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Paciente de 20 anos é atendida no ambulatório de ginecologia com queixas de corrimento grumoso, prurido e ardência vaginal. Apresenta placas brancas aderidas à parede vaginal, edema, eritema e escoriações/fissuras na parede vulvar. O agente etiológico mais provável nesse caso é:

A herpes vírus;
B bactérias anaeróbias;
C Treponema pallidum;
D Candida albicans;
E Trichomonas vaginalis.

Paciente de 16 anos em atendimento pré-hospitalar pela equipe do SAMU após queda de bicicleta ao saltar de rampa de 1 m de altura. Ao exame: Glasgow 15, sentado no chão, queixando-se de dor abdominal com irradiação para o ombro E, abdômen distendido, PA 100x65, hipocorado 1+/4+, FC 110 bpm. A principal hipótese diagnóstica para o caso é ruptura:

A duodenal;
B vesical;
C esplênica;
D gástrica;
E ileal.

Paciente do sexo feminino de 45 anos é atendida no consultório com queixas de cefaleia temporal direita há 24 horas, pulsátil, de moderada intensidade, evoluindo nas últimas 6 horas com náuseas e 1 episódio de vômito, osmofobia, fotofobia e irritabilidade. Já apresentou episódios anteriores semelhantes nos últimos 6 meses, com até 72 horas de duração, e refere que percebeu desencadeamento após episódios de estresse e consumo de bebida alcoólica. Ao exame: PA 130/80, Glasgow 15, mobilidade preservada, dialogando normalmente, pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem outras alterações visuais. A principal hipótese diagnóstica é:

A cefaleia tensional;
B arterite temporal;
C cefaleia em salvas;
D hipertensão intracraniana idiopática;
E enxaqueca.

A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) caracteriza-se por limitação crônica ao fluxo de ar, não totalmente reversível, associada a uma resposta inflamatória anormal à inalação de partículas ou gases nocivos. Do ponto de vista da fisiopatologia, a obstrução crônica ao fluxo de ar na DPOC ocorre devido a uma associação de inflamação nas pequenas vias aéreas (bronquiolite respiratória) e destruição parenquimatosa (enfisema). Os sintomas têm início insidioso, são persistentes, pioram com exercício e tendem a aumentar em frequência e intensidade ao longo do tempo. Um critério clínico ou funcional para o diagnóstico de DPOC é:

A hiperprodução de alfa 1 antitripsina;
B fatores relacionados à infância: excesso de peso ao nascer e infecções respiratórias;
C espirometria com relação VEF1/CVF inferior a 0,7 pós-broncodilatador;
D idade superior a 60 anos;
E tosse não produtiva ou mucoide.