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Questões para Concursos
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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
10 questões encontradas
Uma das raízes da equação polinomial x 3 + (k + 1)x 2 + (k + 9)x + 9 = 0 é x 1 = –1. As outras duas raízes são iguais. A soma das três raízes, para k > 0, é igual a
Segundo estudo sobre a poluição plástica, publicado em O Estado de S.Paulo em 05.06.2018, 75% do número total de toneladas de plástico produzidas pelo ser humano desde a sua invenção já viraram lixo, das quais apenas 20% foram incineradas ou recicladas de algum modo. Os outros 80%, cerca de 5 bilhões de toneladas, estão espalhados pelo planeta, contaminando o solo, os rios, os oceanos e a atmosfera. Com base nessas informações, conclui-se que, desde a invenção do plástico, o número total de toneladas já produzidas pelo ser humano é de, aproximadamente,
A soma das raízes da equação x 2 – (3a – 2b)x + 2b – 6a = 0 é igual a 8 e seu produto é igual a –20. Desse modo, o resultado da operação a b : b a é igual a
Considere duas misturas, M e M’, obtidas a partir de duas substâncias líquidas, x e y. Em M, para cada 7 partes de y há 3 partes de x. Em M’, para cada 2 partes de y há 3 partes de x. Na mistura de 1 litro de M com 1 litro de M’, a razão entre as quantidades de x e de y, nesta ordem, é igual a
Impulsionado pela Copa do Mundo, um grande varejista elaborou uma previsão de vendas de televisores para o 1o semestre de 2018, na qual os números de unidades a serem vendidas a cada mês constituíam uma progressão aritmética crescente. Sabe-se que para janeiro estavam previstas 3500 unidades e que 60% do número de unidades previstas para o bimestre março/abril correspondia a 7200 unidades. De acordo com a previsão, o número de unidades a serem vendidas de janeiro até maio era igual a
O aparecimento de elementos de linguagem poética, fantasiosa, no interior de um formato tipicamente jurídico reafirma
Leia os versos do poema “Os estatutos do homem”, de Thiago de Mello, para responder às questões 32 e 33. Artigo 12 Decreta-se que nada será obrigado nem proibido. Tudo será permitido, sobretudo brincar com os rinocerontes e caminhar pelas tardes com uma imensa begônia na lapela. ( Estatutos do homem , 1986.) No poema, expressam uma regra geral e um exemplo dessa regra, respectivamente,
Texto associado
Considere o texto de Rodrigo Duarte para responder à questão. Um dos aspectos mais óbvios de nossa realidade – amplamente difundido em todo o mundo contemporâneo – é a divisão do tempo de cada um numa parte dedicada ao trabalho e noutra dedicada ao lazer. Mas essa realidade atual, por mais evidente que seja para nós, não deveria nos levar à crença enganosa de que terá sido sempre assim: a divisão entre tempo de trabalho e tempo livre – inexistente na Idade Média e no período que a sucedeu imediatamente – se consolidou apenas com o amadurecimento do modo de produção capitalista, isto é, após a chamada Revolução Industrial, que eliminou o trabalho produtivo realizado nas próprias casas dos trabalhadores (quase sempre com o auxílio de suas famílias), limitando as atividades à grande indústria: um estabelecimento exclusivamente dedicado à produção por meio de maquinário pesado, concentrando massas de operários em turnos de trabalhos previamente estabelecidos. Na Idade Média, por um lado, a aristocracia, mesmo não tendo necessidade de se dedicar a qualquer trabalho produtivo, reservava para si atividades que, não obstante seu caráter socialmente obrigatório, eram também consideradas prazerosas. Os bailes e jantares, as festas e os concertos, as caçadas e a frequência às óperas eram parte integrante da vida cortesã e nobre. Por outro lado, o horizonte vital das classes servis – e possivelmente também da burguesia em sua fase inicial – era dado pelo trabalho de sol a sol, com pouquíssimo tempo que extrapolasse a produção material. Esse exíguo período antes do sono preparador para a próxima jornada de trabalho, embora não deva ser entendido como tempo de lazer no sentido moderno do termo, provavelmente constituía o momento coletivo de se cantar e narrar, tempo que servia, ao mesmo tempo, como pretexto e elemento aglutinador para a comida e a bebida em comum. ( Indústria cultural: uma introdução , 2010.)
Segundo o texto, na Idade Média,
Texto associado
Considere o texto de Rodrigo Duarte para responder à questão. Um dos aspectos mais óbvios de nossa realidade – amplamente difundido em todo o mundo contemporâneo – é a divisão do tempo de cada um numa parte dedicada ao trabalho e noutra dedicada ao lazer. Mas essa realidade atual, por mais evidente que seja para nós, não deveria nos levar à crença enganosa de que terá sido sempre assim: a divisão entre tempo de trabalho e tempo livre – inexistente na Idade Média e no período que a sucedeu imediatamente – se consolidou apenas com o amadurecimento do modo de produção capitalista, isto é, após a chamada Revolução Industrial, que eliminou o trabalho produtivo realizado nas próprias casas dos trabalhadores (quase sempre com o auxílio de suas famílias), limitando as atividades à grande indústria: um estabelecimento exclusivamente dedicado à produção por meio de maquinário pesado, concentrando massas de operários em turnos de trabalhos previamente estabelecidos. Na Idade Média, por um lado, a aristocracia, mesmo não tendo necessidade de se dedicar a qualquer trabalho produtivo, reservava para si atividades que, não obstante seu caráter socialmente obrigatório, eram também consideradas prazerosas. Os bailes e jantares, as festas e os concertos, as caçadas e a frequência às óperas eram parte integrante da vida cortesã e nobre. Por outro lado, o horizonte vital das classes servis – e possivelmente também da burguesia em sua fase inicial – era dado pelo trabalho de sol a sol, com pouquíssimo tempo que extrapolasse a produção material. Esse exíguo período antes do sono preparador para a próxima jornada de trabalho, embora não deva ser entendido como tempo de lazer no sentido moderno do termo, provavelmente constituía o momento coletivo de se cantar e narrar, tempo que servia, ao mesmo tempo, como pretexto e elemento aglutinador para a comida e a bebida em comum. ( Indústria cultural: uma introdução , 2010.)