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O Docker possibilita que uma imagem com todos os aplicativos e configurações realizadas em um contêiner sejam transferidos para outro host, bastando que este tenha o Docker instalado. Assinale a alternativa que apresenta o nome dessa operação.

A Restore.
B Dump.
C Drill down Contêiner.
D Portabilidade.
E Drill up Contêiner.

A PL/SQL contém diversos tipos de objetos armazenados no banco de dados. Um profissional de tecnologia da informação necessita utilizar um desses objetos que é um bloco de código PL/SQL disparado automaticamente mediante uma ação do usuário ou da aplicação dentro do banco de dados. Qual é o nome desse objeto?

A Select.
B Procedure.
C Insert.
D Trigger.
E Cursor.
Texto associado
Posfácio do livro Rio em Shamas (2016), de Anderson França, Dinho Rafael Dragaud

NÃO PIRA! Foi com esse conselho, há cerca de seis anos, que começou minha história com o Dinho. Colaborávamos na mesma instituição social e vez ou outra nos esbarrávamos numa reunião, ele sempre ostensivamente calado. Por algum motivo da ordem do encosto, no sentido macumbeirístico mesmo, ou cumplicidade de gordos, vimos um no outro um elo possível de troca. Ele então começou a me enviar milhões de textos que eram uma mistura frenética de sonhos, pseudorroteiros cinematográficos, pedidos de desculpas, posts-denúncias, listas de exigências de sequestrador, tudo num fluxo insano de criação, que ele mesmo dizia que um dia iria sufocá-lo de vez — o que me fez proferir o dito conselho.

O fato é que um dia passei em frente ao notebook dele e lá estava a tela quase inteiramente coberta de post-its, todos iguais, escritos: NÃO PIRA. E ele então me confidenciou: Cara, você resolveu minha vida. Eu só não posso pirar! É isso! Esse episódio obviamente fala muito mais sobre essa característica de esponja afetointelectual dele do que sobre alguma qualidade do meu conselho.

E foi sendo assim, esponja que se enche e se comprime (deixando desaguar seus textos em redes sociais), que foi surgindo um escritor muito especial. Especial não pra mãe dele ou pra Su (a santa), mas para a cidade do Rio de Janeiro. Com uma voz e um estilo absolutamente singulares, Dinho flerta com a narrativa do fluxo do pensamento, o que poderia gerar textos apenas egoicos e herméticos, eventualmente mais valiosos pra ele do que para o leitor. Mas sei lá como, seus textos conciliam esse jeitão com uma relevância quase política, pois jogam luz sobre partes da cidade que merecem ser mais vistas, mais percebidas, e até mesmo mais problematizadas.

Dinho “vê coisas”. E, consequentemente, tem o que dizer. Não só sobre o subúrbio, suas ruas, seus personagens e seus modos, numa linhagem Antônio Maria ou João do Rio, mas muitas vezes também sobre bairros já enjoativos, de tão submersos em clichês, como o tão adorado-odiado Leblon. Seu “olhar de estrangeiro” revela estranhas entranhas da Zona Sul do Rio de Janeiro.

O fato é que, com este livro, a cidade fica muito maior, mais plural e consequentemente mais justa. Espero que este seja apenas o primeiro de uma série. Se é que posso dar mais algum conselho, o único que me ocorre ao vê-lo escrevendo hoje em dia é: NÃO PARE!

FRANÇA, Anderson. Rio em Shamas . Rio de Janeiro: Objetiva, 2016.

Quanto ao excerto “Por algum motivo da ordem do encosto, no sentido macumbeirístico mesmo, ou cumplicidade de gordos [...]”, assinale a alternativa correta.

A A palavra “encosto” está sendo utilizada com o significado de “lugar ou objeto em que alguém ou algo pode se encostar”.
B A palavra “encosto” está sendo utilizada com o significado de “mulher que é mantida por alguém fora do casamento”.
C Se a expressão entre vírgulas “no sentido macumberístico mesmo” fosse retirada do excerto, isso causaria um problema sintático.
D O termo “mesmo” poderia ser colocado antes da expressão “sentido macumbeirístico” sem que isso modificasse o sentido do excerto.
E A expressão “no sentido macumberístico mesmo” tem a função de explicar com qual significado a palavra “encosto” está sendo utilizada.

Com o objetivo de premiar seu melhor vendedor, uma loja contratou José para desenvolver uma consulta SQL que retorne o ‘id_vendedor’ do vendedor que, somando o valor total de todos os seus pedidos, foi o que mais vendeu. Qual das alternativas a seguir apresenta o código que José deverá implementar para alcançar esse objetivo? pedido id_pedido id_cliente id_vendedor total

A SELECT id_vendedor, SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor HAVING SUM(total)=(SELECT SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor ORDER BY SUM(total) ASC LIMIT 0,1);
B SELECT id_vendedor, SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor HAVING SUM(total)=(SELECT SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_pedido ORDER BY SUM(total) LIMIT 1,1);
C SELECT id_vendedor, SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor HAVING SUM(total)=(SELECT SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor ORDER BY SUM(total) DESC LIMIT 0,1);
D SELECT id_vendedor, SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor HAVING SUM(total)=(SELECT SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor ORDER BY SUM(total) LIMIT 1,1);
E SELECT id_vendedor, SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor HAVING SUM(total)=(SELECT SUM(total) FROM pedido GROUP BY id_vendedor ORDER BY SUM(total) DESC LIMIT 1,0);
Texto associado
Posfácio do livro Rio em Shamas (2016), de Anderson França, Dinho Rafael Dragaud

NÃO PIRA! Foi com esse conselho, há cerca de seis anos, que começou minha história com o Dinho. Colaborávamos na mesma instituição social e vez ou outra nos esbarrávamos numa reunião, ele sempre ostensivamente calado. Por algum motivo da ordem do encosto, no sentido macumbeirístico mesmo, ou cumplicidade de gordos, vimos um no outro um elo possível de troca. Ele então começou a me enviar milhões de textos que eram uma mistura frenética de sonhos, pseudorroteiros cinematográficos, pedidos de desculpas, posts-denúncias, listas de exigências de sequestrador, tudo num fluxo insano de criação, que ele mesmo dizia que um dia iria sufocá-lo de vez — o que me fez proferir o dito conselho.

O fato é que um dia passei em frente ao notebook dele e lá estava a tela quase inteiramente coberta de post-its, todos iguais, escritos: NÃO PIRA. E ele então me confidenciou: Cara, você resolveu minha vida. Eu só não posso pirar! É isso! Esse episódio obviamente fala muito mais sobre essa característica de esponja afetointelectual dele do que sobre alguma qualidade do meu conselho.

E foi sendo assim, esponja que se enche e se comprime (deixando desaguar seus textos em redes sociais), que foi surgindo um escritor muito especial. Especial não pra mãe dele ou pra Su (a santa), mas para a cidade do Rio de Janeiro. Com uma voz e um estilo absolutamente singulares, Dinho flerta com a narrativa do fluxo do pensamento, o que poderia gerar textos apenas egoicos e herméticos, eventualmente mais valiosos pra ele do que para o leitor. Mas sei lá como, seus textos conciliam esse jeitão com uma relevância quase política, pois jogam luz sobre partes da cidade que merecem ser mais vistas, mais percebidas, e até mesmo mais problematizadas.

Dinho “vê coisas”. E, consequentemente, tem o que dizer. Não só sobre o subúrbio, suas ruas, seus personagens e seus modos, numa linhagem Antônio Maria ou João do Rio, mas muitas vezes também sobre bairros já enjoativos, de tão submersos em clichês, como o tão adorado-odiado Leblon. Seu “olhar de estrangeiro” revela estranhas entranhas da Zona Sul do Rio de Janeiro.

O fato é que, com este livro, a cidade fica muito maior, mais plural e consequentemente mais justa. Espero que este seja apenas o primeiro de uma série. Se é que posso dar mais algum conselho, o único que me ocorre ao vê-lo escrevendo hoje em dia é: NÃO PARE!

FRANÇA, Anderson. Rio em Shamas . Rio de Janeiro: Objetiva, 2016.

A respeito do excerto “Colaborávamos na mesma instituição social e vez ou outra nos esbarrávamos numa reunião, ele sempre ostensivamente calado.”, assinale a alternativa correta.

A Os termos “colaborávamos” e “esbarrávamos” recebem acento porque são verbos conjugados no passado.
B Os termos “colaborávamos” e “esbarrávamos” (pretérito imperfeito) poderiam ser substituídos por “colaboramos” e “esbarramos” (pretérito perfeito) sem que isso modificasse o sentido do excerto.
C Um sinônimo de “ostensivamente” é “demasiadamente”.
D O termo “numa” é a contração da preposição “no” mais o artigo “uma”.
E Se a expressão “vez ou outra” estivesse entre vírgulas, haveria necessidade de alteração da colocação do pronome “nos”.

Um profissional de tecnologia da informação necessita realizar uma criação de uma trigger em T-SQL na tabela produtos. Nesse caso, o código correto de criação de uma trigger em T-SQL na tabela produtos que deve ser utilizado pelo profissional em questão é

A CREATE trg_01 TRIGGER FOR produtos AFTER INSERT AS SELECT ‘Produto Adicionado’;
B CREATE TRIGGER trg_01 ON produtosAFTER INSERT AS SELECT ‘Produto Adicionado’;
C ENABLE TRIGGER trg_01 ON produtos AFTER INSERT AS SELECT ‘Produto Adicionado’;
D TRIGGER trg_01 ENABLE ON produtos AFTER INSERT AS SELECT ‘Produto Adicionado’;
E CREATE trg_01 FOR produtos AFTER INSERT AS TRIGGER USING SELECT ‘Produto Adicionado’;

Considerando que um profissional de tecnologia da informação necessita definir um argumento em T-SQL que se comporta como uma variável local para a entrada de parâmetros para uma rotina, assinale a alternativa que apresenta corretamente a forma de declaração que esse profissional deve fazer para esse argumento.

A DECLARE @id_emp AS INT = 10;
B INT @id_emp = 10 AS ARGUMENT;
C @id_emp INT = 10;
D DEFINE @id_emp AS INT;
E FROM EMP CREATE @id_emp AS ARGUMENT;

O Big Data é definido como coleções de dados cuja sua quantidade é tão grande que é difícil armazenar, gerenciar, processar e analisar esses dados por meio de bancos de dados tradicionais. Nos últimos anos, houve um crescimento exponencial nos dados estruturados e não estruturados gerados pela tecnologia da informação da indústria e saúde por meio da internet das coisas (IoT), por exemplo. Sabendo disso, assinale a alternativa que apresenta corretamente as cinco características, também conhecidas como os cinco “vês”, de um big data.

A Valor, viabilidade, visiblidade, velocidade, volume.
B Volume, vertente, valor, virtualidade, vitabilidade.
C Viabilidade, vitalício, virtual, velocidade, valor.
D Velocidade, volume, veracidade, variedade, valor.
E Veracidade, viabilidade, volume, virtualidade, variedade.

Um dos desafios em se trabalhar com grandes volumes de dados de diferentes regiões do mundo é realizar o tratamento em dados do tipo data e hora. Com base nessa informação, os profissionais de tecnologia da informação que precisam trabalhar com a função SYSDATETIMEOFFSET da T-SQL sabem que o papel dessa função é

A trazer data e hora atual do sistema.
B trazer data e hora compatíveis com a SQLANSI.
C trazer data e hora com a UTC, ou seja, Universal Time Coordinated.
D trazer data e hora atual com o fuso horário.
E trazer data e hora atual aplicando um deslocamento (offset) com a quantidade de horas informada pelo usuário.