas têm sido uma realidade comum na vida de muitas pessoas. No Brasil, de acordo com o Mapa da Inadimplência e Negociações de Dívidas da Serasa, existem atualmente cerca de 71,44 milhões de pessoas em situação de inadimplência, o que cor-responde a 43,85% da população total. O endivida-mento pode surgir devido a diversos fatores, desde questões sociais e econômicas, como também finan-ceiras de ordem individual, como gastos excessivos, despesas ou situações imprevistas. No entanto, além desses aspectos socioeconômicos e financeiros, é importante identificar e compreender os aspectos psicológicos, como os fatores comportamentais e os efeitos psicológicos que envolvem o endividamento, a fim de desenvolver habilidades financeiras adequa-das para alcançar uma saúde financeira sustentável.
Um dos principais fatores do endividamento está relacionado ao comportamento de consumo impulsi-vo. Pesquisadores que se dedicam a esse tema des-tacam alguns fatores da personalidade associados à dívida e, dentre eles, está a impulsividade, ou falta de autocontrole, como fator de disposição que pode aumentar o risco de contrair dívidas. Muitas vezes, as pessoas recorrem a compras por impulso ou usam o consumo como uma forma de lidar com o estresse, a tristeza ou outras emoções negativas. O impulso de comprar, desse modo, sem considerar as consequên-cias financeiras a longo prazo, é um comportamento que pode levar ao acúmulo de dívidas e à falta de controle sobre as finanças pessoais.
Além disso, ferramentas relacionadas às mídias sociais podem desempenhar um papel importante na criação de desejos e necessidades que podem levar as pessoas a gastarem além de suas possibilidades financeiras. Aliados a esse cenário, comportamentos que envolvem a comparação social e o materialis-mo podem contribuir para o endividamento. Muitas vezes, a partir de comparações entre grupos, as pessoas se sentem pressionadas a seguir padrões de consumo e estilo de vida que não condizem com suas reais condições financeiras. A necessidade de acompanhar o padrão de vida de outras pessoas ou a busca por status social pode levar ao uso de crédito e à acumulação de dívidas.
A falta de organização e planejamento financeiro é outro fator comportamental relevante no acúmulo de dívidas. Muitas pessoas não estabelecem um or-çamento adequado, não monitoram suas despesas ou não fazem uma reserva de emergência. A ausên-cia de um planejamento financeiro bem estruturado dificulta o controle das finanças pessoais e contribui para o risco de endividamento.
A ausência de educação financeira também con-tribui para o problema das dívidas. A falta de conhe-cimento sobre como administrar o dinheiro, criar um orçamento e fazer escolhas financeiras conscientes aumenta a probabilidade de cair em armadilhas de endividamento. De acordo com especialistas, o tipo de socialização econômica que as crianças e os jo-vens recebem varia, por exemplo, e isso pode fazer diferença para eles se endividarem quando adultos. Estudos evidenciaram que a dívida adulta é mais provável quando há falta de orientação financeira. É consensual, desse modo, que a aprendizagem de melhores habilidades de gerenciamento de dinheiro é considerada um importante mecanismo para um me-nor risco de dívida.
Como consequência, o endividamento está as-sociado a uma ampla gama de efeitos psicológicos nocivos, como estresse e ansiedade de níveis signi-ficativos, depressão, redução da satisfação conjugal, entre outros. A preocupação constante com as dívi-das, o medo de não conseguir pagar as contas e a sensação de estar preso em uma situação financeira difícil têm um impacto negativo na saúde mental. O estresse financeiro pode levar a problemas de sono, irritabilidade, baixa autoestima, depressão e dificul-dades de concentração. Esses efeitos psicológicos podem agravar ainda mais a situação financeira e dificultar a busca de soluções e tomada de decisões.
Além disso, como efeito psicológico do endivida-mento, podem ocorrer também sentimentos relacio-nados à culpa, à vergonha e ao fracasso, emoções conhecidas como tensão financeira. As pessoas po-dem se sentir inadequadas ou fracassadas por não conseguirem lidar com suas finanças adequadamen-te. Esses sentimentos podem afetar negativamente a autoestima e a autoconfiança, dificultando a busca por ajuda e soluções para o problema, além de enfra-quecer a saúde mental e levar a um comportamento de enfrentamento que é prejudicial à saúde.
A compreensão desses fatores emocionais é es-sencial para que possamos desenvolver estratégias eficazes de controle de gastos e evitar o endivida-mento desnecessário. O processo de lidar com as dívidas envolve mudanças comportamentais, como o desenvolvimento de hábitos de consumo conscien-tes, a elaboração de um plano de pagamento de dí-vidas e a criação de um fundo de emergência. Tam-bém é importante desenvolver uma mentalidade de longo prazo, priorizando metas financeiras realistas e evitando a pressão social para consumir além das próprias possibilidades.
É crucial, assim, abordar questões relaciona-das a dívidas de forma holística, considerando os aspectos financeiros e sociais, como também os fatores comportamentais e os efeitos psicológicos das dívidas. O endividamento afeta não apenas as finanças pessoais, mas também a saúde emocional e psicológica das pessoas. Compreender os fatores comportamentais envolvidos no acúmulo de dívidas e estar ciente dos efeitos psicológicos é essencial para buscar soluções efetivas e promover uma saúde fi-nanceira sustentável. A educação financeira, aliada à compreensão psicológica/emocional, desempenha um papel fundamental na prevenção e na resolução do endividamento.
CAMPELO, Maria Adriana. Portal do investidor. In: gov.br. 22 jun. 23. Disponível em: https://www.gov.br/investidor/pt-br/ penso-logo-invisto/dividas-fatores-comportamentais-e-seus- -efeitos-psicologicos. Acesso em: 28 out. 25. Adaptado.

Uma das estratégias argumentativas usadas pela autora é

A concluir o texto ilustrando os aspectos ressaltados no título os fatores comportamentais e os efeitos psi-cológicos do endividamento.
B apresentar as causas psicológicas e socioeconômicas do endividamento antes de suas consequências.
C detalhar os aspectos socioeconômicos atrelados ao endividamento antes de relacioná-los aos aspectos psicológicos.
D exemplificar os comportamentos impulsivos como for-ma de evidenciar as consequências do endividamen-to.
E iniciar o texto com um detalhamento dos fatores cau-sadores do endividamento.
Texto associado
As dívidas têm sido uma realidade comum na vida de muitas pessoas. No Brasil, de acordo com o Mapa da Inadimplência e Negociações de Dívidas da Serasa, existem atualmente cerca de 71,44 milhões de pessoas em situação de inadimplência, o que cor-responde a 43,85% da população total. O endivida-mento pode surgir devido a diversos fatores, desde questões sociais e econômicas, como também finan-ceiras de ordem individual, como gastos excessivos, despesas ou situações imprevistas. No entanto, além desses aspectos socioeconômicos e financeiros, é importante identificar e compreender os aspectos psicológicos, como os fatores comportamentais e os efeitos psicológicos que envolvem o endividamento, a fim de desenvolver habilidades financeiras adequa-das para alcançar uma saúde financeira sustentável.
Um dos principais fatores do endividamento está relacionado ao comportamento de consumo impulsi-vo. Pesquisadores que se dedicam a esse tema des-tacam alguns fatores da personalidade associados à dívida e, dentre eles, está a impulsividade, ou falta de autocontrole, como fator de disposição que pode aumentar o risco de contrair dívidas. Muitas vezes, as pessoas recorrem a compras por impulso ou usam o consumo como uma forma de lidar com o estresse, a tristeza ou outras emoções negativas. O impulso de comprar, desse modo, sem considerar as consequên-cias financeiras a longo prazo, é um comportamento que pode levar ao acúmulo de dívidas e à falta de controle sobre as finanças pessoais.
Além disso, ferramentas relacionadas às mídias sociais podem desempenhar um papel importante na criação de desejos e necessidades que podem levar as pessoas a gastarem além de suas possibilidades financeiras. Aliados a esse cenário, comportamentos que envolvem a comparação social e o materialis-mo podem contribuir para o endividamento. Muitas vezes, a partir de comparações entre grupos, as pessoas se sentem pressionadas a seguir padrões de consumo e estilo de vida que não condizem com suas reais condições financeiras. A necessidade de acompanhar o padrão de vida de outras pessoas ou a busca por status social pode levar ao uso de crédito e à acumulação de dívidas.
A falta de organização e planejamento financeiro é outro fator comportamental relevante no acúmulo de dívidas. Muitas pessoas não estabelecem um or-çamento adequado, não monitoram suas despesas ou não fazem uma reserva de emergência. A ausên-cia de um planejamento financeiro bem estruturado dificulta o controle das finanças pessoais e contribui para o risco de endividamento.
A ausência de educação financeira também con-tribui para o problema das dívidas. A falta de conhe-cimento sobre como administrar o dinheiro, criar um orçamento e fazer escolhas financeiras conscientes aumenta a probabilidade de cair em armadilhas de endividamento. De acordo com especialistas, o tipo de socialização econômica que as crianças e os jo-vens recebem varia, por exemplo, e isso pode fazer diferença para eles se endividarem quando adultos. Estudos evidenciaram que a dívida adulta é mais provável quando há falta de orientação financeira. É consensual, desse modo, que a aprendizagem de melhores habilidades de gerenciamento de dinheiro é considerada um importante mecanismo para um me-nor risco de dívida.
Como consequência, o endividamento está as-sociado a uma ampla gama de efeitos psicológicos nocivos, como estresse e ansiedade de níveis signi-ficativos, depressão, redução da satisfação conjugal, entre outros. A preocupação constante com as dívi-das, o medo de não conseguir pagar as contas e a sensação de estar preso em uma situação financeira difícil têm um impacto negativo na saúde mental. O estresse financeiro pode levar a problemas de sono, irritabilidade, baixa autoestima, depressão e dificul-dades de concentração. Esses efeitos psicológicos podem agravar ainda mais a situação financeira e dificultar a busca de soluções e tomada de decisões.
Além disso, como efeito psicológico do endivida-mento, podem ocorrer também sentimentos relacio-nados à culpa, à vergonha e ao fracasso, emoções conhecidas como tensão financeira. As pessoas po-dem se sentir inadequadas ou fracassadas por não conseguirem lidar com suas finanças adequadamen-te. Esses sentimentos podem afetar negativamente a autoestima e a autoconfiança, dificultando a busca por ajuda e soluções para o problema, além de enfra-quecer a saúde mental e levar a um comportamento de enfrentamento que é prejudicial à saúde.
A compreensão desses fatores emocionais é es-sencial para que possamos desenvolver estratégias eficazes de controle de gastos e evitar o endivida-mento desnecessário. O processo de lidar com as dívidas envolve mudanças comportamentais, como o desenvolvimento de hábitos de consumo conscien-tes, a elaboração de um plano de pagamento de dí-vidas e a criação de um fundo de emergência. Tam-bém é importante desenvolver uma mentalidade de longo prazo, priorizando metas financeiras realistas e evitando a pressão social para consumir além das próprias possibilidades.
É crucial, assim, abordar questões relaciona-das a dívidas de forma holística, considerando os aspectos financeiros e sociais, como também os fatores comportamentais e os efeitos psicológicos das dívidas. O endividamento afeta não apenas as finanças pessoais, mas também a saúde emocional e psicológica das pessoas. Compreender os fatores comportamentais envolvidos no acúmulo de dívidas e estar ciente dos efeitos psicológicos é essencial para buscar soluções efetivas e promover uma saúde fi-nanceira sustentável. A educação financeira, aliada à compreensão psicológica/emocional, desempenha um papel fundamental na prevenção e na resolução do endividamento.
CAMPELO, Maria Adriana. Portal do investidor. In: gov.br. 22 jun. 23. Disponível em: https://www.gov.br/investidor/pt-br/ penso-logo-invisto/dividas-fatores-comportamentais-e-seus- -efeitos-psicologicos. Acesso em: 28 out. 25. Adaptado.

O texto afirma que o comportamento de consumo impul-sivo

A afeta atualmente cerca de 71,44 milhões de pessoas no Brasil.
B leva a sentimentos relacionados à culpa, à vergonha e ao fracasso.
C é intensificado pelo uso das mídias sociais e pela comparação social.
D aparece como consequência da falta de autocontrole e do endividamento.
E gera endividamentos quando se desconsideram as consequências financeiras.

Durante a análise do projeto de segurança contra incêndio de um edifício residencial, um Engenheiro Civil avaliou as características previstas para a escada enclausurada com antecâmara ventilada diretamente para o exterior, verificando sua conformidade com as exigências normativas aplicáveis. Com base nessas exigências, assinale a alternativa INCORRETA.

A As antecâmaras devem possuir porta corta-fogo na entrada e na comunicação com a escada, com Tempo Requerido de Resistência ao Fogo (TRRF) inferior ao das paredes da caixa da escada, não podendo ser inferior a 30 min.
B As antecâmaras devem possuir guarda-corpo de material incombustível e não vazado, com altura mínima de 1,30 m, garantindo a proteção dos usuários no espaço de circulação.
C A ventilação da antecâmara deve ocorrer por abertura direta para o exterior, com área mínima efetiva de ventilação de 1,50 m², destinada à dissipação de fumaça.
D No pavimento de descarga da escada, é obrigatória a existência de antecâmara ventilada diretamente para o exterior, atendendo aos mesmos requisitos aplicáveis aos demais pavimentos.