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O modelo de crescimento econômico neoclássico de
Solow tem algumas características marcantes, dentre as
quais a(o)

A variação da taxa de crescimento populacional altera o
nível do PIB real per capita no estado estacionário.
B mudança na função de produção agregada, devido ao
progresso tecnológico, não altera o PIB real per capita
no estado estacionário.
C diminuição da taxa de poupança acelera a taxa de
crescimento do PIB real a curto prazo.
D aumento da taxa de poupança da economia gera recessão
e desemprego no estado estacionário.
E aumento da taxa de poupança da economia acelera a
taxa de crescimento do PIB real no estado estacionário.

Há uma grande descoberta de um recurso natural, por
exemplo, petróleo, em determinado país. Esse país passa,
então, a ser um grande exportador de petróleo.
Tal evento pode acarretar a chamada doença holandesa,
prejudicando a economia do país, devido à

A valorização cambial vultosa de sua moeda, e consequentes
prejuízos a seus tradicionais produtos de exportação.
B desvalorização cambial vultosa de sua moeda, e
consequentes prejuízos a seus tradicionais produtos
substitutos das importações.
C expansão de suas reservas em divisas estrangeiras,
decorrente da exportação de petróleo.
D redução de suas importações, devido à desvalorização
cambial de sua moeda.
E contração da oferta monetária doméstica, consequente
do aumento das reservas em divisas estrangeiras.

Em certo país, a propensão marginal a consumir é igual
a 0,8; o Produto Interno Bruto (PIB) é igual a 1000 unidades
monetárias; a base monetária é igual a 100 unidades
monetárias; a formação bruta de capital fixo é de 20% do
PIB, ou seja, 200 unidades monetárias anuais; a taxa de
inflação é de 10% ao ano; e os meios de pagamento totalizam
300 unidades monetárias.
Desses dados, conclui-se que a(o)

A inflação está em trajetória ascendente.
B exportação excede a importação.
C velocidade renda da circulação da moeda é 5.
D multiplicador da base monetária é 3.
E país se encontra em recessão.
Texto associado
Text I
A world in transformation:
World Energy Outlook 2017
The resurgence in oil and gas production from the
United States, deep declines in the cost of renewables
and growing electrification are changing the face of
the global energy system and upending traditional
5 ways of meeting energy demand, according to the
World Energy Outlook 2017. A cleaner and more
diversified energy mix in China is another major driver
of this transformation.
Over the next 25 years, the world’s growing
10 energy needs are met first by renewables and natural
gas, as fast-declining costs turn solar power into the
cheapest source of new electricity generation. Global
energy demand is 30% higher by 2040 — but still
half as much as it would have been without efficiency
15 improvements. The boom years for coal are over — in
the absence of large-scale carbon capture, utilization
and storage (CCUS) — and rising oil demand slows
down but is not reversed before 2040 even as
electric-car sales rise steeply.
20 __ WEO-2017, the International Energy Agency
(IEA)’s flagship publication, finds that over the next
two decades the global energy system is being
reshaped by four major forces: the United States
is set to become the undisputed global oil and gas
25 leader; renewables are being deployed rapidly thanks
to falling costs; the share of electricity in the energy
mix is growing; and China’s new economic strategy
takes it on a cleaner growth mode, with implications
for global energy markets.
30 __ Solar PV is set to lead capacity additions, pushed
by deployment in China and India, meanwhile in the
European Union, wind becomes the leading source of
electricity soon after 2030.
“Solar is forging ahead in global power markets
35 as it becomes the cheapest source of electricity
generation in many places, including China and
India,” said Dr Fatih Birol, the IEA’s executive director.
“Electric vehicles (EVs) are in the fast lane as a result
of government support and declining battery costs but
40 it is far too early to write the obituary of oil, as growth
for trucks, petrochemicals, shipping and aviation
keep pushing demand higher. The US becomes
the undisputed leader for oil and gas production for
decades, which represents a major upheaval for
45 international market dynamics.”
These themes — as well as the future role of
oil and gas in the energy mix, how clean-energy
technologies are deploying, and the need for more
investment in CCUS — were among the key topics
50 discussed by the world’s energy leaders at the IEA’s
2017 Ministerial Meeting in Paris last week.
This year, WEO-2017 includes a special focus on
China, where economic and energy policy changes
underway will have a profound impact on the
55 country’s energy mix, and continue to shape global
trends. A new phase in the country’s development
results in an economy that is less reliant on heavy
industry and coal.
At the same time, a strong emphasis on cleaner
60 energy technologies, in large part to address poor air
quality, is catapulting China to a position as a world
leader in wind, solar, nuclear and electric vehicles and
the source of more than a quarter of projected growth
in natural gas consumption. As demand growth in
65 China slows, other countries continue to push overall
global demand higher – with India accounting for
almost one-third of global growth to 2040.
The shale oil and gas revolution in the United
States continues thanks to the remarkable ability of
70 producers to unlock new resources in a cost-effective
way. By the mid-2020s, the United States is projected
to become the world’s largest LNG exporter and a net
oil exporter by the end of that decade.
This is having a major impact on oil and gas
75 markets, challenging incumbent suppliers and
provoking a major reorientation of global trade flows,
with consumers in Asia accounting for more than
70% of global oil and gas imports by 2040. LNG
from the United States is also accelerating a major
80 structural shift towards a more flexible and globalized
gas market.
WEO-2017 finds it is too early to write the
obituary of oil. Global oil demand continues to grow to
2040, although at a steadily decreasing pace – while
85 fuel efficiency and rising electrification bring a peak in
oil used for passenger cars, even with a doubling of
the car fleet to two billion. But other sectors – namely
petrochemicals, trucks, aviation, and shipping – drive
up oil demand to 105 million barrels a day by 2040.
90 __ While carbon emissions have flattened in recent
years, the report finds that global energy-related CO2
emissions increase slightly by 2040, but at a slower
pace than in last year’s projections. Still, this is far from
enough to avoid severe impacts of climate change.
Available at: < https://www.iea.org/newsroom/news/2017/november/a-world-in-transformation-world-energy-outlook-2017.html >. Retrieved on: 14 Nov. 2017. Adapted. _

All the boldfaced verb phrases express a future action, EXCEPT in

A “The resurgence in oil and gas production from the United States, deep declines in the cost of renewables and growing electrification are changing the face of the global energy system” (lines 1-4)
B “the world’s growing energy needs are met first by renewables and natural gas as fast-declining costs turn solar power into the cheapest source of new electricity generation” (lines 9-12)
C “WEO-2017 (…) finds that over the next two decades the global energy system is being reshaped by four major forces” (lines 20-23)
D “meanwhile in the European Union, wind becomes the leading source of electricity soon after 2030” (lines 31-33)
E “the United States is projected to become the world’s largest LNG exporter and a net oil exporter by the end of that decade.” (lines 71-73)

A Figura abaixo mostra a curva de custo total médio de
certa empresa, como função do nível de produção q.
Se a empresa estiver produzindo em um nível maior do
que q*, diz-se que está num ponto com

A economias de escala
B deseconomias de escala
C economias de escopo
D capacidade ociosa
E custo médio mínimo

Segundo a teoria da renda permanente como determinante
dos gastos reais com bens de consumo, um aumento,
em certo período, de 10% na renda real das pessoas faria
com que aumentassem seus gastos reais com bens de
consumo, digamos, em 5%.
Se a renda real continuasse 10% mais alta, período após
período, as pessoas

A usariam, eventualmente, todo o aumento da renda
real para comprar bens de consumo.
B manteriam em 5% o aumento de seus gastos reais
com bens de consumo.
C voltariam a gastar com bens de consumo o mesmo que
gastavam anteriormente ao aumento de renda real.
D aumentariam em mais do que 5% seus gastos reais
com bens de consumo, em relação ao que consumiam
antes do aumento de renda real.
E gastariam toda a sua renda real com bens de consumo.

A matriz abaixo representa um jogo não cooperativo, de
decisões simultâneas, entre duas pessoas, A e B, devidamente
informadas de todas as estratégias e de todos os
retornos possíveis. As estratégias de A e de B são, respectivamente,
Ai e Bi, i = 1, 2 e 3. Dentro de cada célula
da matriz, o número ao alto e à direita é o retorno de B, e
o outro, abaixo e à esquerda, é o retorno de A.
Para que A 2 B 2 seja um equilíbrio de Nash, é suficiente
que x seja igual a

A 1
B 3
C 5
D 7
E 9

Na segunda metade da década de 1980 e na primeira metade
da de 1990, os governos brasileiros adotaram vários
planos de estabilização, visando a conter a elevada taxa
de inflação no país.
Assim, verifica-se que houve o Plano

A Cruzado, no 1o semestre de 1986, caracterizado pelo
aumento dos impostos indiretos (carros, fumo, bebidas)
e remarcações dos preços administrados.
B Cruzado II, no 2o semestre de 1986, caracterizado pelo
congelamento dos preços na economia brasileira.
C Collor, no 1o semestre de 1990, caracterizado pela retenção
de ativos financeiros da população, impedida
de deles dispor.
D Real, no 1o semestre de 1994, caracterizado pelo congelamento
da taxa de câmbio entre a moeda nacional
e o dólar americano.
E Real II, no 1o semestre de 1995, caracterizado pela
adoção de um novo meio de conta, a Unidade Real de
Valor (URV).

Um consumidor tem uma demanda por bananas com
elasticidade renda positiva igual a 0,5.
Caso sua renda aumente 10% e o preço das bananas aumente
também 10%, a quantidade demandada de bananas,
por parte desse consumidor, varia

A mais que +10%
B exatamente +10%
C de +5% a +10%
D exatamente + 5%
E menos que +5%

O governo do Presidente Juscelino Kubitschek adotou
uma política econômica que

A visou, primordialmente, à estabilização monetária e
inflacionária da economia brasileira.
B estabeleceu metas ambiciosas para o crescimento do
setor agropecuário, por ser essa a vantagem comparativa
do país.
C resultou em uma taxa de crescimento do setor industrial
bem maior do que a de crescimento agrícola.
D transferiu renda do setor industrial para o setor agropecuário,
via adoção de um confisco cambial.
E reduziu os desequilíbrios econômicos regionais do
país.