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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão Ai, que vergonha... Sou tímida. Já nasci assim, veio de algum gene que meus pais me transmitiram, o que não deixa de ser estranho, já que sou incomparavelmente mais tímida que os dois juntos. Só quem é tímido - e não me refiro aí aos falsos tímidos, aqueles que têm uma timidezinha boba de vez em quando, por exemplo, ao chegar a uma festa sem conhecer ninguém - sabe a dificuldade de se dizer “não” a um amigo ou de cobrar alguma coisa de alguém. E só nós tímidos sabemos também o quanto nos custa entrar em uma loja e experimentar uma roupa. O verdadeiro tímido tem vergonha de tudo e de todos. Hoje em dia, depois de anos de teatro e terapia, melhorei demais. Muita gente me afronta e diz que não sou tímida nada, que eu nunca subiria em um palco se minha timidez fosse de verdade. Eu digo que uma coisa não tem nada a ver com a outra. O palco possui uma parede invisível, e quando subo nele é como se não visse ninguém. Além disso, quando as pessoas vão a alguma das minhas apresentações, é esperado que eu cante. Muito diferente é ir a um churrasco e me pedirem para tocar violão. Morro de vergonha. As pessoas param de conversar e ficam me olhando, na expectativa. A minha voz nem sai direito, tamanha a vontade de desaparecer do recinto. Os psicólogos dizem que timidez, na verdade, é orgulho. O tímido seria alguém com tal mania de perfeição que não se dá o direito de errar. Não concordo. Eu digo que o tímido é alguém que tem vergonha de errar, de acertar, de ser julgado ignorante, de ser considerado inteligente, de ser taxado de prepotente... Eu tenho vergonha de tudo. Mas já descobri - até há bastante tempo - o antídoto da timidez. Quando gosto e quero realmente alguma coisa, vergonha nenhuma me impede. Aí eu finjo que sou uma outra pessoa, coloco uma base no rosto para disfarçar a vermelhidão e vou em frente. É assim inclusive com essas crônicas, que tenho vergonha de publicar, mas gosto demais de escrever para parar. (Adaptado de: PIMENTA, Paula. Disponível em: www.patio.com.br. 13/12/2006) Observe a seguinte passagem: - as pessoas vão a alguma das minhas apresentações (3º parágrafo) Considerando-se o emprego do sinal indicativo de crase, substitui corretamente a expressão sublinhada o que se encontra em:

A à qualquer uma das
B à maioria das
C à
D às
E à todas as

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão. Como vamos lidar com robôs em casa, na educação e no trabalho? A combinação entre a imaginação dos escritores de ficção e a tendência a aceitar desafios dos cientistas costuma gerar revoluções nas nossas vidas. Assim também foi com o surgimento dos robôs. O nome foi usado pela primeira vez em uma peça teatral da década de 1920 para designar um ciborgue ficcional que tinha como principal tarefa servir à humanidade. Desde então, passamos a ver robôs em todos os lugares: nas indústrias, montando ou soldando peças; nos atendimentos telefônicos; e até nos comandos de voz que damos aos assistentes digitais dos nossos smartphones. No entanto, nem todas essas automações são exatamente robôs. “Para se tornar um robô é preciso ser físico, como um carro autônomo ou um robô de operação industrial”, frisa Flavio Tonidandel, professor do Centro Universitário FEI e pesquisador de robótica e inteligência artificial (IA). Além de ter um corpo físico, outro pré-requisito é mover-se de forma autônoma, semiautônoma ou controlada a distância, bem como ser capaz de interagir com o ambiente. “Existe uma grande confusão entre os conceitos de robôs e de inteligência artificial”, afirma Tonidandel. Simplificando bastante, o professor explica que a IA seria o equivalente ao cérebro do robô, capaz de dar a ele potencial de tomada de decisão, raciocínio, aprendizagem e reconhecimento de padrões. O desenvolvimento interdependente entre as tecnologias de IA e robótica trouxe uma nova geração de robôs, capazes de interagir com os humanos para executar tarefas, transitar pelos mesmos lugares que as pessoas e atuar como assistentes nas tarefas do dia a dia. É a chamada robótica de serviços, que promete levar robôs para dentro de casas, empresas, hospitais e até escolas. Conviver com esses seres autônomos e com tendência a nos servir, contudo, traz novas questões. A que regras eles estarão sujeitos? O que poderão (ou não) fazer? Como fica o mercado de trabalho com a robotização de serviços que hoje ainda são feitos pelos humanos? São perguntas bem difíceis de responder, mas que fazem parte da próxima fronteira para a evolução da robótica. (Adaptado de: LAFLOUFA, Jacqueline. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com. 30/05/2019) Observe as expressões sublinhadas nas seguintes passagens do texto: - Assim também foi com o surgimento dos robôs. (1o parágrafo) - Desde então, passamos a ver robôs em todos os lugares... (2o parágrafo) - Conviver com esses seres autônomos e com tendência a nos servir, contudo, traz novas questões. (5o parágrafo) As expressões sublinhadas imprimem às relações que estabelecem, respectivamente, sentidos de

A modo, temporalidade e conclusão.
B comparação, temporalidade e contraposição.
C contraposição, causa e comparação.
D conclusão, modo e causa.
E causa, contraposição e conclusão.

Um pai pretende dividir R$ 750,00 entre seus 3 filhos de tal forma que cada um receba uma quantia diretamente proporcional à sua própria idade. Se dois dos filhos receberão, respectivamente, R$ 225,00 e R$ 240,00, e se a soma das idades dos dois filhos mais novos é 31 anos, então a idade do filho mais velho é

A 15
B 21
C 19
D 20
E 16

O vice-primeiro-ministro italiano conduziu uma reunião de seus aliados europeus na frente da catedral gótica de Milão no sábado 18/05/2019. Ele prometeu mudar a história depois das eleições para o Parlamento Europeu e fazer da aliança populista um dos maiores agrupamentos no Parlamento Europeu. (Disponível em: https://www.cartacapital.com.br. Adaptado) De acordo com a notícia e de seus conhecimentos sobre a política internacional, os aliados europeus do vice-primeiro-ministro italiano representam uma orientação política de

A centro-direita.
B extrema-esquerda.
C centro-esquerda.
D extrema-direita.
E centro.

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão. Como vamos lidar com robôs em casa, na educação e no trabalho? A combinação entre a imaginação dos escritores de ficção e a tendência a aceitar desafios dos cientistas costuma gerar revoluções nas nossas vidas. Assim também foi com o surgimento dos robôs. O nome foi usado pela primeira vez em uma peça teatral da década de 1920 para designar um ciborgue ficcional que tinha como principal tarefa servir à humanidade. Desde então, passamos a ver robôs em todos os lugares: nas indústrias, montando ou soldando peças; nos atendimentos telefônicos; e até nos comandos de voz que damos aos assistentes digitais dos nossos smartphones. No entanto, nem todas essas automações são exatamente robôs. “Para se tornar um robô é preciso ser físico, como um carro autônomo ou um robô de operação industrial”, frisa Flavio Tonidandel, professor do Centro Universitário FEI e pesquisador de robótica e inteligência artificial (IA). Além de ter um corpo físico, outro pré-requisito é mover-se de forma autônoma, semiautônoma ou controlada a distância, bem como ser capaz de interagir com o ambiente. “Existe uma grande confusão entre os conceitos de robôs e de inteligência artificial”, afirma Tonidandel. Simplificando bastante, o professor explica que a IA seria o equivalente ao cérebro do robô, capaz de dar a ele potencial de tomada de decisão, raciocínio, aprendizagem e reconhecimento de padrões. O desenvolvimento interdependente entre as tecnologias de IA e robótica trouxe uma nova geração de robôs, capazes de interagir com os humanos para executar tarefas, transitar pelos mesmos lugares que as pessoas e atuar como assistentes nas tarefas do dia a dia. É a chamada robótica de serviços, que promete levar robôs para dentro de casas, empresas, hospitais e até escolas. Conviver com esses seres autônomos e com tendência a nos servir, contudo, traz novas questões. A que regras eles estarão sujeitos? O que poderão (ou não) fazer? Como fica o mercado de trabalho com a robotização de serviços que hoje ainda são feitos pelos humanos? São perguntas bem difíceis de responder, mas que fazem parte da próxima fronteira para a evolução da robótica. (Adaptado de: LAFLOUFA, Jacqueline. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com. 30/05/2019) No trecho ... capaz de dar a ele potencial de tomada de decisão, raciocínio, aprendizagem e reconhecimento de padrões (3º parágrafo), o termo sublinhado pode ser corretamente substituído por

A conceder-lhe
B munir-lhe de
C atribuí-lo
D providenciá-lo
E propiciar-lhe de

A Sabesp disponibiliza o e-mail canaldedenuncia@sabesp.com.br para que ocorrências de fraudes e transgressões diversas à política de segurança das informações possam ser denunciadas. Considere, hipoteticamente, que uma denúncia enviada descreveu que um certo funcionário estava fazendo ligações internas se passando por alguém da equipe de suporte técnico de TI solicitando determinadas informações para resolver um suposto problema da Sabesp. Conclui-se, corretamente, que a denúncia se configura em um ataque do tipo

A Engenharia Social.
B Pharming.
C Advance fee fraud.
D Spyware.
E Negação de Serviço.

Considere as recomendações para um dispositivo utilizado em redes móveis. Existem várias questões importantes que devem ser consideradas na escolha e configuração deste dispositivo. É muito importante determinar quais recursos de criptografia e autenticação são suportados. Outro fator importante é saber se o dispositivo possibilita upgrades de firmware, permitindo incorporar novos padrões e eventuais correções lançadas pelo fabricante. Muitos modelos vêm com configurações de fábrica que são de conhecimento público, incluindo senhas default. É extremamente importante que todas as configurações originais sejam mudadas antes de colocar este dispositivo de rede móvel em produção, incluindo: senhas de administração, SSID, chaves WEP etc. (Adaptado de: Práticas de Segurança para Administradores de Redes Internet - NIC BR Security Office) Um Estagiário, ao ler essas recomendações, conclui que se trata do dispositivo denominado

A hub.
B bluetooth.
C switcher.
D access point.
E SNMP.

Guilherme pretende ler 2 livros de sua coleção, um em seguida do outro, sem intervalo entre as leituras, na velocidade de exatamente 15 páginas por dia. Os livros disponíveis são os seguintes: - livro A, de 132 páginas; - livro B, de 228 páginas; - livro C, de 99 páginas; - livro D, de 274 páginas; - livro E, de 300 páginas; - livro F, de 137 páginas; - livro G, de 59 páginas; - livro H, de 150 páginas. Guilherme fará uma escolha aleatória dos livros que lerá. A probabilidade de Guilherme estar lendo o segundo livro no início do décimo dia de leitura é

A 1/4
B 3/8
C 1/2
D 5/8
E 3/4

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão. Como vamos lidar com robôs em casa, na educação e no trabalho? A combinação entre a imaginação dos escritores de ficção e a tendência a aceitar desafios dos cientistas costuma gerar revoluções nas nossas vidas. Assim também foi com o surgimento dos robôs. O nome foi usado pela primeira vez em uma peça teatral da década de 1920 para designar um ciborgue ficcional que tinha como principal tarefa servir à humanidade. Desde então, passamos a ver robôs em todos os lugares: nas indústrias, montando ou soldando peças; nos atendimentos telefônicos; e até nos comandos de voz que damos aos assistentes digitais dos nossos smartphones. No entanto, nem todas essas automações são exatamente robôs. “Para se tornar um robô é preciso ser físico, como um carro autônomo ou um robô de operação industrial”, frisa Flavio Tonidandel, professor do Centro Universitário FEI e pesquisador de robótica e inteligência artificial (IA). Além de ter um corpo físico, outro pré-requisito é mover-se de forma autônoma, semiautônoma ou controlada a distância, bem como ser capaz de interagir com o ambiente. “Existe uma grande confusão entre os conceitos de robôs e de inteligência artificial”, afirma Tonidandel. Simplificando bastante, o professor explica que a IA seria o equivalente ao cérebro do robô, capaz de dar a ele potencial de tomada de decisão, raciocínio, aprendizagem e reconhecimento de padrões. O desenvolvimento interdependente entre as tecnologias de IA e robótica trouxe uma nova geração de robôs, capazes de interagir com os humanos para executar tarefas, transitar pelos mesmos lugares que as pessoas e atuar como assistentes nas tarefas do dia a dia. É a chamada robótica de serviços, que promete levar robôs para dentro de casas, empresas, hospitais e até escolas. Conviver com esses seres autônomos e com tendência a nos servir, contudo, traz novas questões. A que regras eles estarão sujeitos? O que poderão (ou não) fazer? Como fica o mercado de trabalho com a robotização de serviços que hoje ainda são feitos pelos humanos? São perguntas bem difíceis de responder, mas que fazem parte da próxima fronteira para a evolução da robótica. (Adaptado de: LAFLOUFA, Jacqueline. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com. 30/05/2019) No que se refere à concordância, está correta a frase:

A Surgem acerca da convivência com esse tipo de seres autônomos novas questões.
B Convém que se discutam a que regras esses robôs estarão sujeitos.
C Não está claro o que poderão resultar da combinação entre inteligência artificial e robótica.
D Até que ponto os serviços hoje feitos por humanos virão a ser executado pela máquina?
E Tratam-se de perguntas às quais têm sido difíceis encontrar respostas.

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão Ai, que vergonha... Sou tímida. Já nasci assim, veio de algum gene que meus pais me transmitiram, o que não deixa de ser estranho, já que sou incomparavelmente mais tímida que os dois juntos. Só quem é tímido - e não me refiro aí aos falsos tímidos, aqueles que têm uma timidezinha boba de vez em quando, por exemplo, ao chegar a uma festa sem conhecer ninguém - sabe a dificuldade de se dizer “não” a um amigo ou de cobrar alguma coisa de alguém. E só nós tímidos sabemos também o quanto nos custa entrar em uma loja e experimentar uma roupa. O verdadeiro tímido tem vergonha de tudo e de todos. Hoje em dia, depois de anos de teatro e terapia, melhorei demais. Muita gente me afronta e diz que não sou tímida nada, que eu nunca subiria em um palco se minha timidez fosse de verdade. Eu digo que uma coisa não tem nada a ver com a outra. O palco possui uma parede invisível, e quando subo nele é como se não visse ninguém. Além disso, quando as pessoas vão a alguma das minhas apresentações, é esperado que eu cante. Muito diferente é ir a um churrasco e me pedirem para tocar violão. Morro de vergonha. As pessoas param de conversar e ficam me olhando, na expectativa. A minha voz nem sai direito, tamanha a vontade de desaparecer do recinto. Os psicólogos dizem que timidez, na verdade, é orgulho. O tímido seria alguém com tal mania de perfeição que não se dá o direito de errar. Não concordo. Eu digo que o tímido é alguém que tem vergonha de errar, de acertar, de ser julgado ignorante, de ser considerado inteligente, de ser taxado de prepotente... Eu tenho vergonha de tudo. Mas já descobri - até há bastante tempo - o antídoto da timidez. Quando gosto e quero realmente alguma coisa, vergonha nenhuma me impede. Aí eu finjo que sou uma outra pessoa, coloco uma base no rosto para disfarçar a vermelhidão e vou em frente. É assim inclusive com essas crônicas, que tenho vergonha de publicar, mas gosto demais de escrever para parar. (Adaptado de: PIMENTA, Paula. Disponível em: www.patio.com.br. 13/12/2006) Da leitura do 3º parágrafo, compreende-se que a autora se sente particularmente constrangida quando

A é contratada como artista para se apresentar em eventos comemorativos.
B reconhece conhecidos na plateia de suas apresentações no teatro.
C se apresenta fora do palco, ainda que durante um espetáculo teatral.
D dizem que ela não é capaz de subir no palco por causa de sua timidez.
E se torna o centro das atenções sem que isso tivesse sido planejado.