QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
22 questões encontradas

Virgínia foi contratada para efetuar reparos na rede da empresa K. Ao fazer um estudo rápido sobre os problemas de conectividade existentes, notou que três máquinas tinham sido configuradas com o endereço de rede incorreto. A empresa tem disponível o range de IPs 192.168.0.0/24, que estava dividido em sub-redes com máscara 255.255.255.240/28. As máquinas incorretas tinham os IPs: 192.168.0.85, 192.168.0.86 e 192.168.0.87. Para que os hosts sejam configurados corretamente, Virgínia deverá atribuir os IPs à sub-rede:

A 192.168.0.32;
B 192.168.0.48;
C 192.168.0.64;
D 192.168.0.80;
E 192.168.0.96.

Karen é uma administradora de redes que recebeu a tarefa de segmentar o endereço de rede 10.5.16.0/24 em sub-redes menores para um melhor aproveitamento. A empresa tem oito departamentos, que devem possuir a mesma quantidade de endereços disponíveis. Karen identificou que nenhum departamento precisará de mais de 27 endereços de host. Como forma de atender à demanda e ter o menor desperdício de endereços IPs, Karen deverá usar a máscara:

A 255.255.255.128;
B 255.255.255.192;
C 255.255.255.224;
D 255.255.255.240;
E 255.255.255.248.

A Divisão de Redes do Tribunal Regional Federal da Primeira Região está com a demanda de instalação de uma impressora que será usada por 10 funcionários. O caminho entre os computadores da sala e a impressora é bem curto e livre de obstáculos. A sala não possui disponibilidade de acesso via cabeamento, tornando a comunicação sem fio indispensável para o local. A impressora instalada trabalha a 4000 Mbits/s. A Divisão de Redes deverá instalar o sistema de transmissão via:

A infravermelho de alta velocidade;
B infravermelho de média velocidade;
C infravermelho de baixa velocidade;
D laser;
E laser de alta velocidade.

A Divisão de Comunicações do Tribunal Regional Federal da Primeira Região está implementando uma nova aplicação para uso de voz e vídeo com o objetivo de aumentar a segurança nas reuniões executadas remotamente. Essa nova aplicação usará um protocolo fim a fim, que não fará uso de sequenciamento nem controle de fluxo, de forma que a entrega imediata seja mais importante que a entrega precisa. Para atender aos requisitos da nova aplicação, a Divisão de Comunicações implementará o protocolo:

A TCP (Transmission Control Protocol);
B UDP (User Datagram Protocol);
C Ethenet;
D IP (Internet Protocol);
E ICMP (Internet Control Message Protocol).

João foi contratado para a melhorar a rede local da empresa G. Essa implementação consiste em uma solução que permita que dois ou mais roteadores sejam configurados em um grupo virtual para compartilhar um endereço IP virtual. Os roteadores no grupo virtual cooperam entre si para apresentar um endereço IP virtual único como o gateway padrão para hosts na rede local. Um roteador é eleito como roteador ativo, responsável por enviar pacotes para o endereço IP virtual, enquanto os outros roteadores no grupo atuam como roteadores em espera. Para atender à implementação, João usará o protocolo de roteamento:

A BGP (Border Gateway Protocol);
B OSPF (Open Shortest Path First);
C RIP (Routing Information Protocol);
D HSRP (Hot Standby Router Protocol);
E VRRP (Virtual Router Redundancy Protocol).

A Divisão de Redes do Tribunal Regional Federal da Primeira Região identificou que sua rede local estava com queda em sua performance em virtude de loops na rede, mesmo trabalhando com o protocolo Spanning Tree. A Divisão de Redes chegou corretamente à possível conclusão de que:

A como as bridges transmitem as informações por multicast para seus vizinhos, apenas um pequeno grupo recebia a nova informação de configuração da topologia;
B o protocolo Spanning Tree pode ter sido desabilitado involuntariamente, não permitindo uma atualização da árvore em virtude de possíveis atualizações na topologia da rede;
C mesmo usando a Spanning Tree, havia caminhos redundantes, e com isso todas as portas estavam no estado desativado para a utilização do protocolo;
D os switches entraram em modo promíscuo e com isso passaram a executar o algoritmo Spanning Tree localmente, disponibilizando a informação para todos os elementos da rede;
E na bridge, o frame BPDU estava utilizando o endereço único MAC multicast da porta como endereço de origem, e o endereço de destino era o endereço MAC unicast da Spanning Tree.

Amanda foi contratada pela empresa J para melhoria de segurança da rede local sem fio existente. Ela identificou que a rede atual não tinha criptografia e comunicou o caso à chefia. A chefia elaborou um relatório com as características que deveriam estar presentes no algoritmo a ser implementado. O algoritmo deve usar o modo de operação Counter Mode Cipher Block Chaining Message Authentication Code Protocol, baseado no AES; fornecer verificação de integridade e autenticidade; e ser mais adequado para uso empresarial. Ao ler o relatório, Amanda informou que já tinha a solução, porém ela seria vulnerável ao ataque de reinstalação de chaves. Como a chefia não se opôs, Amanda implementou o algoritmo:

A WPA2-EAP;
B WPA2-PSK;
C WPA;
D WEP;
E DES.

Amanda, administradora de banco de dados (DBA) da empresa X, está efetuando ajustes em seu sistema de banco de dados (SGBD) Oracle. Ela identificou que a tablespace de UNDO default não foi criada corretamente, o que está acarretando muitas falhas nas transações executadas. Amanda resolveu criar uma nova tablespace de UNDO, conforme script a seguir. create undo tablespace UNDOTBS1 datafile 'undotbs_01.dbf' size 100M autoextend on; Na tentativa de tornar default do banco de dados a tablespace UNDOTBS1, Amanda poderá:

A adicionar a cláusula nologging ao script no momento da criação da undo tablespace UNDOTBS1;
B certificar-se de que o sistema gerenciador de banco de dados opere em modo de gerenciamento de undo automático;
C executar o comando drop na tablespace de UNDO anterior, pois assim a UNDOTBS1 será assumida como default automaticamente;
D encontrar uma falha no comando executado, de modo que, ao dropar a tablespace de UNDO existente, o banco assumirá a tablespace SYSAUX como default;
E substituir a query apresentada por outra que faça a criação de uma tablespace bigfile, pois este é o único formato para a cláusula default.

Augusto recebeu um arquivo de texto contendo a lista dos equipamentos utilizados no Centro de Dados do Tribunal e precisa inseri-los no banco de dados de um sistema que é usado para gerenciar o patrimônio de TI. Para criar um registro em uma tabela em um banco de dados utilizando SQL, deve-se usar o comando:

A DROP TABLE
B ADD RECORD
C CREATE NEW
D INSERT INTO
E ALTER DATABASE

Em um ambiente de Business Intelligence, Júlio implementou uma ferramenta OLAP para apoiar a análise de dados do Data Mart do TRF1. Uma das consultas mais realizadas é o total de processos por tipo e por data. A operação OLAP que permite a geração de um subcubo é a:

A slice
B dice
C drill up
D rotate
E pivot