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A Carta de Petrópolis, originada no 1o Seminário Brasileiro para preservação e revitalização de centros históricos de 1987, estabelece que o sítio histórico urbano - SHU é parte integrante de um contexto amplo que comporta as paisagens natural e construída, assim como a vivência de seus habitantes. Um dos itens apresentado na Carta determina que a preservação do SHU deve:

A ser realizada através de diferentes tipos de instrumentos como normas edilícias e escrituras;
B constituir ação integrada entre os órgãos federais, estaduais e municipais, sem participações externas;
C ser pressuposto do planejamento urbano, alicerçado no conhecimento dos mecanismos de estruturação do espaço;
D considerar a moradia como função complementar ao espaço edificado, haja vista sua irrelevância para o contexto histórico;
E coibir a realização do inventário com a participação da comunidade, por não ser representativo o conhecimento do valor por ela atribuído ao patrimônio.

Na elaboração das cotas de um desenho, pelo programa AutoCAD 2008, o arquiteto utilizou o comando LEADER, que pode ser usado para fazer observações no desenho ou para cotar:

A objetos sem usar os comandos de dimensionamento;
B linhas tanto horizontais como verticais;
C linhas que não sejam nem verticais nem horizontais.
D raios de arcos ou círculos;
E ângulos selecionando duas linhas paralelas.

Uma nova percepção da cidade vem sendo construída a partir do desejo coletivo de que ela seja socialmente integrada: ?a cidade de todos?. Nesse contexto, surge o Princípio da Contiguidade, que:

A prioriza a construção de edifícios altos;
B valoriza o investimento na produção das superestruturas;
C preserva os volumes e usos predominantes;
D objetiva uma renovação imediata e acelerada;
E estimula a construção de estruturas com novos volumes modais.

Para iniciar um desenho no programa AutoCAD 2008, o arquiteto utilizou, como procedimento, o padrão LAYER 0, que tem como característica:

A ser desenhado na cor de livre escolha;
B utilizar linha descontínua tracejada;
C impedir de ser apagado;
D permitir ser renomeado;
E apresentar fundo reticulado.

Ao empregar enormes superfícies envidraçadas nos compartimentos de uma edificação, o arquiteto teve como objetivo principal:

A permitir ganhos de radiação solar convenientes à luminosidade dos compartimentos;
B favorecer o desempenho termo-luminoso dos compartimentos;
C otimizar o uso da energia operante;
D dispensar o uso do condicionamento artificial do edifício;
E propiciar iluminação e ventilação natural dos compartimentos.

O cobogó ou elemento vazado foi amplamente empregado pelos arquitetos modernos brasileiros em seus projetos, com o objetivo, sobretudo, de propiciar a ventilação natural cruzada entre os compartimentos. Na cidade do Rio de Janeiro, um dos exemplares arquitetônicos modernos, em que o cobogó foi empregado na fachada com tal objetivo, é o edifício:

A Obra do Berço: Oscar Niemeyer;
B Torre do Shopping Rio Sul: Ulysses Burlamaqui e Alexandre Chan;
C Escola Edmundo Bittencourt: Conjunto ?Pedregulho? - Affonso Reidy;
D Palácio Gustavo Capanema: equipe liderada por Lucio Costa;
E Associação Brasileira de Imprensa: Irmãos Roberto.

Ao definir a implantação dos blocos de um agrupamento de edifícios, o arquiteto optou por localizá-los, intercaladamente, em direção ao vento dominante. Sua decisão foi:

A correta, porque pode-se obter maior densidade na ocupação do terreno, sem prejudicar a ventilação do conjunto de edifícios;
B incorreta, porque os edifícios recebem o vento apenas com 50% da velocidade que os atingiria caso não estivessem intercalados;
C correta, desde que atenda à exigência de se manter entre os blocos edilícios uma distância igual à altura deles, para não aumentar o consumo energético;
D incorreta, porque implica pouca densidade de ocupação do terreno, expondo os blocos edilícios à desfavorável ação intensa dos elementos climáticos;
E correta, porque a zona de sucção / redemoinhos diminui, podendo reduzir a distância entre os blocos edilícios e elevar a eficiência da ventilação.

No projeto, para o acréscimo de um pavimento de garagem aos dois pavimentos de garagem já existentes em um edifício, o arquiteto elaborará outra rampa de ligação entre o novo pavimento e os existentes, cujos acessos já são feitos por rampa. Utilizando-se a inclinação máxima para esse caso, estabelecida pelo Código de Obras do Município do Rio de Janeiro, e sabendo-se que a altura de piso a piso é de 3,00 m, a projeção horizontal dessa rampa será de:

A 60,00 m;
B 30,00 m;
C 20,00 m;
D 15,00 m;
E 12,00 m.

A Carta de Veneza, de maio de 1964, estabelece que a restauração dos monumentos é uma operação que deve ter caráter excepcional. Um dos aspectos abordados nessa Carta sugere que a restauração deve:

A começar onde se inicia a hipótese sobre os valores do monumento;
B destacar-se da composição arquitetônica, ostentando a marca do seu tempo;
C ser precedida e acompanhada de um estudo artístico do monumento;
D integrar os elementos destinados a substituir as partes faltantes, de modo que pareçam partes originais do conjunto;
E empregar técnicas tradicionais, sendo vetadas as técnicas modernas, mesmo que fundamentadas em dados científicos.

45 No processo de organização funcional de seu escritório de arquitetura, o arquiteto apresentou à equipe as etapas sequenciais de execução da atividade técnica do projeto de arquitetura, conforme abaixo, identificando-as com algarismos crescentes de 1 a 8:

( ) estudo de viabilidade técnica (EV-ARQ);

( ) anteprojeto de arquitetura (AP-ARQ);

( ) projeto básico de arquitetura (PB-ARQ);

( ) levantamentos de dados para arquitetura (LV-ARQ);

( ) projeto legal de arquitetura (PL-ARQ);

( ) programa de necessidades de arquitetura (PN-ARQ);

( ) projeto para execução de arquitetura (PE-ARQ);

( ) estudo preliminar de arquitetura (EP-ARQ). A sequência correta dessas etapas é:

A 1, 4, 7, 3, 6, 2, 8 e 5;
B 2, 6, 8, 3, 5, 1, 7 e 4;
C 2, 6, 8, 1, 5, 4, 7 e 3;
D 3,5, 7, 1, 6, 2, 8 e 4;
E 3, 5, 6, 2, 8, 1, 7 e 4.