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Durante a avaliação de um paciente com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), um dos testes que pode ser realizado é o teste de caminhada de seis minutos (TC6M). O TC6M é utilizado:

A como critério diagnóstico doenças em cardiopatias assintomáticas;
B para avaliar a capacidade de realização de trabalho dos membros inferiores e saturação de oxigênio;
C para avaliar a capacidade funcional através da distância percorrida em seis minutos;
D para avaliar a coordenação entre membros inferiores e superiores;
E principalmente para medir a força muscular de membros superiores.

A ferramenta que pode ser utilizada para avaliação do equilíbrio em pacientes idosos, seja na comunidade, em hospitais ou em instituições de longa permanência, e que compreende 14 tarefas que representam atividades funcionais da vida diária, é a:

A timed up and go;
B escala de borg;
C velocidade da marcha;
D escala de berg;
E escala de nyha.

Em pacientes idosos, um programa de exercícios que se proponha a estimular a função cerebral com treinos de exercícios com multicomponentes deve conter:

A exercícios aeróbicos, exercícios resistidos, treino de equilíbrio e cognitivos com dupla-tarefa;
B exercícios aeróbicos, exercícios resistidos, treino de equilíbrio e cognitivos com tarefa única;
C exercícios aeróbicos, exercícios resistidos, treino de equilíbrio, sem exercícios cognitivos;
D exercícios aeróbicos, treinamento muscular respiratório, treino de equilíbrio e cognitivos com tarefa única;
E exercícios aeróbicos, exercícios resistidos, treino de equilíbrio e treino de flexibilidade.

Um paciente de 60 anos, ex-tabagista, apresentando perda de peso nos últimos quatro meses, tosse, dispneia, disfagia e rouquidão, teve diagnóstico de câncer de pulmão e foi encaminhado para a fisioterapia com o seguinte estadiamento do tumor – estágio IIIA: T3 N1 M0. Na classificação TNM, os elementos T, N e M referem-se, respectivamente, a:

A extensão do tumor primário, número de linfonodos acometidos e metástase;
B temperatura do tumor primário, número de linfonodos acometidos e metástase;
C extensão do tumor primário, número de células acometidas e metástase;
D extensão do tumor primário, número de linfonodos acometidos e forma de manuseio que será adotada;
E tensão gerada pelo tumor primário, número de linfonodos acometidos e metástase.

Uma paciente de 58 anos foi encaminhada para fisioterapia após a realização de mastectomia radical modificada. Nesse procedimento cirúrgico, é realizada:

A a extirpação da mama e esvaziamento radical, preservando o músculo peitoral maior, com ou sem preservação do peitoral menor;
B a extirpação da mama, músculo peitoral maior, peitoral menor e esvaziamento axilar radical;
C a remoção do tumor sem margens de tecido circunjacente;
D a extirpação da mama, músculo peitoral maior, peitoral menor e sem esvaziamento axilar radical;
E a extirpação do peitoral maior e menor com retirada apenas do quadrante superior externo.

Um paciente com 80 anos foi encaminhado para fisioterapia com o objetivo de minimização dos impactos que o processo de envelhecimento pode acarretar para a composição corporal e o sistema musculoesquelético. Sobre as alterações fisiológicas do envelhecimento especificamente nesses sistemas, é correto afirmar que a perda de massa muscular se caracteriza pela não uniformidade, sendo:

A as fibras musculares do tipo II as que mais sofrem declínio;
B as fibras musculares do tipo I as que mais sofrem declínio;
C as fibras musculares do tipo IV as que mais sofrem alteração;
D as fibras musculares do tipo III as que mais sofrem declínio;
E as fibras musculares do tipo III as que mais sofrem declínio.

Durante um trauma em inversão do pé, o fisioterapeuta estava discutindo com um residente sobre os aspectos biomecânicos do referido mecanismo traumático e seu potencial lesivo das estruturas da articulação do tornozelo. Com base nessa análise, é correto afirmar que:

A sobre o mecanismo protetor, um dos estabilizadores dinâmicos nesse caso é o músculo fibular curto;
B sobre o mecanismo traumático, um dos estabilizadores estáticos nesse caso é o ligamento talocalcanear medial;
C sobre o mecanismo protetor, um dos estabilizadores dinâmicos nesse caso é o músculo extensor longo dos dedos;
D sobre o mecanismo traumático, um dos estabilizadores estáticos nesse caso é o ligamento calcaneonavicular plantar;
E sobre o mecanismo protetor, um dos estabilizadores estáticos nesse caso é o ligamento calcâneo-cuboide.

Durante uma consulta, o fisioterapeuta prescreveu um exercício para o fortalecimento dos músculos que realizam as básculas na pelve. O exercício deslocava a espinha ilíaca anterossuperior posteriormente, e o paciente sustentava essa posição durante seis segundos para então retornar à posição ortostática. Sobre o movimento supracitado, é correto afirmar que:

A o movimento em questão foi realizado em cadeia cinética aberta, e o músculo agonista foi o glúteo médio;
B na manutenção da posição por seis segundos, o paciente realizou uma contração isotônica excêntrica, e o músculo agonista na tarefa foi o glúteo mínimo;
C o movimento em questão é denominado báscula lateral, e um dos músculos agonistas na tarefa foi o glúteo médio;
D na manutenção da posição por seis segundos, o músculo agonista na tarefa foi o glúteo máximo, e o referido movimento é denominado báscula posterior;
E o movimento em questão foi realizado em cadeia cinética fechada, e o músculo agonista foi o tensor da fáscia lata.

Uma paciente de 4 meses de idade está sob acompanhamento médico e fisioterapêutico devido a um diagnóstico de doença de Werding-Hoffman. Na avaliação funcional, apresentou severa fraqueza muscular, apesar do exame de creatinoquinase (CK) ser normal. No que se refere à doença em si e à sua evolução nessa paciente, é correto afirmar que:

A a doença é um tipo de atrofia muscular espinhal (tipo I), e a criança apresentará sinais mais severos após os três anos de vida;
B a doença também é chamada de paralisia bulbar hereditária, e a criança progredirá com marcha, mas evoluirá a óbito na adolescência;
C a doença é um tipo de atrofia muscular espinhal (tipo I), e a criança geralmente evoluirá para óbito por volta dos 12 meses devido a insuficiência respiratória;
D a doença também é chamada de síndrome pós-pólio, e a criança desenvolverá fraqueza muscular lenta e progressiva;
E a doença também é conhecida como paraparesia espástica hereditária, e a criança desenvolverá rigidez com predomínio em membros inferiores.

Uma menina de 13 anos foi encaminhada ao serviço de fisioterapia neurofuncional. Durante a avaliação, o fisioterapeuta constatou os seguintes sinais: disartria, perda da sensibilidade vibratória, arreflexias patelar e aquiliana, ataxia e sinal de Babinski positivo. Com base nos sinais apresentados, o diagnóstico provável é:

A ataxia de Freidreich;
B Charcot-Marie-Tooth;
C distrofia muscular de Duchenne;
D coreia de Sydenham;
E distrofia Muscular de Becker.