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Em atenção ao Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase, a equipe de saúde de uma instituição decidiu elaborar material educativo, para distribuição entre funcionários e clientes, sobre a importância da prevenção e do tratamento adequado da doença, esclarecendo, entre outros itens, que

A se trata de uma doença que acomete apenas adultos, de ambos os sexos, a partir dos 40 anos de idade.
B todo indivíduo adulto, caracterizado como contato social, ou seja, que conviva ou tenha convivido com um indivíduo com diagnóstico de hanseníase, tratado ou não, incluindo-se vizinhos, colegas de trabalho e de escola, entre outros, devem receber a vacina BCG e ser acompanhado, por pelo menos cinco anos.
C a hanseníase é uma doença aguda, infectocontagiosa, cujo agente etiológico, o Mycobacterium leprae, é transmitido por via fecal-oral.
D cerca de 90 dias após o início do tratamento, se realizado de forma regular, a doença deixa de ser contagiosa.
E os sinais e sintomas da hanseníase compreendem, entre outros itens, pápulas, tubérculos e nódulos, normalmente sem sintomas, e diminuição ou queda de pelos, localizada ou difusa, especialmente nas sobrancelhas (madarose).

Para responder a questão, considere o relato a seguir. C.H., 54 anos, sexo feminino, obesa, hipertensa, chegou ao ambulatório relatando dor precordial irradiada para o braço e desconforto gástrico. Durante o atendimento inicial, rapidamente evoluiu apresentando confusão mental e parada cardiorrespiratória. Após solicitar o desfibrilador automático externo (DEA), o enfermeiro iniciou os procedimentos de reanimação cardiopulmonar, aplicando compressões torácicas. A frequência (F) e profundidade (P) das compressões torácicas aplicadas em C.H. devem ser, respectivamente, de

A F = 70 a 100 compressões por minuto; P = 8 a 10 cm.
B F = 80 a 100 compressões por minuto; P = 5 a 6 cm.
C F = 60 a 80 compressões por minuto; P = cerca de um terço do diâmetro anteroposterior do tórax.
D F = 80 a 120 compressões por minuto; P = cerca de um terço do diâmetro anteroposterior do tórax.
E F = 100 a 120 compressões por minuto; P = 5 a 6 cm.

Devido ao fato de que, na instituição onde atua, um percentual expressivo de funcionários se concentra na faixa etária de 50 a 59 anos, o enfermeiro desenvolve ações de educação em saúde sobre a osteoporose, orientando a respeito das medidas de prevenção que devem incluir, entre outros itens, a importância de

A evitar o consumo de cafeína e a importância da exposição à luz solar, em horários recomendados e adequadamente protegidos.
B evitar o consumo de bebidas alcoólicas e cigarros e ingerir suplemento alimentar com alta concentração de vitamina A.
C evitar o consumo de vegetais com folhas de cor verde escuro e realizar exercícios físicos aeróbicos.
D ingerir dieta rica em proteína animal, cálcio e vitamina D e evitar a exposição à luz solar.
E evitar a automedicação e ingerir, diariamente, suplemento alimentar com alta concentração de vitamina A.

Com o objetivo de identificar e orientar os funcionários sobre o glaucoma, uma instituição promove, anualmente, a “Campanha de prevenção do glaucoma”. Ao que diz respeito a essa doença, com o propósito de esclarecer e orientar adequadamente os interessados, os enfermeiros que atuam na instituição devem saber que

A o glaucoma pode se desenvolver em um ou em ambos os olhos e é resultante da opacificação do cristalino.
B o manejo cirúrgico do glaucoma cura a doença em 95% dos casos.
C a história familiar de glaucoma, o uso prolongado de corticosteroides tópicos ou sistêmicos, a diabete e o traumatismo ocular constituem-se em alguns dos fatores de risco para o glaucoma.
D os sinais e sintomas do glaucoma, tais como: diplopia, ausência de lágrimas e dor orbital surgem precocemente, propiciando o rápido início do tratamento para a doença.
E devido a sua ação antioxidante, a ingestão diária de 200000 UI de vitamina A constitui importante medida de prevenção para a ocorrência do glaucoma.

Ao assumir o cargo, o enfermeiro constatou que, recentemente, havia sido implantado o prontuário eletrônico no ambulatório onde desenvolveria suas funções. Frente a essa situação, de acordo com a nova redação do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (COFEN, 2017), o enfermeiro deve

A digitar seu nome completo e número de inscrição no Conselho Regional de Enfermagem, após a descrição do cuidado prestado.
B solicitar a certificação de sua assinatura, conforme legislação vigente, para que possa utilizá-la no prontuário eletrônico ao registrar a assistência prestada.
C copiar e colar a imagem digitalizada de sua assinatura ou rubrica ao final da descrição do cuidado de enfermagem prestado.
D digitar seu nome completo ou social, categoria e número de inscrição no Conselho Regional de Enfermagem do estado onde atua, após a descrição do cuidado de enfermagem prestado.
E copiar e colar a imagem digitalizada de seu carimbo onde deve constar seu nome social, número e categoria de inscrição no Conselho Regional de Enfermagem do estado onde concluiu o curso.

M.A., 32 anos, sexo masculino, auxiliar administrativo, compareceu ao ambulatório da empresa com queixa de tosse, coriza, conjuntivite e fotofobia. Relatou que ao se levantar pela manhã, percebeu a presença de “manchas vermelhas” que começaram por traz da orelha e “foram se espalhando”. Durante a anamnese, informou ter retornado de viagem por motivo de trabalho de Roraima há cinco dias, onde está ocorrendo um surto de sarampo, e desconhecer seu histórico vacinal. Ao exame físico constatou- -se temperatura axilar = 38,8 ºC e presença de exantema cutâneo máculo-papular de coloração vermelha, na região retroauricular, pescoço e tórax. Suspeitando tratar-se de um caso de sarampo, o médico solicitou os exames complementares necessários e afastou M.A. do trabalho, encaminhando o caso ao enfermeiro para as demais providências necessárias. Frente a essa situação, entre outras ações, o enfermeiro deve

A providenciar, imediatamente, a aplicação de uma dose de reforço com a vacina pentavalente em todos os funcionários que trabalham no mesmo setor que M.A., com o objetivo de evitar a ocorrência de novos casos da doença.
B administrar, no mesmo dia do diagnóstico do sarampo, 2 g de vitamina C, via oral, para reduzir a possibilidade de ocorrência de caso grave ou fatal.
C comunicar o caso suspeito de sarampo, por telefone, à Secretaria Municipal de Saúde, dentro das primeiras 24 horas após o atendimento de M.A., e providenciar o preenchimento da Ficha de Investigação de Doenças Exantemáticas Febris Sarampo/Rubéola.
D providenciar a aplicação da vacina tríplice bacteriana para todos os funcionários que trabalham na empresa, em até três dias, com o propósito de evitar a disseminação da doença.
E aguardar o resultado dos exames complementares e, se confirmado tratar-se de um caso de sarampo, preencher a Ficha de Notificação Compulsória de Sarampo, encaminhando-a à unidade básica de saúde responsável pela área onde a empresa está localizada, para as demais providências cabíveis.

Para responder à questão, considere o relato a seguir. F.A., 34 anos, sexo feminino, compareceu ao ambulatório de saúde ocupacional para realizar o exame médico de retorno à função devido ao término da licença maternidade, sendo considerada apta pelo médico. Durante a consulta de enfermagem, informou ao enfermeiro que, até o momento de reassumir seu trabalho, vinha praticando o aleitamento materno exclusivo, mostrando-se muito preocupada pelo fato de que o bebê, com quatro meses de idade, passaria a ficar em uma creche e a receber fórmula láctea, prescrita pelo pediatra, enquanto estivesse no trabalho. Para essa situação, utilizando a taxonomia NANDA 2015-2017, o enfermeiro estabeleceu como diagnóstico de enfermagem “Amamentação interrompida relacionada ao emprego materno e separação mãe-lactente caracterizada por amamentação não exclusiva”. O diagnóstico de enfermagem assinalado tem como característica definidora

A amamentação interrompida.
B emprego materno.
C uso de fórmula láctea.
D amamentação não exclusiva.
E separação mãe-lactente.

A possibilidade e condição de alcance e utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, conforme disciplinado na Lei nº 13.146/2015, considera-se

A barreiras urbanísticas.
B tecnologia assistiva.
C ajuda técnica.
D acessibilidade.
E barreiras atitudinais.