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Quando uma empresa aumenta sua produção de 100 unidades para 101 unidades mensais, seu custo total médio de produção diminui de R$2,00/unidade para R$1,99/unidade. Logo, o custo marginal, em real, de produzir a unidade adicional é de

A 0,69
B 0,79
C 0,89
D 0,99
E 1,09

O financiamento do déficit orçamentário do setor público no Brasil, até o início dos anos 1990, ocorreu, em boa medida, através da emissão monetária inflacionária. Depois do Plano Real, o financiamento monetário inflacionário tornou-se limitado, e o mecanismo alternativo importante para financiar passou a ser a

A acumulação de reservas internacionais.
B redução dos gastos correntes do governo.
C colocação de títulos da dívida pública no mercado financeiro.
D transferência de recursos do exterior, via superávit em conta corrente do balanço de pagamentos.
E transferência de lucro das empresas estatais para o governo.

No texto a seguir, escrito no final de agosto de 2019, os autores sugerem medidas de política econômica para promover a retomada sustentável do crescimento econômico brasileiro:

A decisão de reduzir a Selic a 6%, indicando possíveis reduções adicionais, é excelente. Mas não podemos esquecer que o excesso de juros pagos ao longo dos últimos anos comprometeu as finanças públicas e inibiu por completo os investimentos públicos. Certamente, a trajetória de crescimento teria sido diferente. É importante agora que a redução de juros seja acompanhada por políticas fiscais expansionistas que permitam estimular nossa economia.
LUQUE, C.; SIBER, S.; ZAGHA, R. Inflação brasileira. Valor Econômico , São Paulo, 27 ago 2019, p. A10. Adaptado.

Considerando-se que a economia brasileira contava com elevado nível de capacidade ociosa, altas taxas de desemprego, e tendo-se em vista as recomendações de política econômica propostas pelos autores do texto, deduz-se que o principal fator que impede a retomada do crescimento econômico no Brasil, a partir de 2019, é a

A elevada carga tributária
B inelasticidade da oferta agregada
C debilidade do sistema educaciona
D deterioração das condições fiscais
E insuficiência crônica de demanda efetiva

O último programa de política industrial adotado no Brasil, do qual resultou uma profunda transformação da estrutura produtiva da economia e um aumento considerável da participação das exportações de produtos manufaturados no total dos bens exportados brasileiros está relacionado ao(à)

A I Plano Nacional de Desenvolvimento (I PND), implementado entre 1972 e 1974, no Governo Médici
B II Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND), implementado entre 1975 e 1979, no Governo Geisel
C Plano Brasil Maior, implementado em 2011, no Governo Dilma Rousseff (1o mandato)
D Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), implementado em 2008, no Governo Lula (2o mandato)
E Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE), implementada em 2004, no Governo Lula (1o mandato)

Desde 2017, a política fiscal brasileira vem sendo subordinada a uma nova regra, introduzida pela Emenda Constitucional no 95, de 15 de dezembro de 2016, conhecida como “Teto de Gastos”. A principal característica dessa regra é que

A impede o aumento dos gastos públicos em rubricas importantes, como educação, saúde e transferências sociais.
B permite a expansão das despesas primárias totais do setor público, em termos reais, nas fases de recessão econômica.
C permite o aumento das despesas primárias totais do setor público, em termos reais, nos períodos em que for confirmado aumento dos fluxos de arrecadação de impostos e outros tributos governamentais.
D mantém inalteradas as despesas primárias totais do setor público, em termos reais, nos próximos 10 ou 20 anos, a partir de sua vigência.
E mantém inalteradas as despesas primárias totais do setor público, em termos correntes, nos próximos 10 ou 20 anos, a partir de sua vigência.

Em determinado país sem inflação, a dívida pública é de longo prazo, metade tendo sido contratada a taxas de juros prefixadas. A outra metade tem remuneração pós- -fixada e referenciada à taxa de juros de curtíssimo prazo, do mercado de trocas de reservas interbancárias. Nesse país, cujo déficit público total está zerado, a razão entre o valor de mercado da dívida pública e o Produto Interno Bruto (PIB) tende a

A aumentar, se a taxa de juros interbancária diminuir.
B aumentar, se houver uma desvalorização cambial da moeda doméstica em relação à estrangeira, sem alterações no PIB.
C diminuir, se o déficit do setor público aumentar, sem alterações no PIB.
D diminuir, se houver uma valorização cambial da moeda doméstica em relação à estrangeira, sem alterações no PIB.
E permanecer inalterado, se o PIB e a taxa de juros interbancária diminuirem.

Usa-se o modelo IS/LM e o seu gráfico entre o produto da economia (y), no eixo horizontal, e os juros (r), no vertical, para analisar os efeitos das políticas de estabilização. No caso da curva LM ser horizontal, chega-se à conclusão de que a combinação de política fiscal expansiva e política monetária também expansiva, tende a

A aumentar a taxa de juros na economia.
B expandir a produção na economia.
C contrair a demanda agregada.
D reduzir as taxas de juros na economia.
E reduzir o déficit do balanço comercial.

Em 1944, os delegados de 45 países não comunistas participaram de uma conferência em Bretton Woods, estado de New Hampshire, nos Estados Unidos, com o propósito de reformar o sistema monetário internacional. O conjunto de medidas acordadas naquela oportunidade passou a ser conhecido como Sistema de Bretton Woods.
BAUMANN, R. e GONÇALVES, R. Economia internacional : teoria e experiência brasileira. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2015, p.356.

Como decorrência dos Acordos de Bretton Woods, o sistema monetário internacional, entre o início da década de 1950 e o final da década de 1960, teve como característica marcante a(o)

A conversibilidade do dólar norte-americano em ouro a uma taxa fixa
B aceleração da globalização financeira
C ausência de controles de capitais de curto prazo
D criação da Organização Mundial do Comércio (OMC)
E regime de taxas de câmbio flutuantes

No período 1956-1960, o governo brasileiro implementou uma ambiciosa estratégia de desenvolvimento e diversificação da estrutura produtiva, da qual resultaram expressivos investimentos nos setores de bens duráveis, bens de capital e infraestrutura básica. Esse programa, responsável pela aceleração do processo de industrialização, no período, foi denominado

A Plano Trienal
B Plano Salte
C Plano de Metas
D II Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND)
E Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG)

A primeira metade da década de 1980 constitui o marco inicial da chamada crise da dívida externa, fenômeno crítico com impactos adversos sobre a economia brasileira que se estenderam até o início da década seguinte. Particularmente, na etapa inicial dessa crise, entre 1981 e 1983, a economia do país passou por um severo processo de ajuste dos elevados déficits do balanço de pagamentos em conta-corrente.
A esse respeito, considere as afirmativas abaixo.
I - O impacto positivo decorrente das expressivas desvalorizações cambiais, ocorridas entre 1979 e 1983, sobre a balança comercial brasileira, é um dos fatores responsáveis pelo ajuste do balanço de pagamentos brasileiro.
II - Um fator responsável pela correção do balanço de pagamentos em conta-corrente é o efeito decorrente do II PND sobre a ampliação das exportações de manufaturados do país, tanto em termos de valor como de participação na pauta total de produtos exportados.
III - É notável o incremento das exportações de serviços no total exportado, com destaque para os serviços de automação bancária, assistência técnica e turismo, como um fator de correção dos elevados déficits do balanço de pagamento em conta-corrente.
Está correto o que se afirma em

A I, apenas
B III, apenas
C I e II, apenas
D II e III, apenas
E I, II e III