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Considerando-se os protocolos multiprofissionais de suporte básico
de vida validados pelo Ministério da Saúde, é correto afirmar que

A a conduta mais segura no atendimento a um paciente em
choque é considerá-lo como não hemorrágico enquanto não se
confirmar a existência de hemorragia.
B a decisão de não ressuscitação cardiopulmonar é respaldada em
caso de sinais de morte evidente, como perda da consciência
e abolição do tônus muscular com imobilidade.
C os esforços na ressuscitação cardiopulmonar devem ser breves
em pacientes sob overdose de drogas.
D o monitoramento da glicemia é um dos cuidados a serem
tomados após uma bem-sucedida ressuscitação
cardiopulmonar.
E pacientes em parada cardiorrespiratória devem ser avaliados
pela escala de coma de Glasgow antes da decisão de não
ressuscitação cardiopulmonar.

Em Barra dos Coqueiros – SE, esse produto é de ocorrência natural em todo o município, mas predomina geograficamente nos povoados Olhos D’água, Capoã e Jatobá, onde a ação das populações extrativistas contribuiu para o aumento do número de plantas nos estabelecimentos privados e, na área de acesso comum, a densidade foi elevada pelo processo natural de regeneração do ambiente.
Internet: (com adaptações).
O produto a que se refere o texto precedente é

A a soja, principal produto da pauta de exportação do agronegócio sergipano e de manuseio por grandes empresas exportadoras.
B a mangaba, utilizada cada vez mais na fabricação de polpas congeladas, sucos e sorvetes.
C o coco, produzido pelo agronegócio para subsidiar programas de pesquisa que visem à sustentabilidade da produção familiar.
D a mandioca, raiz de base na produtividade do Nordeste do Brasil e difundida em todo o município de Barra dos Coqueiros.
E a manga, direcionada ao mercado internacional, com seu pico de produção nos meses do inverno de junho e julho.
Texto associado
Texto CG1A1-III
A educação é uma questão fundamental no cotidiano brasileiro, pois é apenas com uma boa base educacional que um país se desenvolve econômica e socialmente. Para que a educação melhore, é preciso entender sua evolução ao longo do tempo. Isso permite elaborar políticas que enfatizem o que já foi bem-sucedido e que auxiliem na reformulação das demais políticas. Nesse sentido, a divulgação de dados relevantes é instrumental e essencial. O gráfico a seguir, por exemplo, mostra a evolução da escolaridade do brasileiro adulto, definido como aquele que tem 22 anos ou mais de idade.
Perfil da escolaridade da população adulta

0 a 4 anos de estudo – ao menos o 1.º ciclo do ensino fundamental incompleto
5 a 8 anos de estudo – ao menos o 2.º ciclo do ensino fundamental incompleto
9 a 11 anos de estudo – ao menos o ensino médio incompleto
12 anos ou mais de estudo – ensino superior completo ou incompleto
INSPER. Panorama Educacional Brasileiro. Centro de Políticas Públicas do INSPER. jan./2017. Internet: (com adaptações).

De acordo com as informações do texto CG1A1-III e do gráfico apresentado, o grupo de pessoas com pelo menos o ensino médio incompleto

A manteve-se em 30% nos primeiros anos da primeira década do século XXI.
B apresentou crescimento superior ao dos demais grupos avaliados entre 1992 e 2015.
C aumentou em 10% no período entre 1992 e 2000.
D ultrapassou os 30% no final da primeira década do século XXI.
E cresceu mais de 20% no decorrer do período avaliado.

Considerando-se os conectivos lógicos usuais (V ^ , ->) e que as proposições lógicas simples sejam representadas por meio de letras maiúsculas, a sentença “Um bom estado de saúde é consequência de boa alimentação e da prática regular de atividade física”

A pode ser corretamente representada pela expressão P → (Q ∧ R). ).
B pode ser corretamente representada pela expressão P ∨ Q.
C não é uma proposição lógica.
D pode ser corretamente representada pela expressão P.
E E pode ser corretamente representada pela expressão P → Q.
Texto associado
Texto CG1A2-I
1 A empatia é, em termos simples, a habilidade de se
colocar no lugar do outro. Por exemplo, se você, leitor, escuta
uma história sobre uma criança que teve muitos problemas de
4 saúde, que vem de uma família muito pobre, e se comove, é
possível ter dois tipos de emoção: o dó, que é a simpatia; ou
colocar-se no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou
7 e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir
dos olhos dela. “É ser sensível a ponto de compreender
emoções e sentimentos de outras pessoas”, explica Rodrigo
10 Scaranari, da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional.
E é uma característica que pode, sim, ser aprendida —
ou, pelo menos, treinada. Para Rodrigo, o exercício passa pelo
13 autoconhecimento: para compreender a emoção do outro, é
preciso conhecer e entender o que se passa dentro da própria
cabeça. “Assim como podemos treinar os bíceps na academia,
16 e ficar mais fortes, podemos ser cada vez mais empáticos com
a prática. A plasticidade do cérebro torna isso possível”,
explica a professora Anita Nowak, pesquisadora da empatia e
19 diretora da Área de Iniciativas Sociais e Econômicas da
Universidade McGill, em Montreal.
Mas por que nos colocamos no lugar do outro? Para
22 o psicólogo, psicanalista e professor João Ângelo Fantini, da
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a empatia seria
“uma forma de restabelecer um contato com um objeto de amor
25 perdido, uma parte incompreendida do sujeito”. Enxergamos
no outro uma humanidade compartilhada, sentimentos que
também temos e que são aplicados em situações
28 completamente diferentes. Por reconhecermos nós mesmos no
próximo, temos empatia.
Tal sentimento é uma via de mão dupla: beneficia não
31 só quem o desenvolve, mas também o emissor. “A empatia é,
sem dúvida nenhuma, uma das habilidades mais importantes
para que se tenha uma boa convivência social, interferindo
34 diretamente tanto no sucesso pessoal como no profissional. Ao
entender melhor as emoções e as necessidades de cada um,
temos menos dificuldades para lidar com eventuais conflitos
37 pessoais em qualquer ambiente ou situação”, afirma Rodrigo.

Juliana Contaifer e Renata Rusky. Colocando-se no lugar do outro . In: Correio Braziliense , 1/1/2017. Internet: (com adaptações).

No trecho “Tal sentimento é uma via de mão dupla: beneficia não só quem o desenvolve, mas também o emissor” ( ℓ . 30 e 31), do texto CG1A2-I, a expressão “não só ... mas também” exprime uma relação de

A comparação.
B oposição.
C adição.
D conclusão.
E consequência.
Texto associado
Texto CG1A1-II
1 A ideia de sujeito é um legado da filosofia moderna.
Trata-se de uma das noções fundadoras do humanismo e de
alguns dos principais valores do mundo ocidental. Embora
4 encontremos referências às faculdades e disposições da
subjetividade (razão, paixões, vontades, desejos) ao longo dos
pensamentos antigo e medieval, é somente com René Descartes
7 que a noção de sujeito é constituída sob a égide de sua filosofia
da consciência. O sujeito cartesiano emerge para a filosofia
como um composto de alma e corpo, cuja atividade
10 fundamental, o pensamento, edifica as bases de todo
conhecimento possível. Com Descartes surge, pois, o sujeito
cognoscente, cuja prerrogativa fundamental consiste no uso do
13 intelecto, que, enquanto faculdade da alma, se impõe como
única via de acesso à verdade. De posse desse atributo
superior, o ser humano torna-se capaz de compreender a
16 constituição do seu corpo e apreender a realidade do mundo. O
privilégio do pensamento tem como contraponto o menosprezo
das paixões que animam a vida do indivíduo.
19 A história do pensamento demonstra, porém, que, aos
poucos, a noção de sujeito ampliou seus horizontes de
revelação. A consciência cognoscente, que definia o sujeito
22 apenas com base em sua relação com o objeto (mundo), foi
enriquecida em suas funções a partir do momento em que a
subjetividade tornou-se também reconhecida como fluxo de
25 vivências corporais e mentais. À natureza do sujeito,
constituída até então por pensamentos e intuições, foram
acrescidos percepções, sentimentos e emoções. O sujeito, em
28 sua tessitura psicológica, passou a ser representado sob a forma
de eu. O eu define o modo como percebemos, sentimos,
intuímos, decidimos, escolhemos, imaginamos, tudo que se nos
31 refere e nos afeta em nossa dimensão existencial. Esta
consciência que vive sua interioridade (identidade do eu) e
interage com o mundo é também situada no espaço onde
34 convivem outras consciências. O eu encontra aqui o seu
correlato: o outro.

Marconi Pequeno. Sujeito, autonomia e moral . In: Rosa Maria Godoy Silveira et al. Educação em direitos humanos : fundamentos teórico-metodológicos. João Pessoa: Editora Universitária, 2007, p. 187-8 (com adaptações).

Sem prejuízo para os sentidos do texto CG1A1-II, feitas as devidas alterações gramaticais nas orações em que se encontram, os conectores “Embora” ( ℓ .3), “pois” ( ℓ .11) e “porém” ( ℓ .19) poderiam ser substituídos, respectivamente, por

A Conquanto; dessa forma; por conseguinte.
B Ainda que; portanto; entretanto.
C Destarte; então; sem embargo.
D Apesar de; contudo; não obstante.
E Visto que; assim; todavia.
Texto associado
Texto CG1A1-I
1 O estudo do desenvolvimento das ciências vai muito
além da simples percepção da progressão da técnica ou do
entendimento de como determinado objeto surgiu e de como
4 ele funciona. Acima de tudo, trata de compreender as variáveis
incutidas nos desdobramentos da evolução
científico-tecnológica. Saber quem melhor se aproveitou dessa
7 evolução, qual teria sido sua finalidade e quais mudanças
sociais e de concepções culturais a ciência operou constitui o
objetivo último do historiador da ciência. Partir da máxima de
10 Francis Bacon, de que o saber confere poder, pode ser um
início muito esclarecedor para essa questão.
A ciência tem como pressuposto de sua práxis a
13 utilização de modelos teóricos que obedeçam a determinados
princípios, sem que isso implique a aceitação de uma razão
universal e impessoal, à medida que os indivíduos inventam e
16 constroem diversas racionalidades inerentes a cada sociedade
e seus respectivos tipos de saberes. Estes, por sua vez,
exprimem estruturas, valores e projetos específicos que geram,
19 no interior dessas sociedades, concepções peculiares de
conhecimento, posto que o modo de questionar é solidário com
o modo de ser e viver, de crenças e valores, de práticas e
22 instituições, presentes em cada grupo social.

Paulo Ferraz de Camargo Oliveira. Herança ou ruptura? In: Revista Leituras da História, n.º 129. São Paulo: Editora Escala, 2019, p. 17 (com adaptações

Assinale a opção que apresenta o principal objetivo do historiador da ciência, na perspectiva do texto CG1A1-I.

A narrar fatos ligados ao desenvolvimento tecnológico
B identificar mudanças sociais trazidas pela ciência
C testar diferentes teorias e métodos de pesquisa
D adotar a ciência como técnica universal e impessoal
E estudar o funcionamento de determinada máquina
Texto associado
Texto CG1A2-I
1 A empatia é, em termos simples, a habilidade de se
colocar no lugar do outro. Por exemplo, se você, leitor, escuta
uma história sobre uma criança que teve muitos problemas de
4 saúde, que vem de uma família muito pobre, e se comove, é
possível ter dois tipos de emoção: o dó, que é a simpatia; ou
colocar-se no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou
7 e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir
dos olhos dela. “É ser sensível a ponto de compreender
emoções e sentimentos de outras pessoas”, explica Rodrigo
10 Scaranari, da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional.
E é uma característica que pode, sim, ser aprendida —
ou, pelo menos, treinada. Para Rodrigo, o exercício passa pelo
13 autoconhecimento: para compreender a emoção do outro, é
preciso conhecer e entender o que se passa dentro da própria
cabeça. “Assim como podemos treinar os bíceps na academia,
16 e ficar mais fortes, podemos ser cada vez mais empáticos com
a prática. A plasticidade do cérebro torna isso possível”,
explica a professora Anita Nowak, pesquisadora da empatia e
19 diretora da Área de Iniciativas Sociais e Econômicas da
Universidade McGill, em Montreal.
Mas por que nos colocamos no lugar do outro? Para
22 o psicólogo, psicanalista e professor João Ângelo Fantini, da
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a empatia seria
“uma forma de restabelecer um contato com um objeto de amor
25 perdido, uma parte incompreendida do sujeito”. Enxergamos
no outro uma humanidade compartilhada, sentimentos que
também temos e que são aplicados em situações
28 completamente diferentes. Por reconhecermos nós mesmos no
próximo, temos empatia.
Tal sentimento é uma via de mão dupla: beneficia não
31 só quem o desenvolve, mas também o emissor. “A empatia é,
sem dúvida nenhuma, uma das habilidades mais importantes
para que se tenha uma boa convivência social, interferindo
34 diretamente tanto no sucesso pessoal como no profissional. Ao
entender melhor as emoções e as necessidades de cada um,
temos menos dificuldades para lidar com eventuais conflitos
37 pessoais em qualquer ambiente ou situação”, afirma Rodrigo.

Juliana Contaifer e Renata Rusky. Colocando-se no lugar do outro . In: Correio Braziliense , 1/1/2017. Internet: (com adaptações).

No texto CG1A2-I, o termo ‘isso’, em ‘A plasticidade do cérebro torna isso possível’ ( ℓ .17), refere-se

A ao treinamento físico realizado em academias.
B ao ato de simpatizar com as emoções de outras pessoas.
C ao exercício do autoconhecimento.
D à capacidade de sermos cada vez mais empáticos com a prática.
E à necessidade de se entender o que se passa dentro da própria cabeça.

A Atenção Domiciliar (AD) é uma atividade inerente ao processo de trabalho das equipes de Atenção Básica, sendo necessário que estas estejam preparadas para identificar e cuidar dos usuários que se beneficiarão dessa modalidade de atenção. Referente a esse assunto, assinale a alternativa INCORRETA.

A Os pacientes caracterizados para a AD na Atenção Básica são os usuários que possuem problemas de saúde controlados/compensados com algum grau de dependência para as atividades da vida diária (não podendo se deslocar até a unidade de saúde).
B Os idosos que moram sozinhos devem ter sua condição avaliada pela equipe, considerando ser esse um relevante problema de saúde pública.
C Essa modalidade de atendimento permite maior espaçamento entre as visitas, controle de sintomas, sem a necessidade de inúmeros atendimentos médicos.
D Dentre os critérios de inclusão na AD, ressaltam-se a impossibilidade da permanência do cuidador no domicílio, a internação hospitalar e o analfabetismo de um dos membros da família.
E Dentre os critérios de inclusão, destaca-se a necessidade de o domicílio ter infraestrutura física compatível com a realização das atividades relacionadas à modalidade.

A enfermagem é uma das categorias da saúde mais inclinadas para o gerenciamento das unidades básicas de saúde. Nesse sentido, assinale a alternativa correta.

A Dentre as competências gerenciais dos enfermeiros, cita-se o desenvolvimento de instrumento para análise da situação de saúde e provisão de serviços e elaborar estratégias de intervenção.
B As atividades relacionadas à gestão de pessoas e processos sobrepõem-se à participação do usuário como ator social.
C Dentre as competências gerenciais dos enfermeiros mais importantes, destacam-se seu conhecimento jurídico e contábil para lidar com a provisão de serviços e materiais.
D O planejamento das ações consiste em uma tarefa inabitual do processo de trabalho do enfermeiro gestor, associando-se a sua ampla capacidade de tomar decisões imediatas.
E Alguns fatores podem favorecer a execução do trabalho gerencial, tais como as medicações, a educação permanente voltada estritamente para o farmacêutico e o uso disparatado de materiais e equipamentos.