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No dia 01 de agosto de 2019, a ANVISA publicou no Diário Oficial da União (DOU) o novo Marco Regulatório para avaliação e classificação toxicológica de agrotóxicos, com o objetivo de seguir o padrão internacional. Os fabricantes terão um ano para se adaptar. Com base nos conhecimentos sobre o assunto, julgue as alternativas a seguir: I – os produtos de origem biológica, dispensados da apresentação de estudos toxicológicos conforme legislação específica, são enquadrados como Não Classificados; II – categoria 1: Produto Extremamente Tóxico – Faixa Azul; III – é enquadrado como “Não Classificado” quanto à toxicidade aguda, produtos de baixa toxicidade e periculosidade; IV – produtos que atualmente são considerados muito tóxicos poderão ter uma classificação mais permissiva; V – categoria 5: Produto Extremamente Tóxico – Faixa Vermelha. Assinale a alternativa correta.

A I, II e V estão corretas.
B I, III e V estão corretas.
C II, III e V estão corretas.
D II e III estão corretas.
E I, III e IV estão corretas.

Sobre o Excel, qual a opção NÃO ESTÁ CORRETA:

A no excel 2010, para congelar painéis na planilha, clique na guia exibição e no botão Congelar Painéis do grupo janelas.
B a função CONVERTER é utilizada para converter um numero de um sistema de medidas para outro que poder ser, por exemplo, peso, distância, tempo, pressão, força, energia, etc.
C para classificar dados no Excel em ordem crescente ou decrescente, de acordo com seu proposito, basta selecionar os dados a serem classificados, e na guia Pagina Inicial, clique no botão Classificar e Filtrar, em seguida escolher Classificar A a Z ou Classificar Z a A.
D para somar os itens da coluna A, da linha 1 até linha 5, basta selecionar a célula A6 e selecionar a função AUTOSOMA disponível na guia INSERIR.
E no Excel, é possível gerar números aleatórios utilizando duas funções: ALEATÓRIO e ALEATÓRIOENTRE.

Os indígenas no Acre estão divididos em dois grandes troncos indígenas. Assinale a alternativa que corresponda corretamente a esses dois grandes troncos.

A Yanomami e Mura
B Tupi e Tukano
C Aruaque ou Aruak e Panos
D Macro-Jê e Aruaque ou Aruak
E Aruaque ou Aruak e Yanomami

Qual o nome do dispositivo ou programa de computador utilizado para capturar e armazenar dados trafegando em uma rede de computadores, que pode ser usado por um invasor para capturar informações sensíveis (como senhas de usuários), em casos onde estejam sendo utilizadas conexões inseguras, ou seja, sem criptografia?

A Antivírus
B Sniffer
C Código malicioso
D DDoS
E Backdoo

A OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou nesta terça-feira

( 14 ) que a Tailândia registrou o primeiro caso do novo coronavírus que já causou uma morte e deixou dezenas de doentes na China. (R7, 14/01/2020. Disponível em: .Adaptado) Sobre o novo tipo de coronavírus é possível afirmar:

A são uma família de vírus com taxa de letalidade maior que a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS).
B apesar do maior número de casos ter sido registrado na China, especialistas apontam que sua origem é o Índia.
C são uma família viral conhecida e que costumam causar infecções respiratórias de leve a moderada em seres humanos, muito semelhantes a resfriados.
D a OMS informou que a maioria dos casos confirmados foram de pessoas que não se vacinaram contra o vírus.
E a OMS informa que é possível combater rapidamente a epidemia pelo fato de o vírus não apresentar variações genéticas.

Em 20% das vezes, Fernando chega atrasado ao encontro. Manuela chega ao encontro atrasada 25% das vezes. Sabendo que os atrasos de Fernando e Manuela são independentes, qual a probabilidade que no dia de um encontro entre eles, os dois cheguem atrasados?

A 0,5
B 0,45
C 0,045
D 0,05
E 0,25

A NEGAÇÃO da proposição condicional: ‘Se estiver chovendo eu levo guarda-chuva’ é:

A se não estiver chovendo eu levo guarda-chuva.
B não está chovendo e eu levo guarda-chuva.
C não está chovendo e eu não levo guarda-chuva.
D se estiver chovendo eu não levo guarda-chuva.
E está chovendo e eu não levo o guarda-chuva.
Texto associado
Texto 1 Antes que elas cresçam Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente. Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura. Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal? Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração. Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros. Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela. Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, pôsteres e agendas coloridas de Pilot. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas. Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto. No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes. O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam. Affonso Romano de Sant´ Anna

(Fonte: http://www.releituras. com/arsant _antes.asp, acesso em janeiro de 2020.) Texto 2 POEMA ENJOADINHO Filhos... Filhos? Melhor não tê-los! Mas se não os temos Como sabê-lo? Se não os temos Que de consulta Quanto silêncio Como o queremos! Banho de mar Diz que é um porrete... Cônjuge voa Transpõe o espaço Engole água Fica salgada Se iodifica Depois, que boa Que morenaço Que a esposa fica! Resultado: filho, E então começa A aporrinhação: Cocô está branco Cocô está preto Bebe amoníaco Comeu botão. F ilhos? Filhos. Melhor não tê-los Noite de insônia Cãs prematuros Prantos convulsos Meu Deus, salvai-o! Filhos são o demo Melhor não tê-los... Mas se não os temos Como sabê-los? Como saber Que macieza Nos seus cabelos Que cheiro morno Na sua carne Que gosto doce Na sua boca! Chupam gilete Bebem xampu Ateiam fogo No quarteirão Porém, que coisa Que coisa louca Que coisa linda Que os filhos são!

(Fonte: Vinícius de Moraes. Poesia completa & prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1987. p. 261-2.)

Assinale a alternativa contendo vocábulos acentuados pela mesma regra:

A exílio/ divórcio/ gírias.
B pôsteres/ exílio/ país.
C órfãos/ há/ princípio.
D mênstruo/ pôsteres/ há.
E exílio/ país/ órfãos.