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A hipertensão arterial sistêmica (HAS) apresenta alta morbimortalidade, com perda importante da qualidade de vida, o que reforça a importância do diagnóstico precoce. Todo adulto com 18 anos ou mais de idade, quando vier à Unidade Básica de Saúde (UBS) para consulta, atividades educativas, entre outros, e não tiver registro no prontuário de ao menos uma verificação da pressão arterial (PA) nos últimos dois anos, deverá tê-la verificada e registrada. A primeira verificação deve ser realizada em ambos os braços e, caso haja diferença entre os valores, deve ser considerada a medida de maior valor. O braço com o maior valor aferido deve ser utilizado como referência nas próximas medidas. Segundo o programa de rastreamento do Ministério da Saúde, de acordo com a média dos dois valores pressóricos obtidos, a PA deverá ser novamente verificada quando:

A a cada três anos, se PA 120/80 mmHg.
B a cada dois anos, se PA menor que 110/80 mmHg.
C em mais dois momentos em um intervalo de 1 - 2 semanas, se PA maior ou igual a 130/89 mmHg.
D a cada dois anos, se PA menor que 130/79 mmHg.
E a cada ano, se PA entre 120-139/80 - 89 mmHg nas pessoas sem outros fatores de risco para doença cardiovascular.
Texto associado
A infecção hospitalar ainda é uma preocupação constante nas instituições de saúde e está situada entre as principais causas de óbito no Brasil. O Programa de Controle de Infecções Hospitalares (PCIH) do Ministério da Saúde (MS) é um conjunto de ações desenvolvidas deliberada e sistematicamente com vistas à redução máxima possível da incidência e da gravidade das infecções hospitalares. Para a adequada execução do PCIH os hospitais deverão constituir Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), órgão de assessoria à autoridade máxima da instituição e de execução das ações de controle de infecção hospitalar, tendo algumas competências, tais como:

I. capacitação do quadro de funcionários da instituição, no que diz respeito à prevenção e controle das infecções.

II. normas para o uso racional de antimicrobianos, germicidas e materiais médico-hospitalares.

III. avaliar periodicamente as informações providas pelo Sistema de Vigilância Epidemiológica das infecções hospitalares e aprovar as medidas de controle propostas pelos membros executores da CCIH.

IV. realizar investigação epidemiológica de casos e surtos, sempre que indicado, e implantar medidas imediatas de controle. Estão corretas:

A I, II e III apenas.
B I, II, III e IV.
C III e IV apenas
D I, III e IV apenas.
E II, III e IV apenas.

De acordo com a Portaria n° 399, de 22 de fevereiro de 2006, do Ministério da Saúde, uma das suas prioridades para o ano de 2006 foi elaborar e implantar uma Política Nacional sobre diversos pontos da área da Saúde, com ênfase na adoção de hábitos saudáveis por parte da população brasileira, de forma a internalizar a responsabilidade individual da prática de atividade física, regular a alimentação saudável e combater o tabagismo. As ações citadas se referem à:

A defesa da saúde.
B reabilitação de saúde.
C interrupção do ciclo.
D repressão da saúde.
E promoção de saúde.
Texto associado
Considerando a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM) do Ministério da Saúde, em relação aos objetivos específicos e estratégias, analise as afirmativas a seguir: I. ampliar e qualificar a atenção clínico-ginecológica, inclusive para as mulheres portadoras da infecção pelo HIV e outras DST. II. promover a atenção às mulheres e adolescentes em situação de violência doméstica e sexual. III. reduzir a morbimortalidade por câncer na população feminina. IV. reduzir a morbimortalidade por doenças infeciosas e parasitárias na população feminina.

Dos itens acima mencionados, estão corretos, apenas:

A I, II e III.
B I e III.
C I e IV.
D II, III e IV.
E III e IV.
Texto associado
Observe o que se afirma nos itens a seguir e preencha os parênteses com (V) para a afirmativa verdadeira e (F) para as afirmativas falsas. I. A infestação de escorpiões no ambiente urbano brasileiro decorre exclusivamente de uma política sanitária ineficaz. ( ) II. O crescimento do número de escorpiões no Brasil é um desafio para toda a sociedade. ( ) III. Há uma correlação direta entre recursos e eficácia no combate a problemas considerados “perversos”. ( ) IV. A obstinada participação da imprensa prejudica o trabalho dos órgãos públicos sanitários. ( ) V. É insano aproximar a infestação de escorpiões de temas como o tratamento do lixo urbano e as variações climáticas. ( )

A sequência correta é:

A F -F -F -V -V
B F -V -V -V -F
C V -V -V -V -F
D V -V -F -F -V
E F -V -V -F -F
Texto associado
Observe a oração destacada:

“A infestação do escorpião urbano no Brasil é um clássico "problema perverso.” Sobre seus termos, é correto afirmar que:

A problema é núcleo do predicativo do sujeito.
B perverso é núcleo do sujeito.
C escorpião é núcleo do sujeito.
D urbano é predicativo do objeto.
E clássico é núcleo do predicativo do objeto.
Texto associado
Infestação de escorpiões no Brasil pode ser imparável A infestação de escorpião no Brasil é o exemplo perfeito de como a vida moderna se tornou imprevisível. É uma característica do que, no complexo campo de problemas, chamamos de um mundo “VUCA” (Volatility, uncertainty, complexity and ambiguity em inglês) - um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo. Escorpiões, como as baratas que eles comem, são um a espécie incrivelmente adaptável. O número de pessoas picadas em todo o Brasil aumentou de 12 mil em 2000 para 140 mil no ano passado, de acordo com o Ministério da Saúde. A espécie que aterroriza os brasileiros é o perigoso escorpião amarelo, ou Tityus serrulatus. Ele se reproduz por meio do milagre da partenogênese, s ignificando que um escorpião feminino simplesmente gera cópias de si mesma duas vezes por ano - nenhuma participação masculina é necessária. A infestação do escorpião urbano no Brasil é um clássico "problema perverso". Este termo, usado pela primeira vez em 1973, refere-se a enormes problemas sociais ou culturais como pobreza e guerra - sem solução simples ou definitiva, e que surgem na interseção de outros problemas. Nesse caso, a infestação do escorpião urbano no Brasil é o resultado de uma gestão inadequada do lixo, saneamento inapropriado, urbanização rápida e mudanças climáticas. No VUCA, quanto mais recursos você der para os problemas, melhor. Isso pode significar tudo, desde campanhas de conscientização pública que educam brasileiros sobre escorpiões até forças-tarefa exterminadoras que trabalham para controlar sua população em áreas urbanas. Os cientistas devem estar envolvidos. O sistema nacional de saúde pública do Brasil precisará se adaptar a essa nova ameaça. Apesar da obstinada cobertura da imprensa, as autoridades federais de saúde mal falaram publicamente sobre o problema do escorpião urbano no Brasil. E, além de alguns esforços mornos em nível nacional e estadual para treinar profissionais de saúde sobre o risco de escorpião, as autoridades parecem não ter nenhum plano para combater a infestação no nível epidêmico para o qual ela está se dirigindo. Temo que os escorpiões amarelos venenosos tenham reivindicado seu lugar ao lado de crimes violentos, tráfico brutal e outros problemas crônicos com os quais os urbanitas no Brasil precisam lidar diariamente. * Hamilton Coimbra Carvalho é pesquisador em Problemas Sociais Complexos, na Universidade de São Paulo (USP). Text o adaptado de Revista Galileu (https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio Ambiente /noticia/2019/02/infestacao-de-escorpioes-nobrasil-pode-ser-imparavel-diz-pesquisador.html)

A palavra “Volátil”, que representa a consoante inicial da sigla VUCA, tem o significado de:

A Anárquico.
B Inconsútil.
C Devoluto.
D Instável.
E Vulnerável.

O nível de consciência de um paciente é o indicador mais sensível de desequilíbrio da função neurológica. Em situações de urgência e emergência, tal como trauma craniano ocasionado por acidente automobilístico, é importante que a enfermagem avalie a perceptividade e/ou reatividade da vítima/paciente para estimar prognósticos. Existem algumas escalas que ajudam o enfermeiro nessa avaliação neurológica, uma delas, permite por exemplo, a observação de parâmetros como a abertura ocular, a resposta verbal e a resposta motora, dando escore de pontuação que varia entre 3 e 15 pontos, isso de acordo com a resposta apresentada pelo paciente. Essa escala a qual o texto se refere é a:

A aldrete.
B ramsay.
C kroulik.
D glasgow
E braden.

As funções de coordenar programas de prevenção e controle de doenças transmissíveis de relevância nacional (como aids, dengue, malária, hepatites virais, doenças imunopreveníveis, leishmaniose, hanseníase e tuberculose); coordenar o Programa Nacional de Imunizações (PNI); coordenar, em âmbito nacional, as ações de vigilância em saúde, nas emergências em saúde pública de importância nacional e internacional; promover e desenvolver estratégias que contribuam para a participação e o controle social; entre outras ações, é de competência do(da/s):

A Organização das Nações Unidas (ONU).
B Ministério da Saúde (MS).
C Órgãos internos do SUS.
D Secretarias de vigilância epidemiológica das cidades (SMEC).
E Secretarias Estaduais de Saúde.